Pantanal News

Economia

Inflação tem alta para famílias de baixa renda em abril, diz Ipea

A inflação aumentou no último mês para as famílias com renda de até R$ 2.299,82, considerada a faixa mais baixa de renda. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta faixa de renda a inflação “avançou de 0,85% em março para 0,92% em abril.” A variação geral de preços segundo o estrato econômico foi medida pelo indicador de inflação por faixa de renda calculado pelo Ipea. Conforme os dados analisados, a inflação desacelerou em abril para as faixas de renda acima dos R$ 2.299,82. >> Siga o canal da Agência Brasil no Nota do instituto afirma que os reajustes mais fortes dos preços da energia elétrica (0,72%) e dos produtos farmacêuticos (1,8%) em abril foram as maiores responsáveis pela aceleração inflacionária que repercutiu nas famílias de renda muito baixa. Para o conjunto total de famílias, independente de renda, as principais pressões inflacionárias de abril vieram da alta de preços do arroz (2,5%), feijão carioca (3,5%), batata (6,6%), carnes (1,6%), ovos (1,7%) e leite (13,7%). Além desses produtos, houve alta de no grupo de “saúde e cuidados pessoais”: puxado pelos acréscimos nos custos dos artigos de higiene (1,6%), e dos reajustes dos serviços médicos (1,0%). Merece destaque ainda a pressão sobre os custos dos combustíveis (1,8%) devido à guerra contra o Irã iniciada pelos Estados Unidos e Israel. FONTE: AGENCIA BRASIL

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Do quebra-quebra à reconciliação: Andressa Urach reatou com Flávio Giglioli

A separação turbulenta de Andressa Urach e Flávio Giglioli durou pouco. A influenciadora confirmou nesta quarta-feira (20) que reatou o casamento com o empresário, semanas após o fim conturbado da relação. Segundo ela, os dois decidiram recomeçar com “novos acordos”. O casal havia se separado no dia 5 de maio, dois meses após o casamento, depois que Flávio criou uma conta em plataformas de conteúdo adulto. “Nos separamos. Não estamos mais juntos porque ele abriu conta em conteúdo adulto e eu falei que eu nunca mais ficaria com ninguém que trabalhasse com isso. Não aceito”, disse Andressa nos Stories do Instagram na época. Leia mais: Andressa Urach picha e quebra carro do ex-marido após término; veja vídeo O quebra-quebra que viralizou A crise ganhou repercussão quando Flávio mostrou nas redes sociais o carro danificado, com o vidro quebrado e a frase “boas vendas, ator” pichada na lateral. “Zoou meu carro, né? Firmeza! Não vai ficar assim não”, afirmou ele. Andressa logo confirmou ser a responsável pelos danos. “Quebrei mesmo! Quebrei o apartamento, o carro, quebro tudo. Processa, bebê! Processa que eu pago”, declarou. Flávio Giglioli, também conhecido como FBoss, tem 25 anos e atua como empresário no agenciamento de carreiras de cantores do funk, além de agora também produzir conteúdo adulto.

Economia

Agronegócio poderá usar linha de crédito do FAT para inovação

Produtores rurais que quiserem investir em inovação poderão contar com uma linha especial de crédito. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira (20) uma mudança nas regras de financiamento à inovação e à digitalização com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A medida amplia o acesso ao crédito para empresários individuais e pessoas físicas que atuam no agronegócio, na produção florestal, na pesca e na aquicultura. Na prática, produtores rurais e trabalhadores desses setores poderão contratar financiamentos para modernização tecnológica, compra de máquinas e equipamentos e digitalização das atividades produtivas. Os recursos são repassados pelo FAT ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que empresta o dinheiro com juros subsidiados. O que muda A mudança vale para trabalhadores residentes e domiciliados no Brasil que exerçam atividades econômicas ligadas aos seguintes setores:  Agronegócio; Produção florestal; Pesca; Aquicultura e Serviços diretamente relacionados a esses segmentos Como funciona Os financiamentos usam recursos do FAT, fundo abastecido principalmente pelas contribuições do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). O dinheiro é transferido ao BNDES, que opera programas de crédito voltados ao investimento produtivo. As operações utilizam a Taxa Referencial (TR) como base de remuneração, o que tende a tornar o crédito mais acessível em comparação a modalidades tradicionais de mercado. Segundo o governo, os recursos poderão ser usados para: Aquisição de máquinas e equipamentos; Modernização tecnológica; Digitalização da produção; Aumento da produtividade; Melhoria das condições de trabalho e produção. Impactos esperados A avaliação do governo é que a medida pode estimular a produção e a comercialização de máquinas agrícolas e equipamentos tecnológicos, além de beneficiar fabricantes, distribuidores e prestadores de serviço. A expectativa também é de geração de empregos, aumento da renda e fortalecimento da atividade econômica nas regiões atendidas. O governo argumenta ainda que a modernização tecnológica pode melhorar a eficiência da produção rural e ampliar a competitividade do setor. Quem compõe o CMN O Conselho Monetário Nacional é o principal órgão responsável por definir as diretrizes das políticas monetária, cambial e de crédito do país. Atualmente presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o CMN também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. FONTE: AGENCIA BRASIL

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Dark Horse: entenda a relação entre Katy Perry e filme sobre Bolsonaro

O nome da cantora Katy Perry voltou aos assuntos mais comentados das redes sociais nesta semana após a repercussão do filme Cavalo Negroprodução que vai retratar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A coincidência com o título do sucesso lançado pela artista em 2013 gerou uma série de comentários e memes na internet. para música Cavalo Negrolançada em parceria com o rapper Juicy J, foi um dos maiores sucessos do pop internacional naquela década. Por causa disso, internautas passaram a relacionar o longa político ao hit da cantora norte-americana, fazendo o nome de Katy Perry voltar a circular entre os temas mais comentados do X, antigo Twitter. Leia também: Oruam é alvo de novo pedido de prisão preventiva Enquanto isso, o filme também ganhou destaque por causa de questionamentos envolvendo os investimentos no projeto e mensagens atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Divulgação Nome do filme virou meme nas redes A repercussão começou logo após detalhes sobre o longa serem divulgados nas redes sociais e em veículos de imprensa. Usuários passaram a brincar com a coincidência entre o título da produção e a música de Katy Perry. Leia também: Britney Spears late para amigos durante jantar e causa tumulto em restaurante Entre os comentários publicados no X, alguns internautas ironizaram o suposto alto custo da produção. Outros afirmaram que “Dark Horse” deveria ser associado apenas à música da cantora. Além disso, usuários também citaram o apelo da canção dentro da cultura pop e apontaram o contraste entre o universo musical da artista e o conteúdo político do longa-metragem. Foto: Divulgação Filme retrata campanha de 2018 O filme Cavalo Negro contará a história da campanha presidencial de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018. O ator Jim Caviezel, conhecido por produções de Hollywood, está envolvido no projeto ao lado do diretor Cyrus Nowrasteh. Nos últimos dias, o longa também passou a ser alvo de repercussão após denúncias envolvendo o financiamento da obra. Informações divulgadas pelo site The Intercept Brasil apontam que o banqueiro Daniel Vorcaro teria desembolsado R$ 61 milhões para o projeto, dentro de um acordo total estimado em R$ 134 milhões. Mensagens divulgadas pelo portal mostram conversas atribuídas a Flávio Bolsonaro e Vorcaro sobre atrasos em pagamentos relacionados ao filme. Foto: Divulgação Conversas ampliaram repercussão Em uma das mensagens divulgadas, Flávio Bolsonaro teria convidado Daniel Vorcaro para um jantar reservado com Jim Caviezel e o diretor do filme. Em outro trecho, o senador demonstra preocupação com possíveis atrasos financeiros envolvendo a produção cinematográfica. Além disso, a repercussão do caso também aumentou após investigações relacionadas a contratos públicos e emendas parlamentares ligados a empresas e entidades associadas ao projeto. Enquanto isso, nas redes sociais, a maior parte dos comentários continuou focada na associação entre o nome do filme e a música de Katy Perry, que voltou a viralizar entre usuários brasileiros. Por fim, o caso uniu entretenimento, política e cultura pop em um dos assuntos mais comentados da internet nos últimos dias.

Economia

CMN regulamenta nova linha para motoristas de aplicativos e taxistas

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira (20) as regras do novo programa Move Brasil, que vai oferecer financiamento facilitado para motoristas de aplicativo, taxistas e cooperativas adquirirem veículos novos. A medida faz parte de uma nova etapa do programa federal voltada à renovação da frota de transporte individual de passageiros no país. A regulamentação foi publicada por meio da Resolução nº 5.304 do CMN e detalha como funcionarão os financiamentos, que poderão somar até R$ 30 bilhões em recursos públicos e privados. Quem poderá participar O programa será destinado a três grupos: motoristas de aplicativos; taxistas; cooperativas de táxi. Para ter acesso ao financiamento, os trabalhadores precisarão cumprir critérios definidos pelo governo federal. No caso dos motoristas de aplicativos, haverá exigência de tempo mínimo de atuação na profissão. Como funcionará Os financiamentos serão feitos por bancos e instituições financeiras autorizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na prática, o BNDES vai repassar os recursos para os bancos parceiros, que serão responsáveis por conceder o crédito aos motoristas e assumir o risco de inadimplência das operações. Os financiamentos poderão ser usados para comprar: veículos elétricos; híbridos flex; carros flex; veículos movidos exclusivamente a etanol. O programa também permitirá incluir no financiamento: seguro do veículo; seguro prestamista; equipamentos de segurança; itens voltados à proteção de mulheres motoristas. Os itens extras poderão representar até 10% do valor do automóvel. Taxas reduzidas O CMN definiu condições especiais para os financiamentos. A taxa básica dos recursos aplicados diretamente pelo governo no programa será de 2,5% ao ano para os beneficiários em geral. Para mulheres que trabalham no transporte de passageiros, a taxa cairá para 1,5% ao ano. Além disso, os bancos poderão cobrar remuneração adicional de até 8,5% ao ano pelas operações. O BNDES cobrará até 1,25% de juros ao ano pela administração do programa. O prazo máximo de pagamento será de até 72 meses (seis anos), com possibilidade de até seis meses de carência para começar a pagar o principal da dívida. O valor máximo financiado por veículo será de R$ 150 mil. Objetivo do programa Segundo o governo, o Move Brasil busca reduzir os impactos do aumento recente dos custos do setor de transporte, agravados pelas tensões internacionais e pela alta dos combustíveis após o conflito no Oriente Médio. A proposta também tem como meta acelerar a renovação da frota nacional, incentivando veículos menos poluentes e mais eficientes no consumo de energia. A expectativa é que a troca de veículos antigos por modelos mais novos ajude a reduzir emissões de poluentes, melhorar a segurança e aumentar a qualidade dos serviços de mobilidade urbana. Garantias previstas A regulamentação também permite o uso de garantias do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI), mecanismo criado para facilitar financiamentos em operações consideradas de maior risco. Na prática, esse fundo funciona como uma espécie de garantia complementar para os bancos, reduzindo o risco de prejuízo em caso de inadimplência. Isso tende a facilitar a aprovação de crédito para trabalhadores autônomos, categoria que normalmente enfrenta mais dificuldade para obter financiamento em condições favoráveis. O que é o CMN O Conselho Monetário Nacional é o principal órgão responsável por definir as regras da política econômica e financeira do país. Cabe ao CMN estabelecer diretrizes para crédito, juros, sistema bancário e funcionamento do mercado financeiro. O conselho é formado por três integrantes: o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que preside o órgão; o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. FONTE: AGENCIA BRASIL

Economia

Fazenda estuda Fundo Garantidor para dívidas rurais

A equipe econômica estuda a criação de um Fundo Garantidor para o agronegócio diante do aumento das perdas provocadas por eventos climáticos extremos e da escalada do endividamento rural. A proposta foi confirmada nesta quarta-feira, 20, pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, após reunião com senadores, deputados e representantes de movimentos agrícolas para discutir o projeto de renegociação das dívidas do setor. “A gente já sinaliza que a gente vai trabalhar nisso. A ideia é que nos próximos dias a gente tenha um texto final”, afirmou Durigan em coletiva no Ministério da Fazenda. Segundo ele, o modelo em discussão deverá contar com participação do governo federal, dos bancos e também dos produtores rurais, em menor escala. Novo mecanismo Esse fundo, informou o ministro, teria recursos do governo, das instituições financeiras e dos próprios agricultores. A presença de recursos públicos seria uma diferença em relação ao FGC, que tem aportes apenas das instituições financeiras. Carência e prazo maiores O principal ponto do projeto é a criação de uma linha especial de crédito para renegociar passivos rurais utilizando recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de outros fundos supervisionados pela Fazenda. O texto prevê condições diferenciadas para os produtores, com prazo de até dez anos para pagamento das dívidas e carência de dois anos para início da quitação. Segundo Durigan, houve acordo com os senadores sobre esses pontos. “O debate agora é sobre os melhores critérios de enquadramento. Um dos critérios da Fazenda é que seja identificada perda real por parte do agricultor”, disse o ministro. Originalmente, o governo pretendia dar carência de um ano para o início do pagamento das dívidas e conceder prazo de até seis anos de pagamento das parcelas após a renegociação. De acordo com Durigan, a Fazenda concordou em ceder nesses dois pontos após a reunião desta quarta-feira. Critérios e acesso A equipe econômica quer limitar o acesso aos programas de renegociação a produtores efetivamente afetados por perdas climáticas ou crises econômicas. A intenção é evitar que o benefício seja utilizado de forma indiscriminada. O relator do projeto no Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), defendeu a necessidade de construir uma solução estrutural para o endividamento do setor rural. Segundo ele, os problemas enfrentados pelos produtores deixaram de ser pontuais. “O endividamento rural hoje é uma questão estrutural da economia agrícola brasileira. Precisamos preservar a produção, o abastecimento e os empregos do setor”, afirmou o senador após a reunião. Pressão climática O avanço da proposta ocorre em meio ao aumento das perdas provocadas por secas prolongadas, enchentes e oscilações climáticas severas que afetaram diferentes regiões produtoras nos últimos anos. Nos debates no Senado, parlamentares ligados à bancada ruralista argumentaram que as sucessivas quebras de safra agravaram as dificuldades de pagamento das operações de crédito rural contratadas anteriormente. O novo fundo garantidor é tratado como uma tentativa de criar um mecanismo permanente de proteção financeira para o setor diante da intensificação dos riscos climáticos. Impacto bilionário Apesar do apoio político da bancada ruralista, a proposta enfrenta resistência dentro da equipe econômica por causa do impacto fiscal potencial. Estimativas discutidas no Congresso apontam que o volume de dívidas rurais envolvidas pode chegar a cerca de R$ 180 bilhões. Os recursos inicialmente previstos incluem até R$ 30 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal, além de outras fontes públicas de financiamento. A votação do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado foi adiada após pedido do Ministério da Fazenda por mais tempo de negociação sobre pontos considerados sensíveis no texto. Após a reunião desta quarta, Calheiros e a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também participou das renegociações, disseram que os cálculos do impacto fiscal serão refeitos. FONTE: AGENCIA BRASIL

Política

CGU lança rede para fortalecer cooperação entre instituições públicas

A Controladoria-Geral da União (CGU) lançou nesta quarta-feira (20) a Rede Nacional de Integridade Pública, uma iniciativa que pretende fortalecer a cooperação entre instituições do setor público brasileiro. Sob coordenação da Secretaria de Integridade Pública (SIP) da CGU, a rede foi instituída pela Portaria Normativa CGU 262, de maio de 2026, e vai reunir órgãos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, da União, dos estados e dos municípios, além de Ministérios Públicos, Tribunais de Contas e Defensorias Públicas, que não fazem parte dos Três Poderes. Como membros associados, unidades setoriais de integridade de autarquias e fundações federais, órgãos responsáveis pela gestão da integridade no âmbito municipal e conselhos de fiscalização profissional também poderão integrar o grupo. O objetivo da Rede, diz a CGU, é promover a transparência e a prevenção de irregularidades no setor público. Além disso, a iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento de soluções conjuntas no setor público. A atuação da Rede deverá ocorrer por meio da produção e disseminação de conhecimento, troca de experiências, capacitação, compartilhamento de boas práticas e no desenvolvimento de estratégias integradas de integridade pública. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp​ “A expectativa é que o intercâmbio contínuo de experiências contribua para ampliar a efetividade das políticas de integridade e fortalecer a confiança da sociedade nas instituições públicas brasileiras”, disse Simone Gama de Andrade, diretora de Integridade Pública da SIP. Segundo a CGU, na fase inicial de implementação da Rede será criada uma comissão responsável pela elaboração da proposta do primeiro regimento interno, pela convocação de Assembleia Geral e também pela condução das eleições do Conselho Diretivo. As instituições interessadas em compor a comissão poderão manifestar interesse até o dia 30 de junho. Já para participar da Rede será preciso preencher um formulário eletrônico que consta no sistema e-CGU. Os órgãos interessados deverão apresentar documentação que comprove a existência de atribuições relacionadas à gestão da integridade e indicar o representante que atuará na Rede. A Rede faz parte do Plano de Integridade e Combate à Corrupção (PICC) do governo federal, que reúne ações para promover a integridade e o combate à corrupção na administração pública federal. FONTE: AGENCIA BRASIL

Justiça condena hospital de Goiás por troca de bebês
Brasil

Justiça condena hospital de Goiás por troca de bebês

Os bebês nasceram com minutos de diferença no dia 15 de outubro de 2021 no Hospital da Mulher de Inhumas, e foram trocados na maternidade logo após o nascimento. A suspeita de troca surgiu em 2024, quando um exame de DNA apontou incompatibilidade genética. O hospital, que ainda pode recorrer da decisão, foi procurado via email pela reportagem, mas não respondeu até o começo da tarde desta quarta-feira (20). A suspeita da troca surgiu após um dos pais solicitar um exame de DNA durante um processo de separação. Com o resultado negativo, a família procurou o outro casal, que haviam conhecido na maternidade, para comunicar sobre o resultado do exame. A outra família também realizou testes genéticos, que igualmente descartaram vínculo biológico com a criança que estava com eles. Elas, hoje com 4 anos, passaram a viver com os pais biológicos em outubro de 2025, após a confirmação das identidades. Os pais e mães devem receber R$ 250 mil cada por danos morais. O hospital também foi condenado a ressarcir os valores gastos pelos casais para fazer os testes de DNA. O Tribunal de Justiça de Goiás não divulgou detalhes do processo, informando que o caso corre em segredo judicial. A reportagem não localizou o advogado Kuniyoshi Fagundes Watanabe, responsável pela defesa das duas famílias.

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Famosos

Oruam é alvo de novo pedido de prisão preventiva

O rapper Oruam voltou a ser alvo da Justiça. Desta vez, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do artista por conta de um episódio ocorrido em dezembro de 2024, durante uma festa realizada em Igaratá, no interior paulista. Segundo a ação penal apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, nome de registro do cantor, teria efetuado um disparo de espingarda em meio ao público durante o evento. O ato foi gravado e compartilhado nas redes sociais, o que ampliou a repercussão do caso. De acordo com o pedido protocolado no último dia 5 de maio, o órgão sustenta que o cantor representa risco à aplicação da lei penal por já estar foragido da Justiça desde fevereiro deste ano. Foto: Divulgação Pedido cita outras investigações Além do episódio envolvendo o disparo em São Paulo, o Ministério Público também mencionou outras investigações envolvendo o rapper. Entre elas, estão apurações relacionadas a crimes de lavagem de dinheiro e suposto envolvimento com o Comando Vermelho. Leia também: Zé Felipe comenta em foto de Virginia após término e internet reage O documento ainda faz referência ao processo em que Oruam responde por tentativa de homicídio contra policiais civis do Rio de Janeiro. Segundo os investigadores, o cantor e outras pessoas teriam atacado agentes com pedras durante uma operação policial realizada na residência do artista em julho de 2025. Por causa disso, o MP argumenta que a situação reforça o risco de fuga e dificulta o andamento das investigações e processos judiciais. Foto: Divulgação Julgamento acontece no Rio Mesmo foragido, Oruam começou a ser julgado neste mês pelo Tribunal do Júri do Rio de Janeiro no processo relacionado à suposta tentativa de homicídio contra policiais civis. Segundo a denúncia, agentes cumpriam um mandado de busca e apreensão na casa do cantor quando teriam sido atacados. A Justiça aponta que as ações colocaram em risco a integridade física dos policiais envolvidos na operação. Enquanto isso, o rapper segue sem localização confirmada pelas autoridades. Foto: Divulgação Violações de medidas judiciais Oruam está foragido desde o dia 29 de fevereiro. Inicialmente, o artista havia conseguido autorização judicial para responder aos processos em liberdade. No entanto, a decisão foi revogada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo informações das autoridades, o cantor teria descumprido repetidamente as regras impostas pela liberdade condicional. Entre as violações apontadas estão dezenas de registros envolvendo a tornozeleira eletrônica utilizada pelo artista. De acordo com os investigadores, Oruam acumulou 66 ocorrências de violação do equipamento ao longo de 2025. Somente nos primeiros dias de 2026, teriam sido registradas outras 26 infrações relacionadas ao monitoramento eletrônico. Por fim, a Justiça de São Paulo deverá analisar o novo pedido de prisão preventiva nos próximos dias.

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Internacional

Trump afirma que os EUA estão “libertando Cuba” em meio a acusações

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (20) que o país está “libertando Cuba” e disse não saber o que acontecerá com a ilha nos próximos dias. A declaração foi feita poucas horas depois de o Departamento de Justiça norte-americano anunciar acusações criminais contra o ex-presidente cubano Raúl Castro por um caso ocorrido em 1996. Trump evitou detalhar quais medidas podem ser tomadas pelos Estados Unidos, mas reforçou o discurso de pressão contra Havana. A ofensiva norte-americana ocorre em meio ao endurecimento das relações entre os dois países. Raúl Castro, de 94 anos, foi acusado de conspiração para matar cidadãos norte-americanos, destruição de aeronave e homicídio. As acusações estão ligadas ao episódio em que duas aeronaves civis da organização de exilados cubano-americanos Irmãos ao Resgate foram abatidas por caças cubanos em 1996. Quatro homens morreram no ataque, incluindo três cidadãos dos Estados Unidos. Segundo as autoridades americanas, Castro era ministro da Defesa de Cuba à época e teria ordenado a ação militar. Outros acusados também foram incluídos na denúncia apresentada pela Justiça dos EUA. Irmão de Fidel Castro, Raúl assumiu oficialmente a Presidência cubana em 2008, após o afastamento do líder da Revolução Cubana por problemas de saúde. Ele permaneceu no cargo até 2018 e, mesmo fora da presidência, segue influente na política da ilha.   Leia mais: Trump volta a criticar Havana: ‘É um regime que matou muita gente’ Leia mais: Cuba alerta para ‘banho de sangue” em caso de ação militar dos EUA Leia mais: ‘País falido’: EUA devem abrir diálogo com Cuba Leia mais: Trump faz nova ameaça e afirma que “Cuba é a próxima”   Governo cubano rejeita acusações do governo Trump O governo cubano reagiu imediatamente às acusações. O atual presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou a denúncia como uma “manobra política sem qualquer fundamento legal”. Em publicação na rede X, Díaz-Canel afirmou que a medida demonstra “arrogância e frustração” dos Estados Unidos diante da resistência do governo cubano. Segundo ele, a acusação busca justificar novas ações de pressão contra Havana e reforçar a política de hostilidade americana contra a ilha.

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