Pantanal News

7 em cada 10 formados em licenciatura EAD de português e matemática ficam abaixo do básico
Brasil

7 em cada 10 formados em licenciatura EAD de português e matemática ficam abaixo do básico

Sete em cada dez formados no ano passado em cursos de licenciatura EAD nessas duas áreas -a grande maioria em instituições privadas- não conseguiram desempenho acima do básico, de acordo com os dados do Enade das Licenciaturas do ano passado e divulgados pelo MEC (Ministério da Educação) nesta quarta-feira (20). Os resultados de letras-português-inglês e de matemática no EAD, ambos com apenas 33% dos concluintes acima do básico, são os piores entre 16 áreas de formação tradicionais (só as licenciaturas em música tiveram desempenho inferior, mas têm poucos concluintes). Na média de todas as áreas, 47% dos 116.982 concluintes que fizeram a prova conseguiram ficar acima do considerado básico pelo MEC. Entre os cursos presenciais, a média acima do básico foi de 74% dos 79.077 concluintes que fizeram a prova. Os níveis de desempenho de letras (português-inglês) e matemática também são mais positivos nos cursos presenciais. O primeiro tem 73% de concluintes acima do básico e matemática, 53%. Os conteúdos de português e matemática são considerados centrais na educação básica e a carga horária dessas áreas é maior nas escolas. As avaliações de larga escala e os indicadores educacionais, como o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), concentram-se nessas disciplinas. O Enade das Licenciaturas foi lançado em 2024 pelo governo Lula (PT) como forma de permitir um melhor acompanhamento da formação docente no país. Além de mudanças na estrutura da prova, ela passou a ser aplicada anualmente -o Enade normalmente é aplicado por área a cada três anos (além das licenciaturas, o governo também tornou anual a prova direcionada à medicina). São considerados com proficiência básica os participantes com desempenho igual ou maior que 70 pontos na escala de cada área da prova (formação geral e componente específico de cada área). Esses parâmetros também foram criados com o Enade das Licenciaturas. O ministro Leonardo Barchini disse nesta quarta que os resultados mostram “um retrato fidedigno para melhorar as políticas públicas do Brasil”. Segundo ele, o atual governo já tem atuado para fortelecer o modelo de formação docente, com foco em melhorias na oferta não-presencial. “O Enade produz visão sistemática da qualidade da formacão inicial de professores no pais. Mas não basta só regular, o MEC tem de induzir melhoria”, disse Barchini, em encontro com jornalistas na manhã desta quarta. “Os resutlados são comparáveis inclusive entre as áreas. Então, além do diagnóstico, todo ano para saber se houve melhora ou não da proficiência, pode comparar por área também”. As áreas com melhores resultados são ciências sociais e biológicas no EAD (com 84% e 67% acima do básico, respectivamente) e ciências sociais e história entre as licenciaturas presenciais (93% e 89%). A licenciatura em pedagogia, curso superior com maior número de alunos no país, tem resultados preocupantes. No EAD, 46% dos concluintes ficaram acima do básico e, no presencial, esse percentual foi de 75%. Há menos cursos de EAD avaliados, mas o número de alunos nessas graduações é maior. O EAD é a aposta do setor privado, que concentra a maioria das matrículas do ensino superior no país. O governo Lula estipulou o fim dos cursos EAD na licenciatura, mas as regras ainda não estão valendo. O CNE (Conselho Nacional de Educação) discute uma resolução sobre a carga horária presencial mínima com a nova norma federal e o setor privado faz pressão para que haja um percentual mais elevado de aulas não presenciais. Dos 194,4 mil concluintes em licenciaturas a distância no ano passado, 176,7 mil estão em instituições privadas com e sem fins lucrativos. Isso representa 91% dos estudantes. Ao considerar cursos com ao menos 15 concluintes e dez participantes na prova (para evitar casos extremos com poucos concluintes e presentes na prova), o curso EAD com melhor desempenho foi o de letras (português) na Unisinos (RS), uma instituição comunitária/confessional. É seguido por ciências sociais na Unicsul (SP) e pedagogia na PUC-PR, respectivamente privada com fins lucrativos e comunitária/confessional. Entre os cursos presenciais, 111 licenciaturas, a grande maioria pública, conseguiram ter todos os participantes com desempenho acima do básico. Ainda considerando cursos com ao menos 15 concluintes e dez participantes na prova, ciências biológicas na UFMG, pedagogia e geografia na USP lideram (levando em conta as maiores quantidades de concluintes e participantes na prova como critério de desempate). O curso presencial de uma instituição privada mais bem colocado foi o de pedagogia no Centro Universitário Barão de Mauá (SP), onde os 17 concluintes conseguiram desempenho acima do básico. A mesma avaliação do Enade Licenciaturas é usada para a PND (Prova Nacional Docente), exame organizado pelo MEC e que as redes de ensino podem optar por utilizar os resultados em seus processos seletivos. Os estudantes concluintes dos cursos de licenciaturas que tenham interesse em participar da PND devem fazer a inscrição específica na prova. Além da proficiência dos alunos, o Enade classifica os cursos por cinco níveis. Dos 4.948 cursos de formação de professores em todo o país, 1.730 obtiveram conceito Enade 1 e 2 -patamar considerado inadequado. Graduações com esses resultados podem sofrer sanções de regulação do MEC. Formaram-se nessas licenciaturas 178,6 mil alunos. Desses, 155,5 mil alunos estudaram em cursos EAD. Na outra ponta, 1.939 licenciaturas tiveram conceito 4 ou 5. Nessas graduações formaram-se 68 mil alunos. Leia Também: Lula assina decretos com regras para big techs atuarem no Brasil

Saúde

Ypê orienta consumidores a não usar nem descartar produtos de lote 1

A empresa Ypê divulgou novo comunicado com orientações aos consumidores que têm em casa os produtos da marca com lote de final 1, recentemente envolvidos em episódio de contaminação. A recomendação é que os consumidores guardem os itens adequadamente, não os utilizem e nem os descartem até novas orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos envolvidos são lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes. Caso o consumidor prefira, a Ypê seguirá realizando o ressarcimento dos produtos, conforme orientações disponíveis nos canais oficiais ou preenchimento do formulário no site. “Em respeito às determinações da Agência e ao compromisso da empresa com a segurança de consumidores, clientes e parceiros comerciais, a Ypê já comunicou toda a sua cadeia de distribuição e varejo para que os produtos abrangidos sejam imediatamente segregados e armazenados em áreas específicas, sem exposição à venda ou comercialização ao consumidor”, diz a Ypê. A empresa afirmou ainda que continua colaborando com as autoridades sanitárias, fornecendo informações técnicas, documentos e análises necessárias para esclarecer o caso. Além disso, informou que continuará adotando todas as medidas para demonstrar a conformidade dos produtos. “A Ypê reitera, ainda, seu compromisso histórico e inegociável com a qualidade, a transparência, a segurança dos consumidores e a responsabilidade sanitária, valores que sempre orientaram sua atuação ao longo de décadas de relacionamento com a sociedade brasileira”, ressalta o comunicado. Entenda o caso Confira a lista de produtos contaminados com lotes que terminam em 1: Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças com enzimas ativas Ypê Lava Louças Ypê Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças Ypê Toque Suave Lava Louças concentrado Ypê Green Lava Louças Ypê Clear Lava Louças Ypê Green Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green Lava Roupas Líquido Ypê Express Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT Lava Roupas Líquido Ypê Premium Lava Roupas Tixan Maciez Lava Roupas Tixan Primavera Desinfetante Bak Ypê Desinfetante de uso geral Atol Desinfetante Perfumado Atol Desinfetante Pinho Ypê Lava roupas Tixan Power ACT FONTE: AGENCIA BRASIL

Economia

Entenda como funciona o Move Aplicativos para motoristas e taxistas

O governo federal disponibilizou R$ 30 bilhões para o programa Move Aplicativos, iniciativa que faz parte do programa Move Brasil, para ajudar motoristas de aplicativos e taxistas a comprarem veículos novos. O acesso às linhas de crédito do programa depende do cumprimento de algumas regras, tanto para os profissionais como para o tipo de veículo a ser financiado. A Medida Provisória nº 1.359, publicada nesta terça-feira (19) no Diário Oficial da União, destina recursos da União para a criação de linhas de financiamento com taxas de juros mais baixas do que as praticadas no mercado. A iniciativa tem como público-alvo motoristas de transporte remunerado privado individual, taxistas e cooperativas de táxi, com o objetivo de viabilizar a aquisição de veículos automotores novos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica. As condições dos financiamentos, como taxas de juros, prazos e carência, serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Cada beneficiário poderá contratar financiamento para apenas um veículo. No caso das cooperativas, o limite será de um automóvel por cooperado. Condições No caso dos motoristas de aplicativo, será necessário comprovar atividade mínima na plataforma, com cadastro ativo há pelo menos 12 meses e comprovação de corridas no período. Os taxistas deverão apresentar regularidade cadastral e fiscal. O programa prevê condições mais vantajosas em comparação ao mercado tradicional de crédito para veículos. Entre os principais parâmetros divulgados estão: Financiamento de carros novos de até R$ 150 mil Prazos que podem chegar a até 72 mese Possibilidade de período de carência Juros abaixo das taxas praticadas no mercado Os veículos financiados deverão atender a critérios de sustentabilidade ambiental, podendo incluir modelos flex, híbridos, elétricos ou movidos a etanol. A medida também abre a possibilidade de condições diferenciadas para mulheres, com taxas menores e prazos mais favoráveis, além da inclusão de itens de segurança no financiamento. Adesão O processo de acesso ao financiamento foi desenhado para ser digital e simplificado. A adesão será feita por meio de plataforma eletrônica, com autorização do interessado para o compartilhamento de dados necessários à análise. Para motoristas de aplicativo, a confirmação do cumprimento dos critérios será feita pelas próprias plataformas. No caso dos taxistas, a validação ocorrerá com base em dados da Receita Federal. Após a solicitação, o interessado deverá receber uma resposta informando se atende aos requisitos do programa. Em caso positivo, poderá procurar uma instituição financeira habilitada para contratar o financiamento. Prazo e regras adicionais A medida provisória estabelece que os financiamentos deverão ser contratados em até 120 dias a partir da publicação. Além disso, os veículos elegíveis precisam ser habilitados previamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que poderá exigir contrapartidas das montadoras, como descontos mínimos para participação no programa. Crédito para motoristas e taxistas Até R$ 30 bilhões Carros de até R$ 150 mil Juros abaixo do mercado Prazo de até 72 meses Quem pode participar Motoristas de app (12 meses + 100 corridas) Taxistas com licença ativa Cooperativas de táxi Regras 1 veículo por beneficiário Carro deve ser novo Modelos sustentáveis Como solicitar o crédito 1. Acessar a plataforma do programa Solicitação feita pela internet, via portal oficial do governo 2. Autorizar o uso de dados Consentimento para verificação automática de elegibilidade 3. Aguardar análise A resposta sobre enquadramento no programa é enviada ao usuário 4. Escolher o veículo Carro deve ser novo, dentro do limite e das regras do programa 5. Procurar banco credenciado Financiamento é contratado junto a instituição financeira 6. Finalizar o contrato Após aprovação do crédito, o veículo pode ser adquirido FONTE: AGENCIA BRASIL

Saúde

OMS: continente africano tem 139 mortes suspeitas em surtos de ebola

A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas por ebola em surtos registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. Oficialmente, 51 casos foram confirmados em duas províncias ao norte da RDC, embora a própria OMS admita ter ciência de que a escala do surto na região é muito maior do que os números apontam. Em Uganda, dois casos foram confirmados na capital Kampala, ambos em pessoas que haviam passado pela República Democrática do Congo. Um dos pacientes morreu pela doença e o outro, um norte-americano, foi transferido para a Alemanha. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (20), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que vários fatores preocupam a entidade e podem fazer com que o número de casos e mortes por ebola aumentem na região. “Além dos casos confirmados, há quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas. Esperamos que esses números continuem aumentando, considerando o tempo em que o vírus circulou antes que o surto fosse detectado.” “A província de Ituri (na RDC) não é segura. Os conflitos se intensificaram desde o final de 2025, com uma escalada significativa ao longo dos últimos dois meses, com quase 100 mil pessoas se deslocando.” Por fim, o diretor-geral ressaltou que ambos os surtos são causados pelo vírus Bundibugyo, que causa um tipo de ebola para o qual ainda não há vacina ou tratamento aprovados. “A OMS tem uma equipe no terreno apoiando as autoridades nacionais na resposta à crise. Deslocamos pessoal, suprimentos, equipamentos e recursos financeiros”, concluiu. >> Siga o canal da Agência Brasil no Entenda No início do mês, autoridades sanitárias da República Democrática do Congo (RDC) emitiram alerta sobre um surto de alta mortalidade causado por uma doença até então desconhecida no município de Mongbwalu, na província de Ituri. O cenário incluía até mesmo mortes entre profissionais de saúde. Cerca de dez dias depois, o Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica de Kinshasa, capital da RDC, analisou 13 amostras de sangue colhidas no distrito de Rwampara. A avaliação laboratorial confirmou a presença do vírus Bundibugyo em oito das 13 amostras colhidas. >> Clique aqui e veja a linha do tempo dos surtos de ebola em países da África Na última sexta-feira (15), o Ministério da Saúde Pública, Higiene e Bem-Estar Social da RDC declarou oficialmente o 17º surto de ebola no país. Simultaneamente, o Ministério da Saúde de Uganda, país vizinho, confirmou surto de ebola, também do vírus Bundibugyo, após identificar um caso importado: um congolês que morreu na capital, Kampala. No dia seguinte, o diretor-geral da OMS, após consultar ambos os Estados-Membros onde os surtos foram identificados, determinou que o ebola causado pelo vírus Bundibugyo tanto na RDC quanto em Uganda constitui emergência em saúde pública de importância internacional.   FONTE: AGENCIA BRASIL

Showtec: MS avança e agro cresce como vitrine de inovação e futuro das cadeias produtivas
Mato Grosso Do Sul

Showtec: MS avança e agro cresce como vitrine de inovação e futuro das cadeias produtivas

Entre vitrines tecnológicas, pesquisas de ponta e debates sobre o futuro da produção agrícola, Mato Grosso do Sul – especificamente Maracaju – se transforma novamente em um grande palco do agronegócio brasileiro com a realização de mais uma edição do Showtec. A Fundação MS realiza, entre hoje (19) e quinta-feira (21), a 29ª edição do Showtec, reconhecida entre os maiores eventos agro do Estado e do Centro-Oeste brasileiro. Com 12 hectares de área para exposição, a feira reúne empresas, produtores rurais, pesquisadores, consultores, lideranças e profissionais ligados ao setor produtivo, em três dias de programação voltada à inovação, tecnologia, pesquisa e oportunidades para o campo. Entre áreas demonstrativas, debates técnicos, vitrines tecnológicas e oportunidades de negócios, o evento reúne os principais protagonistas de um setor que movimenta a economia e redefine o futuro da produção agrícola. Em discurso na abertura do evento, o governador Eduardo Riedel destacou o papel da ciência, da tecnologia e da inovação como pilares da transformação social e do agronegócio em Mato Grosso do Sul e no Brasil. Segundo Riedel, a evolução do setor nas últimas quatro décadas foi construída a partir do conhecimento aplicado ao campo, elevando produtividade, sustentabilidade e competitividade. O governador afirmou ainda que o agro brasileiro se consolidou como protagonista da economia nacional e passou a ocupar espaço central também na cultura, na geração de empregos e no desenvolvimento social. “O agro brasileiro conquistou espaço econômico e social baseado em ciência, produtividade e sustentabilidade. O Mato Grosso do Sul está inserindo cada vez mais tecnologia nos sistemas produtivos e se consolidando como um ambiente competitivo para receber investimentos”, afirmou Riedel, apontando que a economia sul-mato-grossense vive um novo ciclo de crescimento impulsionado pela agroindustrialização, pela atração de empresas e pelo avanço da tecnologia no setor. Por intermédio da Semadesc e da Fundect, o Governo do Estado sempre foi parceiro do Showtec. A Fundação MS, realizadora do evento, recebe recursos estaduais para pesquisas de novas tecnologias na área de milho e soja, oriundos do Fundems (Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja). A instituição privada, criada por produtores rurais, possui mais de 30 anos de experiência no estudo e desenvolvimento de tecnologias voltadas às lavouras de milho e soja. Os resultados gerados são diretamente repassados aos produtores e técnicos que atuam na assistência técnica, por meio das atividades da Rede de Validação de Tecnologias para as culturas de Soja e Milho em Mato Grosso do Sul. O prefeito de Maracaju, Marcos José Calderan, enfatizou o papel da pesquisa e da inovação no fortalecimento da produtividade agrícola e no desenvolvimento do agronegócio em Mato Grosso do Sul. De acordo com o prefeito, os avanços tecnológicos aplicados no campo têm contribuído diretamente para consolidar Maracaju como referência nacional na produção de grãos. “A pesquisa, a inovação, é isso que torna, por exemplo, Maracaju o município maior produtor de grãos, mais produtivo. Nem sempre a maior área é a que mais produz, mas é a produtividade que isso traz, toda essa tecnologia, toda essa inovação, vem de encontro com a nossa vocação, que é o agronegócio”, afirmou. O prefeito também salientou a importância da permanência da Fundação MS no município e os impactos positivos gerados para toda a cadeia produtiva regional. Plantações de milho já brotada (primeira fileira) e de girasol e milho em fase de crescimento (segunda fileira) O governador também relacionou os atuais conflitos internacionais à disputa global por alimentos, energia e mercados, destacando que o Estado possui potencial estratégico nesse cenário. Segundo ele, a política de atração de investimentos continuará sendo prioridade para ampliar a geração de emprego e renda. “Hoje o mundo discute segurança alimentar, energia e logística. E é justamente isso que Mato Grosso do Sul oferece. Estamos buscando empresas no mundo inteiro para continuar transformando nossa base produtiva e agregando valor ao que produzimos”, declarou o governador ao final. O Showtec se consolidou como um ambiente estratégico para aproximar o produtor rural de soluções aplicadas à realidade do agro regional. A edição de 2025 recebeu 25 mil visitantes, reforçando a importância do evento como vitrine de conhecimento, relacionamento e negócios para Mato Grosso do Sul e estados vizinhos. Em 2026, a feira contará com mais de 150 empresas, distribuídas em diferentes segmentos do agronegócio. Entre elas, estão empresas de insumos agrícolas; máquinas, implementos e equipamentos; alimentação, turismo e utilidades; ensino, pesquisa e instituições; consultoria e apoio ao agro; armazenagem, pós-colheita e grãos; instituições financeiras, crédito e consórcios; veículos, caminhões e mobilidade; tecnologia, automação e agricultura digital; combustíveis, energia e baterias; comunicação e mídia; e cooperativas. Além da área de exposição, a Arena Showtec contará com uma programação técnica ampla, reunindo especialistas de instituições de pesquisa, universidades, empresas e representantes do setor produtivo. Investimentos do Estado Durante o Showtec 2023, o governador Eduardo Riedel autorizou o repasse de R$ 4 milhões à Fundação MS, mediante convênio firmado por meio da Fundect/MS, para o desenvolvimento do projeto de pesquisa intitulado “Validação regional de materiais genéticos e tecnologias de produção de soja e milho, a ser desenvolvido em 11 regiões agrícolas de Mato Grosso do Sul nas safras 2023/2024 e safrinha 2024”. Para o período 2024/2025 e safrinha 2025, os valores destinados à execução desse projeto de pesquisa totalizaram R$ 4,94 milhões (convênio publicado em maio de 2024). Já no período 2025/2026, o repasse foi de R$ 6,6 milhões. Para a próxima Safra 2026/2027 e Safrinha 2027, os valores para o projeto “Validação Regional de Materiais Genéticos e Tecnologias de Produção de Soja de Milho a ser desenvolvido nas áreas produtivas da região Centro Sul do Estado de Mato Grosso do Sul” chegam a R$ 4,45 milhões (+ R$ 2,7 milhões destinados para a Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Chapadão). Investimentos como esses ampliam a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias, refletindo diretamente na qualidade do plantio, no aumento da produtividade e na evolução contínua das lavouras de milho e soja produzidas no Estado. O resultado é o fortalecimento da economia e a consolidação de Mato

Três em cada quatro moradores de grandes favelas do Rio rejeitam operações policiais, diz pesquisa
Brasil

Três em cada quatro moradores de grandes favelas do Rio rejeitam operações policiais, diz pesquisa

O levantamento, que ouviu 4.080 pessoas presencialmente, aponta ainda que a maioria considera que as ações não melhoram a segurança das famílias e são marcadas por excessos e ilegalidades. Segundo o estudo “Por que moradores de favelas aprovam ou reprovam operações policiais com confronto armado?”, 73% dos entrevistados disseram discordar das operações policiais realizadas em suas comunidades, enquanto 25% afirmaram concordar com as ações. Outros 2% não responderam. A rejeição aumenta quando os moradores avaliam a forma como as operações são conduzidas atualmente. Ao todo, 92% disseram desaprovar o modelo atual, sendo que 68% afirmaram que as operações “precisam ser realizadas de outra forma” e 24% disseram que “não deveriam ser realizadas operações policiais em favelas”. A pesquisa foi conduzida pelas organizações Redes da Maré, Fala Roça, Instituto Papo Reto, Instituto Raízes em Movimento, Frente Penha e A Rocinha Resiste, com apoio de instituições acadêmicas e organizações ligadas à segurança pública. As entrevistas foram realizadas entre os dias 13 e 31 de janeiro deste ano nos quatro territórios, que concentram parte significativa das operações policiais no Rio e somam cerca de 21% da população favelada da cidade. O levantamento surgiu após a operação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, em outubro de 2025, que terminou com 122 mortos e se tornou a ação mais letal do Brasil. Na época, pesquisa Datafolha feita por telefone com moradores da capital e da região metropolitana apontou que 57% consideravam a operação bem-sucedida. O resultado provocou incômodo entre organizações de favela, que decidiram realizar um levantamento voltado especificamente aos moradores diretamente afetados pelas operações. “A gente viu uma narrativa muito homogênea de aprovação dessas ações, mas sem ouvir quem vive essa realidade cotidianamente”, afirma Eliana Sousa Silva, diretora da Redes da Maré e uma das coordenadoras da pesquisa. “A proposta era justamente trazer o olhar de quem está dentro desses territórios.” Além de ter sido idealizado por organizações que atuam nas comunidades, o estudo teve o trabalho de campo realizado por pesquisadores moradores das próprias favelas. Antes da etapa quantitativa, os organizadores fizeram oito grupos focais com moradores para formular as perguntas da pesquisa e tentar reduzir vieses na elaboração do questionário. “A gente queria entender como as pessoas percebiam essas operações antes de formular as perguntas. Havia uma preocupação de construir uma pesquisa qualificada e que refletisse essa experiência cotidiana”, diz Eliana. MORADORES RELATAM MEDO DA POLÍCIA DURANTE OPERAÇÕES Os dados apontam forte percepção de violência estatal nas operações. Ao todo, 91% dos entrevistados afirmaram que a polícia comete excessos e ilegalidades durante as ações, percepção compartilhada inclusive por moradores favoráveis às operações. Entre os que apoiam as ações policiais, 85% também disseram identificar abusos. A rejeição à violência aparece de forma ampla. Apenas 3% concordaram com a afirmação de que “geralmente, nas operações, a polícia precisa matar”. Já 41% disseram que “nunca está certo matar durante as operações”, enquanto 54% afirmaram que as mortes devem ser evitadas, embora possam ocorrer em algumas situações. Os excessos cometidos por policiais foram considerados inaceitáveis por 90% dos entrevistados. Mesmo entre os moradores favoráveis às operações, 74% afirmaram rejeitar práticas ilegais durante as ações. A pesquisa também mostra que 95% dos entrevistados avaliam que as operações não aumentam a segurança das famílias. Apenas 4% disseram perceber melhora. Segundo o levantamento, 93% dos moradores afirmaram já ter vivenciado diretamente operações policiais ou ter familiares afetados por elas. Restrição de circulação, invasão de domicílios, fechamento de escolas, tiroteios e balas perdidas aparecem entre os impactos mais relatados. O estudo aponta ainda que 78% dos moradores dizem sentir medo da polícia durante as operações. O índice é maior do que o percentual dos que afirmaram sentir medo de grupos armados presentes nos territórios, que ficou em 41%. Mesmo entre moradores favoráveis às operações, o medo da polícia aparece acima do registrado em relação aos grupos armados: 59% disseram sentir medo das forças policiais, ante 53% em relação às organizações criminosas. “A gente vive entre duas violências”, resumiu um dos participantes dos grupos focais realizados durante a pesquisa. Para a diretora Eliana Sousa Silva, o resultado revela uma contradição na atual política de segurança pública. “O Estado diz que atua para proteger os moradores, mas as pessoas relatam medo justamente da presença policial. Isso é muito contraditório”, afirma. JOVENS E PESSOAS PRETAS CONCENTRAM MAIOR REJEIÇÃO A discordância das operações é mais elevada entre jovens e pessoas pretas. Entre moradores de 18 a 29 anos, 79% disseram rejeitar as ações policiais. Entre pessoas pretas, o índice chega a 81%. A pesquisa também aponta percepção majoritária de racismo nas operações. Ao todo, 61% dos entrevistados disseram acreditar que há racismo na forma como as ações policiais são planejadas e executadas nas favelas. Outros 13% responderam “às vezes”. Para os organizadores, os dados refletem a maior exposição desses grupos à violência policial e aos processos de criminalização. “Existe uma representação estereotipada do jovem negro da favela como suspeito permanente”, afirma Eliana. O levantamento mostra ainda ampla rejeição a operações policiais com alto número de mortos. Quando perguntados se ações como a realizada no Alemão e na Penha, com 122 mortos, deveriam voltar a acontecer, 85% responderam que não. Outros 7% disseram que “às vezes”, e 7% afirmaram que sim. Os pesquisadores afirmam que os resultados não devem ser interpretados como apoio aos grupos armados que atuam nas comunidades. “O morador não coaduna com a atividade ilícita. O que a pesquisa mostra é que existe uma diferença entre o morador e as redes criminosas, algo que muitas vezes desaparece no debate público”, diz a coordenadora. A divulgação da pesquisa ocorre em meio ao debate eleitoral no estado, em um cenário em que setores políticos defendem o endurecimento das operações policiais em favelas. Segundo os organizadores, a intenção é pressionar pela discussão de alternativas ao modelo de segurança baseado em confronto armado. “Operação policial não pode ser a única forma da polícia atuar dentro da favela”, afirma Eliana. Como moradores de grandes favelas do Rio veem as operações policiais (Pesquisa ouviu

Política

Parecer da 6×1 é adiado em meio à pressão para transição de 10 anos

A Comissão Especial que analisa as propostas de redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais e do fim da escala 6×1 adiou, para próxima segunda-feira (25), a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-PB). Pelo cronograma original, o relator divulgaria seu texto nesta quarta-feira (20). O adiamento ocorre em meio à pressão de setores do empresariado e de partidos da oposição e do chamado Centrão, que reúne legendas da direita tradicional, para incluir uma regra de transição de 10 anos, com redução do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores e exclusão de categorias consideradas essenciais. O presidente da Comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), informou que precisa de mais tempo para negociar a regra de transição, mas que a data votação do texto, previsto para o dia 26 de maio na Comissão, está mantida. “Se tivesse a definição, o relatório seria apresentado amanhã (dia 20). Mas ainda não há. Há diálogos, sem dúvida alguma. São pontos a serem esclarecidos, são pontos a serem acordados, mas o sentimento, sem dúvida alguma, em especial, digo ao trabalhador, é que é pensando em você”, afirmou Santana.   O presidente da Comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP), informou que precisa de mais tempo para negociar a regra de transição. Foto: Lula Marques/Arquivo Agência Brasil O adiamento foi definido após reunião do relator, na noite dessa terça-feira (19), com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o líder do governo na Casa, deputado Paulo Pimenta (PT-RS). >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Emendas ao projeto Uma das emendas apresentadas pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS), que conta com assinatura de 176 deputados, afirma que o fim da escala 6×1 só entraria em vigor dez anos após a promulgação da emenda constitucional. A sugestão ainda exclui da redução da jornada trabalhadores considerados “essenciais”.  “Sendo consideradas (essenciais) aquelas cuja interrupção possa comprometer a preservação da vida, da saúde, da segurança, da mobilidade, do abastecimento, da ordem pública ou da continuidade de infraestruturas críticas, serão definidas por lei complementar e terão jornada máxima de quarenta e quatro horas semanais”, diz o texto da emenda. Além disso, a emenda reduz de 8% para 4% a contribuição patronal ao FGTS e isenta temporariamente a contribuição das empresas à Previdência Social, que atualmente é de 20% sobre o salário. A lista de deputados que apoiam a emenda inclui, principalmente, parlamentares do PL (61), PP (32), União (23), Republicanos (17) e MDB (13). O governo tem defendido uma proposta sem regra de transição e sem redução de salário. O relator tem defendido uma posição intermediária com uma transição entre 2 a 4 anos de duração, segundo revelou para o jornal Folha de São Paulo. A outra emenda apresentada à PEC 221 de 2019, de autoria de Tião Medeiros (PP-PR), com apoio de 171 deputados, também prevê uma transição de 10 anos, além de excluir da redução da jornada de 44 para 40 horas trabalhadores de setores considerados “essenciais”.  FONTE: AGENCIA BRASIL

Tempo em São Paulo se mantém fechado com temperatura em torno dos 14º
Brasil

Tempo em São Paulo se mantém fechado com temperatura em torno dos 14º

De acordo com os institutos de meteorologia, o dia também deve apresentar uma madrugada de céu encoberto com chuviscos ocasionais e termômetros ao redor dos 14°C. Ao longo do dia, as nuvens predominam, com garoa intermitente e sem elevação significativa da temperatura. O sol até pode aparecer um pouco, mas a temperatura máxima não deve superar os 20°C, em mais um dia de baixa amplitude térmica e sensação de frio. À tarde, há possibilidade de pancadas isoladas de chuva, mas em pequeno volume. Esse cenário climático deve se manter nos próximos dias na região metropolitana da capital, por isso, a Defesa Civil municipal decretou estado de atenção para baixas temperaturas em toda a cidade até o próximo sábado (23). O banco de dados meteorológicos do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo mostra que maio acumulou até a tarde de terça 38,3 mm de chuva, o que representa aproximadamente 70,8% dos 54,1 mm esperados para o mês. A média histórica de maio tem ficado abaixo do esperado desde 2020, quando em 2019 foi registrado 77,3 mm. No restante do estado, a Climatempo prevê que a combinação entre calor e umidade do ar favorece a ocorrência de pancadas isoladas de chuva no oeste paulista, que podem vir acompanhadas por raios e rajadas de vento. À noite, as temperaturas voltam a cair, aumentando a sensação de frio em diversas regiões. Já nos outros estados, a Climatempo informa a presença de muitas instabilidades. Como a frente fria segue posicionada no oceano Atlântico na altura da costa do Espírito Santo, desde cedo há condição para chuva moderada a forte entre o litoral, leste, oeste, norte e interior paulista, além do sul e zona da mata mineira, grande parte do Rio de Janeiro e faixa litorânea capixaba. Ao longo do dia, o instituto prevê que as pancadas devem ganhar intensidade no centro-sul e Triângulo Mineiro, Rio de Janeiro, sul do Espírito Santo e em áreas do interior paulista, acompanhadas de trovoadas e risco de temporais isolados, especialmente no norte fluminense, Vale do Paraíba e extremo leste paulista. Já no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, o tempo segue firme. As temperaturas permanecem mais agradáveis ​​devido à influência da massa de ar polar, enquanto a umidade do ar fica abaixo de 30% no norte de Minas. ESTADOS DO SUL TÊM RISCO DE GEADAS Na região Sul do país, a Climatempo alerta que temperaturas próximas e até um pouco abaixo de 0°C poderão ser observadas novamente nesta quarta. Há condição para geada ampla em grande parte do território gaúcho, áreas de serra, planaltos, oeste, sul e norte de Santa Catarina e sul do Paraná. No Norte, o avanço das instabilidades segue provocando chuva intensa e acumulados elevados, especialmente entre Amazonas, Roraima e Amapá. Já no Nordeste, a previsão indica possibilidade de chuva de moderada a forte intensidade entre o litoral do Rio Grande do Norte e a região de Porto Seguro, no sul da Bahia. Ao longo do dia, as instabilidades continuam entre Pernambuco, Alagoas, Sergipe, litoral norte baiano e áreas do interior da Bahia. Também pode chover forte em Salvador e no Maranhão. Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou nova indicação do medicamento Enhertu para tratamento de câncer de mama HER2-positivo metastático ou irressecável. Decisão foi baseada em estudos que mostraram melhora significativa na sobrevida livre de progressão da doença Agência Brasil | 12:30 – 19/05/2026

Com atendimento a motoristas e pedestres, drive-thru da vacinação registra cerca de 4 mil doses aplicadas
Mato Grosso Do Sul

Com atendimento a motoristas e pedestres, drive-thru da vacinação registra cerca de 4 mil doses aplicadas

Estratégia da SES em Campo Grande mantém vacinação em horário estendido e reforça importância da imunização com chegada do frio A mobilização promovida pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) no drive-thru de vacinação contra a Influenza já se aproxima da marca de 4 mil doses aplicadas em Campo Grande. A estrutura, montada no Quartel Central do Corpo de Bombeiros, atende tanto motoristas quanto pedestres e segue funcionando até o próximo dia 24 de maio. A estratégia foi criada para ampliar o acesso da população à vacina, especialmente para quem enfrenta dificuldades de comparecer às unidades de saúde durante o horário comercial. O atendimento ocorre em horário estendido durante a semana e também aos finais de semana. De acordo com o gerente de imunização da SES, Frederico Moraes, a procura pela vacinação demonstra a adesão da população e reforça a importância de estratégias que facilitem o acesso ao imunizante. “O drive-thru foi pensado justamente para tornar a vacinação mais acessível e rápida. Temos percebido uma procura crescente da população, principalmente por conta da chegada das temperaturas mais baixas e do aumento da circulação de vírus respiratórios”, destacou. Facilidade de acesso impulsiona adesão Além do atendimento para veículos, a estrutura também recebe pedestres, permitindo que mais pessoas tenham acesso à vacinação de forma prática e segura. A localização central e o fluxo organizado contribuem para agilizar o atendimento e reduzir filas. A SES reforça que a vacina contra a Influenza está disponível para toda a população a partir dos 6 meses de idade e segue sendo a principal forma de prevenção contra casos graves, internações e complicações causadas pela gripe. Serviço Drive-thru de vacinação contra Influenza📍 Quartel Central do Corpo de Bombeiros Militar — Rua 14 de Julho, 1502-1600 — Centro — Campo Grande/MS📅 Até 24 de maio🕒 Segunda a sexta-feira: das 17h30 às 21h🕒 Sábados e domingos: das 7h às 19h É necessário apresentar documento oficial com foto. Para crianças, recomenda-se levar a caderneta de vacinação. Danúbia Burema, Comunicação SESFotos: André Lima/SES Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Bebê é encontrado abandonado entre muros de casas na Paraíba
Brasil

Bebê é encontrado abandonado entre muros de casas na Paraíba

O grupo precisou quebrar o muro para retirar o bebê do local, após um dos vizinhos ouvir barulho semelhante a um miado vindo do muro. O menino ainda estava com o cordão umbilical quando foi retirado e apresentava quadro de hipotermia, além de ferimentos no corpo. Ele foi levado de helicóptero para o Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa. Segundo as investigações da Polícia Civil, o bebê foi arremessado logo após o parto por uma adolescente de 17 anos que mora em uma das casas. Ela escondeu a gravidez por medo da família e confessou o fato após ser submetida a exames médicos. Os policiais encontraram vestígios de sangue no banheiro, em um dos quartos e no pátio da residência. A adolescente contou que sentiu dores durante a madrugada e teve o bebê sozinha, em um parto prematuro. Ela vive em estado de vulnerabilidade social e ficará aos cuidados da Justiça da Infância e da Juventude. Cinco italianos morreram após um acidente durante mergulho em cavernas submarinas nas Maldivas. As autoridades investigam se o grupo ultrapassou a profundidade prevista durante a exploração no atol de Vaavu | 07:40 – 20/05/2026

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