Rio Verde de Mato Grosso (MS): A Polícia Militar atendeu uma grave ocorrência de violência doméstica na madrugada deste sábado (23), que resultou na prisão de um homem de 47 anos por ameaça, dano, vias de fato, violação de domicílio, desobediência e condução de veículo sob efeito de álcool. A equipe policial foi acionada via 190 após denúncias de que o autor estaria em frente a uma residência no bairro Nova Rio Verde, ameaçando familiares e apresentando comportamento agressivo. Durante diligências, os policiais receberam novas informações de que o suspeito tentava invadir uma residência no bairro Bela Suíça. Ao localizar o homem, a guarnição deu ordem de abordagem, porém ele se recusou a obedecer, apresentando resistência e comportamento agressivo, sendo necessário o uso moderado de agente de pimenta para contê-lo. Durante buscas no veículo do suspeito, nenhuma arma foi localizada. Conforme relato das vítimas, o homem teria perseguido familiares da esposa após uma discussão ocorrida em uma festa. Em determinado momento, ele danificou um aparelho celular e agrediu um jovem com empurrões e socos. O autor apresentava sinais visíveis de embriaguez, como fala alterada, odor etílico, agressividade e olhos vermelhos, onde foi realizado o termo de constatação de embriagues. Diante dos fatos, todos os envolvidos foram encaminhados ao hospital para exame médico e posteriormente apresentados na Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis Assessoria de Comunicação Social – 5º BPM Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
A partir desta terça-feira (26) a Previdência Social pagará o benefício do salário-maternidade em até 30 dias. Esse é o prazo para que o pedido seja analisado e concedido. Caso haja atraso, o repasse será automático. De acordo com a Lei nº 15.415/2026, publicada no Diário Oficial da União, a concessão imediata e provisória ocorrerá mesmo antes da análise definitiva dos requisitos legais. Após essa análise, o benefício poderá se tornar definitivo, caso o direito seja comprovado, ou interrompido imediatamente, se for verificado que a solicitante não preenche os critérios exigidos. A medida busca dar mais celeridade ao atendimento de seguradas, especialmente em situações em que o auxílio é essencial para a manutenção da renda durante o período de afastamento. Sem devolução FONTE: AGENCIA BRASIL
Começam a valer nesta terça-feira (26) as novas regras de Segurança e Saúde no Trabalho. Com isso, empregadores, gestores e funcionários de todos os setores terão que cumprir normas mais rigorosas, procurando identificar e eliminar riscos ocupacionais, inclusive para a saúde mental dos trabalhadores. As novas diretrizes e requisitos constam na última atualização da chamada NR-1, Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma geral. Ela é definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em uma comissão tripartite, que reúne representantes dos empregadores e trabalhadores. A atualização da NR-1 foi aprovada em agosto de 2024 e deveria entrar em vigor em maio de 2025. No entanto, o MTE decidiu conceder mais tempo para as empresas se adaptarem e implementou as novas regras em caráter educativo e orientativo. Agora, com as diretrizes já em vigor, as empresas passam a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. O ministério informou que, durante os primeiros 90 dias, a fiscalização vai apenas orientar as empresas, indicando, quando necessário, a necessidade de adequações. Após este período, penalidades como multas e embargos serão aplicadas, conforme o caso.>> Siga o canal da Agência Brasil no O que muda com a nova NR-1 Até então, a norma estipulava apenas a obrigação das empresas indicarem, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos, os perigos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes trabalhistas. No manual de orientação que lançou em março deste ano, o MTE destacou que o gerenciamento dos riscos psicossociais abrange os aspectos relacionados à organização do trabalho que podem gerar efeitos psicológicos, físicos e sociais. Entre eles, o desencadeamento ou agravamento de estresse no trabalho, esgotamento, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) e depressão, entre outros. Isso não significa “verificar sintomas individuais” de cada trabalhador, mas monitorar de forma constante as condições de trabalho que podem afetar a saúde mental. “Trata-se de considerar quais os fatores da atividade de trabalho são estressores, que podem levar à ocorrência de lesões ou agravos à saúde do trabalhador”, destaca o manual. O ministério alerta que, para gerir os fatores de risco psicossociais, os empregadores também devem observar as disposições de outras normas regulamentadoras, sobretudo a NR-17, que trata da ergonomia no ambiente de trabalho. Responsabilidade compartilhada Segundo o diretor científico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Ricardo Beça, ao fazerem o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), as empresas terão que olhar com cuidado para a organização do trabalho, evitando pressões excessivas sobre os funcionários, metas incompatíveis, sobrecarga, jornadas de trabalho mal organizadas, assédio, violência e falhas de comunicação. “É importante frisar também que não é para fazer um diagnóstico psiquiátrico do trabalhador. É para identificar e controlar os fatores do trabalho que podem gerar ou agravar um adoecimento”, explicou Beça. Em entrevista à Rádio Nacional, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o médico salientou que a mais recente atualização da NR-1 foi importante por colocar a saúde psíquica e mental na lógica da prevenção e por redistribuir responsabilidades. “Antes, o tema aparecia só quando já havia alguma crise (…) Saúde mental no trabalho é uma responsabilidade compartilhada. O trabalhador precisa buscar ajuda e a organização precisa identificar e controlar os riscos do trabalho também”. Prevenção Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a saúde mental é uma questão fundamental no atual contexto, “ficando evidente a importância das organizações abordarem os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho com o objetivo de prevenir o adoecimento mental e outras lesões e agravos à saúde do trabalhador”. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios previdenciários por transtornos mentais e comportamentais. Um resultado 15,6% superior ao número de 2024, quando foram concedidos 472.328 benefícios. As maiores causas de afastamento do trabalho por questões psicossociais registradas no ano passado foram os casos de transtornos ansiosos (166.489) e os episódios depressivos (126.608). Na sexta posição ficaram os 23.773 casos de reação ao estresse grave e de transtornos de adaptação. De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho, os resultados dos últimos anos apontam para uma situação preocupante: os afastamentos do trabalho por mais de 15 dias, decorrentes de transtornos mentais, entraram em uma trajetória de crescimento acelerado, com severos impactos financeiros * Colaborou, Gabriel Brum, repórter da Rádio Nacional FONTE: AGENCIA BRASIL
Começam a valer nesta terça-feira (26) as novas regras de Segurança e Saúde no Trabalho. Com isso, empregadores, gestores e funcionários de todos os setores terão que cumprir normas mais rigorosas, procurando identificar e eliminar riscos ocupacionais, inclusive para a saúde mental dos trabalhadores. As novas diretrizes e requisitos constam na última atualização da chamada NR-1, Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma geral. Ela é definida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em uma comissão tripartite, que reúne representantes dos empregadores e trabalhadores. A atualização da NR-1 foi aprovada em agosto de 2024 e deveria entrar em vigor em maio de 2025. No entanto, o MTE decidiu conceder mais tempo para as empresas se adaptarem e implementou as novas regras em caráter educativo e orientativo. Agora, com as diretrizes já em vigor, as empresas passam a ser fiscalizadas a respeito do cumprimento das diretrizes. O ministério informou que, durante os primeiros 90 dias, a fiscalização vai apenas orientar as empresas, indicando, quando necessário, a necessidade de adequações. Após este período, penalidades como multas e embargos serão aplicadas, conforme o caso. O que muda com a nova NR-1 Até então, a norma estipulava apenas a obrigação das empresas indicarem, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos, os perigos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes trabalhistas. No manual de orientação que lançou em março deste ano, o MTE destacou que o gerenciamento dos riscos psicossociais abrange os aspectos relacionados à organização do trabalho que podem gerar efeitos psicológicos, físicos e sociais. Entre eles, o desencadeamento ou agravamento de estresse no trabalho, esgotamento, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) e depressão, entre outros. Isso não significa “verificar sintomas individuais” de cada trabalhador, mas monitorar de forma constante as condições de trabalho que podem afetar a saúde mental. “Trata-se de considerar quais os fatores da atividade de trabalho são estressores, que podem levar à ocorrência de lesões ou agravos à saúde do trabalhador”, destaca o manual. O ministério alerta que, para gerir os fatores de risco psicossociais, os empregadores também devem observar as disposições de outras normas regulamentadoras, sobretudo a NR-17, que trata da ergonomia no ambiente de trabalho. Responsabilidade compartilhada Segundo o diretor científico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Ricardo Beça, ao fazerem o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), as empresas terão que olhar com cuidado para a organização do trabalho, evitando pressões excessivas sobre os funcionários, metas incompatíveis, sobrecarga, jornadas de trabalho mal organizadas, assédio, violência e falhas de comunicação. “É importante frisar também que não é para fazer um diagnóstico psiquiátrico do trabalhador. É para identificar e controlar os fatores do trabalho que podem gerar ou agravar um adoecimento”, explicou Beça. Em entrevista à Rádio Nacional, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o médico salientou que a mais recente atualização da NR-1 foi importante por colocar a saúde psíquica e mental na lógica da prevenção e por redistribuir responsabilidades. “Antes, o tema aparecia só quando já havia alguma crise (…) Saúde mental no trabalho é uma responsabilidade compartilhada. O trabalhador precisa buscar ajuda e a organização precisa identificar e controlar os riscos do trabalho também”. Prevenção Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a saúde mental é uma questão fundamental no atual contexto, “ficando evidente a importância das organizações abordarem os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho com o objetivo de prevenir o adoecimento mental e outras lesões e agravos à saúde do trabalhador”. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios previdenciários por transtornos mentais e comportamentais. Um resultado 15,6% superior ao número de 2024, quando foram concedidos 472.328 benefícios. As maiores causas de afastamento do trabalho por questões psicossociais registradas no ano passado foram os casos de transtornos ansiosos (166.489) e os episódios depressivos (126.608). Na sexta posição ficaram os 23.773 casos de reação ao estresse grave e de transtornos de adaptação. De acordo com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho, os resultados dos últimos anos apontam para uma situação preocupante: os afastamentos do trabalho por mais de 15 dias, decorrentes de transtornos mentais, entraram em uma trajetória de crescimento acelerado, com severos impactos financeiros * Colaborou, Gabriel Brum, repórter da Rádio Nacional FONTE: AGENCIA BRASIL
As contas externas do Brasil tiveram saldo negativo de US$ 1,765 bilhão em abril, informou nesta terça-feira (24) o Banco Central (BC). O valor é pouco maior que o registrado no mesmo período de 2025, quando o déficit alcançou US$ 1,636 bilhão nas transações correntes, que se referem às compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países. Com o aumento no mês passado, o resultado negativo nas transações correntes somou US$ 64,333 bilhões nos 12 meses encerrados em abril, o que corresponde a 2,66% do Produto Interno Bruto (PIB), indicador da soma dos bens e serviços produzidos no país. Em relação ao período equivalente terminado em abril de 2025, houve redução no déficit. Naquele mês, o resultado em 12 meses foi negativo em US$ 73,919 bilhões, ou 3,46% do PIB. Em abril deste ano, houve aumento de US$ 2,8 bilhões no superávit da balança comercial de bens, mas que foi contrabalançado pelos aumentos dos déficits em renda primária, US$ 1,8 bilhão, e em serviços, US$ 1 bilhão. Além disso, houve redução de pouco mais de US$ 100 milhões no superávit em renda secundária. Investimentos O resultado negativo das contas externas está financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país (IDP), que têm fluxos e estoques de boa qualidade. O IDP somou US$ 8,912 bilhões em abril deste ano, ante US$ 5,371 bilhões em igual mês de 2025. Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Em 12 meses até abril, esses investimentos diretos ficaram em US$ 79,201 bilhões (3,28% do PIB), ante US$ 75,660 bilhões (3,18% do PIB) no mês anterior e US$ 72,691 bilhões (3,40% do PIB) no período encerrado em abril de 2025. No caso dos investimentos em carteira no mercado doméstico, houve entrada líquida de US$ 621 milhões no mês passado, resultado do ingresso de US$ 1,098 bilhão em ações e fundo de investimentos e retirada de US$ 477 milhões em títulos de dívida. Nos 12 meses encerrados em abril, esses investimentos somaram ingressos líquidos de US$ 28,5 bilhões. O estoque de reservas internacionais atingiu US$ 366,9 bilhões em abril, aumento de US$ 4,911 bilhões em comparação ao mês anterior. Transações correntes Em abril deste ano, as exportações de bens totalizaram US$ 34,282 bilhões, com aumento de 13,9% em relação ao mesmo mês de 2025. As importações chegaram a US$ 24,574 bilhões, uma alta de 6,2% na comparação com abril do ano passado. Com os resultados de exportações e importações, a balança comercial fechou com superávit de US$ 9,707 bilhões no mês passado, ante o saldo positivo de US$ 6,957 bilhões em abril de 2025. O déficit na conta de serviços – viagens, transporte, aluguel de equipamentos, serviços de telecomunicação e de propriedade intelectual, entre outros – atingiu US$ 5,044 bilhões no mês passado, ante US$ 4,091 observado em abril de 2025. Entre os destaques em serviços, foi registrado: alta de 26% nas despesas líquidas de telecomunicação, computação e informações, totalizando US$ 839 bilhão de déficit. Essas despesas estão ligadas a operações por plataformas digitais, como serviços de streaming e venda de softwares. alta de 16,1% com aluguel de equipamentos, somando US$ 1,130 bilhão. Essa rubrica contabiliza o aluguel de itens como maquinários, plataformas e aeronaves pagos a empresas estrangeiras, sinalizando um ritmo de investimentos e modernização no mercado interno. alta de 66,4% nas despesas líquidas de viagens internacionais, que totalizaram US$ 1,456 bilhão, com gastos de estrangeiros no Brasil praticamente estáveis (US$ 837 bilhão) e aumento de 34,8% nas despesas de brasileiros no exterior (US$ 2,293 bilhões). No mês passado, o déficit em renda primária – pagamento de lucros e dividendos de empresas, além de juros e salários – chegou a US$ 6,801 bilhões, 35,5% acima do registrado em abril de 2025, de US$ 5,018 bilhões. Normalmente, essa conta é deficitária, pois há mais investimentos de estrangeiros no Brasil – e eles remetem os lucros para fora do país – do que de brasileiros no exterior. A conta de renda secundária – gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens – teve resultado positivo de US$ 374 milhões no mês passado, contra superávit de US$ 516 milhões em abril de 2025. FONTE: AGENCIA BRASIL
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta terça-feira (26) o registro do medicamento Ozivy. O produto é a primeira caneta de semaglutida sintética análoga ao produto biológico liberado para comercialização no Brasil. O composto usa o mesmo princípio ativo do Ozempic, que teve a patente expirada em 20 de março. O pedido de registro do medicamento, em nome da fabricante EMS/SA, chegou em 2023 e passou pelo processo técnico de comprovação de eficácia, segurança e qualidade feita por meio do registro na Anvisa.>> Siga o canal da Agência Brasil no Indicação aprovada Ozivy poderá ser usado para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2, como adjuvante a dieta e exercícios. O Ozivy não é um medicamento genérico, pois não há genérico de produtos biológicos conforme regulação brasileira. O composto é classificado como medicamento novo, sendo um análogo sintético de produto biológico. Próximas etapas Após o registro na Anvisa, o medicamento pode ser comercializado após a aprovação do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). A empresa que detém o registro, porém, é que decide quando o medicamento será colocado à venda. Para que o produto esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), ele precisa ser avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovado pelo Ministério da Saúde. Nem todos os medicamentos registrados na Anvisa passam pela avaliação da Conitec ou são incorporados ao SUS. FONTE: AGENCIA BRASIL
Coxim (MS): O Grupamento Especializado de Trânsito (GETRAN) do 5º Batalhão de Polícia Militar realizou duas importantes ações de fiscalização neste domingo (24), resultando na condução de motociclistas por embriaguez ao volante e direção perigosa em vias públicas. Na primeira ocorrência, durante patrulhamento pela Avenida Virgínia Ferreira, os policiais abordaram um motociclista de 30 anos que conduzia uma moto com escapamento irregular. Durante a fiscalização, a equipe constatou sinais visíveis de embriaguez, como odor etílico, olhos vermelhos, sonolência e fala desconexa. O condutor admitiu ter ingerido bebida alcoólica e estava transportando quatro latas de cerveja na motocicleta. Diante da situação, o homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil por conduzir veículo sob influência de álcool, enquanto a motocicleta foi removida ao pátio do DETRAN devido às irregularidades administrativas. Já na segunda ação, os militares flagraram um jovem de 20 anos conduzindo uma motocicleta com escapamento irregular e realizando manobras perigosas pelas vias da cidade. Ao receber ordem de parada, o motociclista desobedeceu e iniciou fuga em alta velocidade, colocando em risco pedestres e motoristas. Foi realizado acompanhamento tático, onde o autor trafegou em alta velocidade próximo à Poliesportiva, local com grande presença de adultos e crianças, realizando demonstrações de perícia e expondo a vida de terceiros a perigo iminente. Após perder o controle da motocicleta e cair, ele foi abordado e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. A motocicleta também foi removida ao pátio do DETRAN, e as medidas administrativas e criminais cabíveis foram adotadas. Assessoria de Comunicação social – 5º BPM Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
Um dos destaques é o São João de São Paulo, que transforma o parque Villa-Lobos em um grande arraial entre até 21 de junho, com programação gratuita aos finais de semana e feriado, shows de artistas nacionais, quadrilhas, vila cenográfica e uma forte presença da gastronomia nordestina. Veja, a seguir, onde aproveitar as festas nos próximos dias. De 29 a 31 de maio Arraiá de MoemaChega à sua 24ª edição com apresentações de músicas juninas, jogos, produtos de artesanato e pratos típicos. O repertório musical ao vivo vai do forró tradicional a releituras contemporâneas, tanto no sábado quanto no domingo. Conta com espaço pet friendly, bingo e concurso de dança para crianças. Pça. Nossa Senhora Aparecida (ao lado do Metrô Moema, da Linha Lilás), s/n, Indianópolis, região sul. Sáb. (30), das 11h às 22h. Dom. (31), das 10h às 20h30. Grátis Festa Junina Vegana Vegnice – 12ª ediçãoA programação inclui ritmos brasileiros ao vivo -incluindo aula gratuita de forró-, barracas de brincadeiras típicas, feira de artesanato e expositores de cosméticos vegetais. É possível pedir pamonha salgada, buraco quente, cuscuz com legumes, bolinho vegano, pastel, carne louca de jaca, bolo de fubá cremoso, paçoca e espetinho de churrasco com proteína de soja grelhada. Os preços ainda serão divulgados. Espaço Best Park – r. Prof. Antônio Prudente, 210, Liberdade, região central. Abertura: dom. (31), das 12h às 20h. Até 28/6. Dom., das 12h às 20h. Grátis, com retirada de ingr. em Sympla Quermesse da Nossa Senhora de FátimaPrévia das festividades juninas, tem brincadeiras como pescaria (R$ 5), além de comidas e bebidas típicas. É possível pedir lanche de contrafilé (R$ 20), cachorro-quente (R$ 13), pastel (R$ 13), pizza (R$ 13) e banoffee (R$ 10). Para beber, o quentão e o vinho quente saem a R$ 10, cada um. Paróquia Nossa Senhora de Fátima – r. General Gastão Goulart, 47, Vila Guarani, região sul. Sáb. (30), às 18h. Grátis. @pnsfatima.vilaguarani Quermesse do CalvárioEm sua 47ª edição, traz quadrilhas de voluntários, apresentações de forró e sertanejo e sorteios. A entrada dá direito a um vale bingo. O menu de comidas e bebidas ainda será divulgado. Paróquia São Paulo da Cruz – r. Cardeal Arcoverde, 950, Pinheiros, região oeste. Abertura: sáb. (30), das 17h30 às 23h30. Até 5/7. Sáb., das 17h30 às 23h30. Dom., das 17h30 às 22h30. Ingr.: R$ 40 (comum) ou R$ 30 (com a doação de um quilo de alimento não perecível, exceto sal e açúcar). @quermessedocalvario São João de Nóis Tudim – 10 anosA edição que comemora uma década da festa inclui quadrilhas, culinária típica e muito forró. Ao longo de 29 dias de programação, mais de cem shows estão marcados. No sábado (30), o público pode esperar a Banda Djavu e Geandson Rios. No dia 25 de julho, quem sobe ao palco é o DJ Juninho Portugal. O cardápio com preços ainda será divulgado, mas o público já pode esperar por pamonhas doces e salgadas, cuscuz, canjica, arroz doce, caldos de camarão e de mandioca com carne seca na faixa a partir de R$ 20. Centro de Tradições Nordestinas – r. Jacofer, 615, Limão, região norte. Abertura: sex. (29), das 19h às 2h. Até 26/7. Sex., das 19h às 2h. Sáb., das 11h às 4h. Dom., das 11h às 22h. Grátis São João de São PauloTransforma o parque tradicional em um arraial sob o mote “Um Pedacinho do Nordeste de São Paulo”, com apresentações de quadrilhas e shows. Na programação estão marcadas apresentações da Turma da Mônica, Chico Bento, Duka Santos, Diana do Sertão e Rastapé. Para comer, são opções a pamonha (R$ 20), as pipocas doce e salgada (R$ 15, cada uma), o cachorro-quente (R$ 22), o cuscuz (R$ 20) e o baião de dois (R$ 50). Brincadeiras como boca do palhaço, pescaria, tomba lata e jogo de argolas custam R$ 8. Pq. Villa-Lobos – av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros, região oeste. Dias 30 e 31/5, e 4, 5, 6, 7, 13, 14, 20 e 21/6, das 10h às 21h. Grátis, com retirada de ingr. em Sympla. @saojoaodesp De 4 a 7 de junho Arraiá do Família no Parque com a Hello KittyA famosa gatinha japonesa se mistura ao clima das quermesses em meio a barracas de pescaria, boca do palhaço, tiro ao alvo, argola e frango na panela. A programação também inclui trio de forró, desfile de caipirinhas e bandas ao vivo. Os tíquetes para os brinquedos do parque custam a partir de R$ 10 e há opção do passe que garante acesso ilimitado por R$ 150. Preços de comidas, bebidas e brincadeiras de barracas a serem divulgados. Pq. Villa-Lobos – av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros, região oeste. Dias 4, 5, 6, 7, 13, 14, 20, 21, 27 e 28/6, das 10h às 18h. Grátis. @oficialfamilianoparque Arraial no Largo da BatataOrganizado pelo Cola em Sampa, tem apresentações musicais ao longo das tardes do fim de semana. No sábado (6), o Trio Amizade com Lampião e Maria Bonita começa às 14h. A Quadrilha Asa Branca (às 16h, também no domingo), e a banda Forró Caiçara (19h) também participam. Já no domingo (7), se apresentam a cantora Maria Fernanda e o Rock in Roça. Haverão comidas típicas como espetinhos, buraco quente, carne louca e milho do amor -com preços a serem divulgados. Lgo. da Batata (ao lado da estação Faria Lima do Metrô) – av. Brig. Faria Lima, s/n, Pinheiros, região oeste. Sáb. (6) e dom. (7), das 11h às 22h. Grátis Pina Junina 2026A terceira edição do evento reúne ritmos como forró, baião, samba de coco, ciranda e baianás. Participam o Coletivo Forró do Bom, o Balé do Popular Cordão da Terra e o FurmigaDub e Seu Bando. Haverá bingo premiado, atividades para crianças, ateliês abertos e uma praça de alimentação com iniciativas como Pão do Povo da Rua, Cozinha Ocupação 9 de Julho, do MSTC, e restaurante Fitó. Pça. da Pina Contemporânea – av. Tiradentes, 273, Luz, região central. Sáb. (6), das 12h às 18h. Grátis Leia Também: Metade dos estudantes
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, tem audiência marcada na tarde desta terça-feira (26), no Supremo Tribunal Federal (STF), com representantes do governo federal, para discutir uma autorização do Tesouro Nacional para um empréstimo bilionário para salvar o Banco Regional de Brasília (BRB). A reunião, marcada para as 16h, será presidida pelo ministro Luiz Fux, relator de uma ação aberta na semana passada pelo governo do GDF para sustentar uma obrigação do governo federal de socorrer o BRB. A audiência foi marcada a pedido do Ministério da Fazenda e da Advocacia-Geral da União (AGU), que manifestaram interesse na conciliação. >> Siga o canal da Agência Brasil no O executivo Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, foi preso em 16 de abril no caso. Ele é suspeito de ter recebido propina do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso, para viabilizar o negócio. Os fatos investigados ocorreram durante a gestão do ex-governador Ibaneiz Rocha, que renunciou ao cargo para se candidatar nas eleições deste ano. A vice-governadora, Celina Leão, assumiu o GDF em março. >> Clique aqui e leia mais sobre o escândalo envolvendo o Banco Master Rombo bilionário Até o momento, não está certo o tamanho do prejuízo causado ao BRB, uma vez que o banco ainda não entregou suas atualizações contábeis periódicas e obrigatórias ao BC. O prazo legal era 31 de março, mas foi adiado após a instituição não publicar suas demonstrações financeiras. A estimativa, contudo, é de que o prejuízo supere os R$ 10 bilhões. Na ação que abriu no Supremo, o GDF busca o aval para conseguir cerca de R$ 9 bilhões em empréstimos que negocia com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e bancos privados. Para isso, pede que o Supremo obrigue o Tesouro a garantir o negócio. A liquidação do BRB pode ocasionar um efeito cascata sobre a administração do DF, uma vez que o banco administra toda a folha de pagamentos dos servidores distritais, por exemplo, bem como operacionaliza os repasses para todas as políticas públicas locais. O aumento de capital do BRB é mandatório para que o banco se enquadre nas exigências regulatórias do Banco Central. FONTE: AGENCIA BRASIL
“Quem sustentará o Brasil do futuro é um jovem negro, não é um jovem branco”. A ponderação é da coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil, Betina Barbosa que vai além: “É fundamental colocar essas pessoas dentro da equação do desenvolvimento. Não por romantismo, mas pela viabilidade do país. Sem colocar essas pessoas nessa equação do desenvolvimento, o país não se viabiliza”. O Pnud Brasil divulgou, nesta terça-feira (26), a pesquisa Radar IDHM, que apresenta os dados do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Os números mostram as desigualdades que ainda existem no Brasil e apontam para o alto grau de desenvolvimento das pessoas brancas, que já fizeram a transição demográfica, em comparação à população negra. A especialista argumenta que qualquer política pública precisa ser mais inclusiva com o jovem negro. As desigualdades entre brancos e negros persistem e continuam significativas, embora a distância tenha diminuído ao longo da série que começou em 2012. O período de análise da publicação vai até 2024. >> Siga o canal da Agência Brasil no A escala do Pnud para classificar o desenvolvimento humano varia de 0 a 1, sendo: muito alto, acima de 0,800; alto, de 0,700 a 0,799; médio, de 0,555 a 0,699; e baixo: abaixo de 0,555. Quando o programa das Nações Unidas começou a calcular esse índice, há 30 anos, o Brasil era um país de IDHM baixo. No geral, em 2024, o Brasil alcançou IDHM de 0,805, em comparação a 0,744 em 2012, ingressando pela primeira vez no grupo de países com desenvolvimento humano muito alto. “As desigualdades brasileiras ainda são regionais, mas o que os dados mostram é que todos nós melhoramos, melhoramos os brancos e melhoramos os negros, mas o tamanho do fosso é o mesmo. Em algum momento, os ganhos de melhoria para os brancos serão marginais. Então, como é que eu vou melhorar o país? Com os ganhos dos negros, que são a maioria da população”, explica. “Eu estou falando de 80% da população na região Norte que é negra, e de 76% na região Nordeste. Se eu tenho políticas públicas voltadas para esses segmentos que ainda estão à margem, eu diminuo as desigualdades regionais”, afirmou Betina em entrevista coletiva em Brasília, que antecipou os dados da pesquisa à imprensa. Betina Barbosa, durante apresentação dos dados do Radar IDHM – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agênc Democracia “Não é romantismo, não se trata de ideologia. Se trata de uma equação matemática”, afirmou a coordenadora do Pnud ao explicar que a população produtiva está envelhecendo e que não há jovens para substituí-los. “E os jovens que têm são jovens negros, sejam eles homens ou mulheres negras e que precisam, na verdade, dar conta da equação do desenvolvimento brasileiro”, acrescenta. Para Betina Barbosa, o Brasil está de frente a um novo paradoxo que vai exigir um novo ciclo de desenvolvimento. “A elite branca do Brasil – e esse é um dos debates sobre os valores da democracia – vai precisar dialogar com um conjunto outro de brasileiros que não são brancos, para que o país possa existir como um país e ancorado nesse valor da democracia”, diz. O próximo ciclo de desenvolvimento, segundo a especialista, está centrado nas capacidades avançadas. “Os jovens estão com os dois pés nas capacidades avançadas e querendo mais. Telefone celular, isso já é um fato. O que é o mundo digital agora para eles? Quais são as novas ferramentas? O que significa medicina de alta complexidade? Uma educação com letramento digital?”, questiona Betina. Para o chefe do Pnud no Brasil, Claudio Providas, as novas gerações tem novas pressões e pontos de estresse, mas também novas necessidades. “Como fechar essa brecha entre as capacidades dos brasileiros do presente e do futuro e o mercado do futuro?”, questiona ele, lembrando que o Brasil está entrando em uma economia globalizada. “Novas gerações tem novas expectativas. Os caminhos do passado não necessariamente vão a dar conta das soluções do futuro”, acrescenta. Geração de renda O parâmetro que impulsionou o crescimento do IDHM da população negra no período de 2012 a 2024 foi a educação, fruto de políticas públicas bem sucedidas, assim como saúde. O índice avalia os parâmetros de saúde e longevidade, educação e geração de renda, todos desagregados por cor (negro e branco) e por sexo (mulher e homem). A coordenadora de Desenvolvimento Humano do Pnud Brasil, Betina Barbosa, explica que o desafio para o próximo ciclo de desenvolvimento está nas políticas de geração de renda, que não podem ser só ancoradas em programas sociais. “Qual é a base da economia do futuro do Brasil? De que forma nós vamos organizar a economia monetária brasileira para que ela seja inclusiva?”, questiona, argumentando que é preciso uma política de investimentos nesse sentido. “Qual vai ser o pacto em torno da capacidade de investimento? Temos uma parte do orçamento que está sob responsabilidade da classe política brasileira no Congresso. Uma outra parte significativa que está comprometido com os compromissos de dívida”, lembrou Betina. Chefe do PNUD no Brasil, Claudio Providas – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Desigualdades De acordo com a escala de classificação do desenvolvimento humano, o resultado do IDHM ajustado à Desigualdade (IDHMAD) situava o Brasil, em 2012, como um país de baixo desenvolvimento humano (0,566). Uma década depois, em 2024, ο IDHMAD posiciona o Brasil no patamar de médio desenvolvimento humano, em 0,641. O dado de 2024 evidencia a quanto o desenvolvimento humano brasileiro permanece distante para uma parcela da população. Ele incorpora ao cálculo as desigualdades existentes dentro de cada uma das dimensões do IDHM, tornando visível o que a média de 0,805 oculta. Para o chefe do Pnud no Brasil o número exige atenção e mostra que, por exemplo, uma mulher negra brasileira hoje ainda vive em um país diferente daquele em que vive um homem branco brasileiro. “Não metaforicamente, mas estatisticamente. Quando levamos em conta a renda do trabalho, as mulheres permanecem na faixa média do desenvolvimento humano, enquanto os homens estão na faixa muito alta. Essa diferença persiste