Pantanal News

São Paulo deve ter tempo seco e calor de até 32°C nesta terça (24)
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São Paulo deve ter tempo seco e calor de até 32°C nesta terça (24)

Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo e o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a rápida elevação das temperaturas deve fazer com que a máxima atinja os 32°C à tarde, após os termômetros marcarem mínimas na casa dos 17°C nas primeiras horas do dia. Nesta segunda (23), a temperatura máxima chegou aos 30°C, entre 14h e 16h, na estação meteorológica do Inmet no Mirante de Santana, na zona norte. O problema vai ser a baixa umidade do ar, que pode atingir valores próximos aos 30%. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), umidade abaixo dos 60% já é prejudicial à saúde humana, principalmente, crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. Nesta segunda, a umidade chegou a 25%, segundo o Inmet. Outono e inverno são justamente as estações do ano em que há mais eventos de baixa umidade, devido ao clima mais seco. Nesta terça, essas taxas mais baixas devem ocorrer nos horários mais quentes. No entanto, no final da tarde a nebulosidade deve aumentar com a chegada da brisa marítima, elevando também a umidade. Mas não há previsão de chuva. No restante do estado, a previsão é de temperaturas de 33°C em Campinas; 32°C em Santos, São José dos Campos e Sorocaba; 31°C em Presidente Prudente; 30°C em Ubatuba; 29°C em Aracaju; e 27°C em Ribeirão Preto. VÓRTICE CICLÔNICO PROVOCA TEMPORAL NO SUDESTE Se na Grande São Paulo o tempo deve ficar limpo, Inmet e Climatempo alertam para possibilidade de tempestades em uma faixa que vai do Espírito Santo até Mato Grosso, devido a mudanças na circulação de ventos em altos níveis da atmosfera. De acordo com a Climatempo, o fenômeno meteorológico é conhecico como Vcan, sigla para Vórtice Ciclônico em Altos Níveis da atmosfera, que é a circulação ciclônica de ventos, no mesmo sentido dos ponteiros de um relógio analógico, observada em torno de 10 km de altitude. No centro do Vcan, em superfície, o tempo fica firme, com poucas nuvens. Mas nas áreas distantes do centro, ou na borda da circulação dos ventos, fortes áreas de instabilidade podem se formar, causando até temporais. “Nesta terça, o centro do Vcan avança sobre o Espírito Santo e sobre o leste de Minas Gerais. Fortes pancadas de chuva podem ocorrer nos dois estados e no norte e centro-oeste de São Paulo. O risco de temporais é maior no oeste de Minas e de São Paulo. No fim do dia, o centro do Vcan deve estar perto da divisa de Minas com Goiás. Os anúncios se disfarçam de serviços populares, como WhatsApp, Google Chrome e Correios, e levam a sites criados por cibercriminosos; infecção começa quando a pessoa clica no anúncio e baixa um instalador falso no Windows | 08:18 – 24/03/2026

Câncer de colo do útero matou 20 mulheres por dia em 2025 no Brasil
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Câncer de colo do útero matou 20 mulheres por dia em 2025 no Brasil

No país, o câncer do colo do útero matou quase 20 mulheres por dia em 2025, com 7.249 óbitos no ano, segundo dados preliminares do Ministério da Saúde. Para o triênio 2026-2028, o Inca (Instituto Nacional de Câncer) estima 19.310 casos novos por ano, número superior ao triênio anterior (2023-2025), quando a estimativa era de 17.000. “A gente está num platô”, diz Eduardo Cândido, ginecologista e presidente da Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Oncológica da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia). “Não conseguimos diminuir a incidência.” Para especialistas ouvidos pela reportagem, o problema central está no diagnóstico tardio por falha no rastreamento. Pesquisa do grupo da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e publicada em 2022 no International Journal of Gynecological Cancer mostrou que cerca de dois terços dos cânceres ginecológicos no Brasil são diagnosticados em estágios avançados. DOENÇA NÃO ATINGE O PAÍS DE FORMA UNIFORME Segundo a estimativa do Inca para o triênio 2026-2028, nas regiões Norte e Nordeste, o câncer do colo do útero ocupa a segunda posição entre os tipos mais incidentes em mulheres, atrás apenas do câncer de mama. A taxa de incidência no Norte é de 22,79 casos por 100 mil mulheres, quase o dobro do Sudeste, de 14,06. No Amazonas, chega a 28,57, a mais alta do país. “Há um abismo de políticas que deveriam ser direcionadas para os locais que precisam mais”, diz Cândido. A diferença entre os sistemas de saúde é igualmente visível, principalmente quando comparadas as regiões Norte e Nordeste com Sul e Sudeste. A oncologista Mariana Scaranti, do Hospital Nove de Julho, conta nos dedos as pacientes que recebem o diagnóstico em seu consultório privado em São Paulo. “No privado, eu nunca tive uma paciente com odor forte”, diz, referindo-se ao sinal clínico de tumor em necrose, indicativo de doença muito avançada. Em Manaus, porém, Bandeira diz que isso é frequente. “Se tiver uma paciente longe aqui da gente, lá na recepção, a gente já sente o cheiro. É muito forte”, relata. No Amazonas, Bandeira descreve um ciclo que se repete há décadas, em que mulheres chegam ao hospital em estágio avançado, com tumores necrosados, hemorrágicos, muitas vezes já com insuficiência renal. No interior do estado, exames preventivos precisam ser enviados a Manaus para processamento e a demora chega a seis meses em alguns municípios, aponta a médica. NOVOS MÉTODOS CHEGAM, MAS A DESIGUALDADE PERMITE O Ministério da Saúde está substituindo gradualmente o Papanicolau pelo teste de DNA-HPV, que detecta diretamente o vírus nas células do colo do útero. A diferença de precisão é significativa. Enquanto o Papanicolau tem sensibilidade de 65% a 70%, o novo teste chega a quase 100%. Um resultado negativo do teste de DNA-HPV também dispensa nova coleta por cinco anos. O Papanicolau precisa ser feito anualmente, o que se apresenta como mais um obstáculo para mulheres que moram em regiões mais afastadas dos centros, como no caso das ribeirinhas. Sete estados do Brasil oferecem o exame pelo SUS (Sistema Único de Saúde): Pernambuco, Pará, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, seguindo a estratégia de imlementação gradual adotada pelo Ministério da Saúde. O Amazonas está “em fase de alinhamento e planejamento da implementação, considerando as especificidades territoriais”, diz a pasta. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse à reportagem, por telefone, durante agenda oficial na China, que a introdução do teste de DNA-HPV no SUS em 2025 é um avanço no país. Segundo ele, Norte e Nordeste foram as regiões prioritárias para a implementação. Quando questionado sobre o motivo de o único estado do Norte contemplado até agora ser o Pará, o ministro não respondeu diretamente, apenas repetiu que as duas regiões são prioridade do governo. “A gente introduziu no ano passado em todas as regiões do país”, diz, antes de confirmar, na sequência, que a expansão para todos os estados só deve se completar até o final de 2026. O governo do Amazonas afirma que o estado integra a iniciativa do Ministério da Saúde para fortalecer o rastreamento do câncer do colo do útero. Diz que está sendo implantado um projeto piloto de rastreamento por DNA-HPV em 12 municípios, com meta de expandir o exame para todo o estado até o fim de 2026, atendendo mulheres de 25 a 64 anos. No sistema suplementar de saúde, o teste de DNA-HPV já era rotina anos antes de chegar ao SUS. “Duas pacientes que moram no mesmo país têm realidades diferentes de atendimento. Não é para acontecer isso”, diz Scaranti. Com o exame de DNA-HPV, também é possível realizar a autocoleta, que é adotada no SUS somente para algumas populações de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas, indígenas e pessoas LGBTQIA+. Especialistas destacam, no entando, a importância de implementar a estratégia nas regiões do país com a maior incidência de casos, para melhorar rastreio e prevenção do câncer do colo do útero. Para Bandeira, a autocoleta é especialmente relevante no Amazonas, onde mulheres de comunidades ribeirinhas chegam a levar dias de barco para chegar a Manaus. Reportagem da Folha de S. Paulo mostrou no ano passado que pacientes com câncer no estado precisam fazer viagens de até oito dias para tratar um tumor na capital. O Amazonas já testou a abordagem em 2015, quando Bandeira diz ter participado do primeiro estudo brasileiro, da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), com dispositivo de autocoleta para HPV, testado em 412 mulheres de Coari, município acessível apenas por rio que fica a 370 km de Manaus. No estudo, o teste teve aceitação de quase 100%. Outras 94% das mulheres relataram não ter tido dificuldade para fazer o teste em casa. META COM A OMS O Brasil se comprometeu com a OMS (Organização Mundial da Saúde) de eliminar o câncer do colo do útero como problema de saúde pública até 2030, o que implica vacinar 90% das meninas, rastrear 70% das mulheres e tratar 90% dos casos diagnosticados. O HPV é responsável por quase 100% dos casos de câncer de colo de útero, segundo o

Múcio fala sobre pressão de Trump por tachar facções brasileiras como terroristas
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Múcio fala sobre pressão de Trump por tachar facções brasileiras como terroristas

Ó ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou nesta segunda-feira, 23, que o Brasil é uma “ilha de felicidade” e que é preciso “preservar a soberania nacional” diante da pressão do governo Trump para classificar facções criminosas brasileiras como organizações narcoterroristas. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa após o lançamento do catálogo estratégico de produtos de defesa, na sede do ministério, em Brasília. O documento visa ampliar o leque de compradores para produtos do setor no mercado internacional. Múcio disse que “nós temos que preservar a nossa soberania e ver se isso é um mero discurso”. E que, “na hora que for para o campo da prática”, o governo federal saberá lidar com o assunto. “Você abre o jornal, você vê risco da primeira página ao fim. Mas nós vivemos numa ilha de felicidade. Nós nos acostumamos a falar mal do Brasil, mas com a consciência de que é o melhor País do mundo”, respondeu ao ser questionado se via risco à soberania nacional com a ofensiva de Trump. O governo dos Estados Unidos vem pressionando autoridades brasileiras a classificar facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A iniciativa tem apoio da extrema direita brasileira, mas vem sofrendo resistência do Palácio do Planalto e críticas por parte dos especialistas. O governo Lula entende que tachar as facções como tal permitiria uma intervenção militar estrangeira no Brasil, sob o pretexto de combater o terrorismo. Pelas definições legais do tema, facções como PCC e CV não se encaixam no conceito, uma vez que são organizações movidas pelo lucro, e não por ideologia política ou religiosa, como é o caso de grupos terroristas. O ministro criticou a guerra feita por Estados Unidos e Israel contra o Irã. Disse que “é ruim para todo mundo” quando o preço do barril de petróleo sobe de 40 para 100 dólares. O vice-presidente Geraldo Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, endossou o colega de Esplanada e chamou o conflito de “perde-perde para todo mundo”. “Foi importante essa trégua de cinco dias entre Estados Unidos e Irã, porque o primeiro passo é reduzir tensões, e reduzindo a tensão abre uma oportunidade para o diálogo, para o entendimento”, declarou. Questionado sobre se vai disputar uma vaga ao Senado por São Paulo ou se manter como vice-presidente na chapa de Lula, Alckmin afirmou ser preciso “aguardar” e que não decide sozinho o destino na política. Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou o vice, mas disse não saber se Alckmin iria disputar o Senado, e que a vaga na sua chapa estaria aberta para ele. A cerimônia no Ministério da Defesa nesta segunda marcou o papel da pasta na articulação entre a indústria nacional, as Forças Armadas e o mercado internacional. O catálogo, segundo a Defesa, “reúne informações estratégicas sobre empresas e produtos com atuação relevante no cenário internacional”. A publicação é destinada a autoridades governamentais e militares, delegações estrangeiras, investidores e potenciais compradores do setor. O material traz 154 empresas e 364 produtos cadastrados, como embarcações, blindados, aeronaves, aviônicos e sistemas de monitoramento, desenvolvidos por empresas de diferentes portes. Em 2025, as autorizações de exportação de produtos de defesa alcançaram o recorde histórico de 3,4 bilhões de dólares, num cenário de crescimento do setor. O governo brasileiro tenta aproveitar o cenário de acirramento bélico e corrida armamentista no mundo nos últimos anos para intensificar o comércio da indústria nacional. Leia Também: Câncer de colo do útero matou 20 mulheres por dia em 2025 no Brasil

Meteorologista prevê calorão entre Sul e Sudeste por mais alguns dias
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Meteorologista prevê calorão entre Sul e Sudeste por mais alguns dias

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Temperaturas altas devem prevalecer em algumas regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país por mais alguns dias, segundo prevê o meteorologista Gustavo Verardo, da Climatempo. Tardes quentes e noites frescas são previstas até primeira semana de abril. “Os estados do Rio Grande do Sul, pegando Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul (no Centro-Oeste), além do interior de São Paulo tendem a ter temperaturas mais elevadas -principalmente à tarde- até a Páscoa (5 de abril)”, disse Gustavo Verardo ao UOL. Calorão também deve atingir capital paulista. “O que teremos pela frente, nos dias mais próximos, especificamente em São Paulo, são tardes mais quentes e noites mais frescas. Ou seja, uma característica mais própria do outono, a amplitude térmica. Noites com mínimas de 16ºC e máximas na ordem de 28ºC”, acrescentou o meteorologista.“Então, por enquanto, a gente não espera nenhuma entrada de massa de ar frio que derrube a temperatura a ponto de eu usar casaco grosso ou uma roupa mais grossa. Muito pelo contrário: esse outono vai ser mais quente em todo o Brasil”, disse Gustavo Verardo, Climatempo. INMET ALERTA PARA CHUVAS EM OUTRAS REGIÕES Boletim semanal do instituto prevê maiores volumes no Norte e Centro-Oeste. Os maiores valores (150-200 mm) são previstos para áreas do Acre, oeste do Amazonas, centro-sul e nordeste do Pará, além do norte de Tocantins. Na região central do país, o maior acumulado é previsto para Mato Grosso, centro-norte de Goiás, com valores esperados entre 100 mm e 200 mm. Pé d’água também deve cair em Minas. Entre os dias 23 e 27 de março, é esperado um expressivo volume de chuva para o norte Minas e Espírito Santo podendo superar 150 mm de forma pontual. Cada milímetro de chuva corresponde a um litro por metro quadrado. Ou seja, aquela quantidade de água, se despejada sobre uma superfície plana de um metro quadrado, formaria uma lâmina de água de um milímetro de altura. PREVISÃO MOSTRA COMO SERÁ OUTONO Expectativa é que estação será mais chuvoso e menos frio. No outono de 2026, o período chuvoso deve se prolongar além do previsto graças à formação do fenômeno El Niño costeiro -aquecimento anormal das águas do mar perto da costa, principalmente do Peru e do Equador. Expectativa é de que chova mais principalmente no Rio Grande do Sul e regiões de Santa Catarina e do Paraná. A maior parte do Sudeste e do Centro-Oeste deve se manter com o volume de chuvas dentro da média, ainda de acordo com a Climatempo. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23), em Brasília, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Educação, Camilo Santana: “Nós resolvemos fazer esse pacto pela alfabetização na idade certa para chegarmos a 2030 com 80% das crianças alfabetizadas no segundo ano”, disse o presidente Agência Brasil | 18:35 – 23/03/2026

Brasil atinge meta com 66% das crianças alfabetizadas em idade certa
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Brasil atinge meta com 66% das crianças alfabetizadas em idade certa

Ó Brasil superou a meta de crianças alfabetizadas na idade certa ao alcançar, em 2025, 66% dos estudantes aptos a ler e escrever ao final do segundo ano do ensino fundamental. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23), em Brasília, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Educação, Camilo Santana. O percentual significa que duas a cada três crianças brasileiras que concluíram essa etapa de ensino no ano passado estavam alfabetizadas. A meta estipulada inicialmente pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada era de alcançar 64% em 2025. “Nós resolvemos fazer esse pacto pela alfabetização na idade certa para chegarmos a 2030 com 80% das crianças alfabetizadas no segundo ano. Parecia uma meta impossível. Veja que, com apenas dois anos, nós chegamos a 66%”afirmou o presidente. Lula disse que espera que a quantidade de crianças alfabetizadas chegue a 70% no ano que vem. “Isso é maravilhoso, porque é o mais importante legado que um país pode dar ao seu povo: a boa formação educacional. Não existe exemplo de nenhum país do mundo que tenha se desenvolvido e que o povo tenha alcançado um padrão de vida digno e respeitoso sem que antes se pudesse investir na educação”. Lula e Camilo Santana anunciaram o resultado em solenidade de premiação da 2ª edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização (Selo Alfabetização). O reconhecimento foi entregue a 4.710 municípios e a 18 estados, contemplados nas categorias ouro, prata e bronze. Foram condecorados 11 estados e 2.274 municípios no selo ouro, enquanto seis estados e 1.890 municípios ficaram no selo prata. O selo bronze foi para um estado e 546 municípios. O selo busca reconhecer os esforços e as iniciativas de gestão das secretarias de educação dos estados, do Distrito Federal e dos municípios na formulação e implementação de políticas públicas. Superação de desafios O ministro da Educação, Camilo Santana, também celebrou o resultado e disse que o objetivo do país é que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do segundo ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de Educação. O compromisso, segundo o ministro, também busca garantir a recomposição das aprendizagens das crianças matriculadas no terceiro, no quarto e no quinto ano do ensino fundamental, tendo em vista o impacto da pandemia da Covid-19 para esse público. “Esse compromisso da criança alfabetizada não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, faz a política de alfabetização do território de acordo com as suas especificidades”explicou. Além da melhora no índice de alfabetização, o ministro lembrou que, nos últimos três anos, a evasão escolar diminuiu pela metade, e as matrículas em educação integral passaram de 15% para 25,7%. “Nós temos que preservar a nossa soberania e ver se isso é um mero discurso”, disse o ministro da Defesa | 15:24 – 23/03/2026

Crianças de 4 e 6 anos são encontradas mortas em Praia Grande, no litoral paulista
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Crianças de 4 e 6 anos são encontradas mortas em Praia Grande, no litoral paulista

O veículo estava em um terreno na Rua Sílvia Dias e, segundo a Polícia Militar, as crianças apresentavam sinais de agressão. As vítimas tinham 4 e 6 anos. A corporação foi acionada a partir de ligações de moradores que encontraram os corpos. De acordo com a PM, os cadáveres já apresentavam rigidez, o que indica que a morte teria ocorrido há algumas horas. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou até o terreno e pediu reforço para a polícia, pois o local é considerado uma área de risco. Não há informações sobre eventuais suspeitos até o momento.

Ministra Sônia Guajajara é internada na UTI em São Paulo
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Ministra Sônia Guajajara é internada na UTI em São Paulo

UM ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara (PSOL), foi hospitalizada neste domingo e encaminhada à unidade de terapia intensiva do Incor, em São Paulo, após apresentar sintomas compatíveis com um quadro infeccioso. De acordo com informações divulgadas em suas redes sociais, ela teve febre elevada, dores na região abdominal e sensação de mal-estar. Aos 52 anos, a ministra segue sob monitoramento médico enquanto são feitos exames para identificar a causa da infecção. Horas antes de ser internada, Guajajara cumpriu compromissos oficiais em Ubatuba, no litoral paulista. Durante a agenda, esteve na Aldeia Renascer (Ywyty Guasu), do povo Tupi-Guarani (Ñandeva), onde fez a entrega de dois veículos destinados a fortalecer ações locais nas áreas de saúde, educação e gestão do território. A publicação sobre sua internação mobilizou autoridades e aliados, que manifestaram apoio nas redes sociais. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou em mensagem: “Minha amiga, estou orando pela sua recuperação. Um grande abraço!”. Sônia Guajajara informou, na última sexta, 20, que deixa do ministério no próximo dia 30 de março para disputar a reeleição como deputada federal por São Paulo. O comando da pasta deve ficar com o secretário-executivo do Ministério, Eloy Terena. Médicos afirmam que o ex-presidente Jair Bolsonaro mantém “boa evolução clínica”, mas seguirá internado na unidade de terapia intensiva (UTI), sem previsão de receber alta | 16:24 – 20/03/2026

PM é filmado dando chutes em rosto de mulher em SP; vídeo
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PM é filmado dando chutes em rosto de mulher em SP; vídeo

Vocêm policial militar foi flagrado nesta quinta-feira, 19, chutando o rosto de uma mulher que aparentava estar em surto, no corredor de um prédio, em São Vicente, no litoral de São Paulo. Os policiais tinham sido chamados por vizinhos após ouvirem gritos no apartamento da suposta vítima. Ela teria sido contida de forma violenta e agredida. Com o rosto sangrando, a mulher passou por atendimento no Pronto-Socorro Central. A Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP) diz que a Polícia Militar apura todas as circunstâncias dos fatos. Os policiais que atenderam a ocorrência portavam câmeras operacionais portáteis (COPs) e as imagens serão analisadas. O caso ocorreu em um prédio da rua Amador Bueno da Ribeira, na região central da cidade, por volta das 3 horas da madrugada de quinta-feira, 19. Relatos em redes sociais dão conta de que os moradores ouviram gritos vindo de um dos apartamentos e acionaram a Polícia Militar. Mulher em surto psicótico é agredida com soco e chute por policial militar em São Vicente Créditos: Vivendo na Baixada pic.twitter.com/rE2EonIKY4 — #Santaportal (@Santaportal1) 21 de março de 2026 Os agentes chegaram e teriam encontrado a mulher em aparente surto psicótico. Ela reagiu à abordagem e teria dado tapas em um policial. A mulher foi contida e derrubada. Imagens postadas em redes sociais mostram quando, já no chão, a mulher está cercada por policiais e se debate. Quando ela tenta segurar o pé de um dos policiais, recebe um chute no rosto. De acordo com a prefeitura de São Vicente, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encontrou a mulher com um ferimento na cabeça. Após os primeiros socorros, ela foi levada para o PS Central. O estado de saúde dela não foi informado. A PM diz ainda, em nota, que a instituição não compactua com excessos ou desvios de conduta, “punindo com rigor todos os casos do tipo”. Leia Também: Casal é preso suspeito de torturar sobrinha de 12 anos em fazenda em SP

Casal é preso suspeito de torturar sobrinha de 12 anos em fazenda em SP
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Casal é preso suspeito de torturar sobrinha de 12 anos em fazenda em SP

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Um casal foi preso em Riolândia (SP) sob suspeita de torturar a sobrinha de 12 anos, encontrada com ferimentos e sinais de desnutrição em uma fazenda. Prisão ocorreu na noite de quinta-feira (19), após a menina ser localizada escondida na propriedade rural. A vítima tinha lesões pelo corpo e sinais de desnutrição, segundo a Polícia Civil. Denúncia anônima chegou ao Conselho Tutelar na terça-feira (17) e apontava maus-tratos cometidos pelos tios. Ao ser procurada pelo órgão, a tia disse que a adolescente estaria na casa da avó, mas a avó negou essa versão aos conselheiros. A reportagem busca contato da família para entender por que a adolescente ficava com a avó e com os tios. Em caso de manifestação, o texto será atualizado. A reportagem também busca a defesa dos presos. Com a contradição, o Conselho Tutelar acionou a Polícia Militar e voltou à fazenda. No local, conselheiros e policiais encontraram a menina escondida e providenciaram o socorro. Investigação indica que as agressões vinham ocorrendo havia pelo menos um ano e incluíam socos, chutes e golpes com objetos. A adolescente foi levada à Santa Casa para atendimento médico e depois encaminhada a um abrigo. O que se sabe sobre a guarda da menina A adolescente estava sob os cuidados dos tios porque o paradeiro da mãe é desconhecido, segundo apuração do G1. No registro de nascimento, não há informações sobre o pai. Os dois foram presos temporariamente por suspeita de tortura, após mandado expedido pela Justiça. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. Leia Também: Pai de Henry Borel relata tentativas de intimidação às vésperas de julgamento no Rio

Fome recua mais em lares com Bolsa Família chefiados por mulher
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Fome recua mais em lares com Bolsa Família chefiados por mulher

De 2023 para 2024, a fome no Brasil registrou redução em casas de família beneficiária do Bolsa Família chefiadas por mulher. Por outro ponto de vista, entre os domicílios com pessoas que recebem o programa assistencial e alcançaram a segurança alimentar, 71% têm mulher como responsável pelo lar. As constatações fazem parte do estudo Mulheres no centro da redução da insegurança alimentar no Brasil, da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta sexta-feira (20), na sede da instituição, no Rio de Janeiro. O levantamento compara dados dos últimos trimestres dos dois anos pesquisados. Em 2023, 9,6% dos domicílios beneficiados pelo Bolsa Família que eram chefiados por mulher enfrentavam insegurança alimentar grave. No ano seguinte, a marca foi reduzida para 7,2%, ou seja, queda de 2,4 pontos percentuais (pp). Já entre os lares recebedores do Bolsa Família chefiados por homem, a proporção na insegurança alimentar grave passou de 8,6% para 6,8%, queda de 1,8 ponto percentual. De acordo com a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia), insegurança alimentar grave é a condição em que há redução ou falta de comida para adultos e crianças no lar, em outras palavras, a fome passa a ser uma experiência enfrentada no domicílio. Já em situação de segurança alimentar, há acesso suficiente ao alimento, sem a família precisar comprometer outras necessidades. Mulher A pesquisadora Janaína Rodrigues Feijó, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, atribui o resultado à maior capacidade da mulher de administrar a renda do Bolsa Família. “Elas gastam melhor os recursos dentro do lar, especialmente quando tem crianças”, diz Janaína. O levantamento detalha que no intervalo de um ano, 946,6 mil domicílios assistidos pelo Bolsa Família deixaram a fome e chegaram à segurança alimentar. Desses, quase 670 mil eram chefiados por mulher. Janaína escreve na pesquisa que estudos acadêmicos mostram que “quando mulheres controlam uma parcela maior dos recursos do domicílio, a composição do gasto tende a se deslocar para bens mais associados ao bem-estar infantil e familiar, como alimentação, saúde, educação e itens de consumo da criança”. O programa O Bolsa Família, pago pelo governo federal, é o principal programa de transferência de renda do país. O critério inicial para uma pessoa ser assistida é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa (quanto a família ganha por mês, dividido pelo número de pessoas). O benefício base é R$ 600, que pode ser aumentado em casos de haver criança e grávida na família, por exemplo. O valor médio do benefício está em R$ 683,75. Segundo o Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), agora em março, o programa alcançará 18,73 milhões de famílias cadastradas, com gasto de R$ 12,77 bilhões. Pessoa de referência O estudo cita números de janeiro de 2026 que indicam que, das famílias atendidas pelo Bolsa Família, 84,4% tinham a mulher como responsável. Janaína Feijó considera que programas de transferência de renda podem “fortalecer o empoderamento feminino e o poder de barganha dentro do lar”. “Especialmente ao ampliar a participação das mulheres em decisões de gastos, consumo e outros aspectos da vida doméstica”, sustenta. Negras Ao destacar que 70,8% dos lares de beneficiários do Bolsa Família que alcançaram a segurança alimentar eram chefiados por mulher, o levantamento assinala que 61,4% (581 mil) tinham como responsável mulher preta ou parda. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, acompanhou a divulgação do resultado do estudo. Ela enalteceu o fato de a renda chegar diretamente às mãos de mulheres em condições de vulnerabilidade, além de relacionar o combate da fome à desigualdade racial. “Não tem como pensar em combate à fome sem pensar em raça”, disse ela, associando a segurança alimentar ao desenvolvimento educacional. “Ninguém estuda de barriga vazia”, declarou a ministra. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, chamou de “estratégica” a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de priorizar mulheres como recebedoras. “Foi ideia dele que ele tinha que colocar o cartão nas mãos das mulheres”, lembrou. “A pesquisa mostra o efeito extraordinário que isso tem, tanto em relação à saúde, à educação, às condicionalidades e mesmo em relação à renda. Além de tirar da fome, que é, na verdade, um primeiro passo, a gente trabalha a superação da pobreza”, comentou em conversa com jornalistas. Mapa da Fome O evento na FGV reuniu especialistas e autoridades que atuam no combate à fome. Um dos pontos abordados foi a saída do Brasil do chamado Mapa da Fome. Em 2025, o Brasil deixou, pela segunda vez, o Mapa da Fome – um indicador da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que identifica países em que mais de 2,5% da população sofrem de subalimentação grave (insegurança alimentar crônica). O Brasil já tinha alcançado esse patamar em 2014, mas retornou ao Mapa da Fome em 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro (2019-2022), com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. No biênio 2023-2024, 26,5 milhões de pessoas deixaram a fome no país, segundo o MDS. O estudo da FGV projeta que, caso não houvesse o programa Bolsa Família, a segurança alimentar no país cairia de 53 para 50,2% entre os beneficiários. Já a forma mais grave da fome subiria de 7,1% para 8,1%. “Os resultados reforçam a importância de políticas públicas de transferência de renda para a redução da insegurança alimentar no Brasil, especialmente quando voltadas aos domicílios em maior vulnerabilidade social”, conclui a pesquisa da FGV. Leia Também: Pesquisa avalia o que mais afeta a qualidade de vida do médico brasileiro; veja resultados

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