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Voo com André Mendonça e Fux é cancelado para inspeção de dano em avião
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Voo com André Mendonça e Fux é cancelado para inspeção de dano em avião

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Um avião comercial da Latam que levaria os ministros André Mendonça e Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), de Brasília ao Rio de Janeiro teve o voo cancelado após suspeita de problema técnico ontem. A aeronave não chegou a decolar. Cancelamento foi preventivo, diz companhia. Segundo a Latam, o voo LA3796, com destino ao aeroporto Santos Dumont, foi suspenso para inspeção após indícios de possíveis danos causados por colisão com uma ave em um voo anterior. Empresa nega falha mecânica. A companhia afirmou que não houve falha mecânica nem decolagem abortada. A decisão de cancelar a viagem ocorreu antes do início do taxiamento da aeronave. Passageiros foram reacomodados. Ainda de acordo com a Latam, os passageiros receberam assistência e foram realocados em outros voos disponíveis. “Segurança foi prioridade”, afirma Latam. A empresa destacou que segue protocolos internacionais rigorosos de manutenção e que as verificações são realizadas justamente para garantir a segurança das operações. Pesquisadores analisaram as percepções de 2.005 profissionais de todas as regiões do País; dados do Conselho Federal de Medicina (CFM) apontam que, a cada dia, nove médicos são vítimas de violência em estabelecimentos de saúde do Brasil | 17:11 – 20/03/2026

Pesquisa avalia o que mais afeta a qualidade de vida do médico brasileiro; veja resultados
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Pesquisa avalia o que mais afeta a qualidade de vida do médico brasileiro; veja resultados

Ó estresse percebido é o fator que mais afeta a qualidade de vida dos médicos brasileiros, de acordo com o Índice Afya MedQoL, primeiro levantamento nacional sobre o bem-estar desses profissionais. O estudo, realizado pela Afya e publicado na revista científica Jornal Médico Britânico Abertocontou com a participação de mais de 2 mil médicos de todas as regiões do País. De acordo com Eduardo Moura, diretor do Research Center da Afya e um dos autores da pesquisa, o objetivo era medir a qualidade de vida e a saúde mental dos médicos brasileiros. Para isso, o trabalho contou com 2.005 profissionais que responderam questionários online aplicados entre julho e agosto de 2024. O estudo focou na análise de três pontos principais: qualidade de vida global (percepção geral do profissional sobre a própria vida), apoio institucional (que avalia o clima organizacional e a segurança psicológica do local de trabalho) e o estresse percebido (que analisa o contexto do ambiente de trabalho, a pressão por atendimentos e a carga horária). Além da coleta de dados, os autores desenvolveram e validaram uma escala própria, a Afya MedQoL. O estresse despontou como o aspecto que mais afeta os profissionais. Ele é mais acentuado entre mulheres, médicos em início de carreira e profissionais com cargas horárias semanais superiores a 60 horas, sendo este último ponto um grande destaque. “A carreira médica é muito pressionada por expectativas. É um profissional altamente qualificado e bem remunerado, em relação à média nacional. Isso gera uma exigência natural para que o profissional sustente um alto padrão de vida, o que frequentemente resulta em cargas horárias muito superiores às de outras profissões. Outros estudos nossos apontam uma média de 52 a 54 horas semanais”, contextualiza Moura. Apesar disso, o aumento salarial – entre médicos que recebem R$ 25 mil ou mais – não se traduz em melhor qualidade de vida, segundo o levantamento. Para o autor, esse dado indica que, em determinado momento, é preciso abrir mão de ganhos financeiros para preservar o equilíbrio e a saúde mental. Sobre os médicos em início de carreira, Moura cita que eles, muitas vezes, assumem os postos de trabalho de maior atratividade. “Locais com menos recursos, mais periféricos e até mesmo com jornadas de trabalho mais intensas. Não por acaso são acometidos por mais estresse.” Violência De acordo com dados do Conselho Federal de Medicina (CFM), a cada dia, nove médicos são vítimas de violência em estabelecimentos de saúde do Brasil. O levantamento considerou cerca de 38 mil boletins de ocorrência registrados entre 2013 e 2024 no País. Os casos abrangem diversos problemas, como ameaça, lesão corporal, perturbação do trabalho, injúria ofendendo a dignidade, calúnia, difamação e furto. A pesquisa não levou esse tipo de ocorrência em consideração, mas Moura destaca que a violência é amplamente relatada na literatura médica, tanto no Brasil quanto no exterior, e também pode influenciar a qualidade de vida dos profissionais. Ele ressalta que o médico muitas vezes está em uma posição vulnerável perante o paciente, especialmente quando expectativas não são atendidas (como demora no atendimento ou negativa de atestado) e as unidades de saúde carecem de estrutura de segurança. Como diminuir o estresse? Além de evitar jornadas de trabalho acima de 60 horas, outro fator que pode ajudar é um maior apoio institucional. “O estresse é um balanço entre a exigência e a demanda de trabalho e os recursos disponíveis para dar conta dessa demanda”, cita o autor. “Se você tem uma demanda maior, mas conta com uma estrutura de apoio que permite cumprir essas exigências – seja por ter uma equipe ou uma estrutura hospitalar adequada -, o impacto é diferente. Quanto maior o apoio institucional, maior o contrabalanceamento do estresse percebido”, continua. A implementação de programas de acompanhamento psicológico e núcleos de suporte pode ajudar na prevenção de transtornos como burnout, ansiedade e depressão. Ações voltadas para alimentação saudável, prática de atividade física e o monitoramento constante do bem-estar dos profissionais também são estratégias preventivas eficazes. Leia Também: Mulheres de 40 a 49 anos lideram compra de canetas emagrecedoras no país

Anvisa aprova versão multidose do Mounjaro para diabetes tipo 2 e obesidade
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Anvisa aprova versão multidose do Mounjaro para diabetes tipo 2 e obesidade

A nova apresentação, fabricada pelo laboratório americano Eli Lilly, diferentemente das canetas descartáveis já disponíveis no mercado, utiliza uma versão reutilizável, que permite múltiplas aplicações a partir de um mesmo frasco. A receita médica é obrigatória para a compra e ainda não há uma estimativa de valor no Brasil. O tratamento com o Mounjaro funciona em doses semanais, com quatro aplicações por mês. “Anteriormente, quando se comprava o Mounjaro, tinham quatro canetas, cada uma com uma dose única de aplicação”, explica Felipe Henning Gaia Duarte, endocrinologista e presidente da Sbem-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia regional de São Paulo). “Essa caneta atual vem com as quatro doses dentro e você regula cada dose para aplicar, durando o mês inteiro.”A versão multidose do mounjaro chega em seis concentrações: 4,17 mg/ml, 8,33 mg/ml, 12,5 mg/ml, 16,7 mg/ml, 20,8 mg/ml e 25 mg/ml. Em nota, a Eli Lilly afirma que o novo dispositivo “mantém os padrões de qualidade, segurança e eficácia” do Mounjaro e que aguarda a definição de preço pela Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) para estabelecer o valor de venda no Brasil. Hoje, a versão já disponível, vendida em caixas com quatro canetas, custa entre R$ 1.400 e R$ 2.800, segundo estimativas com base em consultas a farmácias. A tirzepatida é um análogo duplo que age nos receptores de GLP-1 e GIP, hormônios gastrointestinais que regulam o apetite e o nível de glicose no sangue. Ao simular essas substâncias produzidas naturalmente pelo organismo após a ingestão de alimentos, aumenta a sensação de saciedade, leva o paciente a comer menos e, consequentemente, a perder peso. Estudos indicam perda média de 20% do peso corporal após 72 semanas de tratamento. A aplicação é subcutânea, feita na camada de gordura sob a pele, e os efeitos colaterais mais comuns são gastrointestinais, como náusea, constipação, diarreia e vômito. Em relação ao preço, Duarte afirma que a Sbem-SP não espera elevação de custo com a mudança de formato, e que há expectativa de redução. “Por ter menos componentes na parte industrializada, esperamos alguma redução de preço em relação às canetas separadas, o que poderia melhorar a adesão ao tratamento”, diz. Em termos de segurança, o especialista afirma que não há preocupações adicionais. Como a caneta é programada para aplicar a dose recomendada, o principal risco seria o paciente não regulá-la corretamente e acabar usando uma dose menor, o que reduziria o efeito do medicamento, mas não representaria risco à saúde. A entidade também não vê distinção entre o novo formato e as canetas individuais no que diz respeito ao uso inadequado para emagrecimento sem indicação médica. Especialistas reforçam que o medicamento deve ser visto como uma ferramenta auxiliar para perda de peso, e não como solução isolada. Manter uma alimentação equilibrada e praticar atividade física regular são fundamentais para evitar o reganho de peso ao longo do tratamento. Leia Também: Brasil é o 7º país mais feliz do mundo, segundo pesquisa

Futuro motorista poderá fazer exame prático de CNH em outra cidade
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Futuro motorista poderá fazer exame prático de CNH em outra cidade

Segundo o órgão, o agendamento do exame poderá ser feito em outro município no caso de falta de vagas no original. Se o candidato tiver feito as aulas por meio de autoescola, a instituição deverá disponibilizar veículo para realização do exame na outra cidade -desde o fim do ano passado, motoristas podem contratar instrutores particulares e usarem o próprio carro, inclusive com câmbio automático. Outra mudança é que será possível fazer a prova de direção de duas categorias diferentes no mesmo dia: carro e moto, por exemplo -segundo o Detran, até então isso não estava sendo permitido. A partir de agora, pessoas com deficiência passam a contar com o apoio de tablet para registro de resultados da Junta Médica Especial e da prova. “O uso do tablet, pelo acesso direto ao sistema do Detran-SP, torna o processo mais rápido e eficaz” diz o órgão de trânsito. Também foram adequados em São Paulo neste mês novos critérios para exames práticos de direção estabelecidos por uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) do fim do ano passado. A prova prática não tem mais faltas eliminatórias automáticas. Agora, o candidato terá pontos somados para cada conduta que corresponder a uma infração de trânsito. Para ser aprovado, não pode ultrapassar o limite de dez pontos, de acordo com os seguintes pesos:– 1: infração leve– 2: infração média– 4: infração grave– 6: infração gravíssima “Na prática, as condutas observadas durante o exame passam a ser registradas como infrações de trânsito, o que aproxima a avaliação da realidade da circulação nas vias”, diz o Detran. As questões utilizadas nos exames teóricos de habilitação também foram atualizadas, passando a adotar o Banco Nacional de Questões, elaborado pela Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito). Ao todo são 1.500 questões e, independentemente do estado onde o candidato faz a prova, elas são as mesmas. Devido à prova ter 30 perguntas e um mínimo de acerto de 20, a distribuição das questões é randômica. Além das novas regras, em janeiro, as provas de baliza foram retiradas dos exames práticos para quem vai tirar a CNH. O fim da baliza é previsto na resolução do Contran de dezembro do ano passado e é obrigatória para todo o país Sem a prova, na qual o motorista estaciona o veículo, o exame passa a concentrar a avaliação na etapa de circulação, diz o Detran. O trajeto do exame prático permanece conforme o modelo atual, contemplando, entre outros aspectos, as conversões à direita e à esquerda, o uso correto de seta, a realização do procedimento de “parada” em local permitido, bem como a condução segura e responsável no trânsito. Com a retirada do exame da baliza, duas das dez faltas eliminatórias que existiam no sistema anterior foram excluídas.a delas era não colocar o veículo na área balizada, em no máximo, três tentativas e no tempo estabelecido. A outra, avançar sobre o balizamento demarcado no estacionamento do veículo na vaga. Em dezembro do ano passado, o governo federal anunciou uma série de medidas para facilitar o acesso à carteira de habilitação. Motoristas que não somarem pronpontos em seus prontuários multas de trânsito, durante os últimos 12 meses, renovarão a CNH automaticamente. A medida não vale para quem tem a partir de 70 anos de idade. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo, o candidato terá pontos somados para cada conduta correspondente a uma infração de trânsito; mudança segue a mesma Resolução nº 1.020 | 19h36 – 17/03/2026

Mulheres de 40 a 49 anos lideram compra de canetas emagrecedoras no país
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Mulheres de 40 a 49 anos lideram compra de canetas emagrecedoras no país

O levantamento é da Folha de S. Paulo a partir dos dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), um cadastro com todas as vendas de remédios controlados, preenchido por farmácias privadas. A base, ligada à Anvisa, estava suspensa desde o final de 2021, e o preenchimento voltou a ser obrigatório em 2025. Janeiro de 2026 é o primeiro mês com dados disponíveis desde então, e dá uma prévia do consumo desse setor. Foram comercializadas 443.815 caixas de canetas emagrecedoras, como Mounjaro, Ozempic e Wegovy, além do Rybelsus, único com propriedades semelhantes em comprimido. A reportagem considerou apenas medicamentos agonistas do hormônio GLP-1, ou seja, os que ativam essa substância no organismo, usados para tratar obesidade e diabetes tipo 2. A venda é controlada de junho de 2025. Apesar dos benefícios para a redução de peso e de outras vantagens em estudo, como a de combate a vícios, as canetas emagrecedoras são recentes e suas consequências de longo prazo ainda são desconhecidas. A Anvisa detectou que 32% das notificações de eventos adversos dos produtos com semaglutida estão relacionadas ao uso não previsto em bula ou não aprovado. A taxa global seria de 10%, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). A idade média dos compradores é de 47 anos para mulheres e 46 anos para homens. A faixa etária predominante nos dois gêneros é de 40 a 49 anos, respondendo por 26,5% das vendas. A base do SNGPC não permite um retrato perfeito do consumidor desses medicamentos, já que é limitada a um único mês e identifica apenas o número de caixas vendidas, sem individualizar pacientes nem diferenciar se uma pessoa comprou mais de uma unidade. É, no entanto, o primeiro registro em dados públicos do mercado legal desses medicamentos no país. A base da Anvisa não revela a marca de cada medicação, mas é possível aferi-la pela apresentação e pela dosagem do medicamento. Em janeiro, o Mounjaro teve a maior saída, com 234 mil unidades, 52,8% do total. Trata-se do único medicamento aprovado pela Anvisa até o momento com a tirzepatida como princípio ativo. Os medicamentos à base de semaglutida representaram 45,3% das vendas. Essa seleção inclui o Ozempic -cujas vendas chegaram a alterar a economia da Dinamarca, seu país de criação- e o Rybelsus, único em comprimidos e não em injeções. Em relação à geografia das compras, 60,4% de todas as caixas (268.155) foram adquiridas no Sudeste, região que, apesar de ser a mais populosa, corresponde a 41,6% da população nacional. A região também foi a que teve mais compras por 100 mil habitantes, seguida por Centro-Oeste e Sul. O Distrito Federal foi a unidade da federação com mais consumo proporcional: 508 caixas por 100 mil habitantes. No período, a maior parte das medicações (437.449 caixas, ou 98,1% do total) foram prescritas por médicos com registro no CRM (Conselho Regional de Medicina). As demais foram vendidas sob receita de outros profissionais habilitados para orientar o uso de canetas emagrecedoras, incluindo 223 de médicos veterinários. Com a queda nesta sexta-feira (20) da patente da semaglutida, o princípio ativo do Ozempic, há expectativa de uma popularização ainda maior desses medicamentos no médio prazo. O fim da patente deve baratear o custo das medicações, ampliando o perfil dos pacientes. Uma caixa de Mounjaro, na dosagem de 2,5mg, sai por pelo menos R$ 1.500. Já a de Ozempic, na dose de 0,25 mg, sai por R$ 963 (60% do salário mínimo brasileiro, de R$ 1.621). “Identificamos que 45% dos consumidores dessas medicações são de classes mais altas”, afirma Kesley Gomes, diretora da Worldpanel by Numerator, empresa que realiza pesquisas de consumo. Ela diz que a fim de patente vai ampliar o grupo de consumo. “Além da queda de patente, os conhecimentos sobre os benefícios do uso estão se expandindo e podem ser fio condutor de um comportamento de massa”. O levantamento da Folha de S. Paulo levou em consideração apenas medicamentos que têm liraglutida, semaglutida ou tirzepatida como princípio ativo por serem usados para o tratamento de obesidade e diabetes; outros agonistas do GLP-1 (como dulaglutida e compostos em interação com a insulina) são indicados somente para diabetes tipo 2. A opção por contabilizar por número de caixas, mesmo com dosagens e quantidades diferentes, se deve à natureza individualizada do tratamento. “Tem pacientes que compram uma caneta que serviria por um mês em um caso, e eles podem usar por mais tempo porque precisam de uma dose menor”, afirma a Maria Edna Melo, endocrinologista e coordenadora na Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica). As medicações têm idade mínima recomendada nas bulas: 12 anos para liraglutida e 18 anos para semaglutida e tirzepatida. Mesmo assim, o banco de dados registra 3.296 vendas para pessoas com idade menor. Questionada, a Anvisa respondeu que o registro é de responsabilidade das drogarias e que podem haver erros de digitação e prescrições fora das especificações da bula, o chamado uso “off label”. Fim da exclusividade do princípio ativo do Ozempic e Wegovy permite entrada de novos fabricantes no Brasil, com expectativa de queda de preços e maior oferta, embora especialistas indiquem que efeitos para pacientes ainda devem levar tempo | 05:00 – 20/03/2026

Primeiro fim de semana de outono em SP deve ser quente e seco após chuva nesta sexta (20)
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Primeiro fim de semana de outono em SP deve ser quente e seco após chuva nesta sexta (20)

De acordo com a previsão do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo, a sexta ainda deve começar com nebulosidade e chuviscos, mas o sol retorna entre nuvens e favorece a elevação das temperaturas no decorrer do dia. Por conta do tempo nublado, os termômetros devem variar entre mínimas de 19°C e máximas que podem chegar a 27°C. No fim da tarde, a nebulosidade volta a aumentar com a chegada da brisa do mar e há condição para chuvas rápidas e garoa em alguns pontos da cidade. No autódromo de Interlagos, onde terá início o festival Lollapalooza,os fãs da música devem se refrescar na precipitação desta sexta. No fim de semana, porém, a previsão é de sol forte e calor. Assim, o clima ficará parecido com o desta quinta (19), quando a temperatura máxima registrada pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) foi de 27,2°C na estação Mirante de Santana, na zona norte da capital. No sábado (21), o CGE destaca que o sol aparece entre nuvens logo cedo e favorece a elevação das temperaturas ao longo do dia. As mínimas oscilam em torno de 18°C ​​pela manhã e máximas que podem chegar a 29°C. No fim da tarde, a nebulosidade aumenta, mas não há previsão de chuva. O domingo (22) será mais um dia com predomínio de sol na Grande São Paulo, com poucas nuvens no céu e sem previsão de chuva. A mínima esperada é de 19°C, enquanto a máxima deve subir até os 29°C novamente. “Começamos a estação mantendo características de verão, mas a tendência é de uma mudança progressiva no comportamento da chuva e da temperatura ao longo das próximas semanas, dentro de um padrão mais típico do outono com uma consolidação gradual”, diz Alexandre Nascimento, sócio-diretor e meteorologista da Nottus. No restante do país, a previsão do tempo da Climatempo para esta sexta indica um cenário de contrastes entre as regiões do Brasil. Enquanto o Sul registra diminuição das instabilidades e calor em elevação, o Sudeste e o Centro-Oeste enfrentam pancadas de chuva mais fortes, com risco de temporais. E em áreas de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro há chance de acumulados elevados. Já no Norte e Nordeste, a atuação da umidade e da ZCIT (zona de convergência intertropical) mantém o tempo instável em diversas áreas. Caso de Stefanie Pieper, de 31 anos, ganha novos contornos após autópsia indicar possibilidade de que a vítima ainda estivesse viva ao ser colocada em uma mala. Investigação mobiliza autoridades e especialistas forenses no país | 07:50 – 20/03/2026

4 em cada 10 alunos de graduação EAD desistem de estudar; número é o maior desde 2014
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4 em cada 10 alunos de graduação EAD desistem de estudar; número é o maior desde 2014

Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (19) e são do Mapa do Ensino Superior no Brasil, estudo elaborado pelo Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior) com dados do Censo do Ensino Superior do MEC (Ministério da Educação). A alta na evasão acontece no mesmo ano em que o Brasil registrou pela primeira vez na história mais alunos em cursos de graduação a distância do que na modalidade presencial. Dos 10,22 milhões de estudantes do ensino superior no país, 5,18 milhões estavam matriculados no EAD em 2024 -50,75% do total. Mais de 95% dos alunos matriculados em cursos a distância estudam em faculdades particulares. Segundo Mapa do Ensino Superior, em 2024, os cursos a distância têm quase o dobro da taxa de abandono do que as graduações presenciais. No total (contabilizando as redes pública e privada), a evasão no EAD foi de 41,6%. Já os presenciais, registraram 24,8% de desistências. A rede privada é a principal responsável por esse aumento, registrando uma evasão de 41,9% em 2024. Enquanto a rede pública, tem evasão de 32,2% na modalidade a distância. O aumento na evasão dos cursos a distância também ocorre em um momento em que as graduações presenciais conseguiram reduzir a taxa de abandono. Em 2020, durante a pandemia, a evasão chegou a 28,5%, mas regrediu paulatinamente até chegar a 24,8%. Nos cursos presenciais, a evasão também é maior na rede privada, que registrou 26,6% de abandono, em 2024. Enquanto na rede pública, a taxa foi de 21,4%. Preocupado com a qualidade do ensino nos cursos a distância, o governo Lula (PT) alterou no ano passado as regras para essa modalidade. Com o decreto, os cursos de formação de professores da educação básica, ou seja as licenciaturas, não podem mais ser ofertados na modalidade a distância. Eles agora deverão seguir, no mínimo, o formato semipresencial -que prevê que metade da carga horária possa ser ministrada a distância e a outra metade seja dividida em atividades presenciais (30%) e de forma online em tempo real (20%) – Veja a nota das universidades avaliadas pelo RUF (Ranking Universitário Folha) A maior parte das matrículas no EAD são em cursos de licenciatura. O Mapa do Ensino Superior também calculou o índice de trajetória dos estudantes, que analisa o fluxo de matrículas durante o período de 2020 e 2024. O índice identificou uma alta taxa de desistência ao longo do curso. Dos alunos que entraram em cursos a distância na rede privada em 2020, apenas 23,6% conseguiram se formar até 2024 e 68,1% abandonaram os estudos. Nos cursos presenciais da rede privada, 27,8% se formaram e 59,7% evadiram ao longo de quatro anos. Na rede pública, as taxas são menores do que na rede privada, mas ainda muito altas. Quase metade (48%) dos alunos que ingressam em cursos EAD abandonam os estudos ao longo de quatro anos. Nos cursos presenciais, 45,9% também evadiram. Lei aprovada pelo Congresso no fim do ano passado entrou em vigor na terça-feira (17); cerimônia no Planalto estava marcada para a véspera e foi adiada a pedido do presidente Lula | 09:00 – 19/03/2026

Patente do Ozempic e do Wegovy cai nesta sexta; o que muda
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Patente do Ozempic e do Wegovy cai nesta sexta; o que muda

A exclusividade na fabricação dos medicamentos era da farmacêutica Novo Nordisk. Agora, outras empresas poderão produzir e comercializar medicamentos com a mesma substância no Brasil, desde que autorizadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A expectativa é de queda nos preços de até 35%, segundo projeção da EMS, uma das empresas interessadas em produzir a versão nacional. Mas o que muda, de fato, para o paciente? Segundo especialistas, por enquanto, não é muito. QUANDO OS SIMILARES CHEGAM ÀS FARMÁCIAS? A mudança não acontece imediatamente. A Anvisa recebeu 12 pedidos de registro de semaglutida e atualmente analisa as propostas de dois concorrentes da Novo Nordisk: EMS e Ávita Care. Há ainda um pedido de semaglutida em exigência técnica no momento, ou seja, aguardando dados para seguir para análise. Neuton Ornelas, presidente da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia), acredita que os primeiros lançamentos devem ocorrer ainda no primeiro semestre, mas podem demorar meses para chegar às farmácias. “Não vai ser no dia seguinte”, afirma o presidente da Sbem. O médico espera que a chegada de novos fabricantes resolva um problema vivido pelos pacientes: a falta do medicamento nas prateleiras. O Ozempic chegou a sumir das farmácias brasileiras em alguns períodos, e a maior oferta de produtores deve reduzir esse risco. “A gente espera que haja mais abastecimento”, diz o presidente da Sbem. O PREÇO VAI CAIR DE VERDADE? O histórico de outros medicamentos mostra que a queda de preço após o fim de uma patente não é garantida. Alexandre Hohl, diretor da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), lembra dois casos opostos. O primeiro é o da atorvastatina, vendida como Lipitor para controlar o colesterol. Quando a patente expirou, em 2011, os preços despencaram com a entrada de genéricos, tornando o tratamento acessível a muito mais pessoas. O diretor da Abeso diz que isso transformou a saúde pública. O segundo caso é mais próximo e menos animador. A liraglutida, outra caneta emagrecedora vendida como Saxenda, teve redução pequena de preço após o fim da patente. Os similares custam quase o mesmo que o produto original: o Saxenda é vendido entre R$ 870 e R$ 1.150, enquanto o Olire, versão da EMS, fica em torno de R$ 760. Uma diferença de 15% a 20%, que se dilui ainda mais quando o Saxenda é encontrado com descontos acima de 30%. No momento, a Anvisa tem oito pedidos de registro de liraglutida, além da versão da EMS. Um deles já está em análise. Para Hohl, a aprovação regulatória é só o primeiro passo. Será na prática clínica, no acompanhamento real dos pacientes, que se saberá se o medicamento ficou genuinamente mais acessível e se manteve a mesma efetividade. O diretor da Abeso espera que o caso da semaglutida e de outros remédios para obesidade se aproxime do que aconteceu com os medicamentos para colesterol. Segundo ele, seria muito benéfico à saúde pública tornar acessível um remédio que além de tratar diabetes e obesidade, também reduz o risco de infarto e AVC e pode beneficiar pacientes com esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado). OS NOVOS REMÉDIOS FUNCIONAM IGUAL? A semaglutida é produzida por um processo biológico, não sintético. Portanto, os novos medicamentos biológicos são chamados de biossimilares, e não genéricos. Produtos biológicos podem ter pequenas variações entre si, como acontece com as insulinas. Mas, se aprovados pela Anvisa, são considerados seguros e eficazes, explica Ornelas. Entretanto, a maioria dos pedidos submetidos à Anvisa são de “análogos sintéticos” que são considerados medicamentos sintéticos novos, segundo a autarquia. Esses produtos podem ser registrados com um grande conjunto de ensaios comparativos ao produto biológico, mas não são genéricos nem similares.Para quem já usa o Ozempic e pensa em migrar para outro remédio de semaglutida, Ornelas diz que a troca é possível, mas deve ser feita com acompanhamento médico. O presidente da Sbem reconhece que podem existir pequenas nuances na adaptação ao novo produto.”O tempo vai dizer”, afirma, ressaltando que cada caso depende da avaliação do médico responsável. Hohl lembra que alguns remédios deixam claro que a resposta varia em cada caso. Com diversas versões no mercado do sildenafil, princípio ativo do Viagra, diz, alguns pacientes relataram não notar diferença em relação ao original, enquanto outros disseram que o efeito foi menor. E O SUS? A obesidade é a única doença crônica sem nenhum medicamento disponível no SUS (Sistema Único de Saúde). A Abeso entrou com pedido à Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias) no ano passado para incorporar a liraglutida ou a semaglutida ao sistema público, mas o pedido foi negado pelo alto custo. A chegada de concorrentes acende uma esperança. Com mais fabricantes e preços menores, tanto a Sbem quanto a Abeso acreditam que o governo pode ter mais condições de avaliar a inclusão da substância no SUS. “A concorrência deve contar para que o governo considere incluir essa medicação”, diz Ornelas. Não foi uma quebra de patente É importante distinguir o que aconteceu. A patente da semaglutida não foi quebrada pelo governo. O prazo de proteção simplesmente se encerrou, o que é juridicamente diferente. Ornelas explica que, a partir desta sexta-feira, a Novo Nordisk não tem mais exclusividade sobre a substância. “Venceu o prazo. Não é quebra”, diz. A distinção importa porque, em paralelo, há uma movimentação no Congresso para quebrar a patente da tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro. Esse processo continua em curso e sem desfecho certo. A causa mais comum de pancreatite é pedra (ou microcristais) na vesícula biliar. O cálculo pode se deslocar e entupir o canal por onde o pâncreas libera as enzimas no intestino. Presas no pâncreas, enzimas se ativam e causam inflamação | 13h15 – 02/10/2026

Brasil é o 7º país mais feliz do mundo, segundo pesquisa
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Brasil é o 7º país mais feliz do mundo, segundo pesquisa

Ó Brasil ocupa a 7ª colocação entre os 29 países na lista do Ipsos Happiness Report 2026, pesquisa global que mede os níveis de felicidade da população. Entre os cerca de 1 mil brasileiros entrevistados, quatro em cada cinco (80%) se declaram felizes ou muito felizes – a média global é de 74% da população. Por aqui, 28% dos entrevistados se dizem muito felizes; 52%, felizes; 15%, não muito felizes; e 5% se dizem nada felizes – a média global é de 18%, 56%, 22% e 5%, respectivamente. Para o brasileiro, sentir-se amado é o que mais contribui para a felicidade (34%), seguido da saúde física e mental (31%), relacionamento com a família e os filhos (29%), sentir-se no controle da própria vida (29%) e sentir que a vida tem um significado (27%). No cenário global, houve uma melhora geral na percepção de felicidade: neste ano, os cidadãos se mostraram mais felizes em 25 dos 29 países pesquisados. Os países com a maior porcentagem de pessoas felizes são Indonésia (86%), Países Baixos (84%), México (83%) e Colômbia (83%). Veja o ranking dos países mais felizes: Indonésia (86%) Países Baixos (84%) México (83%) Colômbia (83%) Malásia (81%) Tailândia (81%) Brasil (80%) Austrália (78%) Espanha (77%) Bélgica (77%) Irlanda (77%) Chile (75%) África do Sul (75%) França (74%) Suécia (74%) Polônia (74%) Peru (74%) Canadá (74%) Singapura (73%) Estados Unidos (73%) Alemanha (72%) Índia (72%) Grã-Bretanha (72%) Argentina (72%) Itália (70%) Japão (63%) Turquia (59%) Coreia do Sul (57%) Hungria (54%) Idade e renda afetam a felicidade A pesquisa também mostra que, no geral, a felicidade começa alta na juventude, diminui por volta dos 50 anos e depois sobe novamente, atingindo seu pico após os 70 anos. No Brasil, por exemplo, a soma daqueles que têm entre 50 e 74 anos e se dizem “muito felizes” e “bastante felizes” corresponde a 82%, a maior média por faixa etária. Os dados apresentam ainda uma correlação entre renda e felicidade. Pessoas com renda mais alta tendem a ser mais felizes (79%) do que as de renda mais baixa (67%). Na pesquisa, a amostra de respondentes no nosso País era mais urbana, mais educada e/ou com maior renda do que a população brasileira como um todo. A situação financeira foi citada como um fator importante por todas as gerações em território nacional, na seguinte ordem: Baby Boomers (68%), Geração X (62%), Millennials (49%) e Geração Z (49%). “Não importa a sua idade, onde você mora ou quanto você ganha. Se você está infeliz, suas finanças pessoais são a causa mais provável dessa infelicidade”, afirma Lucymara Andrade, diretora de pesquisas na Ipsos, empresa que reuniu os dados. A pesquisa foi realizada em 29 países entre 24 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026. Ao todo, foram entrevistados 23.268 adultos. Os dados são ponderados para que a composição da amostra de cada país reflita melhor o perfil demográfico da população adulta, de acordo com os dados do censo mais recente. Leia Também: 4 em cada 10 alunos de graduação EAD desistem de estudar; número é o maior desde 2014

Número de alunos de ensino superior aumenta em 2023 e 2024
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Número de alunos de ensino superior aumenta em 2023 e 2024

Ó ingresso no ensino superior voltou a crescer entre os anos 2023 e 2024. O total de matrículas atingiu 10,23 milhões de pessoas, um contingente maior do que a população inteira do estado de Pernambuco, que tem 9,5 milhões de habitantes. O percentual de crescimento no período foi de 2,5%, superior à taxa de crescimento populacional em todos estados brasileiros, exceto Roraima, por causa da imigração estrangeira. Os dados sobre o crescimento do número de alunos universitários estão descritos na 16ª edição do Mapa do Ensino Superior divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Instituto Semesp – ligado ao Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior do Estado de São Paulo.Conforme a publicação, de cada dez alunos que se matriculam no ensino superior oito ingressam em faculdades ou centros universitários privados. A diferença entre faculdades e centro universitários é que as faculdades tendem a ser destinadas a áreas específicas de conhecimento e dependem da aprovação do Ministério da Educação para novos cursos superiores. O aumento do ingresso de alunos ocorre quando, pela primeira vez na história, o mapa registra que a proporção de matrículas no ensino a distância (50,7% do total) superou número de inscrições no ensino presencial (49,3%). A maioria das matrículas serem em EAD é o cenário atual, apesar de a taxa de crescimento da modalidade no período (5,6%) ter diminuído de ritmo na comparação com anos da pandemia de covid-19. Desistência dos cursos O mapa elaborado pelo Instituto Semesp, a partir dos dados primários do Inep/MEC, chama atenção para a alta evasão de alunos dos cursos superiores. Em 2024, um em cada quatro alunos do ensino superior público abandonou o curso. No ensino superior privado, a proporção de evadidos foi ainda maior, dois em cada cinco alunos. Cursos com mais demanda Os cursos de EAD mais procurados entre 2023 e 2024 na rede privada foram Pedagogia, Enfermagem e Administração. Na rede pública, os cursos a distância mais procurados são Educação Física, Matemática e Letras – todos para formação de professor (licenciatura). Entre os cursos presenciais na rede privada os mais procurados estão Direito, Enfermagem e Psicologia. Na rede pública, a principal demanda é por Pedagogia, História e Letras – os dois últimos na modalidade de licenciatura. Decisão foi baseada na avaliação de 351 cursos e medidas vão desde a suspensão de novas vagas a restrições ao Fies. O Ministério da Educação também incluiu instituições públicas na lista Agência Brasil | 20:12 – 19/03/2026

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