Pantanal News

Internacional

Israel mantém bombardeios no Líbano após cessar-fogo

A Força de Defesa de Israel (FDI) segue atacando o Líbano, incluindo a capital Beirute, nesta quarta-feira (8), mesmo após o acordo de cessar-fogo de duas semanas anunciado pelo Irã e os Estados Unidos (EUA). A ofensiva de Israel contra o Líbano pode atrapalhar as negociações entre Teerã e Washington, marcadas para começar na próxima sexta-feira (10) em Islamabad, no Paquistão. Isso porque o Irã incluiu, entre os dez pontos para negociações, o fim da guerra em todas as frentes no Oriente Médio, incluindo o Líbano e a Faixa de Gaza. Nesta manhã, Israel informou que fez “o maior ataque” em todo o Líbano desde o dia 2 de março atingindo mais de 100 alvos. “Há pouco tempo, as Forças de Defesa de Israel concluíram ampla onda de ataques contra centros de comando e instalações militares do Hezbollah em Beirute, Beqaa e no sul do Líbano”, disse a FDI. A Agência Nacional de Notícias do Líbano informou que foram realizados diversos ataques em várias partes do país, especialmente no Sul. “Um drone israelense atingiu um veículo em Qasmiyeh, com relatos de feridos, enquanto outro ataque de drone atingiu uma motocicleta em Kfardounin, também causando ferimentos. Aviões de guerra também realizaram um ataque à cidade de Sawaneh, no distrito de Marjayoun”, comunicou o veículo oficial do governo libanês. O Ministério da Saúde do Líbano calcula que a atual fase do conflito, iniciada no dia 2 de março, matou mais de 1,5 mil pessoas, ferindo mais 4,8 mil. Israel ainda bombardeou 93 unidades de saúde libanesas e 57 profissionais de saúde foram assassinados. Mais de 1 milhão de pessoas foram deslocadas de suas residências no período. Ataque israelense em Beirute, no Líbano – Foto REUTERS/Yara Nardi/proibida reprodução Israel quer ocupar território libanês O Chefe do Estado-Maior, tenente-general Eyal Zamir, comunicou que Israel continuará atacando o Hezbollah. “Aproveitaremos todas as oportunidades operacionais. Não comprometeremos a segurança dos moradores do norte de Israel. Continuaremos atacando com determinação”, disse. Israel prometeu ocupar o território do Líbano até o Rio Litani, a cerca de 30 quilômetros da atual fronteira entre os dois países, levando a denúncias de possível anexação definitiva do território, assim como Tel Aviv fez com as Colinas de Golã, da Síria. Ocupado durante a guerra de 1967 por Israel, o território sírio foi, posteriormente, anexado por aprovação no Parlamento em Tel Aviv. Atualmente, a anexação é reconhecida pelo governo de Donald Trump, mas rejeitada pela maior parte da comunidade internacional. Analistas consultados pela Agência Brasil informaram que o Hezbollah parece ter conseguido barrar o avanço do Exército de Israel com inúmeros ataques com drones e mísseis. O grupo chegou a anunciar que mais de 100 tanques israelenses foram destruídos. Hezbollah Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, o grupo libanês Hezbollah pediu que os habitantes das áreas despovoadas pela guerra não retornem imediatamente aos seus bairros e vilas antes do anúncio definitivo do cessar-fogo no Líbano. “Este inimigo traiçoeiro e bárbaro, procurando escapar à imagem da sua derrota, poderá recorrer a tentativas traiçoeiras para criar a falsa impressão de ter alcançado uma vitória que não conseguiu obter no campo de batalha”, diz o comunicado. O Hezbollah não tem reivindicado mais ataques contra as forças israelenses desde o anúncio do cessar-fogo entre o Irã e os Estados Unidos. Entenda Os bombardeios de Israel contra o Líbano foram intensificados com o início da guerra no Irã, depois que o Hezbollah voltou a promover ataques contra Israel, no dia 2 de março.  O Hezbollah alegou agir em retaliação aos ataques de Israel contra o Líbano nos últimos meses e em resposta ao assassinato do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho. Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos. A atual fase do conflito entre Israel e o Hezbollah tem relação com a destruição da Faixa de Gaza a partir de 2023. O Hezbollah passou a lançar foguetes contra o norte de Israel em solidariedade aos palestinos e para desgastar a defesa israelense. Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar fogo entre o grupo xiita e o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, depois que Israel conseguiu matar lideranças do Hezbollah. Porém, Israel seguiu com ataques e bombardeios periódicos contra o Líbano, alegando atingir infraestrutura do Hezbollah, que evitava reagir até o início da guerra no Irã. O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011. FONTE: AGENCIA BRASIL

Saúde

Inscrições para o programa Mais Médicos terminam nesta quarta-feira

O prazo para os interessados em se inscrever para o 45º ciclo do projeto Mais Médicos para o Brasil (PMMB) termina às 23 horas e 59 minutos desta quarta-feira (8). O projeto coordenado pelo Ministério da Saúde é voltado à atuação na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS), em regiões prioritárias, remotas, de difícil acesso e de alto índice de vulnerabilidade, incluindo territórios indígenas, onde há escassez ou ausência de médicos Os profissionais interessados em participar devem se inscrever por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento, com login da conta do portal Gov.br. Para a participação no chamamento público, é indispensável a comprovação prévia da habilitação para o exercício da medicina, com o devido registro no Conselho Regional de Medicina. Os profissionais selecionados atuarão por até 48 meses, combinando atendimento direto à população com formação continuada.>> Siga o canal da Agência Brasil no Vagas São 1.351 vagas para equipes de Saúde da Família (eSF), 75 para equipes de consultório na rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). O documento esclarece que as vagas disponíveis foram distribuídas conforme estudos de demografia médica e sobre vulnerabilidade social. Todos os médicos poderão participar; no entanto, os profissionais formados em instituições de educação superior brasileiras ou com diploma revalidado no Brasil terão prioridade na seleção e ocupação das vagas ofertadas pelo Mais Médicos. O edital contempla três perfis principais: perfil 1: médicos formados no Brasil ou com diploma revalidado, com registro ativo no Conselho Federal de Medicina (CRM); perfil 2: médicos brasileiros formados no exterior (intercambistas); perfil 3: médicos estrangeiros com habilitação para atuar no exterior. Os profissionais selecionados atuarão por 48 meses. Bolsa-formação O programa oferece uma bolsa-formação de R$ 14.121,63 para os médicos matriculados e com situação regular quanto às atividades educacionais previstas no projeto. O médico participante deverá cumprir semanalmente com a carga horária de 44 horas de atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão, com componente assistencial, nas unidades de saúde no município ou distrito em que for alocado. No caso de o médico comprovar a necessidade de mudança de domicílio em razão da alocação em município diferente do seu domicílio, o Ministério da Saúde poderá conceder ajuda de custo, que não poderá exceder ao valor de três bolsas-formação. Mais Médicos Lançado em 2013 para suprir a falta de profissionais em regiões remotas e fixá-los nesta áreas prioritárias, atualmente, o Programa Mais Médicos para o Brasil conta com mais de 26 mil médicos em atuação em todo o país. O Ministério da Saúde orienta os candidatos a acompanharem regularmente a página eletrônica do Programa Mais Médicos para se informar oficialmente de todas as etapas relacionadas à adesão ao Projeto Mais Médicos para o Brasil – PMMB.   FONTE: AGENCIA BRASIL

Perícia médico-legal em MS vai além da necropsia e atua no atendimento de vítimas e na produção de provas

Perícia médico-legal em MS vai além da necropsia e atua no atendimento de vítimas e na produção de provas

Em Mato Grosso do Sul, atuação inclui exames em pessoas vivas, custodiados e casos que subsidiam investigações, medidas de proteção e decisões judiciais Associada, no imaginário popular, a necropsias e mortes violentas, a perícia médico-legal também atua no atendimento de pessoas vivas em Mato Grosso do Sul. O trabalho dos peritos médico-legistas da Polícia Científica alcança casos de lesão corporal, violência doméstica, crimes sexuais e exames em custodiados, com produção de laudos que subsidiam investigações, medidas de proteção e decisões judiciais. Mais do que registrar tecnicamente uma ocorrência, a perícia médico-legal ajuda a materializar vestígios e a qualificar a resposta do Estado em situações em que a prova técnica pode ser decisiva para o esclarecimento dos fatos e a garantia de direitos. No Estado, esses profissionais atuam nas 14 URPIs (Unidades Regionais de Perícia e Identificação), com atendimento aos municípios do interior. Em Campo Grande, os exames são realizados no IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e em seções especializadas, como as instaladas na Casa da Mulher Brasileira, no plantão da DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente), na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol e no Fórum Heitor Medeiros, onde são feitos exames cautelares que antecedem as audiências de custódia. Para exercer a função, é necessário ter graduação em Medicina, com diploma reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação), e aprovação em todas as etapas do concurso público. A formação específica para a atividade pericial ocorre na Academia de Polícia, etapa final do processo seletivo. Neste 7 de abril, Dia do Perito Médico-Legista, a data chama atenção para uma atividade essencial para a produção da prova técnico-científica e para o funcionamento do sistema de justiça. Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Brasil
Internacional

Trégua no Oriente Médio derruba petróleo e pode aliviar pressão sobre combustíveis no Brasil

A recente sinalização de um cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã provocou uma reação imediata nos mercados internacionais, especialmente no setor de energia. O petróleo, que vinha acumulando fortes altas desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, registrou queda expressiva em poucos dias, refletindo uma redução no risco geopolítico e a expectativa de normalização do fluxo de petróleo em rotas estratégicas. A descompressão ocorre principalmente após a perspectiva de reabertura do estreito de Ormuz, uma das principais passagens marítimas do mundo para o transporte de petróleo e gás. Durante o período mais crítico do conflito, ameaças à navegação na região elevaram drasticamente os preços, já que qualquer interrupção naquele ponto afeta diretamente o abastecimento global. Mesmo com a queda recente, os preços ainda permanecem acima dos níveis registrados antes do início das tensões, o que indica que o mercado segue cauteloso quanto à estabilidade da região. A trégua anunciada tem caráter temporário, e ainda há incertezas sobre sua continuidade e sobre a capacidade de recuperação da infraestrutura energética afetada pelos ataques. No Brasil, o recuo no preço do petróleo pode representar um alívio importante, especialmente em um momento em que o custo dos combustíveis vinha pressionando a inflação e impactando diretamente setores estratégicos da economia. O diesel, por exemplo, é peça-chave para o transporte de mercadorias e para o escoamento da produção agrícola, tornando-se uma das principais preocupações do governo federal. Leia mais: Incêndio atinge velódromo do Parque Olímpico e mobiliza seis quartéis no Rio Calor segue em Goiânia e chuva pode voltar à noite nesta quarta-feira (08) Nos últimos meses, medidas foram adotadas para tentar conter a alta dos combustíveis, incluindo subsídios diretos e redução de impostos. No entanto, parte dessas ações ainda enfrenta dificuldades de implementação, principalmente pela baixa adesão de empresas do setor de distribuição, o que limita o impacto prático dessas políticas no bolso do consumidor. Com a queda do petróleo no mercado internacional, o cenário pode mudar de forma mais natural, reduzindo a dependência de intervenções governamentais. Ainda assim, especialistas apontam que os efeitos não são imediatos e dependem de variáveis como câmbio, logística e políticas internas de preços. Enquanto isso, o impacto da trégua também foi sentido nos mercados financeiros globais. Bolsas de valores na Ásia registraram forte alta, impulsionadas pela perspectiva de redução nos custos de energia e maior estabilidade econômica. Países da região, altamente dependentes do petróleo do Oriente Médio, foram alguns dos mais afetados durante o período de crise. Na fase mais intensa do conflito, diversos países asiáticos enfrentaram dificuldades no abastecimento e aumento significativo nos preços dos combustíveis, levando inclusive à adoção de medidas emergenciais. Companhias aéreas reduziram voos, governos ampliaram subsídios e setores produtivos sentiram o impacto direto do encarecimento da energia. Expectativas do mercado no Brasil Mesmo com o cessar-fogo, analistas avaliam que a normalização completa do mercado energético ainda deve levar tempo. Isso porque ataques recentes atingiram instalações importantes de produção e exportação, e os danos estruturais podem exigir meses — ou até anos — para serem totalmente reparados. Além disso, a retomada plena da confiança no fluxo seguro de petróleo pela região depende de estabilidade política duradoura, algo que ainda não está garantido. A trégua atual é vista como um passo importante, mas não definitivo. Diante desse cenário, o mercado segue atento aos próximos movimentos diplomáticos e militares. Para o Brasil, o momento representa uma possível janela de alívio econômico, mas ainda cercada de incertezas. O comportamento dos preços nas próximas semanas será determinante para entender se a queda recente é apenas um respiro temporário ou o início de uma tendência mais consistente de estabilização. Fonte: BBC

Aldeias de Dourados recebem reforço no atendimento em meio à emergência por chikungunya

Aldeias de Dourados recebem reforço no atendimento em meio à emergência por chikungunya

Plano de contingência prioriza diagnóstico precoce, controle da dor e regulação de pacientes na rede hospitalar A resposta à emergência em saúde pública provocada pelo avanço da chikungunya em Dourados tem mobilizado uma força-tarefa integrada entre a SES (Secretaria de Estado de Saúde) e a Força Nacional do SUS (Sistema Único de Saúde). Há 19 dias no município, as equipes atuam tanto no atendimento direto à população quanto na reorganização da rede assistencial, com foco especial nas comunidades indígenas. Na terça-feira (7), a secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, recebeu o diretor-geral da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli, e sua equipe para dar continuidade no alinhamento das ações. Desde o decreto de emergência, o trabalho tem sido estruturado em duas frentes principais. A primeira é o reforço na linha de frente, com atendimento à população aldeada da Reserva de Dourados, que abrange as aldeias Jaguapiru e Bororó, além de comunidades indígenas em áreas de retomada. Ao todo, quatro unidades básicas de saúde concentram a cobertura assistencial nessas localidades. A segunda frente envolve a reorganização dos processos de atendimento e a qualificação dos profissionais de saúde. A estratégia inclui o treinamento de equipes médicas que atuam tanto nos hospitais do SUS quanto na rede suplementar, ampliando a capacidade de diagnóstico e manejo clínico da chikungunya, considerada uma doença ainda recente na região. O plano de contingência adotado prioriza a identificação precoce de casos graves, o manejo adequado da dor, um dos principais sintomas da doença, e a regulação dos pacientes para leitos hospitalares, quando necessário. Os encaminhamentos são realizados para unidades de referência, como o Hospital Universitário e o Hospital Regional de Dourados, garantindo assistência conforme a gravidade de cada caso. De forma integrada às ações assistenciais, o enfrentamento à doença também inclui medidas de controle vetorial. Em articulação com a Defesa Civil estadual e a Marinha do Brasil, estão sendo realizadas a instalação de telas em caixas d’água, aplicação de inseticidas químicos e biológicos, que não comprometem a potabilidade da água, além de limpeza de terrenos e borrifação no entorno das residências, com o objetivo de reduzir a proliferação do mosquito transmissor. A atuação integrada entre os entes federal, estadual e municipal tem sido apontada como fundamental para conter o avanço da doença. A presença simultânea da Força Nacional do SUS e o apoio logístico e assistencial da SES reforçam a capacidade de resposta do sistema de saúde diante de um cenário considerado atípico pela elevada circulação do vírus. A secretária de Estado de Saúde em exercício, Crhistinne Maymone, destaca que a união entre as instituições tem sido decisiva para fortalecer a assistência à população. “Estamos atuando de forma integrada com a Força Nacional do SUS e o município de Dourados para garantir uma resposta rápida e eficaz. Esse trabalho conjunto permite não apenas ampliar o atendimento durante a emergência, mas também qualificar a rede de saúde para o manejo adequado da chikungunya, especialmente nas áreas mais vulneráveis, como as comunidades indígenas”, afirma. A superintendente de Atenção à Saúde, Angélica Congro, reforça que o foco da assistência já começa a avançar para além da fase aguda da doença. “Estamos acompanhando uma redução dos casos nas aldeias e, neste momento, nosso olhar também se volta para a fase crônica da chikungunya. Isso envolve garantir o seguimento adequado dos pacientes, com manejo da dor e reabilitação, especialmente com o apoio da fisioterapia, além de manter a organização da rede para evitar agravamentos”, explica. A superintendente de Vigilância em Saúde, Larissa Castilho, destaca a importância da qualificação das equipes e da organização dos fluxos assistenciais. “Temos trabalhado na capacitação contínua dos profissionais e na estruturação dos fluxos de atendimento, desde a atenção básica até os leitos hospitalares. Isso garante mais agilidade no diagnóstico, melhor condução dos casos e segurança para o paciente, além de deixar um legado importante para o enfrentamento de outras arboviroses”, pontua. O diretor-geral da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli, também ressalta a importância da atuação conjunta. “Quando enfrentamos uma emergência em saúde pública, é fundamental atuar de forma interfederativa. O que está acontecendo aqui no Mato Grosso do Sulvem  demonstrando que o governo federal, o governo do estado e o governo municipal têm somado esforços para superar essa emergência, cuja positividade do vírus é algo que nunca vimos no Brasil. Todo o apoio do governo do estado, seja por meio da Secretaria de Estado de Saúde, que chegou em tempo oportuno ao território, seja pela atuação da Defesa Civil, demonstra que essa união está voltada à proteção da população de Mato Grosso do Sul”, pontua. Com as ações em andamento, a expectativa é não apenas ampliar o atendimento durante o período emergencial, mas também deixar como legado uma rede mais preparada para o enfrentamento de arboviroses, com profissionais capacitados e fluxos assistenciais mais eficientes. Kamilla Ratier e André Lima, Comunicação SESFoto de capa: ArquivoInterna: André Lima Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Padre ganha carro em rifa que ele mesmo organizou em Santa Catarina
Brasil

Padre ganha carro em rifa que ele mesmo organizou em Santa Catarina

Vocêm padre da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Florianópolis (SC), acabou se tornando o centro de uma polêmica após ganhar o prêmio principal de um sorteio promovido pela própria igreja no domingo de Páscoa. O prêmio era um carro modelo Fiat Argo. Diante da repercussão, o religioso anunciou que um novo sorteio será realizado na quinta-feira (9). Durante a celebração, voluntários jogaram as rifas para o alto, e o padre Eduardo Senna pegou um dos papéis. Ao perceber o resultado, reagiu diante dos fiéis: “Vocês não vão acreditar. É em branco, é o meu!”, disse, enquanto parte da congregação ria da situação. A cena, no entanto, gerou críticas nas redes sociais. Internautas questionaram a participação do padre no sorteio que ele próprio ajudou a organizar. Alguns chegaram a afirmar que os bilhetes “só tinham o nome dele” ou defenderam que “quem organiza não participa”. Por outro lado, houve quem saísse em defesa do religioso, afirmando que o processo foi justo. “Não concordo, padre. Eu estava na missa, o sorteio foi totalmente justo e honesto. Foi sorte sim, foi a mão de Deus abençoando quem tanto ajuda as pessoas. O carro tem de ser seu sim. Sabemos o quanto o senhor é justo e transparente. O que não é justo é o senhor não ficar com o carro que é seu. Ganhou a rifa. Indignada com tudo isso”, escreveu uma fiel. . Padre organiza rifa, participa de sorteio e leva carro ao sortear bilhete em branco; caso divide fiéishttps://t.co/3BPx0bMMwU pic.twitter.com/dlcUa5L7Bh — Daltro Emerenciano Instagram @blogdedaltroemerenci (@BlogdeDaltro) 7 de abril de 2026 Diante da repercussão, o padre se pronunciou nas redes sociais na segunda-feira. “Na ocasião do sorteio, havia alguns bilhetes em branco, o que gerou dúvidas. Eu entendo, compreendo perfeitamente. O carro não ficaria para mim, ficaria para a paróquia, mas eu entendo os questionamentos”, explicou, ao mesmo tempo em que agradeceu o apoio recebido dos fiéis. . Nesse contexto, o sorteio da “Ação Entre Amigos”, que tinha como objetivo arrecadar recursos para a reforma de cinco comunidades ligadas à paróquia no bairro de Canasvieiras, será refeito na quinta-feira, sem a participação das rifas adquiridas por Eduardo Senna. De acordo com o NSC Total, os demais prêmios, como uma televisão, uma air fryer, um notebook e uma bicicleta, já foram entregues aos vencedores. Apenas o sorteio do carro será realizado novamente. Empregado relatou ter ficado cinco meses sem receber salário e sofreu hostilidades após declarar voto em Lula. Justiça do Trabalho do Ceará considerou o caso como discriminação e determinou pagamento de indenização e verbas trabalhistas atrasadas | 04:45 – 07/04/2026

Irmão chora a morte de menino autista em estação de esgoto:
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Irmão chora a morte de menino autista em estação de esgoto: ‘tragédia’

UMpós dois dias de buscas, o menino João Raspante Neto, de 13 anos, foi encontrado morto na madrugada desta terça-feira (7) em Marília, no interior de São Paulo. O corpo estava em uma lagoa do Centro de Tratamento de Esgoto Barbosa, na região sul da cidade, próximo ao local onde ele havia desaparecido. João tinha diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 3 e era não verbal, condição que exige maior nível de suporte e que tornou o desaparecimento ainda mais preocupante para os familiares, que haviam iniciado uma mobilização intensa para encontrá-lo. De acordo com a Polícia Militar, o garoto foi localizado já sem vida, boiando na água, a cerca de 870 metros da chácara onde estava com a família. Próximo dali, foram encontrados objetos que seriam dele, como roupas e um celular. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu foram acionadas e confirmaram a morte no local. O irmão do menino, o jogador profissional de esportes eletrônicos Gustavo Rossi, conhecido como Sacy, se manifestou nas redes sociais e lamentou a perda. Em uma publicação, ele agradeceu o apoio recebido durante as buscas. “Boa noite, pessoal. Gostaria de agradecer a todos que se compadeceram e se movimentaram para encontrar o meu irmão. Infelizmente, o João foi encontrado sem vida e agora está ao lado da minha família. Estou sem palavras agora. Obrigado mais uma vez pela ajuda”, escreveu. Sacy também afirmou que a morte foi acidental e pediu respeito neste momento de luto. “Foi um acidente, então parem de especular o que aconteceu. A única coisa que peço é um pouco de espaço para minha família”, disse. (Lenda)© X Segundo ele, a mãe está profundamente abalada com a perda. O jogador ainda relembrou a relação com o irmão e destacou o quanto João foi importante em sua trajetória. “Desde que comecei a minha carreira, consegui ajudar a dar uma condição melhor para o João, e ele sempre melhorava a cada ano, não falava muito, às vezes falava mais em inglês do que português, não falava ‘azul’, falava ‘blue’, e sempre queria estar jogando algo também, doidera né? Às vezes, puxou o irmão mais velho”, contou. (Lenda)© X Artista diz que agiu rapidamente após primeiros sintomas e destaca importância do atendimento imediato. Mico Freitas segue internado sob observação, consciente e estável, enquanto passa por exames para investigar a causa do AVC isquêmico | 04:30 – 04/08/2026

Suzane Richthofen fala sobre culpa e diz ter “destruído” o irmão
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Suzane Richthofen fala sobre culpa e diz ter “destruído” o irmão

Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos próprios pais em 2002, é o foco de um novo documentário de quase duas horas que revisita um dos crimes mais chocantes do país. Na produção, ela fala abertamente sobre o impacto do caso na própria família, especialmente na vida do irmão, Andreas, que tinha 14 anos na época. “Ele gritava e chorava. Não era para ter sido assim. E eu tenho culpa porque causei todo esse sofrimento nele”, afirma Suzane no documentário, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo. Ela relata que as lembranças daquele momento continuam presentes até hoje. O sofrimento do irmão, segundo Suzane, foi a consequência mais devastadora de tudo o que aconteceu. Os gritos dele, de acordo com seu relato, ainda ecoam em sua mente. Suzane também descreve Andreas como “um refúgio dentro de casa” e afirma que os dois tinham um relacionamento muito próximo. Ela diz que sempre procurou protegê-lo, o que torna ainda mais dolorosa a percepção de que foi ela quem “destruiu a vida” do irmão. Apesar de já ter pedido perdão, a relação entre os dois nunca foi reconstruída. Ao longo dos anos, eles se afastaram completamente e passaram a enfrentar conflitos familiares e disputas patrimoniais. Em 2016, Andreas chegou a ser internado por cerca de 20 dias em uma clínica psiquiátrica após sofrer um surto emocional, em meio à possibilidade de reencontrar a irmã, que tentava uma reaproximação. Desde então, o distanciamento entre os dois permanece. Artista diz que agiu rapidamente após primeiros sintomas e destaca importância do atendimento imediato. Mico Freitas segue internado sob observação, consciente e estável, enquanto passa por exames para investigar a causa do AVC isquêmico | 04:30 – 04/08/2026

Leilão da Receita tem iPhone 17 por R$ 4.600 e guitarra Fender por R$ 500
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Leilão da Receita tem iPhone 17 por R$ 4.600 e guitarra Fender por R$ 500

SÃO PAULO, SP (UOL/) – A Receita Federal realiza no próximo dia 14 de abril mais um leilão de mercadorias apreendidas ou abandonadas. São 270 lotes no total, com opções que vão de iPhone a vinhos e guitarras. O leilão é online e destinado a pessoas físicas e jurídicas. O acesso se dá através do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), e os lances e os lotes podem ser acompanhados no site da Receita Federal. O período de apresentação de propostas vai de 9 de abril, às 8h, a 13 de abril, às 21h. Já no dia 14, a classificação e ordenação das propostas acontece às 9h, enquanto a apresentação de lances está marcada para as 10h -horários de Brasília. Os itens estarão disponíveis para visitação mediante agendamento entre 30 de março e 10 de abril. Entre os locais estão os aeroportos de Viracopos e Guarulhos e cidades como Santos, Guarujá, São Bernardo, Barueri e Santo André, entre outros -confira no edital. VEJA OS DESTAQUES São dez lotes que contam com o iPhone Pro Max 17 de 256GB. Com preço original aproximado de mais de R$ 9 mil, eles podem ser arrematados a partir de R$ 4.600. Para quem gosta de vinhos, há opções para colecionadores. Uma garrafa de vinho tinto Domaine Leroy, Romanée-Conti Grand Cru Monopole da safra 1971 está com o preço mínimo de R$ 26.400. Já um vinho tinto Saute-Loup de Pomerol (França), de 2012, sai por R$ 3 mil. Aos interessados ​​em música, há três guitarras disponíveis. Entre as opções, há uma Fender Stratocaster por R$ 500 e uma Tagima por R$ 300. Leia Também: Novo aponta ‘inércia’ da AGU e do Ministério da Justiça em investigação contra ‘Careca do INSS’

Trump
Internacional

Trump adia ataque ao Irã por duas semanas após mediação do Paquistão; cessar-fogo é anunciado

Donald Trump anunciou nesta terça-feira (7/4) que adiou por duas semanas os ataques planejados contra o Irã, após pedido de autoridades do Paquistão, que mediam conversas indiretas entre os dois países. O presidente americano havia dado até as 21h desta terça, no horário de Brasília, para que o Irã chegasse a um acordo e reabrisse o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa grande parte do petróleo mundial. Em publicação no Truth Social, Trump anunciou a suspensão. “Concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas. Este será um CESSAR-FOGO de dois lados!”, escreveu. O presidente alegou que todos os objetivos militares dos EUA no Irã já foram cumpridos e que as negociações para um acordo definitivo estão avançadas. Segundo ele, o Irã apresentou uma proposta de paz com 10 pontos, considerada base viável para negociação, com quase todos os pontos de divergência já acordados. “Um período de duas semanas permitirá que o acordo seja finalizado e concluído”, declarou. O Irã não havia se pronunciado até o fechamento desta reportagem. Leia mais: Trump alerta que “uma civilização inteira morrerá esta noite” e impõe ultimato ao Irã O que aconteceu antes do anúncio de Trump Horas antes do prazo expirar, bombardeios já haviam sido registrados na região. Os Estados Unidos atacaram a ilha de Kharg, que concentra cerca de 90% do petróleo produzido pelo Irã, poupando as áreas petrolíferas. Israel, por sua vez, afirmou ter realizado “amplos ataques” no território iraniano, atingindo pontes, ferrovias, aeroportos e edifícios, incluindo uma ponte em Qom, uma das maiores cidades do país, e uma petroquímica. O Irã reagiu convocando a população a formar escudos humanos ao redor de usinas e afirmando que a fase de “boa vizinhança” com países do Golfo havia chegado ao fim. Ataques foram lançados contra Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein. Os riscos que assustaram o mundo As ameaças de Trump elevaram a tensão internacional e levantaram alertas sobre possíveis crimes de guerra em caso de ataques a alvos civis. Um eventual bombardeio a usinas iranianas poderia interromper o fornecimento de energia para milhões de pessoas. Havia também o temor de que ataques a instalações nucleares provocassem um acidente radiológico com impactos além das fronteiras do Irã. Teerã havia sinalizado ainda a possibilidade de retaliar atingindo refinarias de petróleo e usinas de dessalinização em países do Golfo, colocando em risco o abastecimento de água para milhões de pessoas na região.

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