Pantanal News

Bebê de 1 ano morre atropelado pelo próprio pai na garagem de casa em SC
Brasil

Bebê de 1 ano morre atropelado pelo próprio pai na garagem de casa em SC

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Um bebê de 1 ano e 4 meses morreu após ser atropelado pelo pai enquanto ele manobrava o carro na garagem de casa, em Chapecó (SC), na noite do domingo (3). O caso é investigado como negligência pela Polícia Civil de Santa Catarina. Acidente ocorreu enquanto homem dava ré no veículo. Ele não teria percebido a presença do filho e, sem querer, atingiu o bebê, segundo informações da Polícia Civil catarinense. O homem disse ter sentido um leve solavanco durante a manobra, mas não suspeitou que o filho tivesse sido atropelado. À polícia, ele alegou que pensou ter encostado em um degrau que tem na garagem da casa e deu continuidade à manobra. Mãe da criança presenciou o atropelamento. Os pais socorreram o menino e o levaram a um hospital da cidade, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde. Pai foi levado à Central de Plantão Policial para prestar esclarecimentos. Após o depoimento, o homem foi solto enquanto as investigações prosseguem. O caso foi registrado como acidente doméstico resultante de negligência sem a intenção de matar. As apurações são conduzidas pela 3ª Delegacia de Polícia de Chapecó e os investigadores aguardam a conclusão dos laudos periciais. Novos detalhes só serão divulgados se houver alguma reviravolta nas investigações, disse em nota a corporação. “Diante da extrema sensibilidade do caso, a Polícia Civil informa que não prestará detalhes adicionais, salvo se novos fatos relevantes surgirem no decorrer da investigação”. Como o homem não teve o nome divulgado, não foi possível localizá-lo. Leia Também: Bar na Augusta pode ser multado após relato de Ana Paula Renault por barulho excessivo

Bar na Augusta pode ser multado após relato de Ana Paula Renault por barulho excessivo
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Bar na Augusta pode ser multado após relato de Ana Paula Renault por barulho excessivo

Em nota, a Bernadette Casa afirmou que opera em consonância com a legislação municipal, que regula atividades noturnas, e com “os princípios previstos no artigo 170 da Constituição Federal, que assegura o exercício da livre iniciativa dentro dos limites legais”. “O estabelecimento possui alvará de funcionamento válido, auto de vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), licença expedida pela prefeitura municipal, cadastro junto aos órgãos competentes e laudo técnico de isolamento/acústica emitido por profissional habilitado”, diz o comunicado. De acordo com a jornalista, desde 2025, ela e vizinhos convivem com o som alto de festas promovidas pelo espaço. Ela afirma que já recorreu a diferentes canais institucionais, como envio de emails à prefeitura, registros na central 156, no Psiu (Programa Silêncio Urbano) e até boletins de ocorrência. Ana Paula também criticou a atuação do Psiu, publicando prints de solicitações de vistorias e relatando falhas nas fiscalizações. “Nas raras vezes em que ocorreram, foram conduzidas no andar errado, tornando o flagrante impossível. O que temos vivido aqui é absolutamente insustentável”, afirmou. Ainda em sua rede social, ela descreveu que o volume do som chega a fazer paredes tremerem e móveis vibrarem, além de relatar possíveis danos dentro do apartamento. Um vídeo, que circulam na internet, mostra a jornalista discutindo com representantes do estabelecimento. O vereador Nabil Bonduki (PT) afirmou ter sido acionado por moradores sobre a suposta poluição sonora. Segundo ele, o local possui alvará emitido em 2023 para funcionamento como restaurante, com capacidade máxima de 100 pessoas. Procurado pela reportagem, o Bernadette Casa não respondeu sobre a afirmação do vereador. As atividades seguem normalmente no estabelecimento, que abriria as portas nesta segunda-feira (4), informou o contato oficial de WhatsApp a Folha de S.Paulo. “Ao que tudo indica, o local funciona com características diferentes das autorizadas e comporta um público maior do que o permitido. Se isso se confirmar, o estabelecimento deve ser multado e, se necessário, lacrado “, declarou Bonduki em sua rede social, onde também criticou a suposta falta de fiscalização por parte da gestão Ricardo Nunes (MDB): “A Prefeitura libera e depois não fiscaliza”. A legislação municipal prevê punições para casos de poluição sonora. A Lei do Ruído (nº 11.501/94) estabelece multa de R$ 24.195 em caso de excesso. Já a lei nº 16.402/2016, que regula o uso do solo na cidade, determina que estabelecimentos devem cumprir exigências como isolamento acústico e segurança para funcionamento em horários estendidos. A Secretaria Municipal das Subprefeituras informou que o Psiu emitiu, em agosto de 2025, um Termo de Orientação ao responsável pelo estabelecimento, solicitando a interrupção do ruído irregular. O documento administrativo é aplicado quando o infrator está regularmente cadastrado como microempresa, empresa de pequeno porte ou local de culto. Segundo a pasta, o endereço está incluído no cronograma de futuras fiscalizações, cujas datas não são divulgadas para garantir a eficácia das ações. Em caso de reincidência, o local pode ser multado e até interditado. A Subprefeitura Sé informou ainda que enviou equipes ao local na madrugada do último domingo (3), quando foi constatado que a licença de funcionamento não correspondia à atividade exercida. Por se tratar de microempresa, foi concedido prazo de 30 dias para regularização, sob pena de sanções. De acordo com o órgão, foram realizadas seis fiscalizações no endereço entre 2020 e 2025. Quatro das fiscalizações foram feitas no último ano. Em apenas uma ocasião, no dia 3 de agosto de 2025, foi identificado nível de ruído acima do permitido, resultando na emissão de Termo de Orientação. Leia Também: Ao menos 1 em cada 10 mulheres no Brasil é vítima de violência de parceiro, aponta estudo

Saúde

Hantavírus: OMS suspeita de rara transmissão entre humanos em navio

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (5) que não descarta a possibilidade de transmissão, ainda que rara, de pessoa para pessoa no caso do surto de hantavírus detectado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico. “As vítimas de hantavírus no navio no Oceano Atlântico podem ter sido infectadas antes de embarcarem no cruzeiro e uma transmissão de pessoa para pessoa não pode ser descartada – ainda que rara”, destacou a entidade em nota. O balanço mais recente da OMS aponta que sete dos 147 passageiros e tripulantes a bordo da embarcação apresentaram sintomas e três morreram. Um dos pacientes permanece em cuidado intensivo na África do Sul, mas apresenta melhora.  Dois pacientes permanecem a bordo do navio que, neste momento, está na costa de Cabo Verde. Ambos, segundo a chefe de Preparação e Prevenção de Epidemias e Pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, estão sendo preparados para serem evacuados. “O plano e nossa maior prioridade é evacuar esses dois indivíduos por via aérea”, explicou, reforçando que o risco, para a população em geral, é baixo. “Não é um vírus que se espalha como o da influenza ou o da covid. É bem diferente”. O terceiro caso suspeito de hantavírus, de acordo com a representante da OMS, apresentou febre baixa e permanece com bom quadro de saúde. Situação médica grave A operadora de turismo Oceanwide Expeditions confirmou na segunda-feira (4) que enfrenta “situação médica grave” a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius. Em nota, a empresa informou que o primeiro passageiro morreu no dia 11 de abril. “A causa da morte não pôde ser determinada a bordo. Em 24 de abril, esse passageiro desembarcou em Santa Helena (ilha britânica), acompanhado de sua esposa”. Três dias depois, em 27 de abril, a operadora de turismo foi informada que a esposa desse passageiro também havia passado mal e morrido. Ambos eram cidadãos holandeses. Também no dia 27 de abril, outro passageiro, de nacionalidade britânica, adoeceu gravemente e foi levado para a África do Sul por via aérea. Clique aqui e leia mais sobre o caso de hantavirose, na Agência Brasil FONTE: AGENCIA BRASIL

Saúde

Vigilância do câncer relacionado ao trabalho ganha novas diretrizes

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, lançou nesta terça-feira (5) as Diretrizes para a Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho, versão 2026, durante o Seminário Nacional sobre Experiências Bem-sucedidas na Estruturação da Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho no Brasil, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). As diretrizes foram publicadas originalmente em 2012 e atualizadas agora para incorporar avanços científicos e, também, ampliar o apoio aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) na identificação e no monitoramento de fatores de risco nos ambientes de trabalho. Em entrevista à Agência Brasil, a gerente substituta da Área Técnica Ambiente, Trabalho e Câncer do Inca (Atatc), epidemiologista Ubirani Otero, explicou que a elaboração da nova versão das diretrizes seguiu a lista nacional de doenças relacionadas ao trabalho, que também foi atualizada no ano passado.  “Foi feita toda uma revisão sistemática para essa nova versão das diretrizes, porque de 2012 até hoje vários outros agentes químicos, físicos e biológicos foram classificados como cancerígenos. Então a relação precisava ser atualizada”, disse. Não estavam na versão anterior, por exemplo, a ocupação de bombeiro e o trabalho noturno.  A médica Ubirani Otero informou que o trabalho noturno está associado aos cânceres de mama, retal e de próstata. Por isso, a lista precisava ser atualizada, ressaltou. Rotina A nova versão das diretrizes serve à prática da rotina dos profissionais de saúde, para que possam identificar os tipos de câncer aos quais os trabalhadores foram expostos, por meio do recordatório do histórico ocupacional (ou anamnese ocupacional) e fazer a notificação no final.  “Ela é uma ferramenta que deve ser usada na rotina desses profissionais”, esclarece Ubirani. A intenção foi fazer uma versão mais enxuta em comparação à primeira edição, que tinha 10 capítulos.  “Essa segunda tem oito capítulos. É uma versão mais enxuta, objetiva, integrada com alguns exemplos práticos, alguns casos clínicos que o profissional pode ler ali, identificar e saber como fazer um recordatório”, explicou Ubirani Otero.  A ideia foi fazer uma versão mais prática que pudesse auxiliar ainda mais os profissionais de saúde, fortalecendo a vigilância dos casos de câncer relacionados ao trabalho. A epidemiologista acredita que essa versão atualizada das diretrizes pode auxiliar, inclusive, no desenvolvimento de políticas públicas.  O reconhecimento de um tipo de câncer que esteja ocorrendo em determinada região ou município pode levar a uma busca ativa, procurando saber a que agente os trabalhadores adoecidos foram expostos durante sua vida laboral.  “Aí você vai encontrar que foram expostos à sílica, ao amianto, trabalharam por tantos anos em uma determinada ocupação que expunha eles a esses fatores de risco”, ressalta.  Se o trabalhador fumar, o tabagismo é um dos principais agentes para câncer de pulmão. Mas se estava exposto a outros agentes, o risco seria maior.  “Você tem condições, mesmo ele sendo fumante, de saber que existe um fator sinérgico (uma interação entre dois ou mais agentes)”, afirmou Ubirani Otero. Com as notificações e o surgimento dos casos, os profissionais de saúde e as equipes de vigilância podem procurar saber quais são as atividades que estão dentro do seu território e agir preventivamente para que esses casos não ocorram, destacou.  “Esse é o objetivo. Que os profissionais de saúde tenham condições de identificar onde estão as indústrias, as ocupações que estão fazendo com que esses trabalhadores adoeçam por câncer e elaborar e implementar medidas de prevenção”, disse. Durante o seminário, os estados e os municípios já capacitados pelo Inca mostraram as notificações que puderam fazer baseados nas diretrizes antigas. Com a versão atualizada, a médica Ubirani Otero acredita que o trabalho deles será muito facilitado. Avanços As novas diretrizes incorporam avanços científicos. A edição 2026 do Inca segue os parâmetros da lista da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, do nome em inglês), vinculada à Organização Mundial de Saúde (OMS).  A epidemiologista considerou um “avanço enorme” a expansão de 19 para 50 tipos de câncer nas novas diretrizes.  “Desde que a nossa área foi formada, em 2004, até hoje a gente já teve muitos avanços para que os casos de câncer no trabalho não fiquem na invisibilidade, para que eles possam ganhar o reconhecimento, para que medidas de prevenção e vigilância sejam tomadas; para que a gente possa evitar esses casos. Porque o câncer relacionado ao trabalho pode ser totalmente prevenível”, defende. Além dos cânceres de mama, ovário, próstata, colorretal, fígado, há muitos outros tipos de câncer relacionados ao trabalho.  “Tem os cânceres hematológicos como linfomas, leucemias, mielomas. Tem o câncer de bexiga, o câncer de pulmão, o câncer de pele, que é um dos mais importantes, porque representa 30% de todos os casos de câncer no Brasil”, mencionou Ubirani Otero. O câncer de pele está muito relacionado ao trabalho, porque grande número de pessoas trabalham expostas ao sol, como os ambulantes, empregados da construção civil, os guardas de trânsito, agentes do Correios, pescadores, agricultores, lembra a médica.  Ubirani chamou a atenção que quando se entra nas especificidades do câncer, a lista só aumenta. Por exemplo, quando falamos no câncer da cavidade oral, há câncer de língua, da boca e da laringe.  Daí, quanto mais específica for a lista das novas diretrizes, denominando cada tipo de câncer e quais as ocupações em que existe maior risco daquele câncer se desenvolver, melhor para que a prevenção e o controle ocorram e tenham sucesso. FONTE: AGENCIA BRASIL

Sergipe: quatro pessoas da mesma família morrem em acidente de trânsito
Brasil

Adolescente morre após ter pescoço cortado por linha de pipa no interior de SP

A linha provocou um corte profundo no pescoço da adolescente. Ela chegou a ser levada ao Hospital Regional de Presidente Prudente, mas não resistiu ao ferimento. Em nota, a Divisão Municipal de Educação de Álvares Machado lamentou a morte. Lorena era aluna da rede municipal e treinava na APA (Associação Prudentina de Atletismo). “Neste momento de dor, a APA, em nome de toda a diretoria, manifesta seus mais sinceros sentimentos e solidariedade aos familiares e amigos da jovem Lorena”, diz nota da associação. O caso é investigado pela Delegacia Seccional de Prudente. Como parte da apuração, policiais civis apreenderam nesta segunda (4) restos de pipas e linhas com material cortante em uma área próxima ao acidente. O material apreendido vai passar por perícia. Conforme a Secretaria de Segurança Pública do estado, Aguiar compareceu acompanhado de advogados ao Departamento de Feminicídio, onde foi formalmente ouvido. Na unidade, foi cumprido o mandado de prisão temporária expedido pela Justiça estadual. | 08:00 – 05/05/2026

Polícias Científica e Penal coletam DNA de custodiados para ampliar banco usado em investigações criminais
Destaque

Polícias Científica e Penal coletam DNA de custodiados para ampliar banco usado em investigações criminais

Ação coordenada pela Sejusp foi realizada na Gameleira II, em Campo Grande, e integrou operação do Codesul voltada à comparação genética de perfis e vestígios de crimes A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul e a Polícia Penal realizaram, na quinta-feira passada (30), cerca de 300 coletas de material biológico na Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira II, em Campo Grande. A ação foi coordenada pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e integrou a Operação Codesul Perfil Genético, desenvolvida de forma articulada entre Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As coletas foram feitas em custodiados previamente selecionados conforme as hipóteses previstas em lei. O procedimento é não invasivo e teve como finalidade obter perfis genéticos para inserção no BNPG (Banco Nacional de Perfis Genéticos), após processamento laboratorial, validação técnica e cumprimento dos critérios da RIBPG (Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos). O banco permite comparar perfis genéticos de pessoas legalmente cadastradas com vestígios biológicos encontrados em locais de crime ou em vítimas. Esse cruzamento pode indicar vínculos entre crimes diferentes, apontar possível autoria e acrescentar prova técnico-científica a investigações criminais. Em Mato Grosso do Sul, a Polícia Penal atuou na triagem, seleção e organização dos custodiados dentro da unidade prisional. A Polícia Científica foi responsável pela coleta, análise laboratorial, validação e gestão técnica dos perfis genéticos por meio do IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses). Para o diretor-presidente da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), Rodrigo Rossi Maiorchini, a operação mostra a importância da integração entre a rotina prisional e o trabalho técnico-pericial. “A etapa realizada dentro do estabelecimento penal exige planejamento, controle de fluxo e identificação prévia dos custodiados que se enquadram nos critérios legais. Esse trabalho de organização é o que permite que a Polícia Científica execute a coleta com segurança e dentro dos protocolos necessários”, afirmou. A diretora do IALF (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), perita criminal Josemirtes Prado da Silva, destacou a participação do instituto na operação. “Cada perfil inserido com qualidade técnica amplia a capacidade de comparação do banco. Isso pode permitir a conexão entre crimes, indicar possíveis autores e abrir novas linhas de investigação em casos que dependem de prova científica”, explicou. Em Mato Grosso do Sul, a RIBPG registra 5.034 perfis genéticos na área criminal. A maior parte é de condenados: são 4.081 perfis, o equivalente a aproximadamente 40% das 10.178 pessoas condenadas no sistema prisional estadual, conforme o Mapa Prisional da Agepen de dezembro de 2025. Esse é o universo que operações como a realizada na Gameleira II buscam ampliar. A base estadual também conta com 910 perfis oriundos de vestígios, 39 de identificados criminalmente, três de coletas por decisão judicial e um de resto mortal identificado. O impacto aparece quando esses perfis são confrontados com vestígios biológicos coletados em locais de crime ou em vítimas. Até novembro de 2025, Mato Grosso do Sul registrava 88 investigações auxiliadas pela rede, 46 coincidências entre vestígios e 13 coincidências entre vestígio e indivíduo cadastrado criminalmente. No país, o XXIII Relatório da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, com dados consolidados até 28 de novembro de 2025, aponta 272.275 perfis genéticos no Banco Nacional. O documento registra 11.251 coincidências confirmadas e 8.132 investigações auxiliadas. A ação coordenada pela Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) contribui para ampliar a base de comparação genética usada no apoio a investigações criminais e à instrução processual, dentro dos limites legais e técnicos definidos para o uso de dados genéticos. Maria Ester Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Internacional

Ilha africana “memória da escravidão” conta com turismo para ter renda

Ainda no Porto de Dacar, capital do Senegal, na costa ocidental da África, a senegalesa Fama Sylla aborda visitantes que estão na fila para comprar o tíquete que garante uma vaga na balsa que os transporta até a Ilha de Gorée, em um trajeto de menos de meia hora. “Que tal visitar o meu box de vendas lá? Tenho bijuterias e muitos itens típicos”, convida ela. A Ilha de Gorée fica a cerca de 3 quilômetros do porto. O lugar é o ponto mais visitado por turistas em todo o Senegal. Gorée tem uma área de 17 hectares, isso equivale a menos de 25 campos de futebol. Desde 1978, é declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O título é uma das explicações para Gorée ser epicentro do turismo em Senegal. A ilha ostenta uma carga histórica que a permite ser memória viva do período da escravidão de negros africanos. Saída para as Américas Pela localização privilegiada “de cara” para o Oceano Atlântico, foi usada por colonizadores europeus ─ portugueses, holandeses, ingleses e franceses ─ como entreposto para o tráfico de escravizados, que eram embarcados compulsoriamente para as Américas. Prática que vigorou dos séculos 15 ao 19.   Vista da Ilha de Gorée – Foto: Bruno de Freitas Moura/Agência Brasil Os africanos que resistiam à travessia transoceânica tinham como fim uma vida de escravizado em locais como Brasil, Estados Unidos, Cuba, Haiti e no Caribe. Em Gorée fica a Casa dos Escravos, construção de dois andares onde os africanos eram mantidos aprisionados antes de passar pela expressiva “Porta do Não Retorno”. Hoje o local é o centro mais palpitante da ilha e exerce a função de memória da escravidão. A Agência Brasil já havia estado neste Patrimônio da Humanidade em 2023 e relatou em detalhes a visita à ilha. Leia aqui: Ilha de Gorée, na África, é memória viva da escravização negra Atualmente, Gorée tem cerca de 1,7 mil moradores, de acordo com o censo de 2023 da Agência Nacional de Estatística e Demografia (ANSD, na sigla em francês), que equivale ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A vendedora Fama Sylla em frente à sua loja na Ilha de Gorée – Foto: Bruno de Freitas Moura/Agência Brasil Com o turismo, vem a renda No fim de abril, um mês depois de as Nações Unidas terem declarado a escravidão de africanos como o mais grave crime já cometido contra a humanidade, a Agência Brasil voltou a Gorée e constatou que, para os menos de 2 mil moradores, o fluxo de dezenas de milhares de turistas que visitam a ilha anualmente é a oportunidade de conseguir alguma forma de ocupação e renda. Já na ilha, Fama Sylla, a senegalesa que abordava visitantes ainda na fila do porto, deixa explícito o porquê do interesse em conseguir clientes. “O turismo é muito importante aqui porque vivemos disso, vivemos do turismo”, conta. Ela relata que o ponto de venda ─ muito parecido com as baias comuns em galpões e galerias que vendem artesanato no Brasil ─ é uma tradição da família. “Temos uma loja que era da minha avó. Isso continua até hoje, passou para minha mãe e para nós, os filhos”, diz. Bem perto do cais onde desembarcam os visitantes, Chaua Sall vende esculturas de madeira tradicionais do país. Algumas retratam animais emblemáticos do continente africano, como girafa e hipopótamo. “Quero vender coisas bonitas para as pessoas”, diz ele, que veste um boubou, espécie de túnica tradicional na África Ocidental. “Aqui você recebe turistas de vários lugares: França, Espanha, Brasil, Estados Unidos, Alemanha, Itália – pessoas do mundo todo vêm para a Ilha de Gorée”, lista Chaua. Além dele, o filho e o irmão também vivem do turismo em Gorée.   Chaua Sall vende peças de artesanato na Ilha de Gorée – Foto: Bruno de Freitas Moura/Agência Brasil Leia mais: Por mais turismo e comércio, Brasil quer voo mais curto para o Senegal Hospitalidade para atrair turistas Aminata Fall tem uma estratégia para conquistar a atenção de turistas estrangeiros que circulam pela ilha. “Bom dia”, diz ela em português. A vendedora aprendeu saudações e expressões em diversos idiomas. Uma forma de puxar assunto com os visitantes de fora do Senegal. No país, os idiomas falados são o francês ─ oficial, legado da colonização europeia ─ e o wolof, de raiz africana, muito falado nas ruas. A vendedora Aminata Fall trabalha com acessórios típicos na Ilha de Gorée – Foto: Bruno de Freitas Moura/Agência Brasil Ela conta que as únicas atividades econômicas do lugar são a pesca e o turismo. “As mulheres têm lojas, e os homens pescam ou trabalham como guias turísticos. É assim que trabalhamos aqui nessa pequena Ilha de Gorée. Não temos fábricas, nada além de turismo e pesca”, constata. Ela enfatiza uma das principais características do povo de Gorée. “Somos muito gentis e acolhedores com pessoas do mundo todo que vêm visitar a Casa dos Escravos. E, depois da visita, se tiverem tempo, não as obrigamos a ir ao mercado, mas, se quiserem, podem passar lá para ver o que fazemos”, diz ela. A característica citada por Aminata é algo que ultrapassa os limites da ilha e se espalha por todo o Senegal. Aliás, a seleção de futebol, que em 16 de junho estreará na sua quarta Copa do Mundo, é conhecida como “Leões de Teranga”. Teranga é uma palavra do wolof que define a hospitalidade e o carisma dos senegaleses. Arte tradicional Um dos tours guiados por Gorée passa sempre no ateliê de Cheikh Sow. Ele utiliza uma técnica que combina cola e uma espécie de serragem em diversas cores para fazer quadros com paisagens e representações típicas africanas. A demonstração “ao vivo” é uma oportunidade de convencer o turista a levar um exemplar.  “Eu sou artista e deixei tudo para viver da pintura, para ganhar a vida com quadros, porque meus pais não tinham condições suficientes para nos sustentar”, conta em entrevista à Agência Brasil. “Por isso, preferi estudar na escola de belas-artes e, assim, consigo ganhar a

São Paulo tem previsão de calor de 28°C e chuva fraca na tarde desta terça (5)
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São Paulo tem previsão de calor de 28°C e chuva fraca na tarde desta terça (5)

Segundo os dados do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da Prefeitura de São Paulo, o dia deve começar com muita nebulosidade e formação de neblina, mas o sol deve retornar entre nuvens, favorecendo a elevação das temperaturas. Assim, os termômetros devem variar de mínimas de 15°C de madrugada a máximas que podem chegar aos 28°C, com índices de umidade do ar chegando aos 45%. Nesta segunda (4), a temperatura foi parecida, com mínima de 14,9°C registrada às 6h na estação do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) do Mirante de Santana, na zona norte da capital, enquanto a máxima subiu até os 27,6°C, às 16h. E como sempre ocorre no outono, após o pôr do sol a temperatura volta a cair, provocando uma grande variação térmica. No final da tarde, a nebulosidade deve aumentar com a chegada da brisa marítima, com a possibilidade de chuva rápida e isolada em um bairro, mas não no vizinho. No litoral paulista, a previsão também é de tempo nublado com possibilidade de chuva principalmente pela manhã. Em Santos, a temperatura deve variar de 19°C a 30°C; em Guarujá, de 21°C a 30°C; e em Ubatuba, de 17°C a 30°C. Em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, também deve fazer calor, com tempo nublado, mas sem chuva, e temperatura de 17°C a 31°C. No interior do estado, no entanto, o tempo fica mais estável, por conta de uma massa de ar seco que encobre a maior parte do país. Segundo o Inmet, os termômetros devem marcar variação de 18°C ​​a 33°C em Campinas, de 19°C a 32°C em Sorocaba, de 20°C a 33°C em Bauru, de 21°C a 33°C em Ribeirão Preto, de 20°C a 34°C em São José do Rio Preto, de 20°C a 35°C em Presidente Prudente e em Araçatuba. Segundo a Climatempo, a frente fria que passou por São Paulo agora atua na altura do litoral sul da Bahia, favorecendo instabilidades no extremo norte e litoral norte do Espírito Santo e no nordeste mineiro desde cedo, de maneira moderada, ganhando força ao longo do dia, enquanto o sistema frontal avança mais para o oceano até o fim do dia. O instituto prevê que em pontos do sul, litoral, leste e interior paulista e na Grande São Paulo há previsão de chuva fraca a moderada no decorrer do dia, com trovoadas, por causa da circulação de ventos marítimos, além do extremo sul mineiro e da zona da mata de Minas Gerais. “Já nas demais áreas, o tempo segue estável, sem previsão de chuva, devido à atuação de uma massa de ar mais seco associada a um sistema de alta pressão em níveis médios da atmosfera. As temperaturas aumentam na região, enquanto cidades do sul e litoral paulista, sul, interior e leste mineiro e sul e interior do Rio de Janeiro terão um dia mais agradável”, diz a meteorologista Lívia Caetano. LITORAL DO NORDESTE SEGUE COM MUITA CHUVA O Inmet emitiu um novo alerta laranja, de perigo, para acumulado de chuva no litoral nordestinoi entre o Rio Grande do Norte e Alagoas, justamente as regiões mais afetadas pelas enchentes nos últimos dias. Em Pernambuco e na Paraíba, foram oito mortos e milhares de desabrigados ou desalojados. Para esta terça, a previsão é de chuva de 30 a 60 mm por hora ou de 50 a 100 mm por dia, com risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco. Esse cenário fez com que o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) também emitisse um boletim indicando risco moderado de enchentes e deslizamentos de terra nessas áreas. Criminosos usam transferências reais para enganar vítimas e pedir devolução para outra conta; especialistas orientam conferir o extrato e usar apenas a função oficial de estorno dos bancos para evitar prejuízos. | 07:07 – 05/05/2026

Ao menos 1 em cada 10 mulheres no Brasil é vítima de violência de parceiro, aponta estudo
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Ao menos 1 em cada 10 mulheres no Brasil é vítima de violência de parceiro, aponta estudo

O levantamento, que analisa o impacto de doenças e fatores de risco em escala global, posiciona o Brasil em uma faixa intermediária no cenário internacional, próxima à observada em outros países da América Latina. A região não concentra os índices mais altos do mundo, mas mantém uma ocorrência contínua de violência, espalhada entre diferentes contextos sociais. Em nível global, a proporção é mais alta: cerca de uma em cada cinco mulheres já sofreu violência de parceiro íntimo. O contraste ajuda a dimensionar o problema -ainda que o Brasil não esteja entre os países com maior prevalência, a violência se mantém disseminada e constante, com ao menos 1 afetada em cada 10 -taxa que pode chegar a 1 a cada 7. Na comparação global, o quadro varia. Enquanto partes da África e do sul da Ásia registram níveis mais elevados, países latino-americanos convivem com uma violência menos extrema, porém persistente, sem sinais claros de recuo ao longo do tempo. A escala do problema aparece nos números consolidados pelo estudo. São 608 milhões de mulheres com 15 anos ou mais que já sofreram violência de parceiro íntimo. Entre homens e mulheres, 1,01 bilhão relatam violência sexual na infância. A análise do estudo indica que a violência não se esgota no episódio. As consequências se acumulam ao longo do tempo e aparecem em diferentes formas de adoecimento. Em 2023, a violência por parceiro íntimo respondeu por 18,5 milhões de anos de vida perdidos por doenças ou morte entre mulheres. A violência sexual na infância somou 32,2 milhões. Na prática, isso coloca a violência entre os principais fatores de risco à saúde de mulheres de 15 a 49 anos no mundo. Coautor do trabalho, o psiquiatra João Maurício Castaldelli-Maia, da Faculdade de Medicina da USP, afirma que os resultados podem mudar a forma de enxergar o problema. “Mesmo para quem trabalha com o tema, ver mais de 600 milhões de mulheres expostas à violência por parceiro e mais de 1 bilhão de pessoas com história de violência sexual na infância mostra a dimensão populacional do problema. Estamos diante de uma epidemia silenciosa.” “Ela se traduz em anos de vida perdidos por morte precoce ou vividos com incapacidade, muitas vezes associados a depressão, ansiedade, automutilação e uso de substâncias”, explica Castaldelli-Maia. Quando ocorre na infância, o efeito tende a ser mais profundo. A exposição em fases iniciais do desenvolvimento altera trajetórias emocionais e sociais. “Esse tipo de violência acontece em um período crítico do desenvolvimento cerebral e pode afetar vínculos, autoestima e resposta ao estresse, aumentando o risco de sofrimento mental e de novas situações de violência ao longo da vida”, diz o professor. Embora o Brasil não esteja entre os países com maior prevalência, o padrão identificado pelo estudo aponta para um problema contínuo, semelhante ao observado em outros países latino-americanos. Para Juliana Brandão, pesquisadora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, esse comportamento ao longo do tempo indica que a violência não pode ser tratada como evento isolado. “O que aparece é uma violência que se mantém, que não desaparece com o tempo. Isso mostra que estamos diante de um fenômeno estrutural, que exige respostas também estruturais.” No contexto brasileiro, a violência apresenta ainda recortes específicos. Dados do Fórum indicam que 64,2% das vítimas são mulheres negras, evidenciando desigualdades na exposição ao risco. “Quando a gente fala de violência no Brasil, precisa considerar a seletividade racial. As mulheres negras estão proporcionalmente mais expostas”, aponta Brandão. Outro fator que atravessa tanto os dados globais quanto os nacionais é a subnotificação. Mesmo com ajustes metodológicos, o próprio estudo reconhece limitações na captação dos casos. Na prática, o silêncio tem explicação. “Na maior parte das vezes, o agressor está no círculo íntimo. Denunciar envolve medo, culpa e, muitas vezes, dependência econômica”, aponta a pesquisadora. Ela destaca ainda que o resultado é um cenário em que a violência permanece subdimensionada e, ao mesmo tempo, recorrente. Mesmo com a redução de alguns indicadores gerais de criminalidade no Brasil, a violência de gênero segue trajetória distinta. Os casos de feminicídio continuam em crescimento. “Quando olhamos para esse recorte específico, o que se vê é aumento ano a ano. Isso mostra que não basta reduzir a violência de forma geral”, esclarece a sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A avaliação aponta para a necessidade de respostas mais amplas, que combinem prevenção, proteção e autonomia. “Sem políticas que garantam condições reais para que essas mulheres rompam o ciclo da violência, o padrão tende a se repetir”, diz.

“Eu estava com você 15 minutos antes”: amigo relata queda de avião
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“Eu estava com você 15 minutos antes”: amigo relata queda de avião

Ó piloto Iago Pereira relatou nas redes sociais como foi o último encontro com o amigo, o médico veterinário Fernando Moreira Souto, pouco antes da queda de um avião de pequeno porte em Belo Horizonte, na tarde desta segunda-feira (4). Fernando está entre as três vítimas do acidente. Em publicação emocionada, Iago descreveu a repercussão de receber a notícia minutos após se despedir do amigo. “Meu Deus, como eu pedi para que não fosse verdade, que estivessem todos bem, que não fosse o avião, que aquilo tudo fosse um pesadelo, afinal eu estava ali com vocês a 15 minutos atrás, e aquilo não podia ser verdade”, escreveu. Ele também compartilhou uma imagem da conversa que teve com Fernando momentos antes do voo. Segundo o piloto, o amigo o chamou para ir até o hangar por volta das 11h20, e os dois permaneceram juntos até a decolagem. Iago contou que chegou a fotografar a aeronave às 11h50 e, em seguida, foi para casa, quando já se deparou com a notícia da queda, registrada por volta de 12h21. No relato, ele afirmou que voltou imediatamente ao local do acidente na tentativa de ajudar. “Não tive nem tempo de tirar o uniforme, corri pra lá e cheguei junto com as ambulâncias ainda, na esperança de poder ajudar em algo, qualquer coisa que fosse! No pouco tempo do nosso encontro hoje, nós conversamos sobre o avião e você estava todo animado, rindo (como sempre), falando dos próximos planos e me perguntando o que eu achava”, contou. Iago também disse ter encontrado os pais de Fernando e buscado transmitir o último gesto de carinho do amigo. “Hoje quando abracei seus pais, eu quis transmitir o abraço que vc me deu, pois eu tinha sido o último a estar ali com vocês… Por mais que eu tente, palavras não conseguem expressar tudo o que eu tô sentindo”, escreveu. Fernando, de 36 anos, era filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto (PDT). Além dele, morreram no acidente o piloto Wellington de Oliveira, de 34 anos, e Leonardo Berganholi, de 50, que chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu aos ferimentos. O avião monomotor havia decolado de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, fez uma parada na Pampulha, em Belo Horizonte, e seguia para São Paulo. Ao todo, cinco pessoas estavam a bordo. Duas foram resgatadas com vida e permanecem internadas no Hospital João XXIII, na capital mineira: Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53 anos, e Arthur Schaper Berganholi, de 25, filho de Leonardo. De acordo com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), ambos estão estáveis. O acidente aconteceu no bairro Silveira, na região nordeste de Belo Horizonte, após a aeronave atingir um prédio de três andares. Conhecido como Fernandinho, ele era o filho caçula do prefeito Nilo Souto (PDT) e considerado seu braço direito na condução dos negócios da família e na rotina política no município. Ele também tinha uma irmã mais velha. | 04:15 – 05/05/2026

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