Uma égua caiu, na madrugada desta quarta-feira (6), em uma adutora do sistema Rio das Velhas e afetou o abastecimento de água de mais de 300 bairros de Belo Horizonte e de outras sete cidades da região metropolitana da capital mineira. Segundo a Copasa, empresa de saneamento de Minas Gerais, o animal já foi retirado do local. Além de BH, também foram afetados os municípios de Nova Lima, Raposos, Contagem, Sabará, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Vespasiano. O fornecimento de água, informou a empresa, será normalizado ao longo do dia. A Copasa informou em nota que monitora a área afetada e, como medida de segurança, descartou toda a água que estava presente na tubulação no trecho que foi atingido pelo animal. Após a retirada da égua, a empresa fez um processo de limpeza e desinfecção química de toda a rede. “A Estação de Tratamento de Água (ETA) somente retomará o bombeamento para as cidades, após os especialistas em qualidade confirmarem, por meio de análises rigorosas, que a água atende aos mais elevados padrões sanitários vigentes.” FONTE: AGENCIA BRASIL
Passagem elevada no acesso ao Distrito Industrial irá garantir travessia segura de pedestres em bairros da região oeste de Dourados: segurança viária e mobilidade urbana O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), está executando em Dourados a implantação de uma passarela de pedestres na MS-156. A estrutura está sendo erguida no trecho entre a BR-163 e o Distrito Industrial, atendendo a uma região bastante populosa que inclui bairros como Jardim Guaicurus, e os residenciais Dioclécio Artuzi, Esplanada e Harrison de Figueiredo. O objetivo é garantir uma travessia segura de pedestres em um trecho de alta circulação de veículos pesados, facilitando o deslocamento de famílias que diariamente precisam atravessar a rodovia a pé. A etapa de implantação da estrutura metálica começou no mês de abril e seguirá a partir da segunda quinzena de maio, atendendo às diretrizes de segurança viária e mobilidade urbana naquela região. O vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, esteve no local para vistoriar a obra e falou sobre a importância do investimento para aquelas comunidades. “Essa passarela é muito esperada, muito sonhada por toda essa população. Os bairros desta região cresceram muito, provocando um movimento intenso de veículos, pedestres e ciclistas”, explica o vice-governador. “Essa obra do Governo do Estado vem exatamente objetivar a proteção da vida. O investimento é muito importante para Dourados e para esses bairros na região do acesso ao Distrito Industrial”, acrescenta. Um dos benefícios diretos será o acesso de alunos e professores da Escola Estadual Moacir Djalma Barros, no residencial Harrisom de Figueiredo II, e à escola municipal Maria da Conceição Angélica, no Jardim Guaicurus. No entorno da rodovia, também estão localizados diversos estabelecimentos comerciais. Com a passarela elevada, pedestres e cadeirantes poderão atravessar a rodovia em segurança, melhorando a mobilidade urbana naquela região. A presidente da Associação de Moradores do bairro Dioclézio Artuzi, Lizandra Montezelli Borges, diz que a obra é esperada com expectativa por toda a comunidade. “Hoje, para os moradores atravessarem a rodovia, é um transtorno. Eu tenho filho que estuda no Guaicurus, do outro lado da rodovia, e para atravessar ali é muito perigoso. Depois da duplicação e do viaduto, ver a nossa passarela sendo implantada é a realização de um sonho”, afirmou. Fabiano é borracheiro O comerciante Fabiano Gonçalves Medeiros, que há uma década tem uma borracharia bem próximo à rodovia, também vê o empreendimento com bons olhos. “Para nós, significa segurança. Já presenciei alguns acidentes nessa região e vejo como um grande benefício para toda a comunidade”, afirma. Segurança e mobilidade urbana O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, esclarece que a escolha pela estrutura metálica foi estratégica para garantir celeridade e modernização, permitindo uma montagem mais rápida e eficiente que minimiza os transtornos no tráfego da MS-156 durante a execução. “Essa entrega reafirma o compromisso da gestão estadual com Dourados, posicionando a obra como uma ação essencial para reduzir o risco de acidentes em perímetros urbanos cortados por rodovias de alto fluxo”, explica. No local, será afixada uma placa com indicação da altura máxima permitida para veículos abaixo da passarela, que será de 5,8 metros. O projeto contempla ainda iluminação e alambrado de segurança. “Essa é uma luta importante de nossa bancada estadual e federal, das associações de moradores e de toda a população. Eu me lembro como deputado estadual, de ter trabalhado muito para que essa obra acontecesse. É um investimento importante, fruto do esforço coletivo e mais uma ação do governo do Estado em benefício da população douradense”, completou o vice-governador. Ana Paula Amaral, Comunicação Vice-governadoriaLuciana Bomfim, Comunicação SeilogFotos: Victor Arguelho/Vice-governadoria Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
Três pessoas, duas delas gravemente doentes, foram retiradas nesta quarta-feira (6) de um navio de cruzeiro de luxo atingido por um surto de hantavírus e retido por dias na costa de Cabo Verde, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). O MV Hondius, que tem quase 150 pessoas a bordo, deve seguir para as Ilhas Canárias, na Espanha, disse a operadora Oceanwide Expeditions. Até o momento, três pessoas morreram atingidas pela doença. A África do Sul confirmou que havia identificado entre as vítimas a cepa andina do vírus que pode — em casos raros — se espalhar entre seres humanos. Desde o início do surto, a OMS disse que o risco para a população em geral é baixo. O governo suíço informou que um homem que retornou ao país, depois de ser passageiro do Hondius, foi infectado com o hantavírus e está sendo tratado em Zurique. Acrescentou que não há perigo para a população em geral. “Três pacientes com suspeita de hantavírus acabaram de ser retirados do navio e estão a caminho de receber cuidados médicos na Holanda”, disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em mensagem no X. O Ministério das Relações Exteriores da Holanda afirmou que os passageiros retirados são um holandês, um alemão e um britânico. Eles serão transportados para hospitais especializados na Europa, acrescentou, sem dar mais detalhes. *(Reportagem adicional de Sfundo Parakozov, David Latona, Madeline Chambers, Makini Brice e Olivia Le Poidevinebra em Genebra) *É proibida a reprodução deste conteúdo. FONTE: AGENCIA BRASIL
Amambai, Batayporã, Douradina e Sete Quedas passam a integrar estratégia após remanejamento de doses e definição técnica do Ministério da Saúde A SES (Secretaria de Estado de Saúde), por meio da coordenadoria de Imunização, vai ampliar a estratégia de vacinação contra a chikungunya em Mato Grosso do Sul com a inclusão de mais quatro municípios: Amambai, Batayporã, Douradina e Sete Quedas. A previsão é que a nova etapa tenha início ainda nesta semana. Para viabilizar a ampliação, a SES realizará o remanejamento de doses inicialmente destinadas ao município de Dourados, garantindo o melhor aproveitamento dos imunizantes disponíveis. Para essa nova etapa, está prevista a disponibilização de 14.400 doses destinadas aos quatro municípios incluídos na estratégia. A distribuição será feita de maneira proporcional à população de cada município. Os imunizantes ficarão armazenados no Núcleo Regional de Saúde de Dourados, de onde serão retirados pelas equipes municipais. A entrega ocorrerá de forma gradual, conforme a utilização das doses, assegurando maior controle e eficiência na aplicação. A definição dos municípios contemplados nesta etapa foi feita pela CGARB (Coordenação-Geral de Vigilância de Arboviroses), do Ministério da Saúde, com base em critérios técnicos e epidemiológicos. De acordo com a coordenadora de Imunização da SES, Ana Paula Goldfinger, a estratégia busca otimizar o uso das doses e ampliar a proteção da população. “Estamos atuando de forma estratégica para garantir que todas as doses disponíveis sejam utilizadas dentro do prazo adequado, ampliando o acesso à vacinação em municípios definidos pelo Ministério da Saúde. Essa medida fortalece a resposta do Estado frente às arboviroses e contribui para a proteção da população”, destacou. Início da estratégia em MS A vacinação contra a chikungunya em Mato Grosso do Sul teve início após o Estado receber, no dia 16 de abril, 20 mil doses do imunizante (IXCHIQ), enviadas pelo Ministério da Saúde. Inicialmente, a estratégia foi direcionada aos municípios de Dourados e Itaporã, com distribuição proporcional ao tamanho da população de cada localidade. A SES é responsável pelo encaminhamento das doses, enquanto a operacionalização da vacinação cabe às secretarias municipais de saúde, conforme as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde. A vacina contra a chikungunya possui esquema de dose única e é indicada para pessoas de 18 a 59 anos. Por se tratar de um imunizante de vírus vivo atenuado, é contraindicada para gestantes, puérperas, pessoas imunocomprometidas ou com doenças crônicas descompensadas, além de indivíduos com histórico de reação alérgica grave a componentes da fórmula. A SES reforça que a vacinação é uma das formas de prevenção contra a chikungunya e segue monitorando o cenário epidemiológico para adotar novas estratégias, conforme necessário. No entanto, o enfrentamento da doença também depende do engajamento da população, especialmente com a eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti. Medidas simples, como manter caixas d’água bem vedadas, evitar o acúmulo de água parada, limpar calhas e descartar corretamente recipientes que possam acumular água, são fundamentais para reduzir a proliferação do vetor e proteger a saúde coletiva. Kamilla Ratier, Comunicação SESFotos: Divulgação SES Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
A proposta de redução da jornada de trabalho e fim da escala 6x 1 pode fazer o Brasil se juntar à Colômbia, ao Chile e ao México na lista dos países da América Latina que, na última década, reduziram o tempo dedicado ao trabalho. Com exceção da Argentina, governada por Javier Milei, que recentemente permitiu jornadas de até 12 horas diárias de trabalho, países importantes da região vêm reduzindo as jornadas a favor dos trabalhadores. Na Colômbia, a redução da jornada de 48 para 42 horas semanais foi promulgada em julho de 2021 pelo presidente Iván Duque, um governo de direita. O projeto foi apresentado pelo então senador – e ex-presidente do país – Álvaro Uribe, uma das figuras mais proeminentes da direita latino-americana. A da jornada sem redução de salário. A primeira redução foi em 2023, quando caiu para 47 horas semanais. Apenas agora, em julho de 2026, é que a jornada semanal de trabalho na Colômbia deve chegar as 42 horas semanais, cinco anos após a promulgação da lei. O professor de direito e relações internacionais da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), o colombiano Sebastián Granda Henao, explica que a direita colombiana tentava dar uma resposta à revolta social que estourou no país em 2019, com protestos em massa. “Foi um processo, de certa maneira, para apaziguar os ânimos, sendo uma resposta à revolta social de 2019, aos anseios populares, evitando uma reforma maior”, explicou. Presidente da Colômbia, Iván Duque – Divulgação/Presidência da Colômbia Henao lembrou ainda que a redução da jornada para 42 horas contou com aval do empresariado, apesar de ter recebido algumas críticas, passando no congresso colombiano sem grandes reações.>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp “Justamente porque foi proposta pela direita, acabou que não houve tanta oposição. Mas eu digo que essa reforma é conservadora. Era também para acompanhar as diretrizes da Organização Internacional do Trabalho (OIT)”, completa. A OIT recomenda a redução das jornadas para 40 horas semanais e tempo máximo de trabalho de até 48 horas na semana, desde que mediante pagamento de horas-extras. O professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Dari Krein, destaca que a Colômbia era um ponto “fora da curva” por ainda permitir jornadas de 48 horas semanais. No Brasil, a redução da jornada de 48 para 44 horas foi realizada em 1988, durante a Constituinte, mais de 30 anos antes da Colômbia. “Era um contexto em que a direita estava muito fragilizada politicamente. Foi uma forma de buscar apoio na sociedade com a discussão do processo eleitoral já iniciado, com possibilidade mesmo do (esquerdista Gustavo) Petro ganhar a eleição, pois ele já era favorito nas pesquisas eleitorais”, explica Krein. Em abril de 2021, meses antes da promulgação da nova lei, outra onda de manifestações, ainda mais intensa que a primeira mobilizou a Colômbia, abalando as estruturas políticas do país. Para analistas, foram esses protestos que permitiram a chegada do primeiro governo de esquerda da história colombiana, com Gustavo Petro. Eleito em junho de 2022, Petro ainda aprovou uma reforma trabalhista em junho 2025, com novos direitos, como pagamento de adicional noturno a partir das 19h, e não das 21h, como era antes. Foi instituído ainda pagamento de hora extra, valendo até 100% do valor da hora normal, para trabalho em domingos e feriados e limitação de 8 horas de trabalho por dia. México A presidente do México, Claudia Sheinbaum – REUTERS/Henry Romero/Proibida reprodução No México, a redução da jornada de trabalho das atuais 48 horas semanais para 40 horas foi promulgada em março deste ano, em um contexto bastante diferente da Colômbia, por meio do popular governo da esquerdista Claudia Sheinbaum. Ela sucedeu Andrés Manuel López Obrador (2018-2024), também do partido Morena, que rompeu um ciclo de décadas de governos de direitas no México. O professor de ciência política da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Daniel Enrico Martuscelli, especialista em política mexicana, explica que o Morena herda uma crise de representação dos partidos de direita. “Esses governos de esquerda se constituíram como governos de reformas. Atualmente, Sheinbaum tem entre 70% e 80% de aprovação, e sua coalizão tem dois terços do Parlamento, com o Morena com maioria simples. Isso dá uma grande capacidade para realizar reformas no México”, explica. A redução da jornada começa a ser aplicada, sem redução de salário, em janeiro de 2027, de forma gradual, até chegar às 40 horas semanais em 2030. Martuscelli acrescentou que a popularidade do governo permitiu avançar na reforma com uma limitada reação dos setores empresariais, que criticaram a redução da jornada semanal. “A extrema-direita e a direita tradicional ocupam um papel muito residual na política mexicana, com dificuldade de se apresentar como uma força significativa, se comparado ao Brasil. Portanto, qualquer enfrentamento às iniciativas do governo tem alguma dificuldade”, avalia o especialista da UFU. Chile Protestos no Chile de 2019, Plaza Baquedano, Santiago, Chile. Foto: Carlos Figueroa/ Wikipédia No Chile, a redução da jornada de trabalho foi levada a cabo pelo governo de centro-esquerda de Gabriel Boric. Sancionada em abril de 2023, a lei prevê a redução gradual da jornada das atuais 45 horas para 40 horas semanais, sem redução de salário. Em 2024, a jornada foi para 44 horas. Em abril de 2026, baixou para 42, devendo chegar às 40 horas somente em 2028. O professor da Unicamp José Dari Krein, pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (CESIT), destacou que, assim como na Colômbia, a redução da jornada de trabalho no Chile é um dos efeitos da revolta social chilena que estourou em 2019. “O ponto de virada é o ‘estalido’ social de 2019, que foi um momento de grande mobilização na sociedade chilena, especialmente da juventude, com uma crítica bastante intensa ao projeto neoliberal chileno”, explica. O especialista acrescentou que a eleição do Boric, em dezembro de 2021, foi um resultado dessa revolta social que sacudiu o país dois anos antes. “Ela passou no Congresso por causa da coalizão mais progressista, assim como
SÃO PAULO, SP (UOL/) – Um grupo criminoso suspeito de usar uma rede de postos de gasolina para lavar dinheiro do jogo do bicho é alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (6). Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (6) a Operação Centelha para desarticular um grupo suspeito de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. A ação tem apoio do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPF (Ministério Público Federal). Agentes cumprem 16 mandados de busca e apreensão em endereços no Rio de Janeiro e em Mangaratiba. Os alvos incluem residências e escritórios empresariais em bairros como Centro, Barra da Tijuca, Campo Grande, Recreio dos Bandeirantes, Taquara, Jacarepaguá, Bangu e Realengo. Justiça determinou o sequestro de bens atribuídos aos investigados e a pessoas usadas como “laranjas”. Entre os objetos que podem ser sequestrados estão imóveis, veículos de luxo, cotas de empresas e ao menos 16 embarcações. Investigação aponta que o grupo mantinha estabelecimentos administrados de forma oculta e registrados em nome de terceiros. Para a PF, a estrutura funcionava como um grupo econômico no ramo de postos de gasolina, lojas de conveniência e empresas de gestão patrimonial. Quatro agentes de segurança estão entre os investigados, segundo a PF. A corporação informou que apura a participação de três policiais civis e um policial militar no esquema. QUAIS CRIMES SÃO INVESTIGADOS PF afirma que o esquema tinha divisão de tarefas e atuação contínua, características de organização criminosa. A suspeita é de que a estrutura dos postos tenha sido usada para ocultação patrimonial e para reduzir ou evitar o pagamento de tributos. Investigados podem responder por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, sonegação fiscal e organização criminosa. A PF diz que outros crimes podem ser identificados ao longo das apurações. O nome da rede de postos de gasolina usada pelos suspeitos não foi divulgado. Os nomes dos alvos da operação também não foram informados pela polícia.
A motorista de um carro perdeu o controle da direção e invadiu a esquina onde fica o Bar Brahma, no famoso cruzamento da capital paulista. Segundo testemunhas, os dois pedestres, um homem e uma mulher, foram atingidos e jogados a uma distância de aproximadamente dois metros. O homem conseguiu levantar em seguida. A mulher ficou deitada na avenida até ser socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Ela foi levada para um hospital. A motorista saiu do carro com a ajuda de socorristas, mas conseguiu caminhar até uma ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Os motivos do acidente serão investigados pelo 3º Distrito Policial, localizado no bairro Santa Efigênia. A batida destruiu a frente do carro e entortou um semáforo. Equipes do Samu, dos bombeiros e da Polícia Militar foram para o local logo após o acidente, registrado às 18h25. O trânsito da avenida São João foi fechado por aproximadamente uma hora. O Bar Brahma estava cheio no momento do acidente, mas nenhum cliente ou funcionário do estabelecimento foi atingido. A música ao vivo continuou normalmente enquanto os feridos eram atendidos na avenida. Em março a CPPU (Comissão de Proteção à Paisagem Urbana), órgão da Prefeitura de São Paulo, aprovou o projeto do Boulevard São João, que ganhou o apelido de Times Square Paulistana. O projeto prevê a instalação de quatro painéis de LED no entorno do cruzamento das avenidas Ipiranga e São João. Leia Também: Flávio Bolsonaro mantém empate com Lula no 2º turno, aponta Meio Ideia
Vocêma mulher morreu queimada na segunda-feira depois de ser atingida pelas chamas ao tentar impedir o filho de atear fogo na moto durante uma abordagem da Polícia Militar, no estado do Espírito Santo. O incidente ocorreu no dia 28 de abril, e Sílvia de Oliveira, de 53 anos, teve 30% do corpo queimado, não resistindo aos ferimentos após quatro dias internada. O filho, Weverton Oliveira, de 33 anos, foi abordado pela polícia porque sua moto não tinha placa. Ao perceber que a situação não seria resolvida rapidamente, ele deixou o local e voltou com um galão de combustível para incendiar o veículo, segundo o G1. Quando a mãe o viu jogando gasolina sobre a moto, tentou impedi-lo, mas acabou sendo atingida pelas chamas quando o homem ateou fogo ao combustível.
QUE TRISTEZA: Morre mulher que foi queimada pelo próprio filho ao atear fogo em moto pic.twitter.com/AO0cpToPt6
— Alfinetei (@ALFINETEI) 5 de maio de 2026 O homem, que também sofreu queimaduras nos braços e recebeu atendimento médico, foi preso e posteriormente teve a prisão preventiva decretada. Weverton estava sendo acusado de tentativa de homicídio com uso de fogo, incêndio e resistência à ação policial, mas com a morte da mãe, a tipificação do crime pode ser agravada para homicídio. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória para passar por autópsia e, posteriormente, ser liberado para a família. Leia Também: Avião despenhou-se contra prédio em Belo Horizonte: Quem são as vítimas?
Entre 2018 e 2025, foram registrados 987 casos de agressão contra médicos no exercício profissional no estado Rio de Janeiro. Desse total, 717 casos ocorreram em unidades públicas e 270 em unidades privadas. As agressões verbais lideram as estatísticas, com 459 registros, seguidas por 89 casos de agressão física e 208 de assédio moral. O levantamento também revela que a maioria das vítimas é composta por mulheres médicas. A segurança para os médicos nas unidades de saúde foi o assunto central do encontro promovido nesta terça-feira (5) pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), em conjunto com o Conselho Federal de Medicina (CFM). Para o presidente do Cremerj, Antônio Braga Neto, os números são um alerta claro de que é preciso agir com urgência. “Esses dados mostram uma realidade grave, que não pode mais ser tolerada. Estamos falando de profissionais que estão na linha de frente, cuidando da população, e que precisam ter garantidas condições mínimas de segurança para exercer sua função”, destacou. “É absolutamente inaceitável que médicas sejam vítimas de violência física dentro de unidades de saúde. Trata-se de uma situação extrema, que evidencia o nível de vulnerabilidade a que esses profissionais estão expostos e reforça a urgência de medidas efetivas de proteção”, afirmou. FONTE: AGENCIA BRASIL
O narrador Galvão Bueno passou por duas cirurgias de catarata nos olhos nos últimos dias. Os procedimentos foram realizados em um hospital na cidade de Londrina. A primeira cirurgia ocorreu no sábado (2). A segunda foi realizada na segunda-feira (4). Leia também: Dona Ruth e Murilo Huff avançam em acordo sobre guarda do filho de Marília Mendonça Em razão das intervenções médicas, Galvão não apresentou o programa Galvão FCexibido pelo SBT. A ausência foi registrada na edição mais recente da atração, que vai ao ar semanalmente. Foto: Divulgação Procedimentos e afastamento temporário As cirurgias de catarata são intervenções oftalmológicas comuns. No caso do narrador, os procedimentos ocorreram em sequência, com intervalo de dois dias. Após as cirurgias, houve recomendação de afastamento das atividades profissionais. Segundo a emissora, a previsão é de retorno do apresentador na próxima semana. Até lá, a programação segue com ajustes temporários. Foto: Divulgação Atuação prevista na Copa do Mundo Galvão Bueno mantém acordo com o SBT para participação nas transmissões da Copa do Mundo FIFA de 2026. O narrador deve atuar na cobertura de jogos da seleção brasileira e de outras partidas relevantes. A competição será realizada nos EUA, México e Canadá. A preparação para o evento inclui a participação do narrador na programação esportiva da emissora. Foto: Divulgação Histórico recente de saúde Entre novembro e dezembro de 2025, Galvão Bueno passou por duas internações. A primeira ocorreu em razão de uma pneumonia viral. Em seguida, houve nova internação após episódios relacionados ao período de recuperação. Na ocasião, o narrador relatou ter sentido mal-estar durante o fim do ano. O quadro exigiu acompanhamento médico e repouso. Após o período de tratamento, ele retomou gradualmente suas atividades profissionais. O afastamento atual ocorre em um contexto de acompanhamento de saúde e preparação para compromissos futuros na televisão.