SÃO PAULO, SP () – A modelo trans Vivian Jenna Wilson, filha do bilionário Elon Musk, 54, estrela uma das campanhas da Savage X Fenty, marca de langerie de Rihanna. Na publicação, no Instagram, Vivian usa as novas produções do empreendimento da cantora. “Vivian é exatamente quem ela disse ser”, publicou a marca sobre a modelo, que recebeu elogios nos comentários: “Minha modelo preferida”; “Ícone”; “A mais linda”. Em 2025, Vivian fez sua estreia como modelo na New York Fashion Week, participando do desfile da coleção Primavera-Verão 2026 do designer nova-iorquino Alexis Bittar. A modelo vestiu um longo vestido vermelho e uma faixa com os dizeres “Miss South Carolina”, em referência ao estado americano. O desfile trouxe uma mensagem contra o discurso de ódio direcionado a pessoas transexuais. Vivian não fala com Musk desde 2020, ano em tornou pública sua identidade como mulher trans. Desde então, os dois protagonizaram embates públicos que envolveram seu processo de transição de gênero, além do apoio do bilionário a Donald Trump durante a campanha das eleições presidenciais dos Estados Unidos e outras posições políticas e sociais. Elon Musk, além de bilionário, é conhecido por ser dono de empresas como a rede social X, Tesla e SpaceX, e atuou no governo de Donald Trump até meados deste ano. Vivian e seu irmão gêmeo, Griffin, são filhos do casamento de Musk com sua primeira esposa, Justine Musk. O ex-casal ainda teve trigêmeos e outro filho que morreu logo após o nascimento. Além deles, o bilionário é pai de mais oito crianças, com três mulheres diferentes. Em 2022, quando completou 18 anos, ela mudou legalmente de nome e gênero e pediu à Justiça para retirar o sobrenome Musk, a fim de não manter nenhuma ligação com o empresário. Após admitir que consumiu bebida alcoólica antes de subir ao palco em Maracanaú, Nattan pediu desculpas ao público e reconheceu que sua apresentação ficou abaixo do esperado. O cantor anunciou que fará um novo show gratuito na cidade para compensar os fãs | 06:40 – 01/06/2026
() – Quarenta e cinco das 52 universidades brasileiras perderam posições em comparação ao ano passado, conforme a edição de 2026 do CWUR (Centro para Rankings Universitários Mundiais, na sigla em inglês), divulgada nesta segunda-feira (1º). Isso significa que 87% das instituições nacionais classificadas no ranking caíram, enquanto apenas cinco avançaram e duas ficaram estáveis. Para medir esses dados, o CWUR avaliou 21.291 instituições em todo o mundo e filtrou as 2.000 melhores. A metodologia do ranking analisa 81 milhões de pontos de dados e indicadores objetivos baseados em resultados, distribuídos em quatro grandes áreas. O peso principal da avaliação fica dividido entre o desempenho dos estudantes e a atividade científica. Os critérios de educação e empregabilidade respondem, cada um, por 25%, medindo, respectivamente, o sucesso acadêmico e profissional dos ex-alunos em relação ao tamanho da universidade. A qualificação do corpo docente representa 10% do total, calculada pelo número de professores que receberam reconhecimentos acadêmicos. Já o pilar de pesquisa é o mais decisivo, concentrando 40% da pontuação final. Essa área é subdividida em quatro métricas de 10% cada. São elas: o volume total de artigos produzidos, o número de publicações em periódicos de primeira linha, o nível de influência dessas revistas e a quantidade de citações expressivas alcançadas pelos estudos da instituição. Segundo os realizadores do ranking, o principal fator para o recuo das instituições brasileiras é o rendimento em pesquisa, afetado pela concorrência acirrada de universidades estrangeiras bem financiadas. Nesse critério, 44 escolas do país pioraram suas marcas. A USP (Universidade de São Paulo), líder no país, caiu uma posição, para o 119º lugar, com baixas em educação, corpo docente e pesquisa. A UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) caiu 15 posições, para o 346º lugar, e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) perdeu dez posições, ocupando o 379º lugar. Já a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) ficou estável em 476º, enquanto a Unesp (Universidade Estadual Paulista) caiu para 479º. Ao analisar o cenário brasileiro, Nadim Mahassen, presidente do CWUR, apontou problemas estruturais das instituições. “O declínio das universidades brasileiras reflete anos de financiamento inadequado e a desvalorização da ciência e da educação como bens públicos.” Segundo o executivo, o impacto vai além das salas de aula. “As universidades brasileiras estão lutando para oferecer uma educação de alta qualidade, atrair e reter talentos e produzir pesquisa de qualidade em escala.” “Este não é apenas um problema acadêmico, mas nacional, porque a erosão do sistema de ensino superior do Brasil prejudica o desenvolvimento científico, a inovação e o futuro de longo prazo do país”, afirma Mahassen. Apesar do recuo, o Brasil mantém a liderança na região, alcançando as dez primeiras posições da América Latina e do Caribe, à frente da Universidade Nacional Autônoma do México (287º). No restante da lista, aparecem a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 508º, a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), em 621º, e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), na 732º. Os Estados Unidos concentram 8 das 10 primeiras posições no ranking global do CWUR. A Universidade Harvard lidera a lista pelo 15º ano consecutivo, seguida pelas também privadas americanas MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na sigla em inglês) e Stanford. As britânicas Cambridge e Oxford ocupam o quarto e o quinto lugares, respectivamente, sendo as instituições públicas de ensino superior mais bem classificadas do mundo. O top dez é completado por Princeton, Pensilvânia, Columbia, Yale e Chicago, respectivamente. Em contrapartida, as universidades da China avançaram devido a investimentos contínuos. Nesse cenário, 98% das universidades chinesas subiram, lideradas pela Universidade Tsinghua -36º no ranking geral. O país asiático já é o mais representado da lista, com 360 instituições, enquanto 313 dos americanos. De acordo com Mahassen, o domínio americano tradicional na área está sob forte concorrência chinesa. “Esse domínio é cada vez mais contestado nas posições inferiores da tabela, à medida que outras universidades – especialmente da China – estão se aproximando, enquanto potências acadêmicas tradicionais, como o Reino Unido, o Japão e a França, lutam para manter suas posições.”*MELHORES UNIVERSIDADES DO RANKING CWUR 2026Classificação 2026 Instituição País 1º Universidade Harvard EUA2º MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) EUA3º Stanford EUA4º Universidade de Cambridge Reino Unido5º Universidade de Oxford Reino Unido6º Universidade de Princeton EUA7º Universidade da Pensilvânia EUA8º Universidade de Columbia EUA9º Universidade Yale EUA10º Universidade de Chicago EUA119º USP (Universidade de São Paulo) Brasil346º UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Brasil379º Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Brasil476º UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) Brasil479º Unesp (Universidade Estadual Paulista) Brasil Fonte: Center for World University Rankings (CWUR), confira a lista completa no site da CWUR. Especialistas alertam que sinais como inchaço persistente, dor abdominal e vontade frequente de urinar costumam ser ignorados ou confundidos com problemas comuns, dificultando a descoberta precoce do câncer de ovário | 07:25 – 01/06/2026
Canessa Camargo revelou que enfrentou problemas com o álcool em um dos períodos mais delicados de sua vida. Em entrevista ao canal Corredor 5, no YouTube, a cantora contou que o consumo de bebidas começou a sair do controle na época do lançamento de seu quarto álbum e coincidiu com o surgimento da síndrome do pânico. “Minha questão foi mais com álcool. Sempre gostei de beber. Nesse momento era mais social, mas teve uma época em que começou a sair do controle. Teve uma época que eu ia a muitas festas, estava bebendo muito, acordava de ressaca e tinha que trabalhar”, relatou. Segundo a artista, a situação acabou afetando sua saúde emocional. “Comecei a ter problemas com o álcool e foi o início também da minha síndrome do pânico”, afirmou. Durante a conversa, Wanessa também relembrou a luta contra a bulimia, transtorno alimentar que enfrentou anos antes. “O bulímico come na sua frente, come até demais. Por isso demoraram a perceber que eu estava doente. Eu comia muito e depois vomitava tudo. Por um lado eu estava muito feliz e por outro estava me destruindo”, disse. A cantora também falou sobre autoestima e relacionamentos. Atualmente, ela namora o ator Bruno Bevan, seu primeiro relacionamento após o término com Dado Dolabella. “A baixa autoestima é destruidora. A gente entra em relação para se machucar e com quem maltrata a gente. Já tive dedo bom e dedo ruim para relacionamento. Estou no dedo bom agora porque eu sei que mereço o melhor”, afirmou. Wanessa ainda disse acreditar que a forma como passou a enxergar a si mesma influenciou diretamente sua vida amorosa. “Quando você acha que merece ser feliz, a vida te dá algo que você merece”, concluiu. Influenciadora foi ofendida por parte da torcida durante amistoso entre Brasil e Panamá. Após a repercussão do episódio nas redes sociais, Vini Jr. pediu respeito à ex-namorada e afirmou que os dois mantêm uma boa relação | 05:15 – 01/06/2026
A situação foi acompanhada pelos seguidores em tempo real por meio dos Stories do Instagram. Segundo ela, o alerta veio diretamente do comandante da aeronave. “Acabei de ser acordada pelo piloto avisando que estamos voltando para Miami. O avião está com problemas”, disse. Minutos depois, Lívia afirmou ter notado alterações no funcionamento do avião. “Apresentou problemas bem no meio do oceano. Estou achando que está fazendo um barulho estranho. Parece que diminuiu a velocidade também. Será que devo me preocupar?”, questionou. Durante o retorno, os passageiros foram informados de que equipes de emergência estariam posicionadas para acompanhar a aterrissagem. “Pediram para não entrar em pânico, pois os bombeiros vão acompanhar o avião, temos combustível”, relatou. Apesar do susto, o pouso ocorreu sem incidentes. Já em solo, a apresentadora tranquilizou os seguidores. “Pousamos e chegamos aqui em Miami. Todos bem, graças a Deus”, afirmou. Após o desembarque, os passageiros foram encaminhados para um hotel enquanto aguardam novas definições da companhia aérea. De acordo com Lívia, as malas permaneceram na aeronave porque a expectativa inicial era de que a viagem fosse retomada no mesmo avião. Ela também comentou informações que ouviu sobre a possível causa do problema, mas ressaltou que não houve confirmação oficial. “Pelo que eu sei, por boca pequena, foi no porão, onde a tripulação descansa. Parece que faltou oxigênio. Não sei se foi isso”, declarou. O episódio ganhou um significado ainda maior para a apresentadora por causa de um incidente ocorrido antes mesmo do embarque. Ela contou que o carro em que estava atropelou um veado a caminho do aeroporto. “Eu já logo pensei: ‘o que significa atropelar esse veado?’. Poderia ter causado um acidente grave. Graças a Deus, um livramento. Mas fiquei pensando: ‘será que não é para pegar o voo?’. Aí deu o problema e fiquei alarmada”, disse a apresentadora que depois tranquilizou os fãs “Já estou no Brasil”. Influenciadora foi ofendida por parte da torcida durante amistoso entre Brasil e Panamá. Após a repercussão do episódio nas redes sociais, Vini Jr. pediu respeito à ex-namorada e afirmou que os dois mantêm uma boa relação | 05:15 – 01/06/2026
RIO DE JANEIRO, RJ () – O cantor Nattan, 27, pediu desculpas ao público de Maracanaú (CE) após a apresentação realizada na última sexta-feira (29) durante as festividades de São João. Em vídeos divulgados nas redes sociais, o artista aparece sem camisa no palco, o que gerou comentários de internautas que o acusaram de estar alcoolizado durante o show. Em uma sequência de vídeos publicada nos Stories do Instagram, o cantor reconheceu que consumiu bebida alcoólica antes de subir ao palco e afirmou que o desempenho ficou abaixo do esperado. Segundo ele, a expectativa para o evento era grande, principalmente pela proposta de dividir a apresentação com Zé Vaqueiro, que também integrava a programação. Segundo Nattan , a expectativa para a apresentação fez com que ele exagerasse na comemoração ainda no camarim. “Tinha uma semana que eu estava animado e ansioso pro show de Maracanaú, e acabamos que tomamos uma no camarim, acho que me emocionei demais, de tanto que eu estava querendo viver aquele momento”, declarou. Ele então avaliou que não entregou ao público o espetáculo que costuma realizar. Como forma de compensação, anunciou que retornará à cidade para uma apresentação gratuita, cuja data ainda será definida. O artista afirmou que divulgará em breve mais informações sobre o novo show e reforçou o pedido de desculpas aos fãs. Nattan também admitiu não se lembrar de parte do que aconteceu durante a apresentação. “Acho que lembro de ter cantado umas cinco músicas. Me disseram que foram umas 60”, comentou. A repercussão do episódio foi negativa nas redes sociais. Usuários criticaram a postura do cantor e classificaram sua atitude como falta de profissionalismo e desrespeito ao público. Alguns comentários destacaram que artistas devem manter o compromisso com a qualidade das apresentações, enquanto outros consideraram inadequado o consumo de álcool antes de subir ao palco.
Influenciadora foi ofendida por parte da torcida durante amistoso entre Brasil e Panamá. Após a repercussão do episódio nas redes sociais, Vini Jr. pediu respeito à ex-namorada e afirmou que os dois mantêm uma boa relação | 05:15 – 01/06/2026
Ó Brasil não enfrenta mais apenas o desafio do tabagismo tradicional, mas também o avanço da indústria da nicotina, que tem adolescentes e jovens como principais alvos. O alerta foi feito pelo diretor-geral do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Roberto Gil, durante evento realizado na última quinta-feira (28), em alusão ao Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio. “Me impressiona a desinformação que a gente ainda tem, porque um produto que mata um em cada dois usuários não deveria existir”, afirmou Roberto Gil. O Ministério da Saúde também tem reforçado o alerta sobre o uso de aromatizantes e dispositivos eletrônicos para fumar, que tornam a iniciação ao tabaco mais atraente. Entre eles estão os cigarros aromatizados e os chamados DEFs (dispositivos eletrônicos para fumar), como vapes e pods, que agregam sabores doces, aromas, cores e sensações refrescantes à experiência de consumo. Com o tema “Desmascarando o apelo: combatendo a dependência de nicotina e tabaco”, a campanha deste ano busca discutir as estratégias utilizadas pela indústria do tabaco para atrair novos consumidores, especialmente crianças, adolescentes e jovens. Segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), cerca de 2,6 milhões de adolescentes entre 13 e 15 anos consomem tabaco nas Américas, enquanto outros 2 milhões utilizam cigarros eletrônicos. Um estudo apresentado pelo INCA em 2025 estima que o Brasil possa gastar até R$ 153 bilhões por ano com doenças relacionadas ao tabagismo. “O que estamos observando é uma transição dos cigarros convencionais para produtos mais tecnológicos, como nicotina sintética, sais de nicotina e outros dispositivos. Isso aumenta significativamente a atratividade desses produtos para as novas gerações, criando uma população cada vez maior de dependentes de nicotina”, afirmou Vera Luiza da Costa e Silva, secretária-executiva da Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco. Regulamentação Em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 14/2012, que proíbe o uso de aditivos que confiram sabor, aroma, cor, propriedades estimulantes ou aumentem a palatabilidade dos produtos derivados do tabaco. O objetivo é reduzir a atratividade desses produtos. A indústria do tabaco, porém, continua questionando a legalidade da norma na Justiça, alegando que a proibição inviabilizaria grande parte da produção nacional de cigarros. Um estudo publicado neste ano na revista científica Tobacco Control e apresentado pelo INCA durante o evento contesta esse argumento. Com base em dados da própria Anvisa, a pesquisa mostra que cerca de metade das marcas de cigarros manufaturados registradas no Brasil em 2025 não continha os aditivos proibidos pela resolução. “O que mostramos é que existe viabilidade logística e produtiva. O que não existe é interesse comercial da indústria em oferecer produtos sem aromas e sabores que favorecem a iniciação ao fumo”, afirmou o pesquisador André Zsklo, autor do estudo em parceria com o especialista da Anvisa André Luiz Oliveira da Silva. Roberto Gil defendeu ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) confirme a proibição dos aditivos para consolidar a validade nacional da norma e evitar novas contestações judiciais. “O tabagismo está se tornando cada vez mais uma doença pediátrica, atingindo pessoas com menos de 20 anos. Precisamos olhar para isso com muita atenção”, destacou. Riscos A coordenadora da Política de Prevenção e Controle do Câncer Infantojuvenil do Ministério da Saúde, Suyanne Camille Caldeira Monteiro, afirmou que impedir a iniciação ao consumo de nicotina deve ser uma prioridade. “Não existe dispositivo eletrônico para fumar que seja seguro. Esse é um ponto especialmente sensível quando falamos de adolescentes e jovens adultos, uma fase marcada pela construção da identidade, necessidade de pertencimento e forte exposição às redes sociais”, disse. O tabaco é um fator de risco comum para diversas doenças crônicas não transmissíveis, como câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas. No Brasil, o Ministério da Saúde, por meio do INCA, coordena as ações do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), responsável por articular políticas de prevenção, apoio à cessação do tabagismo e proteção da população contra a exposição à fumaça do tabaco. Autorização ocorre após meses de pressão do setor sobre Donald Trump, que descartou a proibição em campanha | 16:00 – 05/06/2026
() – O Rio de Janeiro investiga um caso suspeito de ebola. O paciente está em isolamento no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), unidade de referência para doenças infecciosas no Rio de Janeiro. Ele viajou de Guarulhos (Grande São Paulo) ao Rio de ônibus, assim que desembarcou no Brasil, dia 22 de maio, num voo de Joanesburgo, África do Sul. A informação é do Ministério da Saúde. Quando chegou ao Rio, o homem, que é proveniente de Uganda, ficou hospedado no bairro de Vila Isabel. Outras cinco pessoas residentes no mesmo local estão sendo monitoradas e permanecem assintomáticas. Em Uganda, ele não realizou deslocamentos internos, não teve contato com pessoas doentes e nem foi a outros países com surtos de ebola. Segundo o ministério, o paciente apresentou calafrios, tosse e diarreia. Exames laboratoriais confirmaram resultado positivo para malária. Neste domingo (31), análises realizadas a partir de amostras de saliva e urina apresentaram resultado negativo para ebola. Os exames foram conduzidos pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). A amostra de sangue segue em análise. A possibilidade de confirmação da doença após resultados iniciais negativos é considerada muito baixa. CASO SUSPEITO EM SÃO PAULO O homem de 37 anos com suspeita de infecção pelo vírus ebola internado no Instituto Emílio Ribas, no Pacaembu, zona oeste de São Paulo, está com meningite. Ele continua hospitalizado, em isolamento e seu estado de saúde é considerado grave. As informações são da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo. A investigação para ebola continua. O Ministério da Saúde reforça que os vírus causadores de ebola não são transmissíveis durante o período de incubação e nem transmitidos por via respiratória. O risco de transmissão da doença no Brasil e na América do Sul é considerado baixo. “Quatro pessoas receberão alta hoje e uma recebeu alta anteontem”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a inauguração de um novo centro de tratamento de ebola em Bunia, capital da província de Ituri. | 12h12 – 31/05/2026
A seleção brasileira masculina de futebol se despediu em grande estilo da torcida com goleada de 6 a 2 sobre o Panamá no último amistoso realizado no país antes da Copa do Mundo. Diante de mais de 72 mil torcedores no estádio do Maracanã na noite deste domingo (31), o técnico italiano Carlo Ancelotti colocou em campo dois times diferentes em cada tempo, para deleite do público. Na etapa inicial, o Brasil começou pressionando e bastou um minuto de jogo para Vinicius Júnior abrir o placar. Na sequência, a seleção perdeu intensidade e o Panamá empatou com Murillo. Nos minutos finais, Casemiro fez de cabeça e ampliou a vantagem da Amarelinha para 2 a 1. Se na primeira etapa o Brasil marcou mal, criou pouco no meio de campo e enfrentou dificuldades no ataque pelo lado direito, na etapa final a Amarelinha sobrou no Maracanã. Ancelotti colocou em campo 10 reservas e manteve apenas o titular Léo Pereira na zaga. Como num passe de mágica, o Brasil passou a pressionar na saída de bola, melhorou na troca de passes e na construção de jogadas a partir do meio campo com Danilo, Lucas Paquetá e Fabinho. Com jogo coletivo e domínio do campo, a seleção enfileirou mais quatro gols, marcados por Rayan, Lucas Paquetá, Igor Thiago (de pênalti) e Danilo Santos. Nos minutos finais, Harvey diminuiu para o Panamá. Notícias relacionadas: Ancelotti define seleção para jogo com Panamá e garante Neymar na Copa. Suárez e Nández ficam fora da concocação do Uruguai para a Copa . Uma pessoa morre e 200 ficam feridas em tumultos após título do PSG. A Amarelinha embarca nesta segunda-feira (1º de junho) para os Estados Unidos, onde fará o último amistoso antes da Copa. No próximo sábado (6), o Brasil entrenta o Egito, às 19h (horário de Brasília), na cidade de Cleveland. A estreia do Brasil na Copa será contra Marrocos, em 13 de junho (um sábado), em Nova Jersey. A Amareliinha está no Grupo C, que tem ainda Haiti e Escócia. FIM DE JOGO NO MARACANÃ! 🇧🇷6-2🇵🇦 ⚽️ Vini Jr. ⚽️Casemiro ⚽️ Ryan ⚽️ Paquetá ⚽️Igor Thiago ⚽️ Danilo S. A Seleção encerra sua preparação em solo brasileiro antes da viagem para a Copa do Mundo. ✈️🇧🇷 Próxima parada: amistoso contra o Egito, nos Estados Unidos.#BateNoPeito… pic.twitter.com/nLmCEBD212 — brasil (@CBF_Futebol) May 31, 2026 Primeiro tempo Como Ancelotti anunciara no sábado (30), o Brasil começou jogando com um esquema 4-2-4, com Alisson; Wesley, Bremer, Léo Pereira e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Matheus Cunha, Raphinha, Vinicius Júnior. e Luiz Henrique. Mal a partida começou, Casemiro aproveitou a saída de bola errada do Panamá e tocou para Vini Júnior marcar um golaço. O camisa 7 teve a chance de ampliar na sequencia, mas desperdiçou. Aos 12 minutos, o Panamá empatou com Murillo, em cobrança de falta, cometida por Bruno Guimarães em Bárcenas na entrada da área. Desorganizada, a Amarelinha perdeu intensidade, e deu espaço para o Panamá trocar passes no campo brasileiro. Os adversários tiveram oportunidades de ampliar, mas o goleiro Alisson defendeu os chutes de Escobar aos 19 minutos e Díaz, aos 31. Nos 15 minutos finais, em jogadas individuais, Raphinha e Bruno Guimarães ameaçaram o gol panamenho, mas foi apenas aos 38 que o Brasil passou à frente do marcador. Em noite inspirada, Vini Júnior disparou pela esquerda e já na grande área se livrou de dois marcadores, antes de levantar para Casemiro marcar de cabaçe o segundo gol do Brasil. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por CBF • Seleção Brasileira de Futebol (@brasil) Segundo tempo A história do jogo mundo na etapa final com a mudança completa do time, com exceção do zagueiro Léo Pereira. Ancelotti traçou outra estratégia de jogo – esquema 4-3-4 – e pôs em campo Ederson, Ibânez, Douglas Santos, junto com Léo Pereira; Rayan, Fabinho e Danilo Santos; Lucas Paquetá, Endrick e Igor Thiago. Mais entrosada e marcando na saída de bola, a seleção ligou o modo turbo aos sete minutos, em jogada iniciada com Igor Thiago: ele pressionou o goleiro Mosquera, recuperou a bola e tocou na direita para Rayan desferir um lindo chute cruzado. Era o terceiro gol do Brasil e o primeiro do camisa 26 pela Amarelinha. Quatro minutos depois, Rayan chutou de novo certeiro, mas desta vez Mosquera defendeu. A partir daí, o Brasil amassou o Panamá. Aos 14 minutos, Danilo Santos tocou para Lucas Paquetá, que trocou passes com Danilo Santos e Douglas Santos na entrada da área, antes de encher o pé e ampliar para 4 a 1 a vantagem brasileira, com um chute colocado. Dois minutos depois, Igor Thiago faz linda jogada dentro da grande área e foi derrubado pelo goleiro Mosquera. O árbitro anotou pênalti e o próprio Igor cobrou, aumentando para 5 a 1 a goleada. Embalada, a seleção seguiu no ataque até que aos 35 minutos, Paquetá lançou à distância para Danilo Santos. O atacante dominou a bola e dribou a marcação, antes de estufar as redes. Era o sexto gol da seleção, para êxtase da torcida. Antes do fim, aos 38 minutos, Harvey diminuiu para o Panamá com um golaço. Final: Brasil 6 x 1 Panamá. Fonte:Agência Brasil
O surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) continua avançando e já figura entre os maiores da história do país. Declarada oficialmente em 15 de maio, a epidemia se espalha pelas províncias de Ituri e Kivu do Norte, no leste congolês, e preocupa organismos internacionais pela insuficiência de recursos para conter a doença. Dados mais recentes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da África (África CDC) apontam 1.077 casos suspeitos e 246 mortes suspeitas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza, até o momento, 134 casos confirmados e 18 mortes confirmadas, além de 223 óbitos suspeitos relacionados à doença. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a resposta internacional enfrenta dificuldades por causa da escassez de recursos. A organização informou que apenas cerca de um terço do valor necessário para o combate ao surto foi efetivamente disponibilizado por países doadores. Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a inauguração de um centro de tratamento de ebola no Congo (Foto: Reprodução/ @DrTedros) A preocupação foi reforçada pelo diretor-geral da África CDC, Jean Kaseya. Em entrevista coletiva na sexta-feira (29), ele afirmou que parceiros internacionais reduziram significativamente os recursos prometidos. De acordo com Kaseya, o montante inicialmente anunciado, próximo de 500 milhões de dólares, caiu para 290 milhões de dólares. “As pessoas estão morrendo! Como alguém pode anunciar um compromisso de X milhões de dólares e, no dia seguinte, me ligar para dizer que foi um erro?”, declarou. Leia mais: OMS eleva risco de surto de ebola no Congo ao nível máximo Leia mais: OMS afirma que está ‘profundamente preocupada’ com a escalada do surto de ebola Casos suspeitos de ebola são investigados no Brasil No Brasil, dois casos suspeitos mobilizaram autoridades de saúde em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os pacientes haviam passado recentemente por países africanos e apresentaram sintomas compatíveis com infecções virais. Neste sábado (30), exames apontaram meningite em um dos pacientes e malária no outro. Apesar dos diagnósticos, a hipótese de ebola ainda não havia sido totalmente descartada até a última atualização.