SÃO PAULO, SP (UOL/) – Tom Holland, 30, comentou sobre sua luta contra o vício em álcool. O ator revelou o motivo para abandonar a bebida. “Parei de beber porque tive um problema. Eu não conseguia largar e estava afetando minha vida profissional, minha vida pessoal e a minha saúde”, disse no podcast Good Hang, de Amy Poehler. De acordo com ele, o início foi desafiador. “Desisti e consegui passar pelo primeiro ano, que acho que foi o maior desafio que já enfrentei”, admitiu. Em sua jornada de sobriedade, o britânico criou sua marca de cerveja sem álcool, Bero. Ele disse que “havia poucas opções para pessoas como ele, que procuravam algo que satisfizesse aquela vontade, que ajudasse a viver ou ir ao bar e participar da experiência social”. Tom Holland ainda contou que até Zendaya começou a consumir a bebida não alcóolica. No podcast, ele explicou que a noiva não “era de beber” e gostou da novidade. Leia Também: Ana Castela esclarece ida ao hospital e diz que adiou cirurgia
O relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) que ameaça tarifar produtos brasileiros apresenta, como justificativa, um conjunto de atos, políticas e práticas do Brasil considerados “irrazoáveis” ou “discriminatórios”. Na avaliação do governo dos EUA, tais medidas acabam por onerar ou restringir o comércio dos Estados Unidos, prejudicando empresas, investimentos e exportações daquele país. Notícias relacionadas: Governo dos EUA propõe nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. China defende soberania brasileira e propõe ampliar cooperação. México acusa setores dos EUA de ingerência em assuntos internos. A investigação avaliou as áreas de comércio digital e serviços de pagamentos eletrônicos, como o Pix; concessão de tarifas preferenciais; proteção de propriedade intelectual; combate à corrupção; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal. Veja o que diz o relatório sobre esses atos políticas e práticas considerados “irrazoáveis ou discriminatórios”. >> Siga o canal da Agência Brasil sem WhatsApp Comércio digital e serviços de pagamento eletrônico Segundo o escritório, tribunais brasileiros emitiram “ordens secretas determinando que empresas americanas de mídia social removessem determinados conteúdos políticos e suspendessem os perfis de residentes nos EUA, às vezes globalmente, além de proibir que as plataformas divulgassem essas ordens aos proprietários dos perfis”. O documento cita também que os tribunais brasileiros responsabilizaram financeiramente as empresas americanas de mídia social pelo descumprimento dessas ordens, “impondo multas significativas; restringindo seu acesso a ativos, contas e sistemas de processamento de pagamentos no Brasil; e, em pelo menos um caso, fechando um site por completo”. Na avaliação do representante, o Brasil tem “prejudicado injustamente empresas americanas que atuam em serviços concorrentes de pagamento eletrônico, inclusive por meio de políticas que favorecem sua principal concorrente”. Tarifas preferenciais injustas O relatório afirma que, em virtude de acordos comerciais preferenciais de escopo parcial com o México e a Índia – que abrangem setores nos quais o México e a Índia são produtores avançados e globalmente competitivos -, o Brasil concede tratamento tarifário preferencial mais baixo a centenas de produtos mexicanos e indianos em diversos setores. Combate à corrupção Sobre este ponto, o USTR diz que o Brasil “não adota medidas suficientes para combater o suborno e a corrupção”. Proteção da propriedade intelectual De acordo com o documento, o Brasil não estaria aplicando de forma suficiente suas leis penais e regulamentações aduaneiras para combater a falsificação de produtos. Além disso, não estaria resolvendo “o problema do tempo excessivo que suas autoridades levam para examinar pedidos de patentes, particularmente patentes biofarmacêuticas”. Por fim, afirma que o Brasil não implementa “medidas antipirataria consistentes e contínuas”. Acesso ao mercado de etanol O relatório do USTR argumenta que, em 2017, o Brasil interrompeu “abruptamente o tratamento tarifário equilibrado que anteriormente aplicava ao etanol”. Desde então, acrescenta, não estaria oferecendo tratamento tarifário recíproco às exportações de etanol dos EUA. Desmatamento ilegal Na avaliação dos EUA, mesmo o Brasil tendo um marco legal para combater desmatamentos ilegais, o país tem um histórico de falhas na sua aplicação eficaz. “O desmatamento ilegal persiste”, concluiu. Fonte:Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei com as regras para a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil. O texto trata das obrigações do país com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), incluindo vistos, direitos de transmissão, segurança e marketing. A lei ainda prevê uma premiação histórica de R$ 500 mil para cada jogadora que representou o Brasil nas competições de 1988 e 1991. Elas foram pioneiras no futebol feminino no país. Notícias relacionadas: Senado aprova lei com regras para Copa do Mundo Feminina de 2027. Aprovada na Câmara, lei da Copa Feminina reconhece atletas pioneiras. Aprovada em maio no Congresso Nacional, a Lei nº 15.421/2026 foi publicada nesta terça-feira (2) no Diário Oficial da União. O evento esportivo está marcado para ocorrer entre 24 de junho e 25 de julho do ano que vem e será disputado em oito cidades: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A expectativa é receber mais de 3 milhões de torcedores. O marco legal consolida as garantias apresentadas pelo Brasil no processo de candidatura e dá segurança jurídica ao evento. Entre os temas tratados estão venda e revenda de ingressos, procedimentos simplificados para concessão de vistos a estrangeiros, regras de trabalho e voluntariado, ações de segurança pública, proteção dos direitos comerciais e coordenação entre os diferentes níveis de governo. >> Siga o canal da Agência Brasil sem WhatsApp Tainá Maranhão comemora gol em partida da Fifa Series – Lívia Villas Boas/CBF/Direitos Reservados Pela lei, a Fifa tem exclusividade na divulgação e na venda de produtos e serviços nas áreas próximas aos eventos oficiais, mas isso não abrange o comércio regular desde que esse não realize vendas relacionadas à competição. O texto permite a venda de bebidas alcoólicas nos estádios e locais oficiais, conforme normas sanitárias vigentes. O governo federal poderá decretar feriado nacional nos dias em que houver disputas da seleção brasileira. Estados, municípios e o Distrito Federal também poderão decretar feriado ou ponto facultativo nos dias em que sediarem eventos do torneio. O calendário escolar, das redes de ensino públicas e privadas, precisará ser ajustado para que as férias do primeiro semestre abranjam todo o período entre a abertura e o encerramento da Copa. Pioneiras Além de disciplinar a realização do torneio, a legislação estabelece princípios voltados à promoção da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no esporte, ao enfrentamento da violência contra as mulheres, ao combate à discriminação e ao fortalecimento da participação feminina em todas as áreas do futebol, da prática esportiva à gestão. A lei ainda reconhece a contribuição histórica das atletas pioneiras, que abriram caminho para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil, com o pagamento de R$ 500 mil para cada jogadora da seleção brasileira de 1988 e 1991. No caso das atletas já falecidas, o prêmio será entregue aos sucessores legais. Conheça a lista de pioneiras 1988: Goleiras: Lica Laurentino e Simone Carneiro (falecidas) Laterais: Marisa Caju (capitã), Rosilene Fanta e Suzana Cavalheiro Zagueiras: Elane Rego, Suzy Bittencourt e Sandra Duarte Meias: Lúcia Feitosa, Marilza Pelezinha, Marcinha Honório, Fia Paulista, Russa e Sissi Atacantes: Lucilene Cebola, Roseli de Belo, Michael Jackson e Flordelis Oliveira Jogadoras da Seleção brasileira de Futebol Feminino de 1988 posada. Em pé: Pelezinha, Suzana, Lica, Flordelis, Suzy, Simone, Elane e Fia. Agachadas: Russa, Roseli, Fanta, Michael Jackson, Marcinha, Sandra e Sissi.. Foto: Acervo Museu do Futebol/Divulgação 1991: Goleiras: Meg e Miriam Soares Zagueiras: Rosa Maria, Doralice e Solange Meias: Márcia Tafarel, Lunalva Almeida, Cenira Sampaio e Rosângela Rocha Atacantes: Maria Lúcia, Adriana Alvim e Delma Gonçalves Seleção feminina de futebol posa para foto com comissão técnica em Teresópolis, Rio de Janeiro, Brasil 1991 Foto: Museu do Futebol/Divulgação Dados do torneio Em 1988, foi realizado o Torneio de convite feminino da FIFA e o Brasil conquistou a medalha de bronze. Já a Copa do Mundo Feminina é realizada a cada quatro anos desde a primeira edição oficial, na China, em 1991. O torneio já teve sete países como sede. Em maio de 2024, o Brasil foi escolhido para sediar a décima edição do evento, a primeira vez na América do Sul, derrotando a candidatura conjunta de Alemanha, Bélgica e Holanda. Esta edição da copa terá 32 seleções, com seis vagas diretas para a Ásia, quatro para a África, quatro para a América do Norte e Central, três para a América do Sul (uma delas do Brasil, garantido como país-sede), uma para a Oceania e 11 para a Europa. As outras três virão da fase de repescagem. Os Estados Unidos contabilizam o maior número de títulos, quatro, seguidos pela Alemanha, que foi campeã duas vezes, e por Noruega, Japão e Espanha, com um título cada. Atual vice-campeã olímpica, a seleção brasileira feminina busca na Copa do Mundo um título inédito. O melhor resultado brasileiro foi o vice-campeonato em 2007, na China, em final perdida para a Alemanha. Mesmo sem o título, o Brasil ostenta a maior goleadora da história das copas – entre homens e mulheres. Presente em seis edições, Marta anotou 17 gols, um a mais que o alemão Miroslav Klose. Já a atleta Formiga é recordista de participações; ela disputou sete Copas do Mundo. Formiga, ex-jogadora da Seleção Brasileira de Futebol, atualmente atua no cargo de Diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil Fonte:Agência Brasil
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou um novo caso de febre amarela em humanos, o 10º registrado em 2026. Do total de casos confirmados no Estado, seis evoluíram para óbito. O caso divulgado nesta terça-feira, 2, foi registrado em Lençóis Paulista, na região de Bauru. O paciente era um homem de 54 anos, sem histórico de vacinação, que morreu em decorrência da doença. Os demais registros ocorreram no Vale do Paraíba, onde oito pacientes contraíram o vírus e cinco faleceram; e na região de Sorocaba, em que o paciente se recuperou. Segundo a SES-SP, nenhum dos pacientes possuía histórico de vacinação contra a doença. Todas as vítimas eram homens e tinham entre 38 e 64 anos de idade. Vacinação Diante dos registros em humanos, o governo reforçou a campanha de imunização contra a doença, especialmente para pessoas que pretendem viajar para áreas de risco e para moradores de locais com circulação do vírus, como Santo André – na última quarta-feira, 27, o Estado confirmou o primeiro caso de febre amarela em macaco na cidade do ABC paulista. A vacina é gratuita e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A aplicação começa com uma dose aos 9 meses e um reforço aos 4 anos. A partir dos 5 anos, quem não se vacinou ou não tem comprovante deve receber uma dose única. Quem foi imunizado com a dose fracionada em 2018, quando houve um surto da doença, deve ir a uma UBS para conferir se há necessidade de receber uma dose de reforço. Como a doença é transmitida? A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos infectados e possui dois ciclos de transmissão, o silvestre e o urbano. No ciclo silvestre, os macacos são os principais hospedeiros e os vetores são mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Já no ciclo urbano, a transmissão ocorre pelo mosquito Aedes aegypti. A presença do vírus em macacos, como registrado em Santo André, indica a circulação de vetores infectados em áreas de mata: não há transmissão direta de macacos para humanos e nem entre humanos. A febre amarela é transmitida exclusivamente por mosquitos infectados. Em 2025, São Paulo registrou 57 casos de febre amarela em humanos, com 35 óbitos. Sintomas da febre amarela Entre os sintomas iniciais da doença estão febre súbita, calafrios, dor de cabeça, dores no corpo e nas costas, náuseas, vômitos e fraqueza. Nos casos mais graves, os pacientes podem apresentar hemorragias, insuficiência de múltiplos órgãos e icterícia – condição caracterizada pela coloração amarelada da pele e dos olhos. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 15% das pessoas infectadas podem evoluir para formas graves da doença. Destas, entre 20% e 50% podem morrer. Leia Também: Estado de São Paulo amplia vacinação contra a gripe para toda a população
Ana Castela deixou muitos fãs preocupados após mostrar que estava no hospital onde fazia uma endoscopia. Por isso, a cantora decidiu esclarecer os motivos para essa ida à unidade hospitalar, tendo explicado que passou por uma série de exames de rotina. “Vim ao hospital para fazer um check-up”, começou revelando, contando ainda que acabou por adiar uma cirurgia estética por causa da sua agenda. “Também ia fazer a minha cirurgia na orelha (otoplastia), mas acabei por desistir porque tenho que trabalhar e vou fazer no final do ano”, disse. A cantora acrescentou que o objetivo era aproveitar a ida ao hospital para realizar o procedimento estético, mas a recuperação dele atrapalharia sua agenda de shows, por isso achou melhor adiar. “Está tudo bem comigo. Só vim fazer uma série de exames, porque essa vida na estrada não é fácil”, garantiu. “Fiz a endoscopia, mas está tudo bem comigo. Coisa ruim não pega… Coisa boa não morre cedo, porque eu sou boa”, brincou ainda, como cita a revista Quem. O que é uma Otoplastia? A otoplastia é uma cirurgia de correção das orelhas. Tal como outras regiões da face, as orelhas também podem ser alvo de cirurgia plástica quando é necessário fazer uma correção anatômica. A otoplastia é uma técnica cirúrgica que consiste na correção de deformidades congênitas ou adquiridas do pavilhão auricular. As orelhas descoladas, também conhecidas por ‘orelhas de abano’, são uma das causas que com maior frequência levam à realização deste procedimento. Crianças e jovens que têm orelhas com uma forma incomum são muitas vezes alvo de atenção e comentários indesejados. No caso das orelhas descoladas, a otoplastia é a solução. Leia Também: Serena Williams anuncia retorno às quadras aos 44 anos após aposentadoria
O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião nesta segunda-feira (1°), aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.363, de 30 de maio. O ajuste nos seus preços de venda de óleo diesel valem a partir desta terça-feira (2). “Diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia e preserva a flexibilidade da Petrobras na implementação da sua estratégia comercial”, explica a estatal.>> Siga o canal da Agência Brasil no A adesão à nova subvenção é complementar à adesão anteriormente autorizada pela Medida Provisória nº 1.358/2026, de 13 de maio. A estatal disse que mantém sua estratégia comercial levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio. FONTE: AGENCIA BRASIL
A China divulgou nesta terça-feira (2) uma nota de apoio à soberania, independência e autonomia brasileiras. De acordo com o Conselho de Estado chinês, o país está disposto a ampliar a cooperação que vem mantendo com o Brasil e com os demais países da América Latina A manifestação chinesa em favor do Brasil ocorreu em Pequim, durante o evento Diálogo Estratégico Abrangente China-Brasil. Notícias relacionadas: Governo dos EUA propõe nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Na China, Vieira vê parceria com país “mais relevante do que nunca”. Exigido por Trump, Acordo de Abraão isola palestinos frente a Israel. A aproximação entre os dois países foi reiterada em meio às ameaças dos Estados Unidos de taxar em 25% produtos brasileiros que não sejam considerados estratégicos para o mercado daquele país. Cooperação e soberania Segundo o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, a China sempre foi uma “amiga confiável dos países da América Latina e do Caribe” e está “pronta para trabalhar com os países da região, incluindo o Brasil, para aprofundar e expandir ainda mais a cooperação geral entre China e América Latina”. Ele acrescentou que seu país “apoia o Brasil na defesa de sua soberania nacional, na manutenção da independência e autonomia e na busca por maior desenvolvimento”. Enfrentamento conjunto Wang defendeu que Brasil e China avancem na construção de uma comunidade China–Brasil, de forma a “enfrentar conjuntamente diversos desafios externos e gerar maior sinergia para os processos de modernização de ambos e para a união e o fortalecimento dos países do Sul Global”. Na sequência, disse que os dois lados devem avançar nos intercâmbios e na cooperação em áreas como cultura, educação, turismo, esportes, regiões subnacionais, juventude e meios de comunicação. Wang reiterou o posicionamento chinês de fortalecer a comunicação e coordenação em mecanismos multilaterais, incluindo as Nações Unidas e o Brics. Defendeu também a implementação de iniciativas globais no sentido de promover o desenvolvimento de um “sistema de governança global mais justo e equitativo”. Chanceler O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, está em Pequim, participando do encontro. Ele afirmou que o Brasil compartilha do interesse chinês em ampliar a cooperação prática e a coordenação internacional entre os dois países. Vieira disse ainda que o Brasil continuará a aderir ao princípio de “Uma Só China”. O termo está relacionado ao objetivo chinês de reaver Taiwan, ilha considerada “província rebelde”. Fonte:Agência Brasil
O governo dos Estados Unidos abriu uma nova frente de pressão comercial contra o Brasil ao anunciar a possibilidade de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida, que poderá entrar em vigor em 15 de julho, é resultado de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que inclui questionamentos ao Pix e a outras políticas econômicas e regulatórias adotadas pelo país. Segundo o órgão norte-americano, práticas relacionadas a pagamentos eletrônicos, comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento estariam criando barreiras para empresas dos Estados Unidos. Apesar da ameaça de taxação, setores considerados estratégicos ficaram de fora da proposta, entre eles carne bovina, café, aeronaves, peças aeronáuticas, terras raras e determinados minérios. Pix entra na mira da investigação americana O sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central aparece entre os principais temas analisados pela investigação aberta pelos Estados Unidos em julho do ano passado. De acordo com o USTR, o modelo regulatório brasileiro favoreceria o Pix em relação a empresas privadas que atuam no mercado de pagamentos eletrônicos. O órgão argumenta que a atuação simultânea do Banco Central como regulador e operador do sistema poderia gerar um ambiente desfavorável para concorrentes estrangeiros. O documento também questiona exigências regulatórias que determinam a oferta do Pix pelas instituições financeiras e apontam destaque ao sistema nos aplicativos bancários. Para os Estados Unidos, a gratuidade para pessoas físicas e as limitações de tarifas cobradas das empresas teriam contribuído para ampliar sua presença no mercado. O Pix, por sua vez, é apontado pelo Banco Central como uma ferramenta de inclusão financeira e ampliação do acesso aos meios digitais de pagamento, consolidando-se como uma das formas de transferência mais utilizadas pelos brasileiros. Decisão final depende de consulta pública A investigação foi conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, instrumento utilizado pelo governo norte-americano para contestar práticas consideradas prejudiciais aos seus interesses comerciais. Além do Pix, os EUA questionam supostas tarifas preferenciais concedidas pelo Brasil a outros países, medidas ligadas à propriedade intelectual, dificuldades de acesso ao mercado brasileiro de etanol, decisões relacionadas ao ambiente digital e ações de combate ao desmatamento ilegal. O processo recebeu centenas de manifestações e ainda passará por consulta pública antes de uma decisão definitiva. O prazo para envio de contribuições termina em 1º de julho, enquanto uma audiência pública está prevista para o dia 6. O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou que as negociações com o governo brasileiro continuam em andamento, mas reconheceu que ainda existem divergências significativas entre os dois países. Caso a medida seja confirmada, a nova tarifa poderá atingir parte das exportações brasileiras destinadas a um dos principais parceiros comerciais do país. A exclusão de produtos como carne bovina, café e aeronaves, entretanto, tende a reduzir os impactos imediatos sobre setores relevantes da economia nacional. Produtos estratégicos ficam fora da lista Apesar da proposta de sobretaxa, o governo norte-americano excluiu da medida uma série de produtos considerados estratégicos ou essenciais para sua economia. Entre eles estão carne bovina, café, terras raras, determinados metais e minérios, além de aeronaves e peças aeronáuticas produzidas no Brasil. Também ficaram fora da lista frutas, nozes, petróleo e derivados, fertilizantes, compostos farmacêuticos e alguns produtos químicos. Segundo o USTR, a exclusão busca evitar impactos em setores nos quais os Estados Unidos dependem de importações ou não possuem produção suficiente para atender à demanda interna.
O agronegócio brasileiro já lidera a produção mundial de alimentos em diversas cadeias, mas agora busca avançar para uma nova fronteira: a da inovação tecnológica. É nesse cenário que foi lançado nesta segunda-feira (1º) o AgroValley MS, um novo ecossistema de aceleração de startups voltado ao desenvolvimento de soluções para o agro tropical brasileiro. A iniciativa é liderada pela VivaTerra Ventures, gestora recém-criada que pretende investir até R$ 150 milhões em startups do setor e que atualmente está em fase de captação de seu primeiro fundo de investimentos. O projeto nasce em parceria com a Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), a Fundação MS e o Governo de Mato Grosso do Sul, além de contar com o apoio tecnológico do Google Cloud. A proposta é conectar startups, produtores rurais, pesquisadores e investidores para acelerar o desenvolvimento de tecnologias ligadas à inteligência artificial, robótica, análise de dados, biotecnologia e agricultura de baixo carbono. Segundo Riedel, a transformação digital já começa a produzir resultados tanto na educação quanto no campo Durante o lançamento, o governador Eduardo Riedel, acompanhado do vice-governador José Carlos Barbosa (Barbosinha), destacou que a criação do AgroValley MS representa o resultado de uma estratégia construída a partir de políticas públicas voltadas à inovação, à educação e ao fortalecimento de um ambiente favorável aos investimentos. “A gente trabalha no dia a dia com a política pública para buscar esse tipo de resultado. O mínimo que a gente pode fazer é gerar esse ambiente institucional positivo, transparente, aberto e que apoia diversas iniciativas da política pública e ações de formação”, afirmou. Segundo Riedel, a transformação digital já começa a produzir resultados concretos em Mato Grosso do Sul, tanto na educação quanto no campo, aproximando tecnologia, gestão pública e produção agropecuária. “No evento “Raízes do Futuro”, uma parceria com o Google, a gente pôde trazer para cá produtos concretos, objetivos, sérios e plurais. Um produto importante que muda também a chave do nosso sistema produtivo. Algo que pode parecer simples, e é, enquanto não se tem. No dia a dia da operação dos produtores rurais, muitas vezes o endereço é algo difícil de explicar. A tecnologia resolve de uma maneira simples aquilo que antes era um problema e coloca isso de maneira unificada para todas as políticas públicas”, destacou. O governador ressaltou ainda o impacto da tecnologia na formação de estudantes e profissionais preparados para as novas exigências do mercado de trabalho. “Ter esse ecossistema disponível para os nossos alunos e professores nas escolas vai formar profissionais com outro perfil de preparo para a vida pessoal e para o mercado. É um tipo de apoio que será cada vez mais demandado”, observou. Ao comentar a criação do AgroValley MS, Riedel avaliou que a iniciativa nasce conectada aos principais atores do agronegócio e da inovação. “A AgroValley nasce com o pé direito ao convocar pessoas que conhecem profundamente o agro brasileiro, desde a tecnologia de produção até o ambiente institucional e de mercado. É muito importante ter pessoas que acompanharam as transformações do setor participando desse projeto”, disse. O governador também contextualizou o momento de crescimento vivido por Mato Grosso do Sul nas últimas décadas, destacando a diversificação da produção e o avanço da industrialização. Já de acordo com o secretário da Semadesc, Artur Falcette, iniciativas como o AgroValley MS reforçam a estratégia adotada por Mato Grosso do Sul de construir um ambiente institucional capaz de conectar poder público, iniciativa privada, universidades e investidores em torno da inovação e do desenvolvimento. Falcette também ressaltou a importância de apoiar projetos de base tecnológica ligados às universidades e centros de pesquisa “São momentos como esse que nos fazem ter certeza de que criar esse ambiente institucional que a gente tem no Mato Grosso do Sul é uma estratégia do governador muito acertada”, afirmou. Segundo Falcette, um dos diferenciais percebidos por investidores e empresários que chegam ao Estado está justamente na capacidade de transformar projetos em iniciativas concretas por meio da articulação entre diferentes setores. O que eles enxergam quando olham para Mato Grosso do Sul é justamente esse ambiente institucional, a capacidade que a gente tem de transformar projetos em realidade. Falcette também ressaltou a importância de apoiar projetos de base tecnológica ligados às universidades e centros de pesquisa, especialmente aqueles voltados à inovação aplicada ao agronegócio. “A importância desse nosso olhar para projetos e ideias, especialmente quando a gente vai para a tecnologia, é fundamental. Quando vemos um projeto como esse surgir dentro das nossas universidades, com uma participação muito grande das universidades públicas nessas iniciativas, temos a certeza de que estamos caminhando no sentido correto”, avaliou. Em Campo Grande, o AgroValley MS contará com uma estrutura de aproximadamente 1.000 m², destinada à incubação e aceleração de empresas inovadoras, realização de bootcamps, programas de inovação, demonstrações tecnológicas e eventos voltados ao setor agropecuário. O espaço foi concebido para funcionar como um ambiente de conexão entre ciência aplicada, capital de risco e validação de tecnologias em condições reais de produção agropecuária. A operação será organizada em três frentes principais: incubação de startups em estágio inicial com base científica, programas de tração para empresas que precisam validar soluções no campo e aceleração comercial para negócios que já possuem receita e buscam ampliar sua escala de atuação. Para o fundador da VivaTerra Ventures, Rafael Vila Marques, o lançamento do AgroValley MS representa mais do que uma agenda institucional. Segundo ele, trata-se do início de uma trajetória voltada à construção de um novo ambiente de inovação para o agronegócio brasileiro. Rafael destacou que fatores como inteligência artificial, automação e consolidação de mercados devem acelerar mudanças profundas no campo “Hoje não marca uma agenda. Isso marca o início de uma trajetória, uma trajetória que vai ser construída com a ajuda de todos que compartilham com a gente uma visão de futuro. Uma visão que entende que o agronegócio é algo representativo dentro do PIB brasileiro e que a gente constata que o capital de risco colocado para esse tipo de setor é baixo”, afirmou. De acordo
Celebridades podem estar sempre sob os holofotes, mas alguns famosos conseguem manter determinadas coisas fora do radar durante toda a vida. Por muitos anos, astros e estrelas conseguiram guardar segredos que não foram revelados até depois de suas mortes. Algumas histórias são tristes de abuso, outras são comoventes. Nesta galeria você encontrará um pouco de tudo! Na galeria, descubra os segredos (alguns bem sinistros) que estes famosos levaram para o túmulo com eles.