Em meio às negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, o presidente Donald Trump e o secretário de Estado Marco Rubio reforçaram nesta terça-feira (2) que Washington mantém abertas as conversas com Teerã, apesar das informações sobre uma possível interrupção do diálogo. Na segunda-feira (1º), a agência semioficial iraniana Tasnim informou que o governo de Teerã havia suspendido as negociações em protesto às ações de Israel no Líbano. Trump, que já havia rejeitado as informações, voltou a reforçar a posição na terça-feira. “Reportagens falsas de que a República Islâmica do Irã e os EUA pararam de se comunicar há alguns dias são falsos e equivocados. As conversas entre nós têm ocorrido continuamente, incluindo há quatro dias, três dias, dois dias, um dia e hoje”, escreveu na rede Truth Social. Leia mais: Ataques no Líbano suspendem negociações no Oriente Médio Rubio afirma que sanções contra Irã seguem inalteradas Ainda, durante audiência no Comitê de Relações Exteriores do Senado norte-americano, Rubio afirmou que o país persa aceitou discutir aspectos de seu programa nuclear que anteriormente não estavam sendo negociados. Ao tratar das sanções impostas a Teerã, Rubio disse que a posição norte-americana permanece inalterada. “Até o momento, tudo o que foi discutido com eles é que… qualquer alívio das sanções está condicionado, o que significa que precisa ser em troca da razão pela qual essas sanções foram impostas em primeiro lugar, que é o seu programa nuclear”, afirmou. Rubio também acusou Teerã de tentar influenciar as negociações mediadas pelos EUA entre Israel e Líbano. Segundo ele, Washington segue tratando o governo libanês como interlocutor das conversas e considera prioritário fortalecer as instituições do país enquanto busca reduzir a influência do Hezbollah. Autoridades do país persa sinalizaram disposição para retomar as negociações, alertando para uma possível ampliação das tensões caso prossigam os ataques israelenses em território libanês.
O Senado aprovou, nesta terça-feira (2), projeto da Câmara que suspende uma resolução do Conanda, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que estabelecia um protocolo específico em caso de gravidez para atendimento de menores de 14 anos que foram vítimas de violência sexual. A decisão do Congresso Nacional fragiliza a proteção de crianças e adolescentes que sofreram estupro. A resolução, aprovada em 2024, determinava acesso rápido e seguro ao serviço de saúde para a realização da interrupção legal de gestação em caso de violência contra crianças e adolescentes. A norma definia que o atendimento deveria seguir o princípio da celeridade, a não-revitimização e o respeito à autonomia e escuta dessas vítimas. A resolução ainda previa diretrizes para prevenção à violência sexual na infância, incluindo o direito à educação sexual. O Conanda é um conselho eleito pela sociedade civil, com participação de representantes do poder público, com objetivo de elaborar a política nacional de atendimento ao direito da infância. A resolução do Conanda foi aprovada em 2024 com votação contrária do governo federal. Os senadores aprovaram a proposta que susta a resolução do Conanda no plenário sem qualquer discussão. Mais cedo, o projeto foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos do Senado. A relatora da proposta, senadora Damares Alves (Republicanos – DF), afirmou que a resolução extrapola o papel do Conselho.
“O que está em debate é outra questão. Se um conselho administrativo possui competência para disciplinar, por resolução, temas de elevada densidade constitucional, familiar, médica e penal, criando diretrizes que ultrapassam os limites da regulamentação administrativa e ingressam em matérias reservadas à lei formal. Esse aspecto foi inclusive motivo de intenso debate dentro do próprio processo de aprovação da resolução”.
Em nota, o Conanda manifestou indignação e repúdio com a suspensão da resolução pelo Senado Federal. Para o Conselho, a decisão representa um grave retrocesso na proteção integral de crianças e adolescentes, especialmente daqueles que vivenciam situações de violência sexual. O Conanda afirma que a resolução segue suas competências e atribuições legais. Seu objetivo não foi criar novos direitos ou alterar legislações, mas estabelecer diretrizes nacionais para qualificar a atuação da rede de proteção e efetivação de direitos já reconhecidos pelo ordenamento jurídico brasileiro. O Conselho reforça que a decisão do Congresso afeta especialmente meninas vítimas de violência sexual, que historicamente enfrentam barreiras institucionais, discriminação e julgamentos morais para acessar serviços públicos de saúde, assistência social, educação, proteção e justiça. O Conanda destaca que nenhuma votação parlamentar é capaz de apagar décadas de conquistas construídas pela sociedade brasileira na proteção da infância e da adolescência. Leia também: Monique diz crer que Jairinho matou Henry e afirma ter sido dopada com remédios pelo réu
A Rússia realizou na madrugada de terça-feira (2) uma série de ataques aéreos contra a Ucrânia que deixou ao menos 22 mortos e 138 feridos, segundo autoridades ucranianas. Os bombardeios atingiram 38 locais em diferentes regiões do país e voltaram a colocar a capital, Kiev, entre os principais alvos da ofensiva. De acordo com o governo ucraniano, esta foi a terceira grande investida contra a capital em menos de um mês. Sistemas de defesa aérea foram acionados para tentar conter os ataques, enquanto moradores receberam orientações para buscar abrigo em estações de metrô e outros locais protegidos. Cerca de 140 mil pessoas ficaram sem energia elétrica na cidade. Horas após a ofensiva, o Ministério da Defesa da Rússia informou que a operação utilizou mísseis hipersônicos e drones contra sete regiões ucranianas. Segundo Moscou, os alvos eram estruturas estratégicas para as Forças Armadas da Ucrânia, incluindo instalações ligadas a combustível, transporte e aeródromos militares. Em comunicado, o governo russo afirmou que a ação foi uma resposta aos chamados “atos terroristas do regime de Kiev”. Entre os episódios citados está um ataque com drone ocorrido em 22 de maio contra um dormitório estudantil em Luhansk, cidade controlada pela Rússia no leste da Ucrânia. Após o episódio onde 18 pessoas morreram, o presidente russo, Vladimir Putin prometeu retaliar. Leia mais: Rússia retalia ofensiva ucraniana com ataque massivo Leia mais: Ucrânia lança um dos maiores ataques aéreos contra Moscou Rússia acusa Kiev de atribuir ataques ucranianos a Moscou Também nesta terça-feira, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia acusou a Ucrânia de promover ataques com drones contra embarcações civis e de tentar desestabilizar a região do Mar Negro. Moscou sustenta que Kiev atribuiu falsamente essas ações à Rússia. Ainda, as forças de segurança ucranianas informaram que o ataque envolveu o lançamento de 73 mísseis e 656 drones. Para tentar neutralizar a ofensiva, o país utilizou 40 mísseis e 602 drones. Em meio ao agravamento dos bombardeios, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enviou na semana passada uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao Congresso norte-americano pedindo sistemas de defesa aérea.
A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos voltou a enfrentar turbulências após o governo do presidente Donald Trump propor a aplicação de uma tarifa de 25% sobre uma ampla lista de produtos brasileiros. A medida foi apresentada na segunda-feira (1º) pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), após a conclusão de uma investigação que acusa o Brasil de adotar práticas consideradas prejudiciais aos interesses de empresas norte-americanas. A proposta, que ainda depende da aprovação final de Trump, foi elaborada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O mecanismo autoriza Washington a adotar sanções e sobretaxas contra países acusados de manter barreiras ou políticas classificadas como abusivas ao comércio internacional. Entre os principais pontos citados pelo relatório estão o Pix, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas no combate a corrupção. O documento sustenta que políticas públicas brasileiras relacionadas ao sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central colocariam empresas norte-americanas de pagamentos eletrônicos em situação de “desvantagem injusta”. Em abril deste ano, um relatório da Casa Branca já havia apontado que a expansão do Pix poderia afetar empresas norte-americanas de cartões de crédito que atuam no Brasil. Autoridades norte-americanas também haviam levantado questionamentos semelhantes em 2025. Leia mais: EUA miram Pix e ameaçam impor tarifa de 25% ao Brasil em nova ofensiva comercial Leia mais: Lula reage ao tarifaço dos EUA e acusa família Bolsonaro; Flávio diz que petista ainda pode negociar Apesar da proposta de sobretaxa, diversos produtos estratégicos ficaram de fora da lista. Entre as exceções estão carne bovina, café, terras-raras, equipamentos aeronáuticos e determinados grupos de frutas e hortaliças. A iniciativa surge semanas após uma tentativa de aproximação entre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Os dois presidentes se reuniram em Washington em 7 de maio e discutiram tarifas comerciais, minerais críticos e cooperação no combate ao crime organizado. Presidente Lula e Donald Trump durante encontro dos líderes na Casa Branca (Foto: Ricardo Stuckert/PR) Na ocasião, o encontro foi classificado como positivo tanto pelo Palácio do Planalto quanto pela Casa Branca. Após a reunião, o republicano afirmou que a conversa havia sido “muito boa”, enquanto Lula declarou esperar avanços nas negociações comerciais entre os dois países. O anúncio dos EUA também ocorre em meio ao esforço da Casa Branca para reformular sua estratégia tarifária. Após enfrentar reveses judiciais relacionados a medidas adotadas anteriormente, o governo norte-americano passou a recorrer a investigações específicas para justificar novas cobranças sobre importações. Lula afirma que Estados Unidos temem Pix No Brasil, o presidente Lula afirmou que a iniciativa foi baseada em uma “mentira” e atribuiu parte das críticas ao temor de que o “Pix pode abalar muito as chamadas empresas de cartão de crédito deles”. Lula ainda associou a medida à atuação dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro junto ao governo norte-americano. “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores que ele. São vendilhões da Pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores”, afirmou. Flávio afirma que pediu para Trump não taxar empresas brasileiras Já o senador Flávio Bolsonaro, que cumpriu agenda em Washington em 26 de maio, declarou ser contrário à imposição das novas tarifas. Em vídeo divulgado nas redes sociais, afirmou que sempre defendeu “as empresas brasileiras e, em qualquer oportunidade que tiver, vou continuar a defender nosso setor produtivo”. O parlamentar ainda acrescentou: “Pedi expressamente ao presidente Trump para não taxar nossas empresas. Tarifa não é solução. Precisamos sentar de maneira séria na mesa de negociação, não com bravatas, como faz Lula”.
RIO DE JANEIRO, RJ )) – Richard Gere,76, voltou a criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante participação no Fórum de Oslo pela Liberdade, realizado nesta terça-feira (2), na Noruega. O ator classificou o republicano como “louco” e afirmou que o país atravessa um dos períodos mais difíceis de sua história recente. “Estamos vivendo o momento mais sombrio que já presenciei neste planeta”, disse Gere durante a cerimônia de entrega dos Prêmios Václav Havel de Dissidência Criativa, diante de uma plateia de centenas de pessoas na capital norueguesa. Ao comentar o cenário político americano, o ator questionou a ascensão de Trump ao poder. “Quem poderia imaginar que os Estados Unidos chegariam a este ponto? Quem poderia imaginar que um louco como este seria presidente dos Estados Unidos?”, afirmou. Gere também acusou o presidente de desmontar estruturas que, segundo ele, representavam aspectos positivos do governo e da sociedade americana. “No primeiro dia, este sujeito destruiu quase tudo de bom que havia no governo dos Estados Unidos e em seu povo”, declarou. Não é a primeira vez que o artista se posiciona publicamente contra Trump. Em fevereiro deste ano, ele já havia se referido ao presidente como um “valentão”. Durante o evento em Oslo, Richard Gere participou da entrega de homenagens ao artista chinês Gao Zhen, que está preso, e ao dissidente birmanês Sai, reconhecidos por sua atuação em defesa da liberdade de expressão. O ator alertou para o avanço de regimes autoritários ao redor do mundo. “Precisamos perceber os sinais, esta ditadura de monstros, a rapidez com que tudo acontece. Precisamos ficar alertas”, Conhecido por seu ativismo em defesa do Tibete, Gere é adepto do budismo e mantém uma relação próxima com o Dalai Lama, líder espiritual tibetano exilado. Desde 2024, o ator vive na Espanha ao lado da esposa, Alejandra Silva, após vender um imóvel em New Canaan, Connecticut, Estados Unidos, por US$ 10,7 milhões, equivalem a aproximadamente R$ 53,7 milhões na cotação atual. Leia Também: A$AP Rocky comenta tiroteio em mansão com Rihanna
LONDRINA, PR (UOL/) – Owain Rhys Davies morreu aos 44 anos.A morte do ator galês foi confirmado por seu irmão, Rhodri Davies, em comunicado. “É com profunda tristeza que meu pai e eu compartilhamos a notícia de que meu irmão, Owain, faleceu. Esta notícia será um grande choque para muitos”, mensurou Rhodri, em nota divulgada pelo jornal britânico Independent. As causas da morte de Owain ainda não foram esclarecidas. “(Ele) faleceu repentinamente, de causas naturais e em paz”, limitou-se a dizer o irmão do artista sobre o assunto, admitindo que ainda há “questionamentos” sobre o que teria levado ao óbito. Rhodri enalteceu o legado do irmão famoso em vida. “O alcance do amor, da amizade e da generosidade de Owain era imenso. A avalanche de mensagens que recebemos nos últimos dias foi profundamente comovente e demonstra o impacto que ele teve em tantas vidas.” O intérprete era conhecido por seus papéis em séries como “Twin Peaks: The Return” (2017) e “The OA” (2016). Filmes como “Alice Através do Espelho” (2016) e “Um Guia de Vida para Assassinos em Série” (2019) também foram destaque em seu currículo. Sabrina Carpenter conseguiu uma ordem de restrição temporária contra um homem acusado de invadir repetidamente sua propriedade em Los Angeles. Segundo a cantora, o suspeito tentou entrar em sua casa e demonstrou uma “fixação perigosa” ao afirmar que os dois se conheciam | 10h00 – 02/06/2026
SÃO PAULO, SP () – Um problema técnico interrompeu temporariamente as operações nos aeroportos de São Paulo, na manhã desta terça-feira (2), segundo a FAB (Força Aérea Brasileira). A falha ocorreu em um satélite, de acordo com a Anac (Agência Nacional da Aviação civil). A situação afetou o aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, o aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo região metropolitana, e o aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. “A suspensão provisória foi motivada por um problema técnico operacional externo. Destaca-se, ainda, que as aeronaves foram devidamente sequenciadas, cumprindo rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo e mantendo o fluxo operacional previsto para os aeródromos. A FAB ressalta que as atividades já foram restabelecidas completamente”, afirmou a FAB. A Anac afirmou, durante a tarde, que monitora a ocorrência. A agência disse que foi informada pelo Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) que a origem da falha nas comunicações de voo ocorreu em um dos satélites utilizados pelo Decea. Esse satélite é um equipamento contratado pelo Comaer (Comando da Aeronáutica), que, de acordo com a Anac, apresentou pane momentânea em algumas frequências operadas pelo Decea. “Houve apenas um impacto breve das operações aéreas, que já foram totalmente reestabelecidas”, afirmou a agência. A Anac disse que analisa os impactos operacionais causados pela falha. Isso inclui atrasos, cancelamentos, passageiros afetados e redirecionamento de voos para outros terminais. A agência afirmou que apresentará os dados e avaliará medidas para a normalização gradual da malha aérea assim que o levantamento for concluído. Tiago Faierstein. presidente da Anac ressaltou que não houve interrupção completa das operações. “Houve um problema de rádio, que foi rapidamente resolvido pelo Decea, que possui um plano de contingência para esses casos. No caso das decolagens, em São Paulo, o Decea automaticamente transferiu as frequências em falha para frequências da torre de controle que estavam funcionando. Então, é importante deixar claro que em momento nenhum houve risco na segurança das operações aéreas”, afirmou. A Anac reiterou que continua acompanhando a situação e trabalhando para o reestabelecimento completo das operações. A Aena, concessionária que administra o aeroporto de Congonhas, afirmou que em razão da interrupção temporária das operações aéreas nos aeródromos da região de São Paulo no período da manhã, houve oito chegadas e 14 partidas canceladas. Segundo a assessoria o aeroporto opera normalmente no período da tarde. A concessionária Aena orientou que os passageiros com viagens programadas verifiquem a situação de seus voos diretamente com as companhias aéreas antes de se deslocarem ao aeroporto. O terminal de Viracopos afirmou que as operações aéreas já foram parcialmente restabelecidas. “A concessionária seguirá monitorando a programação de voos ao longo do dia para avaliar eventuais reflexos da interrupção temporária nas operações”, disse. A GRU Airport afirmou que os pousos e decolagens no Aeroporto de Guarulhos foram momentaneamente suspensos devido a uma indisponibilidade no controle de tráfego aéreo em todo o estado de São Paulo, sem relação com o aeroporto. “Reforçamos que as operações foram retomadas e recomendamos que os passageiros consultem as respectivas companhias aéreas para mais informações”, destacou. Em 9 de abril, uma falha no sistema de controle de voo paralisou todos os pousos e decolagens no estado de São Paulo por pouco mais de uma hora. A FAB disse ter havido um “problema técnico operacional” das 9h30 às 10h06, mas o impacto nos aeroportos foi maior, com efeito cascata levando a atrasos, cancelamentos e desvios de rota. Mais de 200 voos e cerca de 8.000 passageiros foram afetados. Segundo as autoridades, o problema técnico ocorreu no Controle de Aproximação (APP, do inglês Approach Control) na região de São Paulo após uma suspeita de incêndio no prédio do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). A situação deixou os saguões dos aeroportos de Guarulhos, na Grande São Paulo, e de Congonhas, na zona sul da capital paulista, lotados. Nas redes sociais, dezenas de passageiros, que estavam prestes a decolar relatam esperar por mais de uma hora dentro das aeronaves sem informações se conseguiriam viajar. Alguns deles reclamavam da falta de informação e por estarem presos dentro dos aviões sem ar-condicionado. A FAB, em nota, disse ter cumprido rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo, “mantendo o fluxo operacional previsto para o aeródromo”. Em razão da ocorrência, o departamento suspendeu as autorizações de decolagem na área de controle terminal de São Paulo (TMA-SP), que abrange os aeroportos de Congonhas e Guarulhos. A suspensão de operações em aeroportos de São Paulo provocou reflexos em cidades como o Rio de Janeiro. A Infraero disse que três voos tiveram de retornar ao aeroporto Santos Dumont, na capital fluminense. Leia Também: Corpus Christi é feriado ou ponto facultativo? Entenda regras
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (2), que o Pix brasileiro é mais vantajoso que sistemas de empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Em evento em Catalão (GO), Lula destacou as vantagens da tecnologia nacional e disse que o Brasil não aceita ser tratado como “uma republiqueta de banana”. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) atacou o sistema de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central argumentando que o Pix prejudica “injustamente” empresas como a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay. O Pix, com sua infraestrutura pública e gratuita, tem movimentado mais recursos que as bandeiras de cartões de crédito tradicionais. “O Pix assusta eles”, disse Lula, contando que sugeriu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que adote o mesmo sistema no país norte-americano “A preocupação dos americanos é que o Pix pode abalar muito as empresas do cartão de crédito deles que estão aqui no Brasil. Acham que o Pix vai acabar com isso; e o Pix vai acabar mesmo, porque o Pix é de graça e é público e ninguém paga nada. É só clicar o Pix e tá resolvido o nosso problema”, afirmou. O relatório do USTR, publicado na noite dessa segunda-feira (1º), é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte dos produtos brasileiros. Agora, o governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil. >> Siga o canal da Agência Brasil no Whatsapp Acordo comercial Para Lula, a atitude dos estadunidenses é intempestiva já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial. Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi de US$ 415 bilhões. Lula ainda cobrou um telefonema de Trump para explicar as razões para a recomendação da USTR. “Você me deve uma reunião e eu devo uma para você, porque nós demos 30 dias para os nossos ministros negociarem. Então, eu estou esperando um telefonema seu para me explicar o que aconteceu na sua ausência e na minha ausência, porque esse acordo não pode ter a sua anuência”, disse o brasileiro. FONTE: AGENCIA BRASIL
SÃO PAULO, SP () – Yasmin Brunet voltou a defender sua crença em extraterrestres após a repercussão de um vídeo sobre um suposto objeto voador não identificado (Ovni) no Paraná. A modelo afirmou que os alienígenas vivem na Terra há muito tempo e podem se passar por humanos. A declaração foi feita no X, antigo Twitter, depois que viralizaram imagens divulgadas pelo influenciador Mayk Leão, que afirmou ter registrado sons e sinais incomuns em uma propriedade localizada em Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba. “Eles estão aqui há muito tempo já muito mesmo. Difícil falar sobre isso sem parecer doida, mas realmente tem ETs fingindo que são pessoas. Eles são shapeshifters”, escreveu a ex-BBB. A expressão, em inglês, significa “metamorfo” e costuma ser usada para descrever seres que conseguem assumir diferentes aparências. Yasmin também comentou diretamente o vídeo que circula nas redes e disse não ter ficado surpresa com o registro. “Vocês que estão perguntando sobre a filmagem do Ovni no Paraná achei legal, mas acho comum hoje em dia. Quase todo mundo já viu Ovnis, eu mesma já vi três. O que acho surreal é quem até hoje não acredita”, afirmou. A modelo já havia abordado o tema em outras ocasiões. Nos últimos dias, ela afirmou que não se importa com as críticas recebidas por compartilhar esse tipo de opinião. “E sim, podem julgar e falar que eu sou maluca kkkk, sou mesmo, mas isso é verdade”, escreveu. Em outra publicação, ironizou os comentários dos seguidores: “Tem gente querendo me dar chapéu de alumínio, mal sabendo que eu que distribuo eles”. Leia Também: A$AP Rocky comenta tiroteio em mansão com Rihanna
O governo do estado de São Paulo confirmou a quinta morte causada por febre amarela em 2026 no estado. O novo registro ocorreu em Lençóis Paulista, na região de Bauru. O paciente era um homem de 54 anos, sem histórico de vacinação. O caso foi confirmado nessa segunda-feira (1º). São Paulo já soma dez casos da doença neste ano: oito na região do Vale do Paraíba, com cinco óbitos; um na região de Sorocaba, sem registro de morte; e um na região de Bauru, com óbito. Nenhuma das pessoas que desenvolveram a doença havia sido vacinada. “A vacina é a principal forma de prevenção contra a febre amarela e está disponível gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Quem ainda não se vacinou deve procurar o posto mais próximo, especialmente antes de viagens para áreas rurais, de mata ou regiões com circulação do vírus”, destacou a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP) do Estado de São Paulo, Tatiana Lang. A vacina deve ser aplicada ao menos dez dias antes da exposição ao risco. A imunização é recomendada para toda a população e está disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs). “Não é preciso esperar a confirmação de novos casos para buscar a vacina. A proteção deve ocorrer antes da exposição ao vírus. A orientação é que a população verifique a carteira de vacinação e atualize a situação vacinal o quanto antes”, reforçou a diretora do CVE-SP.>> Siga o canal da Agência Brasil no A doença é transmitida por mosquitos infectados por vírus e possui dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, os principais vetores são os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Primatas não humanos podem ser infectados também. No ciclo urbano, a transmissão ocorre pelo mosquito Aedes aegypti. FONTE: AGENCIA BRASIL