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Tiroteio em jantar não fará Trump recuar na guerra contra o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o ataque a tiros durante um jantar com autoridades e jornalistas, em Washington, não terá impacto na condução da guerra contra o Irã. A declaração foi feita após o episódio de sábado (25), que provocou pânico entre os presentes e levou à retirada do presidente do local. Ao comentar o caso, Trump disse não ver, até o momento, indícios de ligação entre o atentado e o conflito no Oriente Médio, embora não tenha descartado completamente a hipótese. “Isso não vai me dissuadir de vencer a guerra no Irã. Não sei se isso teve algo a ver. Não acho, com base no que sabemos”, afirmou. Em seguida, ponderou: “Nunca se sabe”. Também no sábado, o republicano cancelou o envio de representantes ao Paquistão, onde estavam previstas negociações de paz com o Irã. A decisão ocorreu após o governo iraniano indicar que não participaria de tratativas diretas com enviados dos Estados Unidos.   Leia mais: Casa Branca diz que atirador queria matar Trump e autoridades nos EUA Leia mais: Atirador em jantar com Trump será indiciado após ataque em Washington Leia mais: ‘Cenário de terror’: Líderes internacionais reagem a ataque em jantar com Trump Leia mais: Saiba quem é o suspeito de ataque em jantar com Trump nos EUA   Trump afirma que Teerã pode ‘ligar’ caso queira diálogo Apesar do recuo nas negociações, o presidente sinalizou que o canal diplomático permanece aberto. Neste domingo (26), afirmou que Teerã pode procurar Washington caso queira discutir o fim da guerra. “Se eles quiserem conversar, podem vir até nós ou podem nos ligar. Sabe, temos um telefone. Temos linhas seguras e confiáveis”, disse, em entrevista à Fox News. Trump também reiterou a principal exigência dos Estados Unidos para qualquer acordo. “Eles sabem o que precisa constar no acordo. É muito simples: eles não podem ter armas nucleares – caso contrário, não há motivo para se reunirem”, declarou. Enquanto isso, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, segue em articulações com países mediadores, mesmo diante da ausência de representantes norte-americanos nas negociações. O conflito entre Washington, Tel Aviv e Teerã teve início em 28 de fevereiro após ataques coordenados entre EUA e Israel contra o Irã.

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Internacional

‘Lobo solitário’: Ataque a tiros marca jantar com Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi retirado às pressas de um jantar com jornalistas na noite de sábado (25), em Washington, após disparos serem ouvidos do lado de fora do evento. O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi preso no local e, segundo autoridades, admitiu após a detenção que pretendia atingir integrantes do governo. O episódio ocorreu durante o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado em um hotel da capital norte-americana e que reunia centenas de convidados, entre autoridades e profissionais da imprensa. Trump, o vice-presidente J.D. Vance, a primeira-dama Melania Trump e o secretário de Estado Marco Rubio estavam presentes e foram retirados em segurança pelo Serviço Secreto. De acordo com informações divulgadas pela emissora CBS News, Allen relatou aos policiais, após ser contido, que seu objetivo era atacar membros do governo. A emissora citou duas autoridades que falaram sob condição de anonimato. Ainda não há confirmação sobre quais autoridades seriam alvo direto da ação, mas a porta-voz Karoline Leavitt, apontou que o atirador tinha a intenção de “assassinar o presidente e matar o maior número possível de altos funcionários”. Foto: Reprodução/ @thanosdimadis/ X   Leia mais: Casa Branca diz que atirador queria matar Trump e autoridades nos EUA Leia mais: Atirador em jantar com Trump será indiciado após ataque em Washington Leia mais: ‘Cenário de terror’: Líderes internacionais reagem a ataque em jantar com Trump Leia mais: Saiba quem é o suspeito de ataque em jantar com Trump nos EUA   Trump descreve episódio como um “momento traumático” Em coletiva na Casa Branca, Trump afirmou não saber se o ataque teve motivação política, mas disse acreditar que poderia ser o alvo. “Ser presidente é uma profissão perigosa”, declarou. Ele classificou o episódio como um “momento traumático” e elogiou a atuação dos agentes de segurança. As autoridades informaram que o suspeito estava armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas. Ele trocou tiros com policiais ao ser interceptado em um posto de controle montado nas proximidades do salão principal. Um agente foi baleado durante a ação, mas não há registro de feridos entre os participantes do evento. A procuradora federal Jeanine Pirro afirmou que Allen será indiciado na segunda-feira (27) por uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a um agente federal. Segundo ela, “é claro, com base no que sabemos até agora, que esse indivíduo tinha a intenção de causar o máximo de danos e prejuízos que pudesse”. O chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, disse que o suspeito agiu sozinho e estava hospedado no mesmo hotel onde ocorria o jantar. O quarto foi isolado para investigação. Durante a madrugada, agentes do FBI também realizaram buscas em um endereço ligado a Allen em Torrance, na Califórnia. Trump afirmou ainda que o autor do ataque era “uma pessoa muito doente e doida” e o classificou como um “lobo solitário”. O presidente destacou a rapidez da resposta das forças de segurança. “Eles agiram muito rapidamente. O suspeito foi pego na primeira linha de defesa”, disse. Suspeito, identificado como Cole Tomas Allen (Foto: Reprodução/Truth Social) Republicano volta a defender salão de festas “ultrassecreto” na Casa Branca O presidente ainda voltou a defender a construção de um novo salão de baile na Casa Branca, afirmando que a estrutura aumentaria a segurança de eventos oficiais. “O que aconteceu ontem à noite é exatamente a razão pela qual nossos grandes militares, serviços secretos, autoridades policiais e, por diferentes razões, todos os presidentes nos últimos 150 anos, têm exigido que um salão de baile grande, seguro e protegido seja construído no terreno da Casa Branca”, publicou na Truth Social. O presidente afirmou ainda que o episódio “nunca teria acontecido com o salão de baile militarmente secreto atualmente em construção na Casa Branca”. Na mesma publicação o republicano ressaltou que “não se deve permitir que nada interfira na sua construção”.

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‘Cenário de terror’: Líderes internacionais reagem a ataque em jantar com Trump

Os disparos registrados no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado (25), provocaram uma onda de reações internacionais, com líderes condenando o episódio e ressaltando a atuação das forças de segurança. A resposta rápida dos agentes ao ataque foi destacada por autoridades de diferentes países. O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a atuação das forças de segurança, enquanto o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Serviço Secreto teve uma reação “ágil e decisiva”. Ele também declarou estar “chocado com a intenção de assassinato” e disse que ele e sua esposa ficaram aliviados ao saber que Trump e Melania estão “sãos e salvos”. A condenação à violência política foi outro ponto comum nas manifestações. O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que “a violência nunca tem lugar na democracia”, enquanto o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado com a máxima veemência”. Atirador foi detido e descrito como “lobo solitário” (Foto: Reprodução/Truth Social)   Leia mais: Vídeo: Donald Trump é retirado às pressas após tiroteio durante jantar em Washington Leia mais: Casa Branca diz que atirador queria matar Trump e autoridades nos EUA Leia mais: Atirador em jantar com Trump será indiciado após ataque em Washington   Na América Latina, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que “a violência nunca deve ser o caminho”, e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que “a violência nunca será uma opção para aqueles de nós que defendemos as bandeiras da paz”. O governo da Argentina também manifestou o “mais enérgico repúdio à nova tentativa de assassinato contra o presidente Donald J. Trump”. No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou “repudiar veementemente” o ataque e prestou solidariedade aos presentes, afirmando que “a violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”. O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, reforçou que “a violência nunca é o caminho”, enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que “um evento destinado a homenagear a imprensa livre nunca deveria se transformar em cenário de terror”.

Cole Tomas Allen
Internacional

Saiba quem é o suspeito de ataque em jantar com Trump nos EUA

O homem suspeito de atirar durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no sábado (25), em Washington, foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos. Segundo a imprensa americana, ele teria dito às autoridades que pretendia atingir pessoas ligadas ao presidente Donald Trump. Ao todo, entre cinco e oito tiros foram disparados durante o incidente. Leia mais: Atirador em jantar com Trump será indiciado após ataque em Washington Lula repudia ataque contra Trump e defende democracia Allen é morador de Torrance, na Califórnia, e não possui antecedentes criminais. Ele trabalhava como professor e também atuava como desenvolvedor de jogos. De acordo com registros públicos, estudou engenharia mecânica no Instituto de Tecnologia da Califórnia e concluiu recentemente um mestrado em ciência da computação. Suspeito será formalmente acusado Segundo a polícia, o suspeito estava hospedado no hotel Washington Hilton, onde o evento acontecia, e portava diversas armas, incluindo revólveres e facas. Após o ataque, ele foi detido e levado para atendimento hospitalar. A expectativa é de que seja formalmente acusado nesta segunda-feira (27) por uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a agentes federais. Além disso, as investigações indicam que Allen agiu sozinho e viajou da Califórnia até Washington antes do crime. Autoridades informaram que ele não tem colaborado com os investigadores. O caso segue em apuração para esclarecer a motivação do ataque.

Karoline Leavitt
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Casa Branca diz que atirador queria matar Trump e autoridades nos EUA

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou neste domingo (26) que o homem responsável pelos disparos durante um jantar com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha a intenção de matar o chefe de Estado e o maior número possível de integrantes do governo. Em publicação nas redes sociais, ela classificou o suspeito como “uma pessoa depravada e louca” e elogiou a atuação das forças de segurança. Leia mais: “Se depender de mim, o vice de Daniel será Zé Mário”, afirma Gracinha Caiado Três caminhos para o fim da escala 6×1 colocam Congresso em impasse O ataque ocorreu no sábado (25), em Washington, durante um evento com jornalistas. No momento dos disparos, Trump foi retirado às pressas do palco pelo Serviço Secreto. O vice-presidente JD Vance e outros integrantes do governo também deixaram o local rapidamente, seguindo protocolos de segurança. O suspeito do ataque contra Trump O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi preso após trocar tiros com a polícia. Segundo as autoridades, ele estava armado com uma espingarda, uma pistola e várias facas. Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas não se feriu gravemente porque a bala foi contida pelo colete de proteção. O homem deve ser indiciado nesta segunda-feira (27) por uso de arma de fogo em crime violento e agressão a agente federal. Além disso, as investigações indicam que o atirador agiu sozinho e estava hospedado no hotel onde o evento aconteceu. O quarto foi isolado para perícia, enquanto o FBI também realizou buscas em um endereço ligado a ele na Califórnia. O motivo do ataque ainda não foi esclarecido.

colômbia
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Vídeo: Explosão mata 14 pessoas e deixa dezenas de feridos na Colômbia a semanas da eleição

  #ATENÇÃO Eles revelam imagens de uma câmera do tipo dashcam que capturou o exato segundo em que ocorreu a explosão na Rodovia Pan-Americana. O vídeo mostra a explosão que afetou os veículos parados no setor El Túnel, confirmando a magnitude do ataque. https://t.co/LW680A59Pi pic.twitter.com/9NyEF08zym — Colômbia Oscura (@ColombiaOscura) 25 de abril de 2026 Um atentado com explosivos deixou ao menos 14 mortos e mais de 38 feridos neste sábado (25), no departamento de Cauca, no sudoeste da Colômbia. O ataque aconteceu em uma estrada da região e atingiu veículos que transitavam pelo local. Entre as vítimas, cinco são crianças e adolescentes, segundo dados divulgados por autoridades locais. A explosão ocorreu em meio a uma sequência de ataques registrados desde sexta-feira (24) em municípios próximos. Além do atentado principal, estruturas estratégicas também foram atingidas, incluindo um radar aéreo na localidade de El Tambo. O governador de Cauca, Octavio Guzmán, informou nas redes sociais que a situação é crítica. “Até o momento, registramos 14 pessoas mortas e mais de 38 feridos, incluindo cinco menores de idade”, declarou. Ele também citou ocorrências em cidades como Caloto, Popayán, Guachené e Miranda. Leia também: Vídeo: Donald Trump é retirado às pressas após tiroteio durante jantar em Washington CENÁRIO DE DESTRUIÇÃO Imagens divulgadas nas redes sociais mostram veículos destruídos e crateras profundas na via atingida. Testemunhas relataram momentos de pânico logo após a explosão, com pessoas sendo arremessadas devido à força do impacto. O agricultor Francisco Javier Betancourt, que estava próximo ao local, descreveu o momento. “Essa bomba explodiu bem ali. Fiquei assustado, olhe até onde chegou este país”, afirmou. Autoridades atribuem o ataque a dissidentes das antigas Farc que não aderiram ao acordo de paz de 2016. Entre os nomes citados está Iván Jacobo Idrobo Arredondo, conhecido como “Marlon”, apontado como líder de uma estrutura armada ligada ao narcotráfico. O presidente Gustavo Petro comentou o caso em publicação na rede X. “São terroristas, fascistas e narcotraficantes”, escreveu. Ele também afirmou que os responsáveis estão identificados pelas forças de inteligência. ATENÇÃO: IMAGENS FORTES A SEGUIR | URGENTE: Aumenta para 10 o número de mortos após novo ataque terrorista em Cauca, Colômbia; Dezenas de pessoas ficaram feridas. “Há um rastro horrível de mortes”, disse um motorista de ônibus à mídia local. https://t.co/VvxDCrlcwR pic.twitter.com/mAVWebqZN7 — Alerta Mundial (@AlertaMundoNews) 25 de abril de 2026 SEGURANÇA GANHA DESTAQUE NA DISPUTA ELEITORAL O atentado ocorre a pouco mais de um mês das eleições presidenciais, marcadas para 31 de maio. O tema da segurança pública aparece como uma das principais preocupações no cenário político atual. Nos últimos dias, episódios de violência também atingiram o ambiente eleitoral. O pré-candidato Miguel Uribe foi baleado durante um evento de campanha, aumentando a tensão entre candidatos e eleitores. Entre os nomes que disputam o pleito estão o senador Iván Cepeda e os conservadores Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia. Os candidatos relataram ameaças e reforçaram medidas de segurança durante a campanha. O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, informou que houve reforço imediato da presença militar na região. “A presença das forças foi ampliada para responder aos ataques”, declarou. De acordo com o comando militar, ao menos 26 ações violentas foram registradas nas últimas 48 horas nos departamentos de Valle del Cauca e Cauca.

Anderson Neiff
Famosos

Anderson Neiff é baleado após deixar show em São Paulo

O cantor e influenciador digital Anderson Neiffde 24 anos, foi baleado na madrugada deste domingo (26), após deixar um show na Zona Sul de São Paulo. O artista foi atingido durante um ataque à van da equipe e encaminhado ao Hospital Sírio-Libanês, onde passou por cirurgia. Até o momento, não há atualização oficial sobre o estado de saúde. Segundo informações do boletim de ocorrência, o grupo havia se apresentado em uma casa de shows no Jardim São Luiz. Após o evento, três homens em motocicletas foram vistos nas proximidades e passaram a seguir o veículo logo após a saída. A perseguição durou cerca de 10 quilômetros e terminou na Avenida Nove de Julho, quando a van foi alcançada e atingida por diversos disparos. Ataque foi confirmado pela equipe do artista Durante a ação, foram efetuados entre cinco e sete tiros. Anderson Neiff foi atingido na região do ombro e das costas, sendo o único ferido. Após os disparos, o motorista conseguiu deixar o local. Em nota oficial, a equipe confirmou o ocorrido e detalhou o momento do ataque. “O veículo que transportava o artista e a equipe técnica foi objeto de uma ofensiva por disparos de arma de fogo efetuados por terceiros ainda não identificados”, informou. O comunicado também descreve o atendimento médico: “O artista foi, prontamente, encaminhado a uma unidade hospitalar para atendimento médico de urgência e encontra-se em observação clínica rigorosa”. Thiago Gravações, responsável pela agenda do artista, confirmou o ocorrido nas redes sociais. “Gente, muitas orações para o mago. Ele está em cirurgia (…) com fé em Deus vai dar tudo certo”, escreveu. Ainda segundo a equipe, Anderson Neiff foi atingido por “fragmentos de projétil na região do ombro”.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Anderson Neiff (@andersonneiffll) Leia também: Vídeo: Donald Trump é retirado às pressas após tiroteio durante jantar em Washington Investigação apura motivação do crime De acordo com a polícia, uma discussão entre um casal ocorreu durante o show e foi registrada como o único episódio fora do comum na noite. O desentendimento teria sido motivado por ciúmes, segundo relatos. A assessoria do artista também informou que as autoridades já foram acionadas. “O inquérito policial (foi) instaurado para a devida apuração de autoria, bem como a realização de perícia técnica no veículo”, diz outro trecho da nota. O caso foi registrado como tentativa de homicídio no 14º Distrito Policial e é investigado pela Polícia Civil. Até agora, os suspeitos não foram identificados. A equipe do artista informou ainda que novas atualizações devem ser divulgadas posteriormente. “Novas atualizações sobre o boletim médico oficial serão fornecidas oportunamente”, comunicou. Natural de Recife (PE), Anderson Neiff ganhou projeção nas redes sociais com vídeos de dança e humor antes de se consolidar no brega-funk. Ele também participa de projetos digitais ligados ao influenciador Carlinhos Maia e acumula milhões de seguidores nas plataformas.

Internacional

Autoridades dos EUA identificam autor de atentado contra Trump

O homem preso por atirar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de sábado (25), foi identificado pelas autoridades do país como Cole Tomas Allen, segundo informações da agência de notícias Reuters. Os disparos foram efetuados durante um jantar em um hotel, em Washington, onde Trump recebia jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca. Informações preliminares apontam que Allen é “um homem da região de Los Angeles que, segundo aparenta em redes sociais, é graduado pelo Caltech e trabalha como professor em meio período e desenvolvedor de jogos”. Segundo as autoridades, ele tem 31 anos e reside em Torrance, na Califórnia.  Reforma da Casa Branca Após o ataque, Trump usou as redes sociais para associar o caso à necessidade de reforma da Casa Branca. Trump defende a construção de um salão de baile no prédio histórico, obra que foi questionada na Justiça. “Todos os presidentes, nos últimos 150 anos, vêm exigindo a construção de um grande, seguro e protegido salão de baile nos terrenos da Casa Branca. Esse evento jamais teria ocorrido com o Salão de Baile militar de nível máximo de sigilo”, argumentou. “O processo judicial ridículo sobre o salão de baile, movido por uma mulher que passeava com seu cachorro e que absolutamente não tem legitimidade para apresentar tal ação, deve ser arquivado imediatamente. Nada deve ser permitido a interferir em sua construção”, acrescentou. A obra tem tido seu cronograma adiado por conta do processo citado por Trump. *Com informações da Reuters. FONTE: AGENCIA BRASIL

Trump
Internacional

Atirador em jantar com Trump será indiciado após ataque em Washington

O homem que efetuou disparos durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, será indiciado nesta segunda-feira (27). A informação foi confirmada pela procuradora federal Jeanine Pirro. O caso ocorreu no sábado (25), em Washington, e mobilizou forças de segurança. O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, vai responder por uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a um agente federal com arma perigosa. Segundo as autoridades, o homem estava fortemente armado, com uma espingarda, uma pistola e várias facas. Ele chegou a trocar tiros com policiais antes de ser detido. De acordo com o chefe interino da polícia de Washington, Jeffery Carroll, o suspeito agiu sozinho e estava hospedado no hotel onde o evento acontecia. O quarto dele foi isolado para investigação, enquanto agentes do FBI também realizaram buscas em um endereço ligado a Allen, na Califórnia. Leia mais: “Se depender de mim, o vice de Daniel será Zé Mário”, afirma Gracinha Caiado Três caminhos para o fim da escala 6×1 colocam Congresso em impasse Ninguém ficou ferido Apesar da gravidade da situação, ninguém ficou ferido. Um agente do Serviço Secreto chegou a ser atingido, mas a bala acertou o equipamento de proteção, e ele já recebeu alta. A procuradora Jeanine Pirro afirmou que o suspeito tinha intenção de causar grande dano, mas destacou que a ação rápida das equipes de segurança evitou uma tragédia maior. Durante o incidente, o presidente Donald Trump foi retirado às pressas do palco pelo Serviço Secreto. O vice-presidente JD Vance e outros integrantes do governo também deixaram o local rapidamente. Após o ocorrido, Trump afirmou que o suspeito parecia agir sozinho. As investigações continuam, e o motivo do ataque ainda não foi esclarecido.

Saúde

Hipertensão: silenciosa e hereditária, doença pede mudança de hábitos

O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, lembrado neste domingo (26), alerta para uma doença silenciosa e que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta não apenas pessoas adultas ou idosas, já que cada vez mais adolescentes e mesmo crianças têm apresentado alterações na pressão arterial. O Ministério da Saúde define a hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, como uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. “A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo”, detalhou a pasta, ao citar a hipertensão arterial como um dos principais fatores de risco para acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca. Ainda segundo a pasta, a hipertensão arterial é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há diversos fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial de cada indivíduo, incluindo:  tabagismo; consumo de bebidas alcoólicas;  obesidade; estresse;  elevado consumo de sal; níveis altos de colesterol; sedentarismo. 12 por 8 O documento foi elaborado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, pela Sociedade Brasileira de Nefrologia e pela Sociedade Brasileira de Hipertensão. De acordo com a diretriz, a reclassificação tem como objetivo identificar precocemente indivíduos em risco e incentivar intervenções mais proativas e não medicamentosas no intuito de prevenir a progressão do quadro de hipertensão dos pacientes. Para que a aferição seja considerada pressão normal, portanto, ela precisa ser inferior a 12 por 8. Valores iguais ou superiores a 14 por 9 permanecem sendo considerados quadros de hipertensão em estágios 1, 2 e 3, a depender da aferição feita pelo profissional de saúde em consultório. Sintomas Os sintomas da hipertensão arterial costumam aparecer somente quando a pressão sobe muito, quadro que pode gerar dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal. Diagnóstico Medir a pressão regularmente, segundo o ministério, é a única maneira de diagnosticar a hipertensão arterial. A orientação é que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão ao menos uma vez por ano. “Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano”. Tratamento A pressão alta, de acordo com a pasta, não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. “Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente”. O Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos indicados para o tratamento da hipertensão arterial, por meio de unidades básicas de saúde (UBS) e do programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar: documento de identidade com foto; CPF;  receita médica dentro do prazo de validade, de 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas. Prevenção Além do uso de medicamentos, o ministério classifica como imprescindível a adoção de um estilo de vida saudável, incluindo: manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares; não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;  praticar atividade física regular;  aproveitar momentos de lazer;  abandonar o fumo;  moderar o consumo de álcool;  evitar alimentos gordurosos;  controlar o diabetes. FONTE: AGENCIA BRASIL

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