A influenciadora Virgínia Fonseca se manifestou nas redes sociais após declarações feitas pela atriz Luana Piovani. A reação ocorreu nesta segunda-feira (27), após publicações que mencionaram a atuação da influenciadora na divulgação de plataformas de apostas online. A princípio, Virginia afirmou que pretende adotar medidas legais. Em seguida, destacou que não concorda com referências feitas aos filhos durante as críticas. A publicação foi feita por meio de stories em rede social. Foto: Divulgação Declarações que geraram reação O posicionamento ocorreu após Luana Piovani publicar mensagens com críticas direcionadas à influenciadora. No conteúdo, a atriz abordou a divulgação de apostas online e mencionou a família de Virginia. Leia também: Leonardo sofre acidente durante pescaria e passa por avaliação médica em Goiânia Além disso, a publicação utilizou termos relacionados a possíveis consequências negativas. O conteúdo foi amplamente compartilhado e gerou repercussão entre usuários. Foto: Divulgação Reação e possível medida judicial Em resposta, Virginia declarou que pretende levar o caso à Justiça. Segundo ela, as críticas ultrapassaram o limite ao incluir referências aos filhos. Além disso, a influenciadora marcou o cantor Zé Felipepai das crianças, na publicação. Em seguida, reforçou que não aceitará novas menções à família no contexto das críticas. Foto: Divulgação Contexto das apostas online A discussão ocorre em meio ao debate sobre a divulgação de plataformas de apostas por influenciadores digitais. O tema tem ganhado espaço em diferentes esferas públicas. Além disso, Virginia já participou de discussões institucionais sobre o assunto, incluindo depoimento no Senado no âmbito da chamada investigação sobre apostas digitais. Repercussão nas redes sociais Após as publicações, o episódio gerou ampla repercussão. Usuários se manifestaram tanto em apoio quanto em crítica às posições apresentadas. Por fim, o caso segue em evidência nas redes sociais. Novas manifestações podem ocorrer à medida que o debate avança.
O governo dos Estados Unidos avalia uma nova proposta apresentada pelo Irã para encerrar o conflito entre os dois países, enquanto mantém resistência a pontos considerados centrais por Washington. A oferta prevê a reabertura do Estreito de Ormuz em troca do fim do bloqueio naval imposto pelos EUA, mas adia o debate sobre o enriquecimento de urânio. Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o plano foi discutido nesta segunda-feira (27) pelo presidente Donald Trump com seus principais assessores de segurança nacional. A proposta chegou aos EUA por meio de mediadores do Paquistão e inclui a possibilidade de um cessar-fogo prolongado ou até permanente antes de qualquer avanço nas tratativas nucleares. O adiamento do debate sobre o enriquecimento de urânio, uma das principais exigências de Washington, é vista como um obstáculo para o avanço do acordo. Ainda, Trump sinalizou também que não pretende abrir mão da pressão militar e econômica sobre Teerã. Em entrevista à Fox News, o presidente afirmou que está “sufocando as exportações de petróleo” iranianas na expectativa de forçar concessões. Leia mais: Tiroteio em jantar não fará Trump recuar na guerra contra o Irã Leia mais: Irã negocia construção de usinas nucleares com a Rússia O impasse diplomático se aprofundou após um fim de semana sem avanços. A viagem do ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, ao Paquistão não resultou em negociações diretas com Washington, e os EUA cancelaram o envio de uma delegação ao país. Putin afirma que “fará tudo” pela paz no Oriente Médio Enquanto as negociações seguem travadas, a Rússia se movimenta para reforçar seu papel na região. Em reunião com Araghchi, em São Petersburgo, o presidente Vladimir Putin afirmou que “fará tudo o que estiver ao seu alcance para que a paz seja alcançada o mais rápido possível”. Ele também destacou a intenção de manter a relação estratégica com o país persa. Do lado iraniano, Araghchi agradeceu o apoio russo e ressaltou a capacidade de resistência do país diante das ações norte-americanas. “O mundo inteiro comprovou que o povo iraniano, por meio de sua resistência e coragem, foi capaz de resistir aos ataques e à agressão americana, e será capaz de suportar e sobreviver a este período”, afirmou o chanceler.
O homem que invadiu um jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi formalmente acusado nesta segunda-feira (27) de tentar matar o republicano, durante o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca realizado em Washington. Identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, o suspeito pode ser condenado à prisão perpétua caso seja considerado culpado. A denúncia foi apresentada durante a primeira audiência do acusado em um tribunal federal de Washington. Allen permaneceu em silêncio durante a maior parte da sessão e não declarou culpa ou inocência, segundo a imprensa norte-americana. Promotores solicitaram sua prisão preventiva, e o juiz determinou a custódia temporária até uma nova audiência marcada para essa quinta-feira (30). Segundo a promotoria, o ataque foi planejado. O suspeito teria viajado até a capital norte-americana carregando uma espingarda, uma pistola e três facas. A intenção, conforme descrito em audiência, era realizar um “assassinato político”. Além da tentativa de homicídio contra o presidente, ele também responde por disparar arma de fogo durante crime violento e por transportar armamento entre estados. O caso inclui ainda a acusação de agressão contra um agente federal. Durante a ação, o suspeito atirou contra um integrante do Serviço Secreto, que não foi atingido por estar protegido com colete balístico. A procuradora-geral de Columbia, Jeanine Pirro, afirmou que outras acusações podem ser incorporadas ao processo conforme o avanço das investigações. “Haverá acusações adicionais conforme essa investigação continuar a se desenrolar”, afirmou a procuradora durante entrevista coletiva. Leia mais: ‘Lobo solitário’: Ataque a tiros marca jantar com Trump Leia mais: Casa Branca diz que atirador queria matar Trump e autoridades nos EUA Leia mais: Atirador em jantar com Trump será indiciado após ataque em Washington Leia mais: ‘Cenário de terror’: Líderes internacionais reagem a ataque em jantar com Trump Leia mais: Saiba quem é o suspeito de ataque em jantar com Trump nos EUA Pirro ainda afirmou: “Isso foi uma tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, com o réu deixando claro qual era sua intenção, e essa intenção era derrubar o maior número possível de oficiais de alto escalão do gabinete”. Ataque em jantar com jornalistas e Trump O episódio ocorreu no sábado (25), durante o jantar anual da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, em um hotel de Washington. O evento reunia autoridades e jornalistas quando os disparos interromperam a programação. Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance estavam no local e foram retirados às pressas pela segurança. Enquanto o presidente era evacuado, convidados se abaixaram e permaneceram sob orientação dos agentes até a área ser considerada segura. O atirador foi contido ainda dentro do local. Trump se irrita com acusação e afirma: ‘Eu não sou pedófilo’ Sem antecedentes criminais, Allen é professor no sul da Califórnia. A motivação do ataque segue sob investigação. Ainda, veículos norte-americanos circularam no domingo (26), anotações e um texto atribuído ao suspeito, no qual ele menciona figuras do governo como possíveis alvos e escreve: “Sou cidadão americano.” O conteúdo também inclui críticas diretas ao presidente. “Não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor manche minhas mãos com seus crimes”, dizia a mensagem atribuída a Allen. Questionado pela rede CBS sobre o material em entrevista exibida também no domingo, Trump reagiu com irritação. “Eu não sou um estuprador. Eu não estuprei ninguém. Eu não sou um pedófilo”, declarou. O republicano ja havia afirmado anteriormente que o autor do ataque era “uma pessoa muito doente e doida”. O episódio provocou reações dentro da Casa Branca. A equipe do governo indicou que avalia mudanças nos protocolos de segurança em eventos oficiais e passou a pressionar por mais recursos para a área de segurança nacional após o ataque.
Pouco depois de completar 20 anos, o seringueiro e agricultor familiar, Augusto Bezerra da Silva, hoje com 65, foi diagnosticado com uma doença rara que afetou drasticamente sua vida, no interior do Acre. Conhecida como Doença Jorge Lobo ou lobomicose, a enfermidade causa lesões nodulares parecidas com queloides em diferentes partes do corpo como orelhas, pernas e braços. Endêmica da Amazônia Ocidental, a DJL, como também é chamada, traz um impacto psicológico profundo já que mexe com a autoestima do paciente que, muitas vezes, acaba saindo do convívio comunitário e se isolando em razão do estigma. No caso de seu Augusto, a doença o levou a interromper o trabalho, à medida que os caroços apareciam no seu rosto, causando dor, coceira e inflamação. O quadro se agrava ainda mais com a exposição ao sol. Após mais de 20 anos convivendo com a lobomicose, o seringueiro Augusto Bezerra da Silva melhorou das lesões no rosto após entrar para o projeto Aptra Lobo e iniciar tratamento gratuito – Augusto Bezerra da Silva/Arquivo Pessoal Histórico A DJL foi descrita, pela primeira vez, em 1931 pelo dermatologista Jorge Oliveira Lobo, na capital pernambucana, que relatou o caso de uma nova micose. A infecção ocorre por meio da penetração do fungo em lesões na pele. À medida que avançam, as lesões podem causar desfiguração severa e incapacitação. “Todos que botam os olhos em cima da gente perguntam o que é, sem você ter uma resposta a dizer. Não é fácil não. Ele pergunta: ‘o que é isso?’ E a gente sem saber responder. O destino é a vontade de se isolar para ninguém ver a gente”, relatou seu Augusto. Dados do Ministério da Saúde registram, até o momento, 907 casos da doenças, dos quais 496 foram detectados no Acre, como é o caso de seu Augusto. A DJL atinge, principalmente, populações ribeirinhas, povos originários e trabalhadores extrativistas – grupos em situação de vulnerabilidade social e com pouco acesso a serviços de saúde. “Até com a minha família eu procurava me esconder. Eu tinha vergonha da minha própria família, eu tinha vergonha. Daí resolvi ficar sozinho num local distante”, continuou. Projeto Aptra Lobo Durante décadas, os pacientes com diagnóstico de DJL sofreram com a falta de um diagnóstico e de um tratamento eficaz. Por essa razão, o Ministério da Saúde (MS) reuniu especialistas no assunto e criou o projeto Aptra Lobo, que acompanha 104 pacientes com a lobomicose na Região Norte. O objetivo é estruturar o manejo da doença no Sistema Único de Saúde (SUS). Conduzido nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia, o projeto integra assistência, pesquisa clínica e geração de evidências para apoiar a construção de diretrizes no SUS. A iniciativa é conduzida pelo Einstein Hospital Israelita, em parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), no âmbito Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde. O projeto, que também pretende padronizar o fluxo de atendimento para a lobomicose, já apresenta resultados promissores: mais de 50% dos participantes tiveram melhora das lesões. O tratamento é feito com o uso do antifúngico itraconazol, disponível no SUS, com doses ajustadas a cada paciente. Além do manejo clínico, a iniciativa amplia o acesso ao diagnóstico em áreas remotas, com realização de biópsias e exames laboratoriais no próprio território, acompanhamento e tratamento da doença, além da realização de cirurgias em casos selecionados para retirada de lesões. Segundo o infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita doutor João Nobrega de Almeida Júnior, equipes locais participam ativamente no projeto: “São eles que captam os pacientes, fazem o diagnóstico e tratamento de acordo com as diretrizes criadas pelo projeto”, disse o infectologista à Agência Brasil. O médico ressalta que o difícil acesso às comunidades ribeirinhas, em razão da distância e da geografia da região, dificultam o acompanhamento dos pacientes, que é feito a cada três meses, com apoio de centros de referência em Rio Branco, Manaus e Porto Velho. Infectologista e patologista clínico do Einstein Hospital Israelita, João Nóbrega de Almeida Jr. – João Nobrega de Almeida Jr/Arquivo Pessoal “O acesso é uma grande barreira. Há ajuda de custos de transporte para o paciente e expedições para alcançar aqueles que moram em regiões mais remotas e de difícil acesso”, relatou. No caso de seu Augusto, o tratamento reduziu drasticamente as lesões causadas pela doença. “Hoje eu me sinto mais tranquilo porque tem pouco caroço no meu rosto e hoje eu me sinto mais aliviado do problema que eu vinha sentindo”, disse o seringueiro que continua o tratamento e retomou o contato familiar. “Mas não fiquei bom, né? A gente não pode nem garantir 100%. É isso: passou o tempo que eu vivia meio isolado de casa, não tinha mais prazer de sair de casa. Aquilo compromete a vida da gente, é muito complicado aquele negócio da gente viver isolado em casa por problema de doença. Mas hoje eu estou me sentindo mais liberto, para melhor dizer”, afirmou. Manual Em dezembro do ano passado, o projeto lançou um manual que fornece ferramentas práticas para melhorar o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da lobomicose, além de fortalecer a capacidade de acolher e cuidar das populações afetadas. “O manual é o primeiro documento para auxiliar no diagnóstico e tratamento da doença, sendo um grande marco para uma doença tão antiga e historicamente negligenciada”, afirmou o infectologista. Segundo Almeida Jr., os próximos passos envolvem a elaboração de um documento mais completo, como um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) que deve ser lançado ainda em 2026. “Terminaremos de analisar os dados gerados pelo acompanhamento dos pacientes tratados com itraconazol, (para) produzir um PCDT e discutir a renovação do projeto no qual serão discutidas ações que deixem um legado perene para o cuidado adequado dos pacientes acometidos. Esperamos continuar a lutar para que a Doença de Jorge Lobo não seja mais considerada uma doença negligenciada”, concluiu. FONTE: AGENCIA BRASIL
UM Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas para clima e tempo, vê maior probabilidade de formação de um novo El Niño já a partir de maio, com possível impacto sobre o padrão de chuvas e temperaturas em várias regiões do mundo, incluindo o Brasil. Segundo a OMM, as temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial estão subindo rapidamente após um período de neutralidade no início do ano. A entidade afirma que os modelos climáticos indicam uma mudança clara no oceano e apontam alta probabilidade de retorno das condições de El Niño entre maio e julho, com intensificação nos meses seguintes. “Após um período de condições neutras no início do ano, os modelos climáticos estão agora fortemente alinhados, e há grande confiança no início do El Niño, seguido por uma maior intensificação nos meses seguintes”, afirmou em nota o chefe de previsão climática da OMM, Wilfran Moufouma Okia. O El Niño ocorre quando as águas do Pacífico Equatorial central e oriental ficam mais quentes que o normal por um período prolongado. Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e pode mudar o comportamento das chuvas, das secas e das temperaturas em diferentes partes do planeta. A OMM pondera, porém, que ainda há incerteza nas previsões feitas nesta época do ano. Segundo Okia, os modelos indicam que o evento pode ser significativo, mas a chamada barreira de previsibilidade da primavera no Hemisfério Norte dificulta projeções mais precisas antes do fim de abril. Para o trimestre de maio a julho, a entidade prevê temperaturas acima do normal em quase toda a superfície terrestre. A OMM também destaca que o El Niño costuma favorecer mais chuva em partes do sul da América do Sul e tempo mais seco em áreas da Austrália, Indonésia e sul da Ásia. No Brasil, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o fenômeno costuma provocar efeitos opostos entre as regiões: mais chuva no Sul e maior risco de seca na faixa norte das regiões Norte e Nordeste. O impacto, no entanto, depende da intensidade do evento, da época do ano e da interação com outros fatores climáticos. A OMM também afirma que não usa a expressão “super El Niño”, pois não é uma classificação técnica padronizada. A entidade diz que não há evidência de que as mudanças climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos eventos de El Niño, mas ressalta que oceanos e atmosfera mais quentes podem ampliar efeitos associados, como calor intenso e chuva volumosa. A próxima atualização da OMM sobre El Niño será divulgada no fim de maio. Leia Também: Anvisa manda retirar do mercado substância usada em xaropes para tosse
A vacinação contra a chikungunya para moradores de Dourados, no Mato Grosso do Sul, foi iniciada nesta segunda-feira (27). A campanha na cidade é realizada em meio a um surto da doença, que levou o município a decretar situação de calamidade em saúde pública. A imunização será voltada à população de 18 a 59 anos. O calendário prevê ainda a vacinação no formato drive-thru, no feriado de 1º de maio, Dia do Trabalhador. A ação será no período das 8h às 12h, no pátio da Prefeitura de Dourados. A meta é imunizar cerca de 43 mil pessoas, o equivalente a 27% do público-alvo. Dados do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde mostram que, em 2026, já foram identificados 2.621 casos de chikungunya na cidade, com oito mortes e um óbito ainda em análise. Contraindicações A vacina contra a chikungunya não pode ser aplicada nos seguintes casos: gestantes ou lactantes; pessoas que façam uso de medicamentos imunossupressores, como corticoides em altas doses; pessoas com imunodeficiência congênita; pessoas que estão em tratamento de câncer com uso de quimioterapia e radioterapia; transplantados de órgão sólido; transplantados de medula óssea há menos de dois anos; pessoas com HIV/aids; pessoas com doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide; pessoas com pelo menos duas condições médicas crônicas, incluindo diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca, arritmia cardíaca, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, obesidade, doença hepática crônica e câncer (em tratamento ou em remissão). A vacina também não pode ser aplicada em pessoas que tenham tido chikungunya nos últimos 30 dias; que estejam em estado febril grave; que tenham recebido outra vacina de vírus atenuado nos últimos 28 dias; e/ou que tenham recebido vacina de vírus inativado nos últimos 14 dias. A expectativa da prefeitura é que a imunização aconteça de forma mais lenta, já que, antes de receber a dose, o público-alvo precisa passar por avaliação do profissional de saúde. Estratégia nacional Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025, a vacina contra a chikungunya começa a ser administrada de forma estratégica em regiões de potencial risco de transmissão da doença ao longo dos próximos anos. Cerca de 20 municípios, de seis estados, devem ser contemplados. “A seleção dos municípios considerou desde fatores epidemiológicos, relacionados à potencial ocorrência de casos de chikungunya em regiões onde o vírus já está circulando, até o tamanho populacional dos municípios e a facilidade operacional de se implementar uma nova vacina no sistema local de saúde em um curto prazo”, informou a prefeitura. A vacinação faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde em municípios que registram grande incidência de chikungunya. Em 2025, o Brasil registrou mais de 127 mil casos e 125 óbitos causados pela doença. FONTE: AGENCIA BRASIL
O governo federal entregou nesta segunda-feira (27) aceleradores lineares para o tratamento de radioterapia contra o câncer em cinco estados. Os equipamentos foram entregues aos municípios de Presidente Prudente (SP), Anápolis (GO), Jaraguá do Sul (SC), Lajeado (RS) e Teresópolis (RJ). O investimento foi de R$ 58,8 milhões, executado pelo programa Agora Tem Especialistas, que tem a finalidade de expandir a assistência médica e reduzir filas em áreas prioritárias, como a oncologia. De acordo com o Ministério da Saúde, os aceleradores lineares são equipamentos modernos que permitem que o tratamento contra o câncer seja mais preciso, com menos sessões e menor impacto para o paciente. Desde 2023, o governo federal já entregou 40 desses novos aparelhos. “Agora, todas as pessoas da região vão poder fazer o tratamento completo do câncer aqui, próximo de onde vivem e moram”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no evento de entrega do aparelho e de inauguração do Centro de Radioterapia do Hospital Regional de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Autoridades de saúde dos outros quatro estados beneficiados participaram do evento por videoconferência. De acordo com o ministério, em Teresópolis, a expansão da assistência reduzirá o número de pacientes que precisam ir até o Rio de Janeiro, Niterói, Vassouras ou Campos. O acelerador linear de Jaraguá do Sul beneficiará os municípios de Joinville, São Bento do Sul, Mafra, Três Barras, Canoinhas, entre outros. Lajeado, referência na região do Vale do Taquari, atenderá oito municípios próximos, respondendo por 73% da demanda regional. O aumento da capacidade em Anápolis reduzirá a distância dos pacientes que acabam tendo de buscar atendimento na capital goiana. “Esse aparelho novo, o acelerador linear, não é para exame, é para fazer o tratamento, é para curar o câncer. (A sessão) demora de 10 a 15 minutos em cada paciente. E, em 30 dias, geralmente, encerra-se o tratamento”, explicou o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin. No evento, também foi anunciado que o governo adquiriu 3,3 mil veículos de transporte para atender a todo o país na área da saúde. Para o estado de São Paulo foram reservados 30 micro-ônibus para o transporte de pacientes que precisam se deslocar para fazer radioterapia e hemodiálise. Com investimento de R$ 16,4 milhões, o estado é o segundo a ser contemplado pelo programa Agora Tem Especialistas Caminhos da Saúde, depois do Ceará, que recebeu 26 unidades. FONTE: AGENCIA BRASIL
Os prejuízos à saúde e ao meio ambiente causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foi denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA). O documento, apresentado na semana passada, é complementar à exposição que o MPF fez, em março, à Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Redesca), ligada à CIDH. Contaminação do ecossistema A substância líquida é recorrentemente utilizada em garimpos ilegais, porque tem a propriedade de se juntar facilmente a partículas de ouro, formando a chamada “amálgama”. Após a formação dessa liga metálica, ela é aquecida por um maçarico. Com o aumento da temperatura, o mercúrio evapora e resta apenas o ouro garimpado. O mercúrio vaporizado se espalha pelo ar e cai no solo e na água, contaminando rios, cursos d’água e peixes ─ base da alimentação de indígenas e das populações ribeirinhas, podendo causar problemas neurológicos. Além da contaminação por mercúrio, o garimpo ilegal provoca degradação de ecossistemas com desmatamento, remoção intensiva de solos e alteração do curso dos leitos dos rios. O problema da mineração ilegal na Amazônia no Brasil e em outros países é conhecido pela relatoria da CIDH. Há pouco mais de um mês, a Redesca alertou para a garantia do “direito humano à água nas Américas”, em especial no chamado “Planalto” ou “Escudo” das Guianas, formado por áreas da Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela e Brasil. Norma e decretos Em nota à Agência Brasil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou que “tem atuado diretamente na restrição do uso de mercúrio em garimpos ilegais.” O instituto descreve que “estabeleceu critérios mais rigorosos para o acesso ao mercúrio importado legalmente, por meio da Instrução Normativa Ibama nº 26, de 2024, além de realizar constantemente ações de fiscalização ambiental para coibir a utilização de mercúrio contrabandeado, utilizado em garimpos de ouro”. A instrução normativa exige “a habilitação de pessoas físicas e jurídicas que operam com mercúrio metálico, além da necessidade de que elas portem o Documento de Operações com Mercúrio Metálico, que garante que importação, venda, revenda e transferência de mercúrio ocorram apenas entre pessoas previamente habilitadas.” A norma, no entanto, não tem força de lei, como é o caso dos decretos presidenciais nº 97.507/1989 e nº 97.634/1989, que “se encontram vigentes e estabelecem, respectivamente, a vedação de mercúrio na extração de ouro, exceto em atividade licenciada pelo órgão ambiental”, como assinala o Ibama. FONTE: AGENCIA BRASIL
O cantor Harry Styles e a atriz Zoë Kravitz estariam noivos, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (27) pela revista People. De acordo com a publicação, o casal decidiu dar um passo adiante no relacionamento após cerca de oito meses juntos. Os rumores ganharam força nos últimos dias depois que Zoë foi fotografada usando um anel de diamante. Ainda segundo a revista, a novidade teria sido compartilhada apenas com um grupo restrito de amigos próximos. Harry Styles e Zoë Kravitz foram vistos juntos pela primeira vez em agosto de 2025, durante uma viagem a Roma. Depois disso, os dois passaram a ser flagrados em outras ocasiões, mantendo a relação de forma discreta e longe de grande exposição pública. Fontes ouvidas pela revista afirmam que amigos e familiares apoiam o relacionamento. A publicação também cita que o casal tem conciliado agendas profissionais para passar mais tempo junto. Até o momento, nem Harry Styles nem Zoë Kravitz comentaram oficialmente o suposto noivado. Leia mais: Confira o trailer e a data de estreia da 3ª temporada de A Casa do Dragão Madonna escolheu o Grindr para lançar seu novo álbum; entenda Harry Styles fará shows no Brasil Harry Styles fará uma série de shows em São Paulo neste ano. Ele se apresenta nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho no Estádio Morumbis. Os preços variam entre R$ 265 (arquibancada, meia-entrada) e R$ 1.410 (pit, inteira). A pré-venda começa no dia 26 e a venda geral, no dia 28, pela Ticketmaster.
“Se tiver qualquer possibilidade de afetar a Lei Cidade Limpa, vocês podem ter certeza que eu, com a minha modesta presença hoje, (mesmo) não tendo cargo, vou estar radicalmente contra”, disse Kassab durante evento em Itu (SP). Até o mês passado, Kassab ocupava o cargo de secretário de Governo da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos). Anunciado oficialmente na semana passada, o projeto do Boulevard São João, que levou o apelido de Times Square paulistana, foi aprovado em março pela CPPU (Comissão de Proteção à Paisagem Urbana), órgão da prefeitura. Ele prevê a instalação de quatro painéis de LED no entorno do cruzamento entre as avenidas São João e Ipiranga. Os painéis terão 25 metros de altura e permissão para veicular até 30% do conteúdo com publicidade das 5h às 23h. O restante da programação terá vídeos de arte e a agenda cultural. Críticos apontam que o projeto flexibiliza a Lei Cidade Limpa, uma bandeira da gestão de Gilberto Kassab, que há duas décadas baniu placas publicitárias que escondiam a arquitetura paulistana. “A cidade de São Paulo era a cidade mais poluída visualmente do mundo. Com a Lei Cidade Limpa, ela passou a ser a cidade menos poluída visualmente do mundo. Você abalar a Lei Cidade Limpa é um gesto de desrespeito aos milhões de paulistanos que aderiram à lei, respeitam a lei, e com isso não merecem essa ação do poder público. Então, desde que seja respeitada a Lei Cidade Limpa, terá o nosso apoio”, disse Kassab. A gestão Ricardo Nunes (MDB) nega qualquer desrespeito à legislação e argumenta que o projeto foi aprovado pela CPPU após dois anos de discussão. Leia Também: Anvisa manda retirar do mercado substância usada em xaropes para tosse