Pantanal News

Idoso dado como morto “acorda” em funerária no interior de SP
Brasil

Idoso dado como morto “acorda” em funerária no interior de SP

Segundo informações do boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados pela Santa Casa de Presidente Bernardes, para onde o Serviço de Atendimento Médico de Emergência havia levado o idoso. No local, os agentes foram informados de que o homem, morador de Emilianópolis, havia sido levado na tarde de sábado (16) para a Santa Casa, onde a médica de plantão declarou óbito por “insuficiência respiratória”. O nome da profissional não foi divulgado pela polícia. Após a declaração de óbito, a funerária foi acionada para os procedimentos de praxe. No momento em que o corpo era preparado, os funcionários da funerária notaram os sinais vitais. A Polícia Civil foi acionada e registrou o caso como “omissão de socorro”. A corporação afirma que vai apurar os fatos por meio da Delegacia de Presidente Bernardes. Em nota, a Santa Casa de Presidente Bernardes disse que não se manifestará até a apuração dos fatos. Justiça espanhola condenou acusado a quatro anos de prisão por violência sexual após considerar comprovado que ele abusou de uma jovem de 21 anos enquanto fingia ajudá-la durante a madrugada em Ávila | 05:30 – 18/05/2026

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Internacional

Lula diz ao Washington Post: ‘Trump sabe que sou melhor que Bolsonaro’

A defesa de uma relação diplomática estável entre Brasil e Estados Unidos, mesmo em meio a divergências políticas, foi um dos pontos centrais da entrevista concedida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao jornal norte-americano The Washington Post, divulgada neste domingo (17). Durante a conversa, Lula afirmou que a relação pessoal com Donald Trump pode ajudar a impedir novas tarifas comerciais contra o Brasil e contribuir para ampliar investimentos norte-americanos no país. O presidente declarou que mantém posições contrárias às defendidas pelo republicano em temas internacionais, mas afirmou separar divergências políticas da relação entre chefes de Estado. “Trump sabe que me oponho à guerra com o Irã, discordo de sua intervenção na Venezuela e condeno o genocídio que está acontecendo na Palestina”, disse. “Mas, minhas divergências políticas com Trump não interferem na minha relação com ele como chefe de Estado. O que eu quero é que ele trate o Brasil com respeito, entendendo que sou o presidente democraticamente eleito aqui”, completou. Segundo Lula, a política externa brasileira não será conduzida de maneira subordinada aos interesses de Washington. Ao jornal, o presidente afirmou que a estratégia diplomática do governo é baseada na defesa da soberania nacional. “Quem abaixa a cabeça talvez não consiga erguê-la novamente. O Brasil tem muito orgulho do que é. Não precisamos nos curvar a ninguém”, afirmou. O líder brasileiro ainda comentou a relação entre Trump e o ex-presidente Jair Bolsonaro. O petista disse que não vê problema na proximidade entre os dois e afirmou que não tentaria interferir nisso. “Eu jamais pediria a Trump para não gostar de Bolsonaro. Isso é problema dele”, declarou. Lula ainda acrescentou: “Não preciso fazer nenhum esforço para que ele saiba que sou melhor que Bolsonaro. Ele já sabe disso”.   Leia mais: Joesley Batista destravou visita de Lula à Casa Branca Leia mais: Lula propõe prazo de 30 dias para Brasil e EUA negociarem tarifas com governo Trump Leia mais: Lula saiu da reunião com Trump falando em “amor à primeira vista”   Lula afirma que se mantém disposto a atuar como mediador em conflitos Ao comentar a situação de Cuba, disse acreditar que Havana aceitaria abrir negociações com Washington caso o diálogo ocorra sem exigências prévias. “O que eu sei é que se os Estados Unidos abrirem uma mesa de negociações, e não uma baseada em imposições, Cuba participará”, afirmou. O petista declarou ainda que o Brasil permanece disposto a atuar como mediador em conflitos internacionais, mas ponderou que esse tipo de articulação depende da disposição dos governos envolvidos. “Só se pode mediar quando quem está no poder quer mediação”, disse. Lula e Donald Trump durante visita do petista a Casa Branca (Foto: Ricardo Stuckert/PR) Sobre a presença chinesa na América Latina, Lula disse que Pequim ampliou espaço comercial na região. “A China descobriu e entrou na América Latina”, afirmou. “Hoje, meu comércio com a China é o dobro do meu comércio com os Estados Unidos. E essa não é a preferência do Brasil”, afirmou. Apesar disso, o presidente afirmou que os Estados Unidos ainda podem ampliar a presença econômica no continente caso demonstrem interesse em fortalecer relações comerciais com os países latino-americanos. “Se os Estados Unidos quiserem passar para a frente da fila”, declarou, “ótimo. Mas eles precisam querer isso”. Ao jornal norte-americano, Lula também criticou o enfraquecimento do multilateralismo e afirmou esperar que Trump seja convencido a fortalecer mecanismos de cooperação internacional. “Eu espero que o Trump possa ser persuadido de que os Estados Unidos podem desempenhar um papel muito mais importante fortalecendo a paz, a democracia e o multilateralismo. Vai ser difícil? Sim. Mas se eu não acreditasse em persuasão, eu não estaria na política”, afirmou.

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Internacional

Ucrânia lança um dos maiores ataques aéreos contra Moscou

O maior ataque de drones lançado pela Ucrânia contra a Rússia em mais de um ano deixou ao menos três mortos e provocou danos em diferentes regiões próximas de Moscou durante a madrugada deste domingo (17). Segundo a agência estatal russa TASS, mais de 550 drones foram usados na ofensiva, que mobilizou os sistemas de defesa aérea russos e atingiu áreas residenciais, refinarias e arredores do principal aeroporto do país. De acordo com o prefeito de Moscou, Sergey Sobyanin, uma mulher morreu após um drone atingir uma residência em Khimki, cidade localizada a noroeste da capital. Outra pessoa ficou presa sob os escombros. Em Mytishchi, a nordeste de Moscou, dois homens morreram depois que destroços de drones caíram sobre uma construção. O prefeito informou ainda que 12 pessoas ficaram feridas na região metropolitana, incluindo trabalhadores de uma refinaria de petróleo. O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter interceptado 556 drones ucranianos durante a noite. Sobyanin declarou que mais de 120 aparelhos foram abatidos enquanto seguiam em direção a Moscou e cidades vizinhas. Apesar disso, fragmentos atingiram bairros residenciais e causaram incêndios em diferentes localidades. Na vila de Subbotino, detritos provocaram fogo em uma casa. Já na cidade de Istra, no oeste do país, quatro pessoas ficaram feridas após drones danificarem quarteirões residenciais. Fragmentos também foram encontrados no aeroporto Sheremetyevo, o mais movimentado da Rússia.   Leia mais: Donald Trump anuncia cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia Leia mais: Rússia e Ucrânia anunciam cessar-fogos distintos em meio à guerra   Zelensky promete retaliação após ataques de Moscou contra Ucrânia A ofensiva ocorreu após uma série de bombardeios russos contra Kiev. Na sexta-feira (15), o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, prometeu retaliar Moscou após o ataque que matou 24 pessoas na capital ucraniana, entre elas três crianças. “A Ucrânia não deixará impune nenhum ataque do agressor que tire a vida do nosso povo”, declarou Zelensky após reunião com integrantes das áreas militar e de inteligência. O ataque deste domingo ocorreu poucas horas depois do fim de um cessar-fogo de três dias mediado pelos Estados Unidos.

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Internacional

Após cerca de 80 mortes por ebola, OMS declara emergência global

A Organização Mundial da Saúdee (OMS) declarou emergência de saúde pública de importância internacional diante do novo surto de ebola causado pela cepa Bundibugyo, que atinge a República Democrática do Congo (RDC) e Uganda. A medida foi anunciada na noite de sábado (16), após consultas com os países afetados e organismos regionais de saúde. Apesar da classificação, a entidade informou que a situação ainda não atende aos critérios previstos no Regulamento Sanitário Internacional de 2005 para uma emergência pandêmica. Mesmo assim, a OMS avaliou que o cenário exige coordenação internacional diante do risco de propagação da doença entre fronteiras africanas. São registrados 246 casos suspeitos de ebola A decisão ocorreu após a confirmação laboratorial de oito casos na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo. O Ministério da Saúde do país informou ainda a existência de 246 casos suspeitos e 80 mortes associadas ao novo surto de ebola. As infecções foram identificadas nas zonas de saúde de Rwampara, Mongwalu e Bunia. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças da África manifestaram preocupação com a intensa circulação populacional entre países da região e convocaram uma reunião urgente com representantes do Congo, Uganda, Sudão do Sul, OMS e centros internacionais de controle sanitário.   Leia mais: Itália afirma que o risco de hantavírus segue baixo na Europa Leia mais: Países anunciam resgate aéreo de passageiros após surto de hantavírus em cruzeiro Leia mais: Espanha inicia retirada de passageiros de navio após surto de hantavírus   No comunicado, a OMS recomendou a ativação de centros de operações de emergência, ampliação da vigilância epidemiológica e envolvimento de líderes comunitários, religiosos e tradicionais na identificação de casos e rastreamento de contatos. O governo congolês informou que reforçou as equipes de resposta e a vigilância laboratorial. O último surto de ebola no país havia sido registrado no fim de 2025, na província de Kasai. Desde a descoberta do vírus, em 1976, esta é a 16ª ocorrência registrada no Congo.

Saúde

Mobilização cobra tratamento e direitos de pacientes com fibromialgia

A fibromialgia foi tema de uma série de atividades em diferentes cidades neste domingo (17) para chamar a atenção sobre a natureza da síndrome e cobrar ações para a garantia de direitos e de tratamento adequado no Sistema Único de Saúde (SUS). Em Brasília, o evento ocorreu no Parque da Cidade. Foram oferecidas sessões de acupuntura, liberação miofascial, orientações sobre fisioterapia, abordagem psicológica e conversas para conscientização sobre a síndrome. A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dores musculares e articulares difusas em várias partes do corpo, frequentemente acompanhadas de fadiga intensa, distúrbios do sono, dificuldade de concentração e alterações de humor. Embora não provoque inflamações visíveis ou deformações físicas, a condição afeta significativamente a qualidade de vida dos pacientes e pode dificultar atividades cotidianas e desenvolvimento profissional. A servidora pública Ana Dantas, uma das organizadoras da atividade, explica que a mobilização nacional busca dar mais visibilidade para a doença e cobrar os direitos de quem convive com ela. “É uma doença que não é visível, ela existe no nosso corpo, mas não ninguém vê”. O enquadramento legal garante acesso aos mesmos direitos de Pessoa com Deficiência (PcD), mas exige a aprovação em avaliação biopsicossocial. Também prevê possibilidade de acessar auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença), aposentadoria por invalidez e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “A nossa mobilização é no intuito de buscar políticas públicas, adequar a demanda da comunidade fibriomiálgica no SUS”, acrescenta Ana Dantas.  A servidora pública Ana Dantas participa do evento de Mobilização Nacional pela Fibromialgia – Valter Campanato/Agência Brasil A servidora pública de 45 anos descobriu a doença há pouco mais de um ano e relata as limitações impostas. “Coisas que a gente fazia ali durante 20 minutos se gasta umas três ou quatro horas para poder finalizar. É tudo muito lento, tem a questão do esquecimento, a gente esquece as coisas fácil, além da dor que afeta todo o corpo”, relata. A fibromialgia é mais comum em mulheres entre 30 e 60 anos, mas pode atingir pessoas de qualquer idade e gênero. As causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, porém especialistas apontam que a síndrome está relacionada a alterações no funcionamento do sistema nervoso central, que passa a amplificar a percepção da dor. Fatores como estresse prolongado, traumas físicos ou emocionais, ansiedade, depressão e predisposição genética podem contribuir para o surgimento da doença.  Sintomas e tratamento Entre os principais sintomas estão dores persistentes por mais de três meses, sensibilidade ao toque, sensação constante de cansaço, sono não reparador, rigidez muscular e episódios de “névoa mental” — dificuldade de memória e atenção. Também podem ocorrer dores de cabeça, síndrome do intestino irritável e maior sensibilidade a ruídos, luzes e temperatura. O diagnóstico é clínico, baseado na avaliação médica e na exclusão de outras doenças com sintomas semelhantes. O tratamento da fibromialgia costuma envolver uma combinação de medidas. Medicamentos podem ser usados para controlar a dor, melhorar o sono e tratar sintomas associados, como ansiedade e depressão. Além disso, exercícios físicos regulares — especialmente caminhadas, hidroginástica e alongamentos — são considerados fundamentais para reduzir os sintomas. Terapias psicológicas, fisioterapia, técnicas de relaxamento e mudanças no estilo de vida também fazem parte das estratégias mais recomendadas. Apesar de não ter cura definitiva, a fibromialgia pode ser controlada, permitindo que muitos pacientes mantenham rotina ativa e qualidade de vida. “Nesse processo de abordagem da doença, a gente desenvolve a consciência, é o que a gente chama de psicoeducação, sobre tudo o que envolve essa condição, as limitações. Porque afeta a autoestima de muitas mulheres, justamente porque elas ficam muito limitadas, então é muito importante saber como lidar e receber acolhimento”, aponta a psicóloga Mariana Avelar, que trabalhar com pacientes com fibromialgia. A enfermeira Flávia Lacerda participa do evento de Mobilização Nacional pela Fibromialgia, realizado no Parque da Cidade. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil A pouca visibilidade da doença também se expressa na escassez de dados sobre o número de pessoas com fibromialgia no país.   “Na prática, apesar da lei, o acesso a benefícios e direitos ainda é muito burocrático. E muitos profissionais ainda não sabem inclusive dessa lei e como abordar o problema. A lei precisa pegar de verdade”, destaca a enfermeira Flávia Lacerda, que participou da atividade e também já trabalhou com pacientes nessa situação.   FONTE: AGENCIA BRASIL

Saúde

Diarreia e dor abdominal acendem alerta para doenças intestinais

Para conscientizar a população e dar visibilidade a doenças inflamatórias intestinais (DIIs), o mês de maio recebe a campanha Maio Roxo, promovida pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia e outras instituições. No Brasil, cerca de 0,1% da população tem a doença. A iniciativa chama atenção para a importância do diagnóstico precoce e da busca por tratamento adequado.  A inflamação intestinal, a princípio sem causa definida, pode ser ocasionada pelo organismo do próprio paciente. É o caso, por exemplo, da doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, que podem surgir a qualquer momento, porém com maior prevalência em adultos na faixa dos 20 a 30 anos, e emidosos por volta de 60 e 70 anos.  Em entrevista ao programa Tarde Nacional, da Rádio Nacional Amazônia, a médica e integrante da Sociedade Brasileira de Coloproctologia, Mariane Savio, destacou sobre a necessidade de  identificar e diferenciar os sintomas com a ajuda de um especialista. “É muito importante procurar um especialista. Às vezes os sintomas podem passar batidos, e a doença progredir. Então, diarreia persistente, principalmente por mais de quatro semanas, mais de um mês, merece investigação, dor abdominal que esteja incomodando também merece uma visita ao médico, emagrecimento, anemia, tudo isso tem que ser investigado”, explica.  Diagnóstico  Identificados os sintomas de alerta, a médica explica que é necessário buscar um especialista para realizar exames complementares antes de ter certeza do diagnóstico. Na maioria dos casos esse exame é a colonoscopia, mas também são utilizados exames de imagem, que auxiliam principalmente quando a doença está no intestino delgado ou no intestino fino, tomografia, ressonância, até o ultrassom.  “A doença de Crohn pode acometer qualquer parte do trato gastrointestinal, da boca ao ânus. Então, pode causar desde aftas orais, acometimento do intestino fino, do intestino grosso e, no ânus, fístulas e fissuras. A retocolite ulcerativa pega apenas o reto e o cólon e acomete mais a mucosa, enquanto a doença de Crohn pega toda a parede do intestino.” Muitos tratamentos servem para as duas doenças, no entanto alguns medicamentos são específicos só para uma delas. A médica acredita que o acesso ao especialista ainda é a maior barreira para um diagnóstico precoce.  “A gente sabe que tem muitos locais com filas de mais de um ano para fazer colonoscopia, um exame que poderia dar o diagnóstico a um paciente, e que às vezes acaba perdendo o que a gente chama de ‘janela de oportunidade’. Nesse momento é que o tratamento vai ser mais eficaz, na fase inicial da doença”, disse.  Tratamento  O Sistema Único de Saúde (SUS) possui os chamados protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas voltadas para o tratamento de DIIs, com fornecimento de remédios. Em casos mais graves pode ser necessário o uso de uma bolsa de colostomia — um dispositivo médico externo usado para coletar fezes e gases.  Com o aumento de casos ao redor do mundo, alguns fatores de risco estão sendo analisados no desencadeamento dessas doenças, entre eles: estresse, dieta com aumento de alimentos ultraprocessados e tabagismo. É possível que, controlando esses fatores, uma pessoa possa diminuir o risco de ter uma doença inflamatória.  Na falta de um especialista, Mariane Savio indica que se busque um médico da atenção primária para garantir o diagnóstico e o início do tratamento o mais rápido possível, evitando complicações do quadro.  *Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. FONTE: AGENCIA BRASIL

No aniversário de Jardim, Governo anuncia obras que vão melhorar a qualidade de vida das pessoas
Destaque

No aniversário de Jardim, Governo anuncia obras que vão melhorar a qualidade de vida das pessoas

Nos 80 anos de Jardim, a cidade ganhou do Estado novas obras de saneamento e infraestrutura urbana para melhorar a vida do cidadão. A solenidade foi neste sábado (16) e contou com a presença do governador Eduardo Riedel. “Muito felliz ter vindo aqui, coração cheio de alegria por ver a evolução da cidade. Tudo que fazemos pelo município é com a convicção que fizemos pelo bem-estar da população. Vamos celebrar os 80 anos de Jardim”, disse Riedel. Um dos pilares da gestão estadual é oferecer melhor qualidade de vida para as pessoas. Por esta razão são R$ 4 milhões em obras de infraestrutura urbana, com pavimentação e drenagem. Fim da poeira e da lama em época de chuva. Moradias valorizadas por obras que fazem diferença no dia a dia da população. O governador assinou a homologação (licitação) da obra de asfalto e drenagem no bairro São Francisco, que está prestes a iniciar. Este investimento faz parte do programa MS Ativo, que prevê obras dentro das 79 cidades do Estado. Elas são definidas pelos prefeitos, vereadores e lideranças de cada município. Desta forma atende os anseios de quem está lá na ponta. Saneamento O governador aproveitou a agenda para assinar a licitação para obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Jardim, que conta com a ampliação de 840 metros de rede coletora de esgoto, 47 ligações domiciliares de esgoto e uma estação elevatória para atender a Vila Passo Velho. O investimento chega a R$ 900 mil e visa ampliar a cobertura de saneamento na cidade. O Governo do Estado é uma referência no setor e pode chegar a universalização do serviço em 2018, sendo o primeiro estado do país a conseguir este feito. Isto representa mais saúde e quase vida para população. O prefeito de Jardim agradeceu e reconheceu a importância da parceria com o Estado para trazer investimentos ao município. “Os investimentos na cidade são frutos principalmente da parceria com o Governo do Estado. Ao todo são mais de R$ 50 milhões na cidade em diferentes setores”, afirmou o prefeito Juliano da Cunha Miranda. Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MSFotos: Álvaro Rezende/Secom-MS Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Economia

Refinarias da Petrobras operam com mais de 100% de capacidade; entenda

No cenário em que o Brasil busca aumentar a produção de combustíveis derivados do petróleo, como forma de depender menos do contexto internacional – no qual a guerra no Irã levou ao aumento de preços – a Petrobras informou, na última terça-feira (12), que as refinarias da companhia operam acima da capacidade. A afirmação foi feita pela presidente da companhia, Magda Chambriard, durante apresentação do balanço trimestral da estatal.  As demonstrações da companhia apontam que, no primeiro trimestre de 2026, o Fator de Utilização Total (FUT) das refinarias ficou em 95%. Especificamente em março, o FUT atingiu 97,4%, o mais alto desde dezembro de 2014. Em teleconferência da direção da companhia com investidores e analistas de mercado, Magda Chambriard foi além e antecipou que nos meses de abril e maio, o FUT ultrapassou 100%. “A Petrobras não gosta de limites. Sua meta é superar limites todos os dias”, declarou. “De ontem (11) para hoje (12) operamos com 103% nas nossas refinarias”, completou França. O que é o FUT? As refinarias são as estruturas industriais nas quais a Petrobras transforma o petróleo em derivados, como óleo diesel, gasolina e querosene de aviação (QAV). O FUT é um cálculo que leva em conta o volume de carga de petróleo processado e a capacidade de referência das refinarias, dentro dos limites de projeto dos ativos, dos requisitos de segurança, de meio ambiente e de qualidade dos derivados produzidos. Quanto maior o FUT, mais as refinarias estão sendo utilizadas. Quando o indicador chega a 100%, significa que estão no limite de capacidade. França explica que o fator de utilização pode superar 100% porque a carga de processamento pode ser um pouco maior que a capacidade de referência instalada, desde que haja a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).  Guerra e manutenção França relacionou a expansão do FUT ao ambiente geopolítico internacional, uma vez que a empresa é exportadora de derivados de petróleo. “Tivemos o efeito da guerra. Quanto mais refinar o nosso petróleo, mais dinheiro a gente está ganhando. Estamos agregando valor além das exportações do petróleo”. O diretor lembrou que a Petrobras bateu recorde de produção de petróleo no primeiro trimestre e destacou que está “investindo muito em confiabilidade das refinarias, com inspeções baseadas em risco e outras ferramentas do time de engenharia”. “Então, bombas, por exemplo, que operavam com 70% do tempo, hoje estão operando 90% do tempo antes de uma intervenção”, completou. Segundo França, a Petrobras está reduzindo o tempo de intervenção nas unidades, o que faz as refinarias terem confiabilidade maior, permitindo operar com cargas maiores por muito mais tempo que antigamente. “Isso nos permite aumentar o nosso fator de utilização, isto é, aumentar a carga da nossa unidade por mais tempo”, sustenta. O responsável pelos processos industriais da estatal acrescenta que 2026 tem sido um ano de “baixa” nas manutenções programadas. “Fizemos muita manutenção programada no ano passado para deixar as unidades prontas”, descreve. “A manutenção programada é para isso, para dar uma geral na unidade e deixá-la pronta para uma campanha confiável, uma campanha de disponibilidade próxima de 100%”, conclui. Recorde em Abreu e Lima  Vista da Refinaria Abreu e Lima, situada no município de Ipojuca, Região Metropolitana do Recife – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil França citou o exemplo da Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca, região metropolitana do Recife, que passou por manutenção no primeiro trimestre do ano passado. A refinaria tem capacidade de produção de 130 mil barris por dia. “Pôde fazer uma parada muito boa e agora pode subir a carga para 140 mil, 150 mil barris por dia, porque está confiável”. No início do mês, a Petrobras informou que a unidade bateu recorde de produção de óleo diesel S-10 (menos poluente) em abril, com 385 milhões de litros, superando a melhor marca anterior, de 373 milhões registrada há quase dez anos, em julho de 2016. A Petrobras tem 11 refinarias, incluindo o Complexo de Energias Boaventura, no Rio de Janeiro. A maior delas é a Refinaria de Paulínia, no interior de São Paulo, que responde por cerca de 30% de todo o refino de petróleo no Brasil.   FONTE: AGENCIA BRASIL

Saúde

Desafio dos bancos de leite é conscientizar lactantes a doar excedente

A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano da Fundação Oswaldo Cruz (rBLH-BR/Fiocruz) promove de segunda-feira (18) a quarta-feira (21), o I Congresso da Rede Global de Bancos de Leite Humano, no Rio de Janeiro. Com o tema 15 Anos Promovendo Equidade e Resiliência, o evento celebra os 15 anos do Dia Mundial de Doação de Leite Humano e propõe uma reflexão sobre os avanços, desafios e perspectivas da mobilização mundial para a promoção da doação de leite humano como ação essencial para a saúde de recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados.  O Brasil reúne mais de 230 bancos de leite humano. Bebê prematuro recebe leite doado para banco de leite humano – Foto: BLH IFF/Fiocruz/Divulgação Desafio A coordenadora da rBLH e do Banco de Leite Humano (BLH) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, da Fiocruz (IFF/Fiocruz), Danielle Aparecida da Silva, ressalta que o grande desafio é sensibilizar as mulheres lactantes a doar o excesso de leite e não jogar fora. “É muito comum ver uma mulher que está produzindo muito leite jogar fora o excedente que seu bebê não consome. A gente precisa sensibilizar muito mais a sociedade para que ela se direcione aos bancos de leite. Temos que levar esse conhecimento a ela, para que não jogue fora, mas doe aos bancos de leite humano”, disse Danielle à Agência Brasil. “Só que a gente ainda não alcança o volume suficiente para atender 100% desses bebês. Porque, muitas vezes, essa doação é flutuante ao longo do ano. Após o mês de maio, quando a gente consegue sensibilizar mais a sociedade, a doação cai muito”, explica.  A baixa doação ocorre, principalmente, no período de férias e das festas de fim de ano. O Banco de Leite do Instituto Fernandes Figueira registra, em alguns meses, entre 100 e 150 doadoras que produzem uma média de 100 litros a 150 litros por mês.  Danielle lembrou que com a proximidade do inverno, começam as doenças respiratórias e há a internação de muitos bebês. Com isso, aumenta o número de receptores, mas o volume de leite não consegue atender. A coordenadora destacou que todo o leite doado para a rede é muito mais do que um alimento, constitui um recurso terapêutico para esses bebês, porque vai atuar na imunidade, no desenvolvimento dessa criança e apoiando em sua alta hospitalar mais cedo. Doação de leite humano para bebês prematuros – Foto: BLH IFF/Fiocruz/Divulgação Doações A doação de leite humano registrou aumento de 8%, mas Danielle considera esse crescimento ineficiente. “A gente precisava ampliar ainda mais”, disse.  No Brasil, o Distrito Federal já alcançou a autossuficiência na doação de leite humano. “Ou seja, ele coleta uma quantidade de leite que consegue atender 100% dos bebês”. O Rio Grande do Sul e Santa Catarina também estão conseguindo alcançar essa sustentabilidade. O mesmo não ocorre nas regiões Norte e Nordeste, onde a grande maioria dos estados tem apenas um banco de leite, à exceção do Amazonas e Pará. No estado do Rio de Janeiro, há uma rede de 17 bancos de leite humano, sendo dois em Petrópolis e um em Nova Friburgo, na região serrana; um em Campos, no norte fluminense; um em Volta Redonda, no centro-sul do estado; os demais estão situados na capital e na região metropolitana do Rio.  Não houve, entretanto, aumento das doações, segundo Danielle.  “Permaneceram estáveis e, em alguns meses, até diminuiu o número de doações”. Avanços Danielle destacou que um dos avanços alcançados nos últimos 15 anos aconteceu durante a epidemia de covid 19, com o distanciamento geográfico das pessoas.  “A rede se reinventou e, em vez de o Ministério da Saúde trazer o slogan para celebrar o dia mundial, a própria rede lançou um primeiro edital para escolha do slogan, aberto a toda a sociedade, não apenas aos profissionais de saúde, mas a toda a sociedade”, explicou. O edital foi lançado em inglês, francês e espanhol e recebeu propostas dos cinco continentes.  “Da Argentina até a Índia”, destacou a coordenadora da rBHL.  Uma votação popular escolheu o slogan vencedor no primeiro ano da pandemia: A pandemia trouxe mudanças; a sua doação traz esperança.  Nos últimos anos, as campanhas do ministério trazem os slogans vencedores. “O resultado foi tão positivo que o processo de escolha dos slogans anuais prossegue dessa forma até hoje”, afirma Danielle.  Em 2016, por exemplo, a vencedora veio do Equador, com o lema “A solidariedade nutre e a vida cresce”. Doação de leite humano para bebês prematuros – Foto: BLH IFF/Fiocruz/Divulgação Referência Há 40 anos, o Brasil desenvolve soluções inovadoras para bancos de leite humano, iniciativa liderada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que possibilitou a construção da maior e mais complexa Rede de Bancos de Leite Humano do mundo. A atuação brasileira é reconhecida internacionalmente no âmbito da cooperação em saúde, envolvendo os ministérios da Saúde e o das Relações Exteriores, por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), além da parceria estratégica com a Organização Pan-Americana da Saúde/(Opas) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). A Fiocruz abriga o único Centro Colaborador da Opas/OMS para Bancos de Leite Humano (BRA-87), único com essa designação em escala mundial, coordenando ações voltadas à qualificação de serviços e ao fortalecimento de redes em diferentes países. A primeira comemoração do Dia Nacional de Doação de Leite Humano ocorreu no Brasil em 2004. Mas a data de 19 de maio foi escolhida como Dia Mundial de Doação de Leite Humano durante o V Congresso Brasileiro de Bancos de Leite Humano e I Fórum de Cooperação Internacional em Bancos de Leite Humano, realizado no país, em 2010. A partir daí, outros países passaram a celebrar a data, que busca incentivar a doação, ampliar o debate público e dar visibilidade ao papel estratégico dos bancos de leite humano. Congresso Entre os temas que serão debatidos durante o congresso estão os impactos da pandemia da covid-19, as emergências sanitárias relacionadas às mudanças climáticas, os desafios impostos por crises humanitárias e os caminhos necessários para fortalecer respostas globais alinhadas

Economia

Durigan vai à França para agenda do G7 e reuniões bilaterais

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, embarcou neste fim de semana para a França em sua segunda viagem internacional desde que assumiu o comando da equipe econômica, após a saída de Fernando Haddad. A agenda inclui participação em reuniões do G7, encontros bilaterais com autoridades estrangeiras e discussões sobre inteligência artificial, energia e minerais estratégicos. Durigan chega a Paris na segunda-feira (18) para participar da reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G7, grupo formado por Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália e Canadá. O Brasil participa como país convidado. Também estão previstos eventos voltados ao diálogo com representantes da sociedade civil e do setor privado francês. A programação da segunda-feira inclui uma mesa redonda promovida pela revista Le Grand Continent, voltada à geopolítica e a análises intelectuais. O ministro também terá um almoço na redação do jornal Le Monde, em Paris. Reuniões bilaterais Na terça-feira (19), Durigan participará da reunião do G7, com os demais ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do grupo. Em seguida, terá uma série de encontros bilaterais. Após o almoço ministerial, Durigan se reunirá com a ministra- elegada para Inteligência Artificial da França, Anne Le Hénanff, e com a ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama. O ministro brasileiro também deve se reunir com o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol. O encontro ocorre em meio às preocupações globais com o abastecimento energético por causa do conflito no Oriente Médio. Minerais críticos Em entrevista ao programa Na Mesa com Datena, da TV Brasil, na semana passada, Durigan afirmou que pretende aproveitar a viagem para apresentar o Brasil como alternativa estratégica no mercado global de minerais críticos. Esses elementos são considerados essenciais para a indústria tecnológica e para a transição energética. Entre os materiais citados pelo governo estão terras raras, nióbio e grafeno. Atualmente, a China domina grande parte da produção mundial desses insumos. Segundo Durigan, o governo quer ampliar investimentos estrangeiros no setor mineral brasileiro sem abrir mão do controle nacional sobre os recursos naturais. A proposta inclui incentivo à industrialização local e agregação de valor à produção nacional. O ministro afirmou que o objetivo é evitar que o país permaneça apenas como exportador de matérias-primas e defendeu o fortalecimento da indústria brasileira ligada à cadeia mineral e energética. Retorno Após os compromissos em Paris, Durigan embarca de volta ao Brasil na noite de terça-feira (19), horário da França. A chegada está prevista para quarta-feira (20) pela manhã, com retorno imediato às agendas do Ministério da Fazenda em Brasília. Originalmente, a ida à França seria a segunda etapa de uma viagem mais longa, que incluiria a reunião do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco dos Brics, na Rússia. O ministro, no entanto, cancelou a ida a Moscou após o fechamento do aeroporto da capital russa, que sofre interrupções temporárias por causa do ataque de drones ucranianos na região. FONTE: AGENCIA BRASIL

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