Pantanal News

Meio Ambiente

Prêmio para produção acadêmica destaca agricultura familiar

O Prêmio Fundação Bunge, que entra em sua última semana de inscrição, terá dois temas de destaque nesta edição: transferência de tecnologias para agricultura familiar e produção em cenários de estresse térmico e hídrico. A escolha dos temas segue a lógica dos últimos anos: a de apostar em tecnologias com potencial para definir as próximas décadas de desenvolvimento e estabelecer pontes aplicáveis tanto na agricultura comercial de exportação quanto na agricultura voltada para o mercado interno de alimentos. A ideia, portanto, é dialogar com produtores, com a própria área de atuação da empresa – a Bunge é uma multinacional do setor de alimentos – e com os trabalhos acadêmicos de excelência na área. “A agricultura tropical sustentável, hoje, é o futuro do mundo. A solução para os desafios da agricultura se encontra cada vez mais no sul global. A produção no Brasil já é muito sustentável, integrando lavoura, pecuária e floresta e utilizando tecnologias como bioinsumos. Agora queremos olhar para esses avanços em relação ao desafio da produção com poucos recursos hídricos”, aponta Cláudia Calais, diretora-executiva da Fundação.  “Já a agricultura familiar tem um papel importantíssimo, assim como a produção de larga escala, afinal é o que põe alimento na nossa mesa, mas também o que ajuda a manter os sistemas florestais preservados o suficiente para garantir clima e biodiversidade, sem os quais não há possibilidade de produção de grãos”, complementa Cláudia Calais. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Inscrição e prêmio Inspirada no Nobel, premiação é considerada um dos principais reconhecimentos científicos do país. A 71ª edição receberá indicações até domingo (31) feitas por instituições de estudo e pesquisa, como institutos tecnológicos e universidades. >> Clique aqui e acesse o regulamento da premiação Ao todo, serão quatro prêmios, dois por tema, um voltado para pesquisadores ou ativistas que tenham destaque na área, com trajetória consolidada, e outro para pesquisadores iniciantes, com até 35 anos. Além do valor financeiro – R$ 200 mil para a categoria Vida e Obra e R$ 80 mil para a categoria Juventudes – há também acompanhamento posterior, com apoio para novas parcerias e aplicação das tecnologias e experiências de destaque em outros cenários, tendo plataformas institucionais como referência. “Mais importante do que o prêmio financeiro em si é o reconhecimento que proporciona. Esse reconhecimento ele passa não só por uma questão pessoal que acho que é importante de você reconhecer profissionais que se dedicam. Fazer ciência no mundo não é fácil, mas fazer ciência no Brasil é mais complicado ainda né?”, destaca a diretora. Cláudia Calais explica que nos últimos anos, tem se tornado mais comum premiar pesquisadores com atuação fora do eixo Rio-São Paulo. O que antes era uma exceção, tem se tornado mais comum, com a expansão, a partir dos anos 2.000, de institutos de pesquisa e universidades pelo interior do país. “Temos encontrado produção relevante e original em uma diversidade cada vez maior de instituições. Isso contribui também para se encontrar práticas diferentes e sistematização de soluções locais, mas com potencial de integração à produção de alimentos industrial, competitiva e de escala global.” O edital pode ser conferido no site da Fundação. Lá também é possível conhecer um pouco da história do prêmio, que já reconheceu trajetórias de 200 pessoas, entre os quais nomes como Mariangela Hungria, Adalberto Luis Val, Erico Veríssimo, Hilda Hilst, Jorge Amado, Lygia Fagundes Telles, Manuel Bandeira, Rachel de Queiroz, Marcelo Rubens Paiva, Oscar Niemeyer, Carlos Chagas Filho, Gilberto Freyre, Paulo Freire, Celso Lafer, Fernando Abrucio, Elisabete Aparecida de Nadai Fernandes, Durval Dourado Neto, Juvêncio da Silva Cardoso (Dzoodzo Baniwa) e Ygor Jessé Ramos. FONTE: AGENCIA BRASIL

Saúde

Estudo usa células-tronco contra complicações do transplante de medula

Pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) estão desenvolvendo uma terapia avançada que já demonstrou desempenho promissor no controle de uma complicação grave que acomete muitos pacientes após o transplante de medula óssea e pode levar à morte. A doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) se instala quando as células imunológicas presentes na medula doada identificam o organismo do receptor como estranho e passam a atacá-lo. Os problemas podem surgir nos primeiros 100 dias após o transplante, caracterizando uma doença aguda, ou até anos depois, na forma crônica. As regiões mais atacadas, nos casos agudos, são a pele e o sistema gastrointestinal, ocasionando sintomas como vermelhidão, ardência, náuseas, cólicas e mal funcionamento do fígado. Já a DECH crônica pode atingir todo o corpo e, em casos graves, provocar rigidez nos movimentos, dificuldade de respiração e úlceras. >> Siga o canal da Agência Brasil no Já a alternativa que está sendo desenvolvida pela primeira vez no Brasil, chamada de MesenCell, utiliza células-tronco mesenquimais, retiradas da medula óssea de doadores, processadas em laboratório e congeladas até o uso. A responsável técnica do Centro de Tecnologia Celular da PUCPR e coordenadora do projeto, Carmen Kuniyoshi Rebelatto, explica que o objetivo é atuar na origem a doença. “Quem ataca principalmente são as células do tipo T e B, e a nossa terapia diminui a proliferação dessas células. É um efeito que a gente consegue ver até em laboratório. Então, ela atua na base, liberando alguns fatores solúveis que vão modular todo o sistema imunológico do paciente, diminuindo a proliferação dessas células e melhorando toda a inflamação”, complementa. A princípio, o MesenCell seria indicado para pacientes que não melhoram com os remédios tradicionais, ou que não podem utilizá-los, por conta da sua toxicidade. Além disso, nem todos os medicamentos recomendados estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).  O grupo de pesquisa já realizou um estudo-piloto com 11 pacientes de DECH crônica, utilizando as mesmas células-troncos, mas diluídas com uma outra substância. Agora vão fazer um novo estudo clínico, com 20 pessoas, utilizando uma mistura que se mostrou mais viável. Entre os pacientes do estudo-piloto, metade apresentou remissão completa. Mas o medicamento levou à melhora de 75% dos comprometimentos gastrointestinais e 100% dos sintomas de pele, mesmo nos casos mais graves.  “Esses pacientes desenvolvem esclerodermia, uma deposição de fibrobastos na pele, e ela fica endurecida, como se fosse uma carapaça, e aí o paciente vai perdendo mobilidade. A gente conseguiu reverter esse processo”, conta Carmen. A nova fase de testes começa em setembro, em três centros de referência no Paraná: Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Erasto Gaertner e Hospital Nossa Senhora das Graças. A pesquisa está sendo custeada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Posteriormente, o grupo de pesquisa espera firmar parceria com alguma empresa farmacêutica para viabilizar a produção do medicamento em larga escala. FONTE: AGENCIA BRASIL

Sem citar Luciano Huck, Ana Paula Renault critica declaração sobre Bolsa Família
Famosos

Sem citar Luciano Huck, Ana Paula Renault critica declaração sobre Bolsa Família

Huck foi acusado de distorcer informações sobre o funcionamento do Bolsa Família, sobretudo por desconsiderar a rotatividade do programa. Segundo ele, faltariam mecanismos para que beneficiários deixem a política de transferência de renda. “Como se motiva uma família que necessita do Bolsa Família que tenha vontade de sair do programa?”, disse (assista o trecho abaixo). Campeã do BBB 26 (Globo), a jornalista Ana Paula Renault rebateu as declarações. “Criticar o Bolsa Família como se ele produzisse acomodação é ignorar evidência, ignorar desigualdade e, sobretudo, ignorar o Brasil real. O Brasil não precisa de menos proteção social. Precisa é de mais escola, mais emprego decente, mais qualificação, mais creche, mais oportunidade e menos preconceito fantasiado de opinião econômica”, disse ela sem citar o nome de Luciano. “Durante anos, repetiram a ideia cruel de que o brasileiro recebe o benefício e se acomoda. Mas os dados contam outra história”, emendou a jornalista. Diante da repercussão, Luciano Huck usou suas redes sociais para explicar o que falou. Segundo ele, suas falas teriam sido tiradas de contexto. “Não sou contra programas de proteção social que ajudam milhões de brasileiros. O que defendo é que eles sejam aperfeiçoados, com eficiência no resultado, pois a tecnologia permite individualizar esses programas. Evitar corrupção e gastos indesejados”, disse. Cada R$ 1 investido no Bolsa Família gera R$ 1,78 no PIB (Ipea). O programa também reduziu a pobreza extrema em 28% no Brasil (Banco Mundial). Luciano, as bets que você divulga e o Familhão prejudicam a vida financeira da população pobre e brincam com os sonhos. https://t.co/UVMA0kn24P — Nath Finanças (@nathfinancas) 24 de maio de 2026 Leia Também: Mãe de Gabriel Ganley diz que morte do influenciador foi uma fatalidade

Política

Educação é instrumento de consciência e soberania para Brasil e África

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta segunda-feira (25), que a educação é ferramenta central para a formação de consciência crítica e para a superação de desigualdades – algo que, na avaliação do presidente, é visto como ameaça pela extrema direita. A declaração foi durante a abertura do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), evento que reúne líderes de universidades brasileiras e africanas mobilizadas pela Association of African Universities (AAU). Durante o discurso, Lula lembrou que, durante a Cúpula de Líderes Celac-África, ocorrida em março em Bogotá, foram sugeridos cinco eixos estruturantes para o relacionamento entre os países participantes do encontro. Após citar os cinco eixos (combate à fome; enfrentamento à mudança do clima; transição energética; democratização da inteligência artificial; e integração de cadeias produtivas), o presidente brasileiro afirmou que a educação é ferramenta para a superação de todos esses desafios. Segundo ele, a extrema direita teme a educação porque sabe que é a partir dela que nasce a consciência das pessoas sobre a realidade em que vivem. “Por isso, em várias partes do mundo, a extrema direita não tolera a autonomia das universidades. Querem calar professores e estudantes e coibir a diversidade. Negam a ciência, censuram as artes e transformam as salas de aula em instrumento de dominação”, disse ao defender o poder emancipador da educação. “O pensamento crítico caminha lado a lado com a luta anticolonial e o combate ao racismo, à misoginia, à xenofobia e todas as formas de discriminação”, acrescentou ao afirmar que as universidades seguirão como bastiões da resistência. Inteligência Artificial Lula destacou também a relevância da educação para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países. Nesse sentido, reiterou a importância da Inteligência Artificial enquanto ferramenta estratégica. “O colonialismo digital é uma ameaça real e imediata. Nas mãos de poucos países e poucas empresas, os algoritmos se transformaram em instrumentos de dominação. Sem investir em infraestrutura digital, não será possível superar carências crônicas em alta tecnologia, saúde, agricultura e educação básica”, argumentou ao defender que os modelos de linguagem da IA sejam construídos também nas línguas dos povos africanos. Ele acrescentou que o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial contempla duas linhas de financiamento para cooperação com África e América Latina. “São US$ 20 milhões para projetos conjuntos e US$ 10 milhões para o uso de infraestruturas de Inteligência Artificial brasileiras para fomentar a colaboração entre nossos pesquisadores”, complementou. Universidades africanas Secretário-geral da Associação de Universidades Africanas, Olusola Oyewle disse que o apoio do Brasil às universidades do continente africano teve início durante o primeiro mandato do presidente Lula, mas que há ainda muito a ser feito. “O Brasil apoia a capacitação das nossas universidades há vários anos. Começou com bolsas de estudo e foi além, para trabalhar com colaboração de pesquisa entre as nossas universidades”, disse. “Precisamos descolonizar o nosso currículo, e melhorar as nossas atividades de pesquisa na própria África. Precisamos de países como o Brasil para nos apoiar nesse esforço”, acrescentou. Programa Capes Move África Durante o evento, foram assinados acordos relativos ao programa Capes Move África, que prevê R$ 47,4 milhões em investimentos para a vinda de 2,6 mil pós-graduandos do continente africano ao Brasil a partir de 2027. Segundo o Planalto, deste total, 1,6 mil bolsas serão voltadas a mestrado sanduíche (situação em que o mestrado é feito em uma instituição, com base em pesquisa feita em outra instituição); e 1 mil bolsas de doutorado sanduíche. Fórum O fórum de reitores tem, entre seus objetivos, o de “consolidar a educação superior como eixo central da relação bilateral entre o Brasil e os países do continente africano”, servindo de plataforma estratégica para ampliar as oportunidades de integração acadêmica, científica e tecnológica entre os países. Estão previstos, durante o evento, painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões focadas na construção de novas parcerias universitárias. A expectativa é que, por meio das atividades previstas, o Brasil aprofunde parcerias e intercâmbios com instituições acadêmicas do continente africano, de forma a promover novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas. Entre as áreas a serem beneficiadas por essas parcerias estão agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas. Segundo o Planalto, o Brasil participa, atualmente, de 235 acordos de cooperação com instituições de educação superior de 38 países africanos.   FONTE: AGENCIA BRASIL

Israel, da dupla com Rodolffo, sofre acidente na BR-153 após atropelar cavalo em Goiânia
Famosos

Israel, da dupla com Rodolffo, sofre acidente na BR-153 após atropelar cavalo em Goiânia

O cantor Israel, da dupla Israel & Rodolffo sofreu um acidente na madrugada desta segunda-feira (25), na BR-153, em Goiânia, após atropelar um cavalo que estava solto na pista. Apesar do susto, o artista não sofreu ferimentos. Segundo informações divulgadas pela assessoria da dupla, Israel retornava para casa depois de um compromisso profissional e dirigia dentro da velocidade permitida quando o acidente aconteceu. Ainda conforme a equipe do cantor, um veículo que trafegava à frente mudou de faixa repentinamente e sem sinalizar. Logo em seguida, o sertanejo se deparou com o cavalo no meio da rodovia e não teve tempo suficiente para frear ou desviar, atingindo o animal. Leia mais: Três pessoas morrem após carro sair da pista e atingir trabalhadores na BR-153, em Rialma Funcionários do Super Barão fazem protesto em Goiânia e cobram salários atrasados e rescisões Segundo a PRF, a colisão aconteceu na altura do km 494 da BR-153 e causou apenas danos materiais. O cavalo morreu no local devido ao impacto. A assessoria reforçou que Israel está bem e não precisou de atendimento médico após o acidente. Israel e Rodolffo Formada pelos goianos Israel Antônio e Rodolffo Matthaus, a dupla Israel & Rodolffo nasceu em Jaraguá, Goiás, em 1999, e ganhou projeção nacional nos últimos anos com sucessos sertanejos como “Batom de Cereja”.

Meio Ambiente

Norte e Sudeste devem começar semana com chuva forte, prevê Inmet

As regiões Sudeste e Norte do Brasil devem começar a semana com chuva forte, segundo previsão divulgada nesta segunda-feira (25) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O litoral do Nordeste também deve registrar precipitações, porém menos intensas. Em áreas do Amapá, Roraima, Amazonas e Pará, a chuva pode superar 200 milímetros acumulados em sete dias. No restante da Região Norte, as precipitações devem ser menos intensas e mais esparsas, como no Acre e na parte mais ao sul do Amazonas e do Pará. Na metade sul de Rondônia e no Tocantins, o tempo permanece firme ao longo da semana. No Sudeste, São Paulo, Rio de Janeiro e o sul de Minas Gerais podem registrar chuvas fortes no início da semana, situação que deve melhorar a partir de quarta-feira (27). Os temporais devem, então, avançar para o Espírito Santo, Zona da Mata de Minas Gerais e Vale do Rio Doce. Na Região Sul, a chuva deve atingir todos os estados nos primeiros dias da semana. Em seguida, um bloqueio atmosférico deixa o tempo firme, e novas instabilidades devem atingir apenas o oeste do Rio Grande do Sul no sábado (30). Os estados do Nordeste devem registrar chuva na faixa litorânea, o que deve ser persistente na costa da Bahia. Acumulados mais intensos são previstos para o Maranhão, e a chuva no litoral também deve ocorrer no Piauí e no Ceará. No interior, o agreste e o sertão devem manter estiagem. No Centro-Oeste, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal devem ter tempo firme nesta semana. Já o estado de Mato Grosso do Sul deve ser afetado pela passagem das chuvas previstas para o Sul e o Sudeste, o que também pode ser sentido no sul de Goiás. Inmet divulga previsão para semana de 25 de maio a 1º de junho – Foto: Arte/ Inmet FONTE: AGENCIA BRASIL

No STF, Dino dá 10 dias para União e Estados informarem plano para lidar com riscos do El Niño
Brasil

No STF, Dino dá 10 dias para União e Estados informarem plano para lidar com riscos do El Niño

Ó ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), intimou a União e os Estados da Amazônia Legal e do Pantanal para que informem, em até 10 dias, como estão se preparando para lidar com os riscos do fenômeno climático El Niño. A decisão foi proferida nesta segunda-feira, 25. O El Niño eleva o risco de chuvas extremas no Sul do País e tende a agravar a seca e aumentar o risco de incêndios florestais no Norte e no Nordeste. Em nota enviada ao STF, o Ibama estimou que o fenômeno deve atingir seu pico de intensidade entre setembro e outubro deste ano. Dino também citou nota técnica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que destaca o alto risco de incêndios na Amazônia a partir do segundo semestre deste ano, podendo se estender até, pelo menos, o início de 2027. “Determino a intimação da União e dos Estados da Amazônia Legal e do Pantanal para que informem expressamente as providências de planejamento e de preparação adotadas, diante da confirmação das projeções que indicam incremento significativo dos riscos de incêndios florestais, especialmente no 2º semestre de 2026”, diz a decisão. O despacho de Dino foi publicado em ação que acompanha medidas para combater e prevenir incêndios na Amazônia e no Pantanal. Ele é relator do processo. A ação foi ajuizada em 2021 pela Rede Sustentabilidade, que apontou insuficiência das políticas de prevenção e combate a incêndios e ao desmatamento na Amazônia Legal e no Pantanal. O Supremo julgou o pedido em 2024, quando exigiu a apresentação de um plano de prevenção e combate aos incêndios por parte do governo federal. Como relator, Dino tem realizado audiências para monitorar o cumprimento da decisão. Leia Também: Enem 2026: inscrições começam nesta segunda; prazo vai até 5 de junho

Menina de 11 anos morre após ser jogada em piscina para
Brasil

Menina de 11 anos morre após ser jogada em piscina para ‘brincadeira’ em AL

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Uma menina de 11 anos morreu após ser jogada em uma piscina durante uma “brincadeira” em um balneário de Anadia, no interior de Alagoas. Jeniffer Gabrielly da Silva Santos morreu ontem no Balneário do Edivânio. O caso ocorreu durante uma festa na chácara e foi registrado inicialmente como “suposto afogamento”, segundo a Polícia Civil. A vítima teria sido puxada pelo braço e arremessada na água por um jovem de 16 anos. As autoridades apuraram de forma preliminar que o adolescente já havia jogado outras duas crianças na piscina “em tom de brincadeira” antes dela. No momento em que foi jogada, Jeniffer teria ficado inconsciente. O próprio rapaz entrou na água para salvá-la e equipes de emergência a levaram na sequência para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da região, onde a morte foi constatada Ainda não se sabe a causa da morte. A Polícia Civil aguarda o resultado dos laudos periciais e investiga se a menina pode ter sofrido um choque térmico ou batido a cabeça no momento da queda. Familiares da vítima já foram ouvidos, inclusive a irmã mais velha da garota. O adolescente apontado como responsável deixou o balneário após o episódio por medo de represálias e, até o momento, não se apresentou à delegacia. A mãe dele não estava no local no momento do incidente. Prefeitura de Anadia lamentou a morte de Jeniffer. “Neste momento de dor e tristeza, nos solidarizamos com todos os familiares, amigos, colegas e toda comunidade escolar”, escreveu em nota divulgada nas redes sociais. Leia Também: Corpus Christi é feriado em 19 capitais; veja lista e direitos de quem trabalha

FundturMS apresenta agenda de sustentabilidade, inclusão e turismo responsável durante evento em Bonito
Mato Grosso Do Sul

FundturMS apresenta agenda de sustentabilidade, inclusão e turismo responsável durante evento em Bonito

A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (FundturMS) participou do Inspira Ecoturismo, de 20 a 23 de maio em Bonito, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de um turismo mais sustentável, acessível, inclusivo e responsável. Durante o evento, representantes da instituição participaram de painéis estratégicos, lançaram novas iniciativas e apresentaram ações que fortalecem o posicionamento do estado como referência nacional em ecoturismo e inovação no setor. Representando a Assessoria de Sustentabilidade e Ação Climática no Turismo da FundturMS, Flávia Neri e Emanueli Ribeiro contribuíram com debates sobre sustentabilidade, governança, descarbonização, turismo responsável e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável dos destinos turísticos. Flávia Neri integrou o painel “Caminhos para a Descarbonização no Turismo”, e destacou ações e estratégias relacionadas à sustentabilidade e à ação climática no turismo. Entre os temas abordados, esteve o apoio da FundturMS ao processo de certificação Bonito Carbono Neutro, iniciativa que fortalece o posicionamento do destino como referência nacional em turismo sustentável, comprometido com a redução e compensação das emissões de carbono. Já Emanueli Ribeiro participou do painel “Turismo Responsável e Políticas Públicas” e abordou a importância da governança e da articulação entre poder público, iniciativa privada e comunidades locais na construção de destinos mais sustentáveis, responsáveis e regenerativos. Durante a apresentação, também foram destacadas ações ligadas ao programa Bonito Eco Criativa, iniciativa voltada à integração entre sustentabilidade, economia criativa, pertencimento e desenvolvimento territorial. Além dos debates sobre sustentabilidade e turismo responsável, o evento também foi palco para importantes entregas voltadas à acessibilidade e inclusão no turismo sul-mato-grossense. A FundturMS realizou o lançamento oficial do Programa Turismo Acessível e Inclusivo de Mato Grosso do Sul, iniciativa estratégica que fortalece o posicionamento do estado como referência nacional em acessibilidade no turismo. O lançamento integrou a programação dedicada à acessibilidade e contou com a participação da coordenadora do Programa Turismo Acessível e Inclusivo da FundturMS, Telma Nantes de Matos, que apresentou as ações desenvolvidas pela Fundação para estruturar e promover destinos mais acessíveis, especialmente na região da Serra da Bodoquena, um dos principais polos de ecoturismo do Brasil. Durante o evento, também foi lançada a campanha promocional “Turismo Acessível e Inclusivo”, voltada à sensibilização do trade turístico e valorização das experiências acessíveis no estado, além da série de Manuais de Atendimento Acessível e Inclusivo no Turismo. Os materiais foram desenvolvidos para orientar empreendimentos, atrativos, guias, condutores e profissionais do setor sobre boas práticas no atendimento de pessoas com deficiência e outras necessidades específicas, contemplando orientações para atendimento de pessoas cegas ou com baixa visão, pessoas surdas, com deficiência física ou baixa mobilidade, pessoas com transtorno do espectro autista, pessoas idosas e pessoas com deficiência intelectual. Segundo Telma Nantes, “Acessibilidade é parte da hospitalidade de um destino”, reforçando que promover inclusão no turismo significa ampliar oportunidades, democratizar experiências e fortalecer economicamente os destinos turísticos. ABETA Summit O Inspira Ecoturismo também marcou o lançamento oficial do ABETA Summit em Mato Grosso do Sul. O evento será realizado em Campo Grande, de 25 a 28 de novembro de 2026, com apoio da FundturMS, consolidando o estado no calendário nacional dos grandes encontros do turismo de natureza e aventura. Débora Bordin, comunicação Fundtur MS / Fotos: divulgação @visitmsoficial e @abetabr Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Política

Lula inicia radioterapia após retirada de lesão no couro cabeludo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) tratamento de radioterapia no couro cabeludo. A medida foi adotada após a retirada de uma lesão na pele em 24 de abril. O Procedimento, no Hospital Sírio-Libanês em Brasília, é preventivo e terá 15 sessões. De acordo com o hospital, o presidente seguirá com suas atividades diárias sem restrições, mantendo acompanhamento das equipes médicas lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio. Segundo o Planalto, as sessões ocorerão ao longo de três semanas, com duração aproximada de dois minutos cada. Apesar do início do tratamento nesta manhã, o presidente mantém compromissos no Palácio do Planalto, incluindo evento com representantes de países africanos. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp A radioterapia preventiva ocorre após procedimento cirúrgico ocorrido em abril, em São Paulo, para retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo. À época, a equipe médica informou que a cirurgia transcorreu sem intercorrências. O presidente teve alta no mesmo dia. O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, geralmente associado à exposição solar. Trata-se de uma lesão de crescimento lento, que raramente se dissemina para outras partes do corpo e apresenta altos índices de cura quando diagnosticada precocemente. O boletim médico desta segunda-feira é assinado pelo diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, Rafael Gadia, e pelo diretor clínico, Volney Vilela. FONTE: AGENCIA BRASIL

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