Segundo Harry, o brasileiro Lucas Bajerski o abordou nas ruas da cidade para contar que faria o pedido de casamento durante a apresentação, ao som de “Golden”. O problema é que a namorada, Natália Machado, estava ao lado dele quando a revelação aconteceu. Ao relembrar a cena, o cantor disse que a surpresa quase foi por água abaixo. “Lucas disse: ‘Vou pedi-la em casamento no show’. E ela respondeu: ‘O quê?’”, contou, arrancando risadas da plateia. Harry brincou que assistiu ao “drama” se desenrolar no meio da rua, enquanto o casal tentava se explicar. “Noventa segundos depois, ela disse: ‘Na verdade, eu já vi o anel’. E aí começou uma troca de palavras na minha frente”, relatou o artista. Apesar do contratempo, Lucas seguiu com os planos e fez o pedido durante a apresentação de “Golden”. No palco, Harry aproveitou para perguntar se tudo havia dado certo. Ao receber uma resposta positiva, comemorou: “Bom trabalho”.
Harry Styles contou que conheceu um casal de brasileiros em Amsterdã e que eles revelaram que ficariam noivos durante seu show. 🇧🇷 “Estou andando pela rua em Amsterdã, um casal adorável diz ‘olá’. Eu falo: ‘Oi’. Eles: ‘Nós viemos pro show hoje à noite’. Eu: ‘Legal!’. Aí o cara… pic.twitter.com/1jWF30gk7U — Lista de faixas (@tracklist) 27 de maio de 2026 Depois do show, Natália compartilhou registros do momento nas redes sociais. Em uma das fotos, ela aparece exibindo o anel de noivado ao lado de um bilhete escrito pelo companheiro com a frase: “You’re so golden. Casa comigo?”. “Finalmente noivos. Vou me casar com o amor da minha vida”, escreveu ela. A brasileira também agradeceu ao cantor pela participação na história e brincou ao convidá-lo para ser padrinho do casamento. Leia também: Filha de Palomma Duarte diz que mãe tentou tirá-la da carreira de atriz
UM ausência de João Guilherme na festa de aniversário de Maria Alice, filha de Virginia Fonseca e Zé Felipe, chamou atenção nas redes sociais e gerou comentários entre fãs da família. O ator acabou esclarecendo o motivo ao ser abordado durante um evento de moda em São Paulo. Enquanto se preparava para entrar no desfile da grife de Sasha Meneghel, João foi questionado por uma pessoa que gravava um vídeo para a página Porta de Famosos no Instagram. “Todo mundo estava esperando você na festa da Maria Alice”, comentou a pessoa. Sem rodeios, o ator respondeu: “Pois é, não fui convidado”.
João Guilherme não deu mais detalhes sobre a situação e evitou comentar qualquer possível desentendimento familiar. A festa de cinco anos de Maria Alice aconteceu na última segunda-feira (26), em um espaço de eventos em Goiânia, e reuniu familiares e amigos próximos de Virginia e Zé Felipe, que seguem separados.
Apesar da presença de parte das duas famílias, algumas ausências também foram notadas pelos internautas, entre elas a do cantor Leonardo, avô paterno da menina. Mais tarde, Virginia Fonseca também foi abordada por um fã na porta de um hotel. Ao ser questionada sobre a declaração de João Guilherme e se ele realmente não havia sido convidado para a festa, a influenciadora não respondeu. Ela apenas deu risada e seguiu caminhando, sem comentar o assunto.
Analisando a maior organização policial internacional do mundo | 09:00 – 27/05/2026
Mais de 400 gatos foram encontrados dentro de um apartamento em Concórdia, no oeste de Santa Catarina. Segundo a prefeitura do município, muitos dos animais estão doentes e debilitados devido às condições insalubres do imóvel e à superlotação causada pela convivência com tantos felinos. De acordo com a Diretoria de Proteção e Bem-Estar Animal da cidade, o caso começou há cerca de dez anos, quando uma aposentada adotou um casal de gatos. Os animais se reproduziram sem controle ao longo dos anos. A mulher não costumava recolher gatos abandonados nas ruas. A maioria dos animais nasceu dentro do próprio apartamento. Imagens divulgadas pela Prefeitura de Concórdia mostram gatos amontoados em móveis, gavetas, cômodas e janelas do imóvel. O caso ganhou repercussão após a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a tutora dos animais e o município, no fim de abril, após ação do Ministério Público. Pelo acordo, a prefeitura se comprometeu a encaminhar os gatos para castração e repassá-los a ONGs de proteção animal, responsáveis por promover a adoção dos felinos. “A situação se tornou ainda mais grave quando a Diretoria de Proteção Animal, junto com voluntários, percebeu que parte dos animais estava doente por causa das condições da moradia e da quantidade excessiva de gatos no local”, afirmou Juliana Lupatto, responsável pela organização. Apesar da atuação do poder público e das entidades de proteção, o órgão destacou que a responsabilidade pela situação continua sendo da tutora dos animais. “Estamos tentando ajudar para evitar que o caso tome proporções ainda maiores, já que muitos gatos já morreram e outros apresentam sérios problemas de saúde”, lamentou. Alunos do curso de Medicina Veterinária do Instituto Federal Catarinense (IFC) também participam da operação. Eles auxiliam nas consultas veterinárias e já começaram a implantar microchips nos animais. Os gatos passarão por um período de quarentena dentro do apartamento antes da castração, para evitar a transmissão de doenças e permitir o tratamento dos animais mais debilitados. Segundo a SSP, a vítima estava em casa quando foi baleada pelo suspeito, que fugiu após os disparos e ainda não foi localizado; a defesa do homem não foi encontrada | 21h15 – 27/05/2026
Ó ator francês Pierre Deny morreu na segunda-feira (25), aos 69 anos. A informação foi confirmada por meio de um comunicado divulgado pela família, que informou que o artista havia sido diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA). “É com profunda tristeza que anunciamos a morte de Pierre Deny nesta segunda-feira, após um caso súbito e grave de ELA”, diz a nota, citada pela emissora francesa TF1. Após a confirmação da morte, a atriz Sylvie Vartan usou as redes sociais para prestar homenagem ao colega e amigo. “Acabei de receber a triste notícia da morte de Pierre Deny. Compartilhei ótimos momentos com ele no palco, na peça de Isabelle Mergault. Ele era um ator generoso, sensível e engraçado. Meus pensamentos estão com sua família e seus amigos neste momento de dor”, escreveu a artista no Instagram.
Pierre Deny nasceu em 12 de julho de 1956, na França, e iniciou a carreira artística nos anos 1980. Ficou conhecido principalmente por atuações em séries francesas como Sous Le Soleil, Une femme d’honneur e Cinq Soeurs. Entre os trabalhos mais recentes, participou das produções francesas Camping Paradis e Le Fil d’Ariane. O ator também apareceu em episódios da série Emily in Paris, interpretando Louis de Léon, pai do personagem Nicolas, vivido por Paul Forman. Vídeo em que ex-repórter da Globo aparecia em tom de desabafo fazia parte de ação promocional do Porta dos Fundos; Tino Marcos comandará programa sobre a Copa de 2026 ao lado de Marcelo Adnet e Rafael Saraiva | 04:15 – 28/05/2026
Ós cânceres causados pelo HPV provocam cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações por ano no Brasil, e 85% dos pacientes afetados são mulheres. A maioria desses casos, porém, pode ser evitada com vacinação e diagnóstico precoce de lesões precursoras, segundo estudo publicado na revista científica Human Vaccines & Immunotherapeutics. A pesquisa analisou dados oficiais do Ministério da Saúde entre 2011 e 2019, período anterior à pandemia de covid-19, para identificar tendências de mortalidade e internações relacionadas ao vírus. De acordo com a líder do estudo, Cintia Parellada, diretora executiva de Pesquisa de Dados de Mundo Real da farmacêutica MSD, o levantamento também reforça o alerta sobre os diferentes tipos de câncer associados ao HPV. “O foco no câncer de colo do útero pode passar a falsa impressão de que apenas mulheres precisam se vacinar. Mas o HPV está relacionado a oito tipos de câncer, que afetam homens e mulheres”, explicou. Entre os tipos ligados ao vírus estão os cânceres de colo do útero, vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe, laringe e cavidade oral. O câncer de colo do útero segue como o mais preocupante, concentrando 74,3% das hospitalizações e 77,3% das mortes registradas no período analisado. Ainda assim, um em cada quatro pacientes desenvolveu câncer relacionado ao HPV em outras regiões do corpo, totalizando mais de 50 mil internações. O estudo também apontou crescimento expressivo do câncer anal, com aumento de 3,1% nas hospitalizações e de 10,9% na mortalidade. Homens que fazem sexo com homens e pessoas imunossuprimidas aparecem entre os grupos mais vulneráveis. Outro dado destacado pelos pesquisadores é o avanço dos cânceres de cabeça e pescoço relacionados ao HPV entre homens. Segundo Cintia Parellada, essas doenças atingem homens quatro vezes mais do que mulheres. “Nos países que já conseguiram reduzir o câncer de colo do útero, o problema do HPV passou a crescer entre os homens. E, nesses casos, não existem lesões precursoras tratáveis. A prevenção depende da vacinação”, afirmou. O levantamento ainda mostra uma mudança preocupante nos indicadores do câncer de colo do útero. Entre 2011 e 2016, as hospitalizações caíram 4,7%, mas voltaram a crescer 3,9% entre 2016 e 2019. A mortalidade seguiu tendência semelhante: queda de 0,7% no primeiro período e alta de 1,5% no segundo. Os pesquisadores também chamam atenção para a faixa etária das pacientes. Enquanto outros cânceres relacionados ao HPV costumam se tornar mais frequentes após os 40 ou 50 anos, o câncer de colo do útero já apresenta alta incidência a partir dos 30 anos. A média de idade das pacientes internadas é de 47 anos. Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que mulheres e outras pessoas com útero, entre 25 e 64 anos, realizem o teste DNA-HPV oncogênico, exame que identifica a presença do vírus e seus tipos com potencial cancerígeno. A vacina contra o HPV está disponível gratuitamente no SUS para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos e também para grupos específicos, como pessoas imunodeprimidas, vítimas de abuso sexual e usuários de PrEP. Especialistas alertam que o câncer no fígado pode se manifestar com sintomas pouco óbvios, muitas vezes ignorados ou confundidos com problemas simples do dia a dia. Identificar esses sinais precocemente pode ser decisivo para o diagnóstico e aumentar as chances de tratamento eficaz | 06:47 – 27/05/2026
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em dois turnos, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6×1. Foram 461 votos favoráveis e 19 contrários, no segundo turno. O texto segue para votação no Senado. A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. A proposta ainda garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entrarão em vigor 60 dias após a promulgação do texto. O texto aprovado hoje foi apresentado pelo relator, Leo Prates (Republicanos-BA), para duas propostas de emenda à Constituição que já tramitavam: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelecia 36 horas semanais após um período de 10 anos, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que introduzia a escala 4×3 (quatro dias de trabalho e três de descanso), com limite de 36 horas semanais, depois de um ano. Após o fim do primeiro turno de votação, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Casa deu um passo importante para “uma mudança fundamental para os trabalhadores e trabalhadoras do país desde a Constituição de 1988”. “Assumi esta condução com todo o equilíbrio, responsabilidade e, principalmente, compromisso com os brasileiros. Por isso, já no início do debate, tratei três pilares como inegociáveis para esta Casa e para o governo federal: a redução da jornada para 40 horas semanais, dois dias de descanso e a manutenção dos salários dos trabalhadores”, disse Motta. “Essa aprovação ficará registrada na história desta legislatura e na trajetória de cada parlamentar, que compreendeu que desenvolvimento econômico e dignidade humana precisam caminhar juntos”, completou. Transição De acordo com o texto aprovado, após 60 dias, a jornada será reduzida de 42 horas semanais para 40 horas. Doze meses após a entrada em vigor das 42 horas, a duração do trabalho será reduzida para 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho. A transição foi incluída após um acordo do governo com o presidente da Câmara dos Deputados. Depois do prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho. >> Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1: – escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); – redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)- jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses). Antes da votação em plenário, o texto foi aprovado na comissão especial que analisou a matéria. Pela manhã, Motta realizou uma sessão protocolar de oito minutos para que fosse liberada a votação do texto na comissão especial. Dos 38 membros da comissão, 34 votaram a favor e 4, contra. Na sequência, a PEC foi incluída na Ordem do Dia da Câmara, ou seja, na pauta de votações no plenário. A aprovação da PEC foi comemorada pelos parlamentares da base governista e criticada pela oposição. “Vamos fazer história mostrando em que lado nós estamos. Nós estamos do lado do povo mais sofrido, das pessoas que mais precisam”, comemorou o líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS). A deputada Dandara (PT-MG), que trabalhou como caixa de loja de departamento em escala 6×1, recordou a rotina desgastante e afirmou que a redução vai dar tempo para os trabalhadores poderem viver. “Eu conheço o barulho do busão (sic) lotado às 5h, o café corrido, o uniforme vestido ainda no escuro. Eu conheço o pé inchado de tanto ficar em pé: oito, 10, 12 horas. Eu conheço porque eu vivi. Eu sei que a escala 6×1 não cabe no calendário. Não cabe, porque não é sobre tempo, somente, é sobre a vida”, disse. A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) lembrou que a iniciativa é uma pauta de várias centrais sindicais. “Essa é uma luta que começou há muito tempo. Mas, no Brasil, essa batalha não evoluiu, a cultura escravocrata, a visão colonialista, a visão racista, prevaleceu, mas nós vamos derrubar a escala seis por um. Hoje, aqui, vamos fazer história”, afirmou. Durante a sessão, deputados da oposição se posicionaram contra a redução da jornada de trabalho. O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) afirmou que a proposta não vai melhorar a vida do trabalhador. “Eu não vou mentir para o trabalhador dizendo para ele que com a aprovação dessa PEC vai acabar a escala 6×1”, disse. O deputado Sérgio Turra (PP-RS) chamou a proposta do governo de eleitoreira. “Estamos tratando do futuro de um país e da dignidade dos trabalhadores”, afirmou. >> Entenda mais pontos da PEC pelo fim da escala 6×1: .- Jornada de trabalho não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, podendo haver compensação e redução de jornada mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. – Lei ordinária irá tratar da jornada e descanso de regimes diferenciados, como trabalhadores com seis horas diárias de trabalho. – Nova regra não se aplica: a quem tem jornada igual ou inferior a 40 horas semanais, a empregados com nível superior e com remuneração mensal igual ou superior a R$ 8.475,55 (equivalente a duas vezes e meia o limite máximo dos benefícios do INSS) – Lei complementar poderá adotar medidas de transição para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte. FONTE: AGENCIA BRASIL
A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (27), em primeiro turno, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que a acaba com a escala de trabalho 6×1. Foram 472 votos favoráveis e 22 contrários. Os deputados federais precisam votar a proposta em segundo turno da proposta, em que são necessários no mínimo 308 votos dos 513 deputados. Após a aprovação, o texto segue para o Senado onde serão necessários os votos de no mínimo 49 senadores. O texto da PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e sem redução salarial. Pela proposta, o fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, das quais uma preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto. FONTE: AGENCIA BRASIL
O governo paulista anunciou reforço da vacina contra a febre amarela na região do Grande ABC, composta por sete municípios e parte da região metropolitana de São Paulo. A medida foi adotada após a morte de um primata não humano na cidade de Santo André. O estado tem, até o momento, nove casos da doença em humanos, dos quais cinco mortes. Segundo a secretaria estadual de Saúde de São Paulo, a presença do vírus em primatas indica risco de transmissão em áreas de mata, parques, unidades de conservação e regiões próximas a corredores ecológicos. As cidades de São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra já tem recomendação para vacinação de quem frequenta áreas de risco ou não fizeram o ciclo completo de imunização, a partir de nove meses de idade. Aqueles que receberam a vacina fracionada em 2018, último surto da doença no estado, devem receber nova dose completa. Febre amarela A febre amarela é transmitida por mosquitos em áreas silvestres. Não há transmissão direta entre pessoas ou entre primatas e humanos. Não há registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. FONTE: AGENCIA BRASIL
O maior clássico do futebol gaúcho definiu um dos classificados às oitavas de final da Copa do Brasil Feminina. E o Internacional foi quem se deu bem. Nesta quarta-feira (27), as Gurias Coloradas venceram o Grêmio por 4 a 2 nos pênaltisapós empate sem gols no tempo normal no Beira-Rio, em Porto Alegre. Notícias relacionadas: Senado aprova lei com regras para Copa do Mundo Feminina de 2027. Neymar não treina em apresentação e preocupa a duas semanas da Copa. Após 90 minutos de muita transpiração, mas poucas oportunidades, a emoção ficou reservada para a disputa de penalidades. Após a zagueira Débora converter o primeiro chute das anfitriãs, a meia Camila Pini bateu rasteiro, no canto direito, e Gabi Barbieri fez a defesa. A goleira colorada não segurou o chute da atacante Brenda Woch, mas voltou a brilhar na terceira cobrança gremista, evitando o gol da meia Leidi. A meia Joana e a atacante Alice marcaram para o Inter e a zagueira Bianca Martins teve a chance de liquidar o confronto, mas parou na goleira Raíssa. A volante Amanda Brunner converteu a quarta batida e manteve o Grêmio vivo, mas a atacante Caty, ex-jogadora do Tricolor, não desperdiçou a quinta cobrança colorada e garantiu a classificação. Além do Grenal, a terceira fase da Copa do Brasil terá outro clássico. No sábado (30), às 11h (horário de Brasília), o atual campeão Palmeiras encara o Corinthians no Allianz Parque, em São Paulo. Trio carioca avança Em outro confronto entre times da Série A1 (primeira divisão) nesta quarta-feira, o Botafogo superou o Juventude por 3 a 0 no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Destaque para a atacante Jullia, que marcou duas vezes. As Gloriosas não venciam há 12 jogos, desde a rodada de abertura do Brasileirão, quando também derrotaram o time gaúcho. O lance que abriu o placar foi polêmico. A goleira Thais Amorim deu rebote na pequena área e Fernanda Tipa aproveitou a sobra para finalizar. A também atacante Rebeca e a lateral Límpia Fretes – que tentava afastar o perigo – se chocaram em cima da linha. A arbitragem, porém, entendeu que a bola entrou em meio a disputa entre as atletas e deu gol contra de Límpia. As alvinegras terão a companhia de mais dois cariocas na próxima fase. O Flamengo se classificou ao fazer 2 a 0 na Liga Sanjoanense, da Série A3 (terceira divisão), na Arena Ytacoatiara, em Piripiri (PI), com gols da atacante Cristiane e da zagueira Flávia Mota. Já o Fluminense superou o Minas Brasília, da Série A2 (segunda divisão) por 2 a 0 no Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro. A atacante Kaline balançou as redes duas vezes. Mais classificados Outros dois clubes da Série A1 enfrentaram times de outras divisões do Brasileirão. O Red Bull Bragantino goleou o São José por 4 a 1 no Estádio Martins Pereira, em São José dos Campos (SP). As atacantes Martina Del Trecco (dois) e Mylena Pedroso e a lateral Carol Tavares balançaram as redes para o Massa Bruta. A meia Yayá descontou para as Meninas da Águia, que apesar de tricampeãs da Libertadores, figuram na Série A3. Em jogo envolvendo times da Série A2, o 3B da Amazônia derrotou o Ação por 2 a 0 no Estádio da Colina, em Manaus, com gols da meia Carol Firmino e da atacante Maria Vitória. Já na Rua Bariri, no Rio de Janeiro, o Coritiba derrotou o Real Heips por 2 a 0, em duelo entre clubes da Série A3. A meia Brendha e a atacante D’Oliveira marcaram para as Gurias do Coxa. Duelo reeditado Também nesta quarta, Mauaense e Itacoatiara refizeram o confronto pela segunda fase, realizado inicialmente no último dia 13 de maio. O jogo anterior foi anulado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), a pedido do clube amazonense, que disputa a Série A2, pelo gol da vitória do time paulista ter sido validado com a bola passando por um buraco no lado de fora da rede. Na reedição do duelo, o Mauaense levou novamente a melhor e ganhou por 3 a 0 no Estádio Pedro Benedetti, em Mauá (SP). A atacante Larissa Rocha (dois) e a meia Milena anotaram os gols do time da casa, que está na Série A3. A equipe do ABC Paulista terá pela frente o São Paulo, no próximo dia 6 de julho, em horário e local a serem definidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Próximos confrontos Cinco jogos dão sequência à Copa do Brasil na quinta-feira (28). Às 16h, o Atlético-MG recebe o Vitória na Arena MRV, em Belo Horizonte. No mesmo horário, o Santos visita o Atlético-PI, da Série A2, no Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina. Às 17h, a Ferroviária encara a União Desportiva Alagoana (UDA), da segunda divisão nacional, no Benitão, em Rio Claro (SP). Às 18h, o Vasco, líder da Série A2, pega o América-MG no Luso-Brasileiro. Por fim, às 18h30, o Cruzeiro mede forças com o Doce Mel – outro clube do segundo nível do Brasileirão – na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG). Fonte:Agência Brasil
O avanço do surto de ebola no leste da República Democrática do Congo levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a pedir nesta quarta-feira (27), um cessar-fogo imediato entre grupos armados que atuam na região. A avaliação da entidade é de que os confrontos têm dificultado o controle da doença e ampliado o risco de disseminação do vírus. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a combinação entre violência armada e crise sanitária ameaça comprometer os esforços de contenção. Em publicação na rede social X, ele declarou que “não conseguimos conquistar a confiança da população nem isolar os doentes enquanto bombas continuam caindo”. Tedros pediu que todas as partes envolvidas no conflito aceitem uma trégua para permitir o trabalho das equipes médicas. Mortes suspeitas por ebola passam de 200 A variante Bundibugyo do ebola, para a qual ainda não existem vacinas ou tratamentos aprovados, foi classificada pela OMS como emergência internacional no início de maio. Desde então, os casos suspeitos aumentaram rapidamente em províncias do leste congolês. Segundo a organização, mais de 900 infecções suspeitas e mais de 200 mortes sob investigação foram registradas em Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul. Leia mais: OMS eleva risco de surto de ebola no Congo ao nível máximo Leia mais: OMS afirma que está ‘profundamente preocupada’ com a escalada do surto de ebola Leia mais: Após cerca de 80 mortes por ebola, OMS declara emergência global Leia mais: OMS alerta para risco sobre subestimar novo surto de ebola na África Parte das áreas afetadas está sob controle de grupos rebeldes, como o M23, apoiado por Ruanda, e a aliança Alliance Fleuve Congo. Mesmo com iniciativas de mediação lideradas pelos Estados Unidos e outros países, os confrontos continuam e milhões de pessoas permanecem deslocadas. O temor de propagação da doença levou Uganda a fechar a fronteira com o Congo “com efeito imediato”. A decisão foi tomada após o aumento de profissionais de saúde ugandeses expostos ao vírus ao atender pacientes congoleses. A entrada no país vizinho será permitida apenas em situações emergenciais, como transporte de cargas, segurança ou ações sanitárias.