As agências bancárias estarão fechadas nesta quinta-feira (4), feriado de Corpus Christi, informou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O atendimento presencial ao público será normalizado na sexta-feira (5) nas localidades onde não haja feriado estadual ou municipal ou ponto facultativo. De acordo com a Febraban, algumas salas de atendimento poderão estar disponíveis em algumas localidades, mas isso será definido a critério de cada instituição bancária. As compensações bancárias não serão efetivadas durante o dia 4. Já o PIX continuará funcionando 24 horas por dia, inclusive nos feriados. “Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento em 4 de junho poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte (5), nas localidades onde não há feriado ou ponto facultativo. O sábado não é considerado dia útil e, por essa razão, não há liquidação financeira”, informou a Febraban. A federação alerta que, no caso de tributos e impostos que vençam nos dias em que não há compensação bancária, é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via Débito Direto Autorizado. FONTE: AGENCIA BRASIL
SÃO PAULO, SP () – Emme, um dos filhos gêmeos de Jennifer Lopez com Marc Anthony, passou a ser identificado publicamente como Oskar Muñiz. A nova identidade apareceu em uma publicação da Windward High School, escola onde o adolescente concluiu o ensino médio, ao anunciar que ingressará no curso de teatro e artes da Sarah Lawrence College, em Nova York, a partir de setembro. Segundo o PageSix, na imagem, Oskar é apresentado como futuro estudante da universidade. “Oskar para Sarah Lawrence! Chega de viagens improvisadas para Nova York porque ele vai morar lá! Ainda bem que fica a apenas algumas horas do Stagedoor. Vai, Griphons!! Parabéns!!!”, dizia a legenda da publicação. A novidade ocorre quatro anos depois que Jennifer Lopez apresentou Emme ao público como uma pessoa não binária. Em 2022, durante um show, a cantora chamou o filho ao palco para um dueto e utilizou pronomes neutros ao se referir a ele, gesto que repercutiu amplamente na época. Oskar tem um irmão gêmeo, Max, e ambos são filhos de Jennifer Lopez e Marc Anthony. O casal se separou em 2014, após uma década de relacionamento. Leia Também: Maria Ribeiro retorna às novelas após 12 anos em papel desafiador; entenda
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 terá que tramitar nas comissões da Casa, sugerindo que o Senado deve melhorar o texto que chegou da Câmara dos Deputados. “Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, disse Alcolumbre. Ele quebrou o silêncio sobre a tramitação da PEC após questionamento, em plenário, do senador Styvenson Valetim (Podemos-RN), que pediu uma previsão de data para votação da matéria. O presidente do Senado defendeu que a PEC do fim da 6×1 seja votada “sem pressa”, ouvindo todos os setores da sociedade. Segundo ele, a definição do processo de tramitação será após reunião de líderes na próxima semana. “Tenho certeza absoluta de que assim como outros senadores, que pensam como eu, seria muito razoável se o Senado pudesse melhorar um texto com essa importância, se os senadores pudessem debater um assunto dessa envergadura com calma”, completou. Alcolumbre criticou a pressão para analisar a PEC do fim da 6×1 e da redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas “do dia para a noite”, acrescentando que não é “a favor nem contra a PEC, mas sim “a favor do debate”. “Não é razoável que a Câmara dos Deputados passe cinco meses debatendo um assunto muito relevante para o Brasil, para o povo brasileiro, para a nação e também para os trabalhadores e para os empreendedores, e o Senado seja obrigado a carimbar um texto aprovado na Câmara”, ressaltou. Lideranças governistas têm defendido que a proposta seja apreciada no Senado ainda em junho, sem alterações em relação ao texto que veio da Câmara. Se alterada pelo Senado, a PEC precisa voltar para nova análise dos deputados. Já a oposição apresentou PEC alternativa para manter a jornada de trabalho atual, abrindo possibilidade para contratos por hora trabalhada. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), é contrário a redução da jornada no Brasil. Alcolumbre falou ainda sobre votações em anos eleitorais. “Muitas vezes, o que é razoável não pode vir à tona por causa da eleição”, disse. O presidente do Senado informou que vai discutir a tramitação da matéria com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Otto Alencar (PSD-BA), por onde o texto teria que passar, inicialmente. O relator da PEC também ainda não foi definido. FONTE: AGENCIA BRASIL
A produção industrial brasileira teve alta de 0,7% em abril de 2026 frente a março de 2026, na série com ajuste sazonal, quarto mês seguido de aumento, acumulando 4,4% de avanço neste período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (3), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a indústria está 4,7% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas registra 12,9% abaixo do nível recorde, alcançado em maio de 2011. A indústria brasileira acumula crescimento de 1,7% nos quatro primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano anterior. “Nestas atividades, as pressões positivas mais relevantes vieram de óleos brutos de petróleo, gás natural e minério de ferro, no caso do setor extrativo, e de álcool etílico e dos derivados do petróleo, especialmente o óleo diesel, para a atividade dos derivados do petróleo e biocombustíveis”, explicou o gerente da PIM, André Macedo. Segundo o IBGE, outras contribuições positivas sobre o total da indústria vieram de produtos de borracha e de material plástico (3,1%), produtos de madeira (8,5%), produtos têxteis (4,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,2%). Por outro lado, entre as 11 atividades que recuaram na produção, produtos químicos (-3,9%) exerceu a principal influência no mês. “Destaca-se também os impactos negativos dos setores de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,0%), máquinas e equipamentos (-2,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-0,7%) e metalurgia (-1,0%)”, diz o IBGE. FONTE: AGENCIA BRASIL
Atendimento domiciliar garante documento a pessoas com dificuldade de locomoção; Estado projeta chegar a 1 milhão de CINs até o fim do ano No mês em que Mato Grosso do Sul registrou o maior volume mensal de emissão de identidades desde a criação administrativa do Estado, uma das CINs (Carteiras de Identidade Nacional) chegou à casa de Osmar Ribeiro da Cruz, em Campo Grande. Com problemas de saúde que o impediram de buscar o serviço presencialmente, ele precisava do documento para atender a uma solicitação do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O atendimento domiciliar faz parte da rotina do Instituto de Identificação da PCi-MS (Polícia Científica de Mato Grosso do Sul) e é destinado a pessoas acamadas, internadas, moradoras de lares ou com dificuldade de mobilidade. O serviço permite que cidadãos que não conseguem ir aos postos também tenham acesso à documentação civil necessária para benefícios, cadastros, perícias, tratamentos de saúde e outros serviços públicos. Em maio, Mato Grosso do Sul expediu 38.501 carteiras de identidade, maior volume mensal desde a criação administrativa do Estado, em 1979. O resultado, alcançado pelo Governo do Estado por meio da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), supera o recorde anterior, registrado em janeiro deste ano, quando a emissão passou de 36 mil documentos em um único mês. Desde janeiro de 2024, quando começou a implantação da CIN no Estado, foram expedidos 796.881 documentos. Mantido o ritmo atual, a projeção do Instituto de Identificação é chegar a 1 milhão de emissões até o fim do ano. Na segunda-feira (1º), o sistema abriu vagas para emissão da CIN em julho, na Capital e no interior. Ainda há horários disponíveis para junho em postos do Estado. O agendamento deve ser feito pelo Portal de Serviços da Sejusp: https://servicos.sejusp.ms.gov.br. Em Campo Grande, são ofertadas cerca de mil vagas diárias para emissão do documento. No interior, a capacidade varia entre 1,2 mil e 1,3 mil atendimentos por dia, conforme a demanda. A solicitação do atendimento domiciliar de Osmar foi feita pela irmã dele, Irene Vieira dos Anjos, após orientação recebida em um posto de identificação. Até então, ela não sabia que a coleta poderia ser realizada na residência de pessoas sem condições de deslocamento.“Eu não sabia desse serviço. Foi a primeira vez”, disse Irene. Depois da orientação, ela reuniu a documentação necessária e solicitou o atendimento para o irmão. Para Irene, a informação pode ajudar outras famílias que enfrentam a mesma dificuldade. Ela disse que pretende orientar outras pessoas que precisem do serviço. O atendimento domiciliar deve ser solicitado por familiares, responsáveis, cuidadores ou pela própria instituição (lares, hospitais, abrigos) junto ao posto de identificação mais próximo em todo Estado. A equipe avalia a solicitação e organiza a coleta dos dados necessários para a expedição do documento. Pessoas com urgência comprovada também podem procurar diretamente os postos para solicitar encaixe. Entram nessa situação casos relacionados a concursos públicos, tratamentos de saúde, perícias médicas, aposentadoria e outras demandas que dependam da apresentação do documento. Segundo o Instituto de Identificação, cerca de 30% das pessoas que agendam a emissão da identidade não comparecem aos postos. “Quando o cidadão não puder comparecer, o cancelamento do agendamento, feito no mesmo site usado para marcar o atendimento, permite que outra pessoa seja atendida”, afirma Daniel Ferreira de Freitas, diretor do Instituto de Identificação. Além do atendimento regular durante a semana, Campo Grande mantém emissão aos sábados no Shopping Pátio Central, das 8h às 14h, e no Shopping Norte Sul, das 10h às 17h, conforme disponibilidade de vagas no sistema. A CIN substitui gradualmente o antigo RG e usa o CPF como número único de identificação do cidadão. A primeira via é gratuita, e o RG antigo continua válido até 2032. A troca imediata não é obrigatória para todos, mas o novo documento pode ser necessário em casos de perda, furto, documento danificado, alteração de dados, atualização cadastral ou exigência específica para acesso a algum serviço. Para emitir a CIN, o cidadão deve agendar o atendimento pelo Portal de Serviços da Sejusp. Em caso de desistência, o horário deve ser cancelado no mesmo site, para que a vaga seja liberada a outra pessoa. O atendimento domiciliar deve ser solicitado no posto de identificação mais próximo. Maria Ester Jardim Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
Um em cada quatro brasileiros desconhece que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. A informação faz parte do relatório Mais Dados Mais Saúde – Percepções da população brasileira sobre fatores de risco para o câncer, divulgada nesta quarta-feira (3). O estudo investigou de que forma a população percebe e se relaciona com alguns fatores de risco para o câncer como tabagismo, bebidas alcoólicas, alimentos ultraprocessados e sedentarismo. De acordo com Instituto Nacional de Câncer (Inca), são estimados 781 mil casos novos de câncer por ano no triênio 2026/2028. O volume representa aumento de 10,9% em relação ao período anterior, impulsionado pelo envelhecimento da população e por hábitos de vida. A pesquisa é a primeira edição de abrangência nacional que investiga o conhecimento dos brasileiros em relação à prevenção do câncer, incluindo o que pensam e fazem sobre o assunto. O estudo foi realizado pelas organizações Umane e Vital Strategies, com apoio do Instituto Devive e parceria técnica do Inca. Foram entrevistadas 6,5 mil pessoas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Fatores de risco Na avaliação da Chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do Inca, Luciana Grucci Moreira, percebe-se uma melhora no Brasil em termos de percepção da população, especialmente em comparação aos estudos internacionais. O maior exemplo disso é o fumo, que apresenta reconhecimento de fator de risco bastante elevado entre a população adulta brasileira: 90,5% disseram saber que fumar causa câncer. Os outros dois fatores com maior índice de percepção são herança genética (89,4%) e exposição solar excessiva (88,3%). Já outros fatores não são percebidos da mesma forma pela população como bebidas alcoólicas, apontadas como fator de risco por 71,3%, bem como alimentos embutidos como presunto e salsicha (70,7%), e ultraprocessados como macarrão instantâneo, salgadinhos e sorvete (65,6%). Para a especialista, a principal diferença para os distintos graus de percepção são políticas públicas e campanhas informativas, como as implementadas em relação ao cigarro nas últimas décadas. “Advertências em embalagens, impostos para elevar o preço do tabaco, ambientes restritos de fumo. Ou seja, um conjunto de políticas públicas e muita campanha informativa, de comunicação, que já foram desenvolvidas acerca do tabaco”, compara. Ela acredita que para ampliar a percepção da população, é preciso avançar em ações semelhantes para os outros fatores de risco. O estudo mostra, ainda, que a população desconhece que o aleitamento materno é um fator de proteção para o desenvolvimento do câncer de mama. A cada 10 entrevistados, 4 não sabiam dessa informação. “A mulher que amamenta tem uma proteção maior contra o câncer de mama quando comparada com aquela mulher que não tem oportunidade de amamentar”. Obesidade Já o sobrepeso e a obesidade são conhecidos como fator de risco para o câncer por apenas 54,1% da população. O mesmo ocorre em relação ao consumo de bebidas adoçadas (refrigerantes), baixa ingestão de frutas e verduras e o sedentarismo, que são associados ao câncer por somente 55,3%, 53,3% e 48,3% dos adultos brasileiros, respectivamente. A carne vermelha é reconhecida como item que aumenta a chance de desenvolver câncer por menos de três em cada dez brasileiros, ou 27,5%. “Lembrando que não é só a informação que é determinante para uma escolha alimentar. Existem outras questões como o acesso ao alimento, renda, preço dos alimentos, marketing. A gente precisa avançar em outras políticas públicas também conjuntamente para promover não só essa percepção, como a melhora das escolhas mais saudáveis por parte da população”, defende. Ela reforça a necessidade de políticas públicas para prevenir fatores ambientais e comportamentais que aumentam a chance de se desenvolver um câncer, como por exemplo a atividade física e a alimentação adequada. “Não é só falar: ‘faça atividade física’. A rua em que a pessoa mora tem que estar iluminada, com segurança, para ela praticar exercício. A política pública tem esse papel de dar a opção de melhores escolhas para todos esses fatores de risco”, explica. Comportamentos Consumo de ultraprocessados é fator de risco para o câncer – Marcello Casal Jr./Agência Brasil A pesquisa também investigou hábitos da população relacionados aos fatores de risco para o câncer, como o consumo de alimentos embutidos, ultraprocessados, carne vermelha e bebidas adoçadas. E também questionou os entrevistados se havia intenção ou não de reduzir o consumo. Cerca de 45% dos indivíduos relataram consumir produtos ultraprocessados e ter tentado reduzir o consumo, enquanto 33% afirmam não consumir e 15% consomem e não têm intenção de reduzir esse hábito. Em relação aos refrigerantes e demais bebidas adoçadas, aproximadamente 53% relataram consumo com tentativa de redução, 27% não consomem e cerca de 15% não querem reduzir a ingestão. Em relação à carne vermelha, foi observada maior proporção de indivíduos que relataram consumir sem ter tentado reduzir (cerca de 45%), seguida por aqueles que consomem e tentam reduzir (aproximadamente 40%), enquanto o não consumo é menos frequente (em torno de 10%). Em contrapartida, 86,3% da população afirmou consumir frutas, legumes e verduras. Entre os que não consomem, 8,3% disseram ter intenção de começar. Jovens O relatório revela que os jovens até 24 anos são os que mais consomem os alimentos mais relacionados como fatores de risco sem a intenção de reduzir. Esse comportamento foi acusado por 32,3% com relação aos ultraprocessados, 24,4% quando se trata de bebidas adoçadas, 29,5% embutidos e 49,1% em relação à carne vermelha. Sobre bebidas alcoólicas, substância associada a pelo menos oito tipos de câncer, metade da população (50,1%) relatou não consumir enquanto 32,5%, entre os que consomem já tentaram reduzir o hábito. Os jovens até 24 anos são maioria entres os que declaram beber e não ter a intenção de reduzir (16,9%), mesma resposta dada por 8,7% das pessoas de 25 a 59 anos e por 7,1% daqueles com mais de 60 anos. Sedentarismo Prática de atividades físicas é fator de prevenção do câncer – José Cruz/Agência Brasil Em relação ao sedentarismo, 52,2% disseram que praticam atividade física e 39% manifestaram querer começar a se exercitar. Os mais ricos são os que
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta quarta-feira, 3, que a Mineração Bom Jesus Ltda. está realizando o recolhimento voluntário de um lote da água mineral natural sem gás da Crystal, marca da Coca-Cola Company, após a identificação de uma bactéria em amostras do produto. O lote afetado é o LZ1 VAL200127 3 P 200126, fabricado em Luziânia (GO), cidade localizada a cerca de 60 quilômetros de Brasília. Ele é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml, produzidas em 20 de janeiro de 2026 e com validade até 20 de janeiro de 2027. Desse total, 230.443 unidades foram distribuídas no Distrito Federal, 66.768 em cidades vizinhas em Goiás, 75.750 no interior de São Paulo e 1.439 no Tocantins. Além de anunciar o recolhimento voluntário do produto, a agência determinou a suspensão da comercialização, distribuição e utilização das unidades desse lote. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira. A Anvisa orientou que consumidores que tenham unidades desse lote não as consumam. A recomendação é aguardar as orientações da empresa sobre os procedimentos de devolução e reembolso. Segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento. A agência afirmou que a empresa iniciou o recolhimento voluntário após um laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em uma amostra do produto coletada durante uma ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF) para análise de alimentos. Em seguida, foi realizado um teste de contraprova, que resultou na emissão do Laudo de Análise Fiscal Definitivo, conforme os procedimentos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. O documento confirmou a presença da bactéria na amostra analisada. Com os resultados, a Divisa-DF determinou a interdição local e comunicou o caso à Anvisa. A empresa iniciou imediatamente o recolhimento do produto junto às distribuidoras. Informações apresentadas à agência indicam que cerca de 99,2% das unidades do lote já não estão mais disponíveis para compra pelos consumidores. Segundo a Anvisa, a Mineração Bom Jesus protocolou documentos para comprovar a realização de uma investigação interna para apurar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa também se reuniram com técnicos da agência para prestar esclarecimentos e têm cooperado com as autoridades sanitárias. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam que o problema está restrito ao lote citado. Leia Também: Corpus Christi é feriado ou ponto facultativo? Entenda regras
RIO DE JANEIRO, RJ () – O príncipe William, herdeiro do trono britânico, costuma cumprir compromissos oficiais cercados por protocolos e regras de etiqueta. Longe dos eventos da realeza, porém, o filho mais velho do rei Charles 3º mantém uma rotina de encontros com amigos próximos, nos quais tenta passar despercebido. De acordo com reportagem do jornal britânico Daily Mail, William costuma recorrer a disfarces para frequentar bares e acompanhar partidas de futebol sem chamar atenção. Entre os recursos utilizados estariam mudanças na aparência, como deixar a barba crescer ou raspá-la, além do uso de chapéus e da adoção de um sotaque galês. A estratégia teria sido usada durante uma viagem à Turquia, em 20 de maio, quando o príncipe celebrou ao lado de amigos a conquista de um título europeu pelo Aston Villa, clube do qual é torcedor declarado. Imagens do grupo comemorando a vitória circularam nas redes sociais. O time inglês venceu o Freiburg por 3 a 0 e se sagrou campeão da Europa League 2025/26 no Besiktas Stadium, em Istambul. O resultado encerrou o jejum do clube, que há 30 anos não vencia nenhum título de grande expressão – o último havia sido a Copa da Liga Inglesa na temporada 1995/96. Segundo a publicação, a viagem havia sido organizada semanas antes e reuniu apenas integrantes do círculo mais próximo de William. Entre eles estavam Thomas van Straubenzee, amigo do príncipe desde a infância e padrinho da princesa Charlotte; Edward van Cutsem, afilhado do rei Charles 3º; e Ben Dawes, outro amigo de longa data. Leia Também: Morre o ator Owain Rhys Davies, de ‘Twin Peaks’ e ‘The OA’, aos 44 anos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas. O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento. Bactéria Pseudomonas O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”. Orientação ao consumidor A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”. “De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”. A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”. “A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou. Nota A Mineração Bom Jesus informa, por meio de nota à imprensa, que o lote, envasado em janeiro, tem “distribuição restrita e foi comercializado apenas no Distrito Federal, em municípios específicos do Tocantins (Arraias, Combinado e Novo Alegre), de Goiás (Águas Lindas de Goiás, Luziânia, Novo Gama, Valparaíso de Goiás, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Cristalina, Formosa, Campos Belos, Alexânia, Abadiânia e Catalão) e nas cidades de Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí (SP)”. Diz ainda que, desde a notificação da contaminação, foram feitas análises em mais de 300 amostras no processo e nos produtos, todas negativas para quaisquer microrganismos indicadores de contaminação. A empresa reforça o “compromisso permanente com elevados padrões de qualidade e segurança, reconhecidos internacionalmente, e seguimos cooperando de forma técnica, responsável e transparente com as autoridades competentes”. Ressalta que a comunicação se “refere exclusivamente ao lote mencionado, envasado pela Mineração Bom Jesus (MBJ), não havendo qualquer relação com outros lotes ou produtos da marca Crystal”. A fabricante orienta consumidores que eventualmente tenham unidades do lote P 200126 (leia-se na embalagem LZ1 VAL 200127 3 P 200126) a contactarem o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) para orientações sobre substituição ou reembolso. O contato pode ser feito pelo telefone: 0800 061 5000 ou pelo e-mail contato@brasal.com.br. *Texto alterado às 10h59 para acréscimo de informação FONTE: AGENCIA BRASIL
O Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) anunciou que pretende estabelecer tarifas adicionais de 10% ou 12,5% sobre as importações de 60 países, incluindo o Brasil. A alegação é de que as falhas no combater o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado são injustificadas e restringem o comércio dos EUA. A decisão do USTR é baseada em investigações de práticas comerciais desleais da Seção 301 – mecanismo da Lei de Comércio americana de 1974 que permite aos Estados Unidos investigarem e retaliarem países que adotam práticas comerciais ou regulatórias consideradas injustas ou prejudiciais aos interesses norte-americanos. O governo Trump busca restabelecer tarifas de emergência que foram anuladas por decisão da Suprema Corte do país em fevereiro. Notícias relacionadas: Corte de Comércio dos EUA se pronuncia contra tarifas globais de Trump. Lula e Trump orientam ministros a resolverem tarifas em 30 dias. O USTR determinou tarifas de 10% relacionadas à investigação de trabalho forçado sobre as importações do Canadá, Equador, União Europeia, Indonésia, México, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, El Salvador, Guatemala, Malásia, Taiwan e Reino Unido. Em relação ao Brasil, o Escritório de Comércio disse que propõe tarifas adicionais de 12,5%, junto a outros 44 países que foram investigados. O USTR informou que aceitará comentários públicos sobre as tarifas propostas até 6 de julho, com audiência pública marcada para 7 de julho. *Com informações da Agência Reuters. *É proibida a reprodução deste conteúdo. Fonte:Agência Brasil