Pantanal News

Thalita Oliveira revela que enfrentou câncer de mama em silêncio após diagnóstico aos 30 anos
Famosos

Thalita Oliveira revela que enfrentou câncer de mama em silêncio após diagnóstico aos 30 anos

A jornalista Thalita Oliveira revelou ter enfrentado um câncer de mama nos últimos anos. Ex-apresentadora da Record, emissora onde trabalhou por cerca de 14 anos até deixar a empresa, em 2023, ela contou que decidiu tornar o diagnóstico público apenas após concluir o tratamento e se sentir preparada para falar sobre a experiência. Em uma publicação nas redes sociais, Thalita explicou que a decisão de manter a doença em sigilo durante esse período foi orientada por sua oncologista. “Fale quando não te doer mais. Esse foi o conselho da minha oncologista. Nunca fui de expor minhas dores. Sou assim. Não é personagem. Passei por isso em silêncio”, escreveu. Segundo a jornalista, a descoberta da doença foi inesperada. Ela afirmou que não tinha histórico familiar de câncer de mama, mantinha hábitos saudáveis e não apresentava fatores de risco conhecidos. “Descobri um câncer de mama com 30 e poucos anos. Sem histórico familiar. Sem beber. Sem fumar. Tendo amamentado. Praticando atividade física. Atendendo a todo o checklist que ajuda a evitar a doença”, relatou. Thalita descreveu o impacto do diagnóstico como devastador, especialmente por ser mãe de uma criança pequena. Apesar do choque inicial, disse que encontrou forças para enfrentar o tratamento. “A descoberta foi avassaladora. Perdi o chão. Ainda mais sendo mãe de um filho pequeno. Mas eu tinha uma certeza: eu queria viver. E eu iria me curar”, afirmou. Agora recuperada, a jornalista contou que decidiu compartilhar sua história na tentativa de levar esperança a outras mulheres que enfrentam a mesma doença. “Hoje escolho compartilhar porque talvez minha história sirva de esperança para milhares de mulheres que enfrentam o câncer de mama todos os anos”, escreveu. Durante o tratamento, Thalita passou por cirurgias, sessões de radioterapia e outros procedimentos médicos. Ao final do relato, ela agradeceu aos profissionais de saúde que a acompanharam ao longo da jornada e reforçou a importância dos exames preventivos e do diagnóstico precoce. “Tive muita fé, médicos extremamente competentes e pessoas que foram verdadeiros anjos na minha vida. Serei eternamente grata”, declarou. Frank Williams voltou a fazer declarações polêmicas nas redes sociais e afirmou que influenciadores ligados à divulgação de apostas esportivas “não vão dormir tranquilos”. Ele também alegou, sem apresentar provas, que parte do setor teria relação com o crime organizado | 07:00 – 04/06/2026

Central de Orientação aos Municípios contribui para criação da Casa da Cidadania em Nioaque
Mato Grosso Do Sul

Central de Orientação aos Municípios contribui para criação da Casa da Cidadania em Nioaque

O fortalecimento das políticas públicas de cidadania em Mato Grosso do Sul ganhou mais um importante capítulo com a inauguração da Casa da Cidadania em Nioaque. O espaço foi estruturado com o suporte da SEC (Secretaria de Estado da Cidadania), por meio da Central de Orientação aos Municípios, iniciativa que apoia gestores municipais na implementação de ações voltadas à promoção de direitos, inclusão social e desenvolvimento local. A Casa da Cidadania será responsável pela execução de ações com foco nas mulheres, juventude, povos originários e igualdade racial e integra a estrutura da recém-criada SEMDITEC (Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Infraestrutura, Turismo, Cultura e Cidade), representando um importante avanço na promoção da inclusão social, da participação cidadã e do desenvolvimento no município. Para o Secretário de Estado da Cidadania, José Francisco Sarmento Nogueira, a implantação da Casa da Cidadania em Nioaque reforça a importância da parceria entre Estado e municípios para a construção de políticas públicas mais próximas da população. “Acredito que as políticas públicas geram mais resultados quando são construídas de forma próxima aos municípios e às pessoas. Cada cidade possui suas características, suas potencialidades e seus desafios, e é papel do Estado atuar como parceiro, oferecendo apoio técnico, orientação e articulação para fortalecer as iniciativas locais.  A criação da Casa da Cidadania em Nioaque é um exemplo dessa cooperação, que transforma o diálogo em resultados concretos e fortalece o acesso aos direitos, à inclusão social e às oportunidades para todos”, explica. A Central de Orientação aos Municípios tem como objetivo fortalecer as políticas públicas de cidadania nos municípios do Estado, oferecendo suporte técnico, articulação institucional e orientação estratégica a gestores públicos municipais, vereadores, conselhos, lideranças comunitárias, organizações da sociedade civil, grupos sociais e cidadãos interessados. Pode ser acessada através do Portal Único do Governo do Estado através do link: https://www.ms.gov.br/administracao-publica/central-de-orientacao-a-cidadania-e-gestao-publica181, ou através do e-mail: centraldacidadania@sec.ms.gov.br ou pelo telefone (67) 3348-6665. O município contará também com o apoio estratégico dos dados e indicadores produzidos pelo Observatório da Cidadania, ferramenta que reúne, analisa e sistematiza informações sobre o exercício da cidadania em Mato Grosso do Sul. Essas informações servirão como base técnica para a elaboração de diagnósticos mais precisos, o planejamento de ações e a implementação de políticas públicas mais eficazes e alinhadas às necessidades da população local. “Um dos grandes diferenciais desta iniciativa é a utilização do Observatório da Cidadania, que nos permitirá acompanhar indicadores, identificar demandas com foco nas reais necessidades da população. E a Casa da Cidadania representa um passo importante na modernização da gestão pública de Nioaque, é necessário criar mecanismos que fortaleçam as pessoas e ampliem sua participação na construção das políticas públicas e nesse contexto, a parceria com a Secretaria de Estado da Cidadania foi fundamental para tornar este projeto realidade, pois compreendeu a importância deste projeto e contribuiu para que Nioaque pudesse dar mais este passo na construção de uma cidade mais inclusiva, participativa e preparada para o futuro”, explica o César Augusto de Castro Santos, secretário da SEMDITEC. A trajetória de Nalva Atikum é a expressão concreta do que a Casa da Cidadania busca promover o acesso a oportunidades, fortalecimento da autonomia e valorização das pessoas. Empreendedora e liderança indígena do povo Atikum, Nalva Atikum representa como o investimento em cidadania e inclusão pode gerar transformação social e desenvolvimento para as comunidades.  “Eu sou prova de que uma oportunidade pode mudar uma vida. O Empretec Indígena me ajudou a acreditar em mim, a transformar meu sonho em realidade. E hoje, estar aqui na Casa da Cidadania é muito especial. Quero que outras mulheres, outros jovens e outros indígenas encontrem aqui as mesmas oportunidades. Que este espaço seja uma porta aberta para o conhecimento, para os direitos, para o empreendedorismo e para a valorização da nossa cultura”. Vale ressaltar que o Empretec Indígena e Quilombola é fruto de um convênio celebrado entre a SEC e o Sebrae/MS, com o propósito fortalecer a economia local por meio do empoderamento e da autonomia empreendedora. Jaqueline Hahn Tente, da Comunicação da CidadaniaFoto de capa: Francisco de Deus/PMN Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Saúde

Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco

Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas são, em média, de 9,1 µg/g. Os dados fazem parte do resultado preliminar do Estudo Longitudinal de Gestantes e Recém-Nascidos Indígenas Expostos ao Mercúrio na Amazônia, realizado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3) pelo coordenador da pesquisa Paulo Basta, durante a Rio Nature & Climate Week, a semana do clima do Rio de Janeiro. Das 195 mulheres monitoradas, 97% têm mercúrio no corpo acima do nível seguro. No caso mais extremo, uma delas apresentou 39,9 µg/g do metal, 20 vezes acima do tolerável.   Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 – O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature & Climate Week. Ele foi o  coordenador da pesquisa sobre Indígenas expostos a mercúrio na Amazônia  Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil – Rovena Rosa/Agência Brasil Os bebês têm em média concentrações de 5,8 µg/g, três vezes acima do limite. Em um caso extremo, um deles apresentou 30,8 µg/g, 15 vezes acima do nível seguro. “Esse bebê é monitorado ao longo dos primeiros dois anos de vida em diferentes momentos. São acompanhadas as curvas de crescimento, de peso para a idade, de estatura, entre outros. A nossa hipótese é que a exposição durante o período pré-natal ao mercúrio provoca retardo nesses marcos do neurodesenvolvimento”, diz Paulo Basta. “O mercúrio se converte em uma neurotoxina que vai afetar principalmente o tecido do sistema nervoso central. Uma lesão que ocorre no sistema nervoso central é uma lesão irreversível. As pessoas vão ter que lidar com esse problema para sempre”, completa. O pesquisador cita crescimento de crianças nascendo com doenças neurológicas raras, síndromes, anomalias congênitas e doenças sem um diagnóstico formado ainda. Todas suspeitas de terem relação com a contaminação por mercúrio. Ele também destacou que o distrito sanitário especial indígena Rio Tapajós foi a unidade de saúde que mais demandou cadeiras de rodas para o Ministério da Saúde. “É importante que esses dados se convertam em estatísticas oficiais, o que não existiam até muito recentemente no Brasil. O nosso sistema ainda não tem disponível uma ficha de notificação para os casos de contaminação específica por mercúrio”, disse Paulo. “Apesar dessas limitações, temos 751 casos identificados de indígenas contaminados por mercúrio com confirmação laboratorial.  Desse conjunto, 318 são do Pará e 378 são de Roraima, ligados ao povo Yanomami”, completa. Revolta com diagnóstico   Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 –  Alessandra Munduruku participa da mesa do Rio Nature & Climate Week Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil – Rovena Rosa/Agência Brasil A liderança Alessandra Korap Munduruku conta que houve uma comoção coletiva quando os primeiros resultados de contaminação por mercúrio foram divulgados em 2022. A primeira parte do estudo, que monitorava indivíduos de todas as idades, começou em 2019 em três aldeias da terra Sawré Muybu. “Estávamos doentes, mas sem exames, não sabíamos o que estava acontecendo. Quando tivemos os resultados, fizemos uma reunião e as mulheres estavam bem revoltadas. Perguntavam se deveriam interromper a gravidez porque o útero estaria contaminado e o leite materno também poderia contaminar os filhos”, conta. A região onde vive o povo Munduruku tem sido afetada pelo garimpo ilegal de ouro há décadas. O mercúrio é utilizado no garimpo para separar o ouro da terra. A prática contamina os rios e os seres que vivem nele. O metal entra no organismo humano principalmente pelo consumo de peixes contaminados. “Nossa principal fonte de alimento é o peixe e não há como fugir disso. Para quem mora na cidade é muito fácil. Vão nas prateleiras, compram frango e carne, tem outras opções. O coração dói quando vê a situação do povo, porque eles não têm como sair do território e ir para outro lugar”, diz Alessandra. “O lugar é nosso. Porque precisamos dar nosso espaço para empresas, garimpo, mineração, hidrelétricas, ferrovias? Porque que a carne do índio é mais barata? É como se nós não existíssemos. Que progresso é esse que mata rios, florestas e expulsa os povos?”, indaga. Rastro do garimpo    Os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. Foto Divulgação/Ministério da Defesa Cerca de 92% da área garimpada legal ou ilegal no Brasil se concentra na Amazônia, segundo dados do MapBiomas. A estimativa é que 85% dos garimpos no país se dedicam à extração de ouro. O índice alto de ilegalidade no setor traz impactos socioambientais para além da contaminação por mercúrio: desmatamento, violência, conflito com povos tradicionais trabalho escravo, sonegação de impostos e evasão de divisas. Estudo divulgado esta semana pelo Greenpeace mostra como Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) são usadas para venda de ouro extraído ilegalmente da Amazônia, com impactos em terras indígenas e áreas protegidas. A estratégia permite escapar do licenciamento ambiental mais rigoroso e das regras da mineração industrial, além de facilitar a lavagem de ouro. Porém, os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. A atividade é regulamentada no Brasil principalmente pelo Código de Mineração, pela Lei nº 7.805/1989 e por normas da Agência Nacional de Mineração (ANM). Para os analistas, flexibilizações indevidas do licenciamento ambiental em âmbito estadual e falta de transparência para implementar salvaguardas socioambientais enfraquecem o controle da atividade. A promotora do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Eliane Moreira, reforça a responsabilidade dos entes públicos de todos os níveis no ciclo que envolve o garimpo e a contaminação dos povos indígenas por mercúrio. “Essa grande contaminação de mercúrio acontece a partir de um licenciamento bastante frágil. Em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), não há estrutura institucional para uma fiscalização suficiente e existe um ambiente propício para toda essa tragédia”, diz

Brasil

‘Mataram o meu filho pela terceira vez’, diz Leniel Borel

() – O perdão judicial concedido à professora Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, assassinado aos 4 anos, revoltou o pai da criança, Leniel Borel, no final do julgamento do caso. “Mataram o meu filho pela terceira vez”, ele disse na madrugada desta quinta-feira (4). “O Henry representa as milhares de crianças que são vítimas todos os dias”. O vereador criticou duramente afirmação da juíza Elizabeth Machado Louro, titular do 2º Tribunal do Júri do Rio, sobre agressões sofridas por Monique no cárcere e o “massacre nas redes sociais”. Para a magistrada, a mãe do menino foi alvo de uma perseguição implacável contra a sua honra. Ao aplicar o perdão judicial, Louro disse que Monique já sofreu um castigo severo o suficiente e criticou a reação desproporcional da sociedade, chamando-a de discriminatória e fruto de uma cultura que exige que a mulher seja uma “mãe perfeita”. Para Leniel, decisões como essa abrem precedentes para que outras mães possam matar seus filhos ou permitir que eles sejam mortos.“Como é que vou falar para a minha mãe que foi a misoginia que matou o Henry?”, questionou sobre a avó da criança. Ele disse que Monique tinha o dever de proteger o filho e citou as críticas que recebeu durante os 11 dias de julgamento. “Posso ter sido a pior pessoa do mundo, mas eu não estava dentro daquele apartamento”, disse. “Esse julgamento é a resposta da nossa sociedade para pessoas que estão violentando seus filhos. Outros Henrys, outras Isabellas Nardonis, outros Bernardos Boldrinis aparecerão”. Para o pai da criança, o tribunal deu uma resposta que permite que mães possam matar ou agredir crianças. O advogado de Leniel vai apresentar recurso para anular o julgamento e condenar Monique por homicídio. Monique foi condenada por omissão diante da tortura sofrida pelo filho e recebeu pena de um ano e quatro meses de prisão, já considerada cumprida. Em relação à acusação de homicídio, os jurados afastaram a acusação de crime doloso e reclassificaram o caso para homicídio culposo -quando não há a intenção de matar. Nessa situação, cabe à presidente do júri decidir sobre a responsabilização da ré. A juíza concedeu perdão judicial e extinguiu a punibilidade de Monique por esse crime. A mãe de Henry deixará a prisão após a sentença e comemorou a decisão no tribunal. Júri entra na fase de debates entre acusação e defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, e de Monique Medeiros | 22h30 – 06/03/2026

Shia LaBeouf, ator de
Famosos

Shia LaBeouf, ator de ‘Transformers’, se declara culpado em caso de agressão

SÃO PAULO, SP () – O ator Shia LaBeouf declarou-se culpado de três acusações de agressão relacionadas a uma briga ocorrida em fevereiro em um bar de Nova Orleans, nos Estados Unidos. Após o acordo judicial, ele foi condenado a dois anos em liberdade condicional e terá de cumprir medidas determinadas pela Justiça. Entre as condições da sentença estão a participação em um programa de reabilitação para abuso de álcool, treinamento de sensibilidade e aulas de controle da raiva. O ator também havia sido obrigado anteriormente a se submeter a tratamento para dependência química como parte das determinações judiciais após sua prisão. Segundo a polícia local, imagens do incidente mostram LaBeouf empurrando uma pessoa ao chão e acertando outra no rosto. Funcionários do estabelecimento afirmaram que ele foi convidado a deixar o local após apresentar comportamento agressivo e dirigir ofensas homofóbicas a outros frequentadores. O episódio se soma a uma série de problemas legais enfrentados pelo ator ao longo da carreira. Conhecido por seu papel na franquia “Transformers”, LaBeouf já havia sido preso em outras ocasiões, incluindo um caso de suspeita de agressão registrado em 2017. Segundo a imprensa britânica, a cantora e Henry Junior Chalhoub colocaram um ponto final no relacionamento após 18 meses juntos. O casal era presença constante em viagens de luxo e eventos internacionais | 06:00 – 04/06/2026

DNA coletado em presídios amplia investigações e fortalece banco genético de Mato Grosso do Sul
Mato Grosso Do Sul

DNA coletado em presídios amplia investigações e fortalece banco genético de Mato Grosso do Sul

A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul ampliou em 486 perfis o banco estadual de DNA após duas etapas de coleta realizadas no Complexo Penitenciário da Gameleira, em Campo Grande. A medida fortalece investigações criminais e amplia as chances de identificação de autores por meio de vestígios biológicos encontrados em cenas de crime. A segunda etapa da ação foi realizada na sexta-feira (29), na Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira I, onde foram coletadas 186 amostras genéticas. A primeira ocorreu em 30 de abril, na Gameleira II, com a coleta de outras 300 amostras. As ações integram as metas do Contrato de Gestão 2026, firmado entre a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) e o Governo do Estado, voltadas ao fortalecimento do Banco de Perfis Genéticos. O trabalho é executado pelo IALF  (Instituto de Análises Laboratoriais Forenses), da Polícia Científica, com apoio da Polícia Penal de Mato Grosso do Sul. Após a coleta, as amostras passam por processamento laboratorial e, quando atendem aos critérios técnicos e legais, são inseridas nos bancos estadual e nacional de perfis genéticos. Os dados são utilizados em comparações que podem auxiliar na identificação de autores de crimes, estabelecer conexões entre diferentes ocorrências e subsidiar investigações em andamento. Segundo a diretora do IALF, Josemirtes Prado da Silva, a ampliação da base genética aumenta a capacidade de confronto entre perfis cadastrados e vestígios coletados durante investigações. “Quanto mais amostras de condenados forem inseridas, maior é a chance de coincidência com vestígios já cadastrados. O banco é mais uma ferramenta para auxiliar na identificação de autoria ou de autores em dois locais de crimes distintos”, afirma. Dados da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos mostram que Mato Grosso do Sul contabilizava 5.471 perfis cadastrados até 1º de maio de 2026. Do total, 4.081 pertencem a condenados e 918 são vestígios biológicos coletados em investigações criminais. O Estado acumula 88 investigações auxiliadas pela rede e 59 coincidências genéticas confirmadas. Dessas, 46 ocorreram entre vestígios biológicos e 13 entre vestígios e indivíduos cadastrados, demonstrando a capacidade da ferramenta de identificar autores e relacionar crimes cometidos em diferentes locais. De acordo com a diretora do IALF, um caso recente resultou na identificação de correspondência entre material genético coletado em mutirão anterior e vestígios que permaneciam cadastrados sem autoria definida. “Um vestígio sem autoria hoje pode se transformar em prova amanhã”, destaca. A Polícia Penal é responsável pela triagem das pessoas privadas de liberdade que se enquadram nas hipóteses legais de coleta, além de garantir a segurança durante as ações realizadas nas unidades prisionais. A ampliação das coletas acompanha mudanças na legislação federal. Com a entrada em vigor da Lei nº 15.295/2025, a identificação do perfil genético passou a alcançar condenados à pena de reclusão em regime inicial fechado, independentemente do tipo de crime. Antes, a obrigatoriedade estava restrita a hipóteses específicas, como crimes contra a vida, contra a liberdade sexual e delitos praticados com violência grave. A previsão é que novos mutirões sejam realizados em estabelecimentos penais do interior do Estado, ampliando a base genética sul-mato-grossense e fortalecendo uma ferramenta considerada estratégica para o esclarecimento de crimes e a produção de provas de interesse da Justiça. Maria Ester Jardim Rossoni, Comunicação PCi-MS Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Esporte

No Grupo D da Copa, EUA tentam usar fator casa para avançar

Tendo como destaque um dos anfitriões da próxima Copa do Mundo, o Grupo D é um dos mais equilibrados da competição. Sendo uma das sedes do Mundial disputado entre os dias 11 de junho e 19 de julho, ao lado de México e Canadá, os Estados Unidos disputam a primeira fase do torneio com Turquia, Austrália e Paraguai. Ao contrário de 1994, quando os norte-americanos mostraram pouco interesse no Mundial de futebol masculino, em 2026 a seleção dos Estados Unidos jogará em casa em um momento de grande desenvolvimento da modalidade, em especial pelo sucesso da Major League Soccer (liga profissional de futebol masculino). Assim, não será surpresa se a equipe comandada pelo técnico argentino Mauricio Pochettino jogar sempre com lotação esgotada. Notícias relacionadas: Inspirado pelo Carnaval, Ancelotti quer seleção alegre e comprometida . Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo. Venda geral de ingressos de jogo de despedida da seleção começa quinta. Embale o primeiro de Timothy Weah #FIFAWorldCup gol e ganhe o direito de comprar dois ingressos para a partida de abertura dos EUA em #Somos26! 👀 Confira o lançamento de ‘Primeiros’ do @FIFAPlusCollect aqui. 👇 — Copa do Mundo FIFA (@FIFAWorldCup) 24 de maio de 2024 Sem um craque de projeção internacional, o grande nome da equipe norte-americana é o ponta Christian Pulisic. Aos 27 anos de idade, o jogador, que teve passagens por Borussia Dortmund (Alemanha) e Chelsea (Inglaterra), defende atualmente o Milan (Itália). Outro nome que merece atenção é Gio Reyna. O meia-atacante do Borussia Mönchengladbach (Alemanha) pode ser considerado o cérebro dos Estados Unidos. O primeiro adversário dos Estados Unidos na competição será o Paraguai. A equipe do técnico argentino Gustavo Alfaro tem vários nomes que se destacam no futebol brasileiro: Gustavo Gómez (Palmeiras), Ramón Sosa (Palmeiras), Matías Villasanti (Grêmio), Damián Bobadilla (São Paulo) e Isidro Pitta (Bragantino). 2010 ⏭️ 2026 🇵🇾 O Paraguai está de volta ao #FIFAWorldCup! — Copa do Mundo FIFA (@FIFAWorldCup) 5 de setembro de 2025 Este será o nono Mundial disputado pelos Guaranis. A classificação para a Copa de 2026 veio com uma boa campanha nas Eliminatórias Sul-Americanas, na qual, em 18 partidas, sofreu apenas quatro derrotas. Quem também chegou ao Mundial por meio das Eliminatórias foi a Austrália. Nesta Copa, a equipe comandada pelo técnico Tony Popovic conta com alguns remanescentes da seleção que chegou até às oitavas de final no Catar, em 2022, incluindo o bom goleiro Mathew Ryan, do Levante (Espanha). Bom Dia Austrália 😁 #FIFASérie pic.twitter.com/7bDIU7ApMl — Copa do Mundo FIFA (@FIFAWorldCup) 27 de março de 2026 O quarto componente do Grupo é a Turquia, que teve que buscar a classificação para a Copa na Repescagem Europeia, na qual eliminou a Romênia e o Kosovo. Em sua terceira participação em um mundial, as Estrelas Crescentes contarão com o ex-jogador italiano Vincenzo Montella como treinador. A equipe conta com dois jovens muito talentosos: o meia-atacante Arda Güler, que, aos 21 anos de idade, defende o poderoso Real Madrid (Espanha), e o ponta Kenan Yıldız, que, com a mesma idade, é o camisa 10 da tradicional Juventus (Itália). A eles se junta o experiente meia Hakan Çalhanoğlu, da Inter de Milão (Itália). Arda Guler 🇹🇷🌟#FIFAWorldCup pic.twitter.com/XmhQPwuQ5r — Copa do Mundo FIFA (@FIFAWorldCup) 1º de setembro de 2025 Fonte:Agência Brasil

MEC sanciona 53 cursos de Medicina com rendimento insatisfatório no Enamed
Brasil

Pressão Alta: um a cada quatro adultos no Brasil convive com a condição

A hipertensão arterial, ou pressão alta,​ ​pode​ não ​apresentar​ si​ntomas​ evidentes em seus estágios iniciais, evoluindo de forma silenciosa ao longo do tempo.​ ​​Essa​​​ ​condição crônica​​ ​​afeta cerca de 28% dos adultos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, ​​e é​​ um dos principais fatores de risco para eventos cardiovasculares graves.​ ​ A doença é caracterizada pela elevação persistente da pressão sanguínea nas artérias e está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento de complicações severas, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal crônica. O grande desafio reside em sua natureza assintomática. “Muitos pacientes só descobrem em fases avançadas, quando os danos já podem ser significativos. Esse atraso no diagnóstico eleva drasticamente o risco de eventos cardiovasculares e de lesões em órgãos vitais, como coração, rins e cérebro”​​esclarece​​​​ ​​a cardiologista Lilian Carvalheiro, d​​a​​​ ​AMA Especialidades Jardim São Luiz, unidade gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”​ em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP)​. Fatores como predisposição genética, dieta inadequada — rica em sódio e ultraprocessados —, sedentarismo, sobrepeso, consumo de álcool e tabagismo são os principais gatilhos para o desenvolvimento da hipertensão. Diante disso, a aferição regular da pressão arterial é a ferramenta mais eficaz para a detecção precoce, mesmo na ausência de sintomas. “O tratamento vai além da medicação. A adesão a um estilo de vida saudável e o acompanhamento médico contínuo são pilares para avaliar a resposta terapêutica e realizar os ajustes necessários. A condição exige vigilância constante, pois seu controle inadequado pode resultar em complicações progressivas”reforça a especialista. Para enfrentar este desafio de saúde pública, o CEJAM ​​possui​​​​ ​​uma linha de cuidados específica para a hipertensão, que organiza o acompanhamento do paciente de forma integrada e contínua na Rede de Atenção à Saúde. “Este modelo permite um acompanhamento longitudinal e baseado no risco de cada indivíduo. Ao fortalecer o vínculo entre o paciente e a equipe de saúde, desde o diagnóstico até o controle da doença, contribuímos diretamente para a prevenção de complicações e para a melhoria da qualidade de vida”destaca Poliana de Lima, gerente da UBS Jardim Coimbra — unidade que também é administrada pelo CEJAM em parceria com a SMS-SP. ​​Na prática, o fluxo assistencial abrange a identificação ativa de pacientes, aferição periódica da pressão, consultas médicas e de enfermagem, e orientações com equipes multiprofissionais. Casos de maior complexidade são encaminhados a especialistas, mas sempre com a Atenção Primária coordenando o cuidado. ​​Esse acompanhamento contribui para a redução de agravos e para a promoção do bem-estar dos pacientes.​​​ Leia Também: Tosse, febre e coriza: doenças respiratórias aumentam no outono

Mãe de Angus Cloud se emociona com homenagem em
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Mãe de Angus Cloud se emociona com homenagem em ‘Euphoria’ após sua morte

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Lisa Cloud, mãe de Angus Cloud, se emocionou com a homenagem de “Euphoria” ao ator. O artista ganhou uma homenagem no final da 3ª temporada. “A enorme demonstração pública de emoção nas redes sociais homenageando a bela alma do meu amado filho diz tudo”, disse sua mãe ao TMZ. A série exibiu imagens inéditas do intérprete de Fezco, gravadas há sete anos. Ele apareceu no último episódio, que marca a morte de Rue (Zendaya). A cena foi marcante, já que o personagem morreu ao tomar comprimidos com fentanil. Angus Cloud morreu aos 25 anos em julho de 2023 de uma overdose acidental de fentanil. Segundo a imprensa britânica, a cantora e Henry Junior Chalhoub colocaram um ponto final no relacionamento após 18 meses juntos. O casal era presença constante em viagens de luxo e eventos internacionais | 06:00 – 04/06/2026

Colegas de banda que dormiram juntos e se envolveram romanticamente
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Colegas de banda que dormiram juntos e se envolveram romanticamente

Apesar da fama e do sucesso, a vida das estrelas da música na estrada pode ser solitária e, às vezes, colegas de bandas acabam se aproximando de maneira bastante íntima… Em 2019, uma das cantoras das Spice Girls fez a bombástica revelação de que teve um romance secreto com uma de suas companheiras nos anos 1990. Três dos músicos da banda Rolling Stones também se envolveram romanticamente, segundo uma biografa lançada da banda. Mas eles não foram os primeiros e nem serão os últimos parceiros de grupo que tiveram um affair. Clique na galeria para relembrar colegas de banda, incluindo brasileiros, que se envolveram romanticamente. Já pensou em contratar celebridades para defenderem você? | 14h30 – 06/03/2026

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