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Entenda regras para mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal
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Entenda regras para mulheres usarem spray de pimenta para defesa pessoal

Entenda quais são as regras e para que serve o equipamento.*QUEM PODE COMPRAR E PORTAR O projeto de lei prevê a comercialização do spray de pimenta para mulheres maiores de 18 anos. Adolescentes de 16 e 17 anos também poderão adquirir e portar o produto, desde que tenham autorização expressa do responsável legal. O texto estabelece ainda regras para evitar o uso indevido, com penalidades que incluem advertência, multa e até proibição de compra em caso de reincidência. A regulamentação detalhada ainda depende do Poder Executivo. O QUE É E COMO FUNCIONA O SPRAY DE PIMENTA O spray de pimenta é um dispositivo de defesa pessoal que libera uma substância irritante derivada da capsaicina, presente nas pimentas. Ao atingir olhos e pele, provoca ardência intensa, lacrimejamento, irritação nas vias respiratórias e dificuldade de manter os olhos abertos. Os efeitos são temporários e têm como objetivo desorientar o agressor por alguns minutos, criando uma oportunidade para fuga. No mercado, existem diferentes modelos voltados para defesa pessoal. O spray de jato direcionado dispara um fluxo mais preciso e com maior alcance, reduzindo o risco de atingir quem utiliza o produto. Já o spray em névoa libera uma nuvem mais ampla, facilitando atingir o agressor, mas exige cuidado em ambientes fechados ou com vento, já que pode se dispersar e atingir a própria usuária. COMO USAR COM SEGURANÇA Especialistas apontam que o spray deve ser usado como um recurso emergencial, e não como solução única de proteção. O objetivo principal é criar uma oportunidade de fuga, e não imobilizar completamente o agressor. Também é importante que o equipamento esteja acessível. Guardar o spray no fundo da bolsa, por exemplo, pode dificultar o uso em uma situação de risco.Além disso, fatores como distância, direção do vento e proximidade com o agressor podem interferir diretamente na eficácia do produto. O spray tende a ser mais eficaz quando há alguma distância entre a vítima e o agressor, permitindo o acionamento do dispositivo antes do contato físico. A ferramenta pode ajudar a evitar confronto direto, especialmente em situações em que há diferença de força física, criando tempo para escapar. Por outro lado, em situações de surpresa, proximidade extrema ou ambientes desfavoráveis, o uso pode ser limitado. ESPECIALISTAS RECOMENDAM O USO? A diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil, Raquel Gallinati, faz ressalvas à medida e ao uso do equipamento como solução de segurança. “Spray de pimenta não é política pública, é improvisação”, afirma. “Estão vendendo uma ideia de que liberar spray de pimenta para mulheres seria uma proteção, mas isso não é verdade, é, de forma subliminar, uma transferência de responsabilidade do Estado para a vítima”, diz. Segundo a delegada, o uso envolve riscos técnicos. “Até mesmo nós, policiais, precisamos de treinamento para cada equipamento. Isso também se aplica ao spray de pimenta”, explica. Gallinati alerta ainda que, em situações de agressão, há risco de a própria vítima ser atingida. “A chance de o spray atingir a própria vítima é alta”, afirma. Para a instrutora de defesa pessoal e especialista em segurança da mulher Danny Arouca, o spray pode ser útil, desde que usado com preparo. “Ele não pode ser encarado como um amuleto da sorte. É um instrumento tático”, afirma. Segundo a especialista, a principal vantagem dele é permitir que a vítima consiga manter distância do agressor. “O spray permite que a mulher neutralize a ameaça a metros de distância e crie uma janela de oportunidade para fugir”, diz. Ainda assim, reforça que o uso sem treinamento pode aumentar o risco. “Equipamento sem preparo é uma falsa sensação de segurança”, afirma. Naomi Penteado, pessoa instrutora de autodefesa feminista, também destaca limitações práticas. “Em termos de uso, ele não serve para nada se estiver dentro da bolsa.” Segundo Penteado, o spray não impede necessariamente a continuidade da agressão. “Ele gera uma situação de cegueira e dificuldade de respirar, mas não garante que o agressor não consiga cometer a violência”, diz.

Bactéria resistente se espalha fora de hospitais e desafia protocolos médicos
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Bactéria resistente se espalha fora de hospitais e desafia protocolos médicos

A mudança de comportamento é retratada em um estudo baseado em mais de 51 mil exames laboratoriais coletados ao longo de dez anos, com foco na bactéria Staphylococcus aureus, que habita a pele e as vias respiratórias e pode causar desde infecções leves até pneumonias graves. Quando essa bactéria desenvolve resistência aos antibióticos, passa a ser classificada como MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina). Isso significa que medicamentos da família da penicilina, como a oxacilina, podem não ter efeito no tratamento. A pesquisa foi realizada em parceria entre a Afip (Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa) e a Escola Paulista de Medicina da Unifesp, analisando 51.532 exames positivos coletados na macrorregião de São Paulo. O estudo identificou crescimento significativo da circulação da bactéria resistente fora do ambiente hospitalar. Os dados analisados entre 2011 e 2021 foram publicados na revista Research Connections, da Oxford University Press, e representam uma das maiores análises populacionais já feitas sobre o tema em países de renda média. Os resultados mostram que os casos hospitalares de MRSA apresentaram queda média anual de 2,48%, enquanto as infecções de origem comunitária cresceram, em média, 3,61% ao ano. Ao todo, a bactéria resistente foi associada a 43% das infecções avaliadas, com maior incidência entre crianças pequenas e idosos. Segundo os pesquisadores, o aumento fora dos hospitais indica que a resistência, antes concentrada em ambientes controlados, agora circula de forma mais ampla na população. Mapas do estudo apontam maior concentração de casos na região central da cidade de São Paulo, área com alta vulnerabilidade social, além de municípios do litoral. Fatores como densidade populacional, clima e circulação de pessoas podem influenciar esse cenário. Entre as amostras associadas à comunidade, cerca de 22% já apresentavam resistência a antibióticos, percentual considerado elevado para uma bactéria historicamente hospitalar e que indica risco epidemiológico. Os pesquisadores destacam que esse avanço aumenta a chance de falha no tratamento inicial, especialmente quando a escolha do antibiótico é feita sem exames prévios. Em países como Estados Unidos e na Europa, esse fenômeno já levou a mudanças nos protocolos médicos. No Brasil, porém, os dados ainda são fragmentados, com variações regionais importantes. No Sistema Único de Saúde (SUS), as opções de antibióticos eficazes por via oral são limitadas, o que pode levar à necessidade de internações, aumentando custos e pressionando o sistema hospitalar. Especialistas defendem a ampliação da vigilância epidemiológica, integração de dados e uso mais racional de antibióticos como medidas essenciais para conter o avanço da resistência. Entre as formas de prevenção estão a higiene frequente das mãos, cuidados com feridas, limpeza de ambientes e uso responsável de medicamentos, evitando a automedicação e o uso inadequado de antibióticos. Dados mostram alta expressiva de internações e atendimentos por transtornos mentais entre crianças e adolescentes em São Paulo; especialistas apontam impacto da pandemia, mudanças sociais e falta de estrutura na rede pública como fatores centrais | 05:15 – 18/03/2026

Câmara aprova novo percentual mínimo de cacau para chocolate e acaba com amargo e meio amargo
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Câmara aprova novo percentual mínimo de cacau para chocolate e acaba com amargo e meio amargo

A votação foi simbólica, quando não há contagem de votos. O projeto havia sido aprovado no Senado em abril do ano passado, mas, como o texto foi modificado, voltará à casa alta para nova votação. A inclusão do projeto na pauta dessa semana atendeu, segundo o presidente da Câmara, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), um pedido das bancadas de Bahia, Espírito Santo e Pará, todos estados produtores de cacau. Uma das principais modificações do projeto aprovado nesta terça resulta no fim da denominação dos chocolates amargo e meio amargo, que precisam ter ao menos 35% de sólidos totais de cacau, segundo a proposta aprovada no Senado. Com esse percentual de cacau, o produto passa a ser chamado de chocolate -sem o acréscimo do amargo. Ele também não poderá ter mais do que 5% de gorduras vegetais. A regra atual da Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária) prevê um mínimo de 25% de sólidos de cacau para todos os tipos de chocolate, exceto o branco, que precisa de ao menos 20% de manteiga de cacau. O percentual de 25% passa a ser permitido em dois tipos de produto, um já conhecido do consumidor e outro criado pelo projeto. No tradicional chocolate ao leite, a regra é a mesma aprovada no Senado: mínimo de 25% de sólidos de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados. A novidade é a criação do chocolate doce, que precisa ter um mínimo de 25% de sólidos totais de cacau, dos quais pelo menos 18% devem ser manteiga de cacau e pelo menos 12% devem ser isentos de gordura. O relatório do deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) incorporou parte das sugestões feitas pelos produtores por meio da ANPC (Associação Nacional dos Produtores de Cacau). É o caso também da definição de que cascas, películas e resíduos não sejam computados como sólidos de cacau. Segundo a ANPC, o dispositivo cria uma blindagem técnica da receita dos chocolates. A indústria não gostou das modificações. As associações da indústria de alimentos (Abia), da indústria de chocolates, amendoim e balas (Abicab) e das processadoras de cacau (Aipc) divulgaram nota técnica dizendo que as modificações destoam da regulação vigente estabelecida pela Anvisa. As entidades também criticam a obrigatoriedade de informar nos rótulos o percentual de cacau de cada produto. “O setor produtivo passou por um extenso processo de adaptação de embalagens, para apresentar ao consumidor mudanças na tabela nutricional”, afirmam, em referência a mudanças determinadas em 2020. Se o projeto for aprovado novamente no Senado e o texto da Câmara for mantido, as novas regras passarão a valer um ano depois da sanção pelo presidente Lula. Declaração foi feita após vitória venezuelana sobre os Estados Unidos no Clássico Mundial de Beisebol. Comentário reforça falas anteriores do presidente e ocorre em meio a reaproximação diplomática entre os dois países | 06:30 – 18/03/2026

Anvisa manda recolher azeite, esmaltes, fitas dentais e suplementos; veja
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Anvisa manda recolher azeite, esmaltes, fitas dentais e suplementos; veja

UM Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nos últimos dias, o recolhimento e a proibição de venda de uma série de produtos no Brasil, que vão de alimentos a cosméticos e suplementos. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União e têm como objetivo proteger a saúde da população. Entre os principais casos está a apreensão do azeite de oliva extravirgem da marca San Olivetto. Segundo a Anvisa, o produto tem origem desconhecida e está vinculado a empresas com situação irregular. A importadora está com o CNPJ suspenso desde maio de 2025, enquanto a distribuidora teve o registro encerrado ainda em 2024. Além do azeite, a agência também determinou o recolhimento de esmaltes em gel da marca Impala, em todos os lotes. A decisão foi motivada pela presença de uma substância proibida no Brasil, o TPO, associada a riscos à saúde, incluindo problemas reprodutivos. A própria fabricante informou o recolhimento voluntário. As fitas de clareamento dental da marca Oiwhite também foram alvo de medidas. Os produtos foram retirados do mercado por estarem irregulares e apresentarem propaganda com promessas terapêuticas, o que não é permitido. A Anvisa alerta que o uso desses itens sem acompanhamento profissional pode causar danos aos dentes e à gengiva. Outro grupo afetado são os suplementos alimentares das marcas Fit Slim+, Fit Gold Premium e Fits Anna. A fabricação e venda foram suspensas porque a empresa responsável não realizou estudos obrigatórios que garantem a segurança e a qualidade dos produtos ao longo do prazo de validade. A agência também proibiu todos os produtos alimentícios de duas empresas, após constatar que elas não existem nos endereços informados e não possuem autorização sanitária para funcionamento. O que fazer se você tiver algum desses produtos A recomendação é interromper imediatamente o uso de qualquer item listado nas medidas da Anvisa. Consumidores não devem consumir, utilizar ou comercializar os produtos irregulares. Caso tenha adquirido algum desses itens, o ideal é procurar o local de compra para orientação ou registrar uma reclamação nos órgãos de defesa do consumidor. Também é possível consultar diretamente o site da Anvisa para verificar alertas atualizados e confirmar se um produto está regularizado. As ações fazem parte da fiscalização contínua da agência, que monitora produtos que possam representar riscos à saúde pública ou que estejam sendo comercializados fora das normas sanitárias brasileiras. “A decisão é uma medida para proteger a saúde das pessoas que utilizam esses produtos e principalmente dos profissionais que trabalham com eles”, informou a Anvisa em decisão anterior Agência Brasil | 06:50 – 17/03/2026

Mega-Sena sorteia neste sábado prêmio acumulado em R$ 10 milhões
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Confira o resultado do concurso 2985 da Mega-Sena sorteado nesta terça (17)

A aposta simples na Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser feita até as 20h nas casas lotéricas, no portal Loterias Online e no aplicativo Loterias Caixa. A exceção é para os bolões digitais, que poderão ser comprados até 20h30 exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo. A probabilidade de acerto para quem faz uma aposta de seis números (no valor de R$ 6) da Mega-Sena é de uma em mais de 50 milhões. Na aposta com sete números (que custa R$ 42), a chance sobe para uma em 7,1 milhões. VEJA COMO JOGAR Pelo site Acesse o site Loterias Online Confirme se tem mais de 18 anos. Depois, clique em “acessar”, no canto superior direito. Se for o primeiro acesso, cadastre-se. Caso contrário, faça seu login usando CPF e senha Role a tela para baixo e, na opção da Mega-Sena, clique no ícone “Aposte Agora!” Escolha as dezenas que você quer apostar Informe se quer apostar com mais números e se quer ativar a surpresinha e/ou a teimosinha Quando acabar tudo, clique em “colocar no carrinho”, logo abaixo O pagamento pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou Recargapay Siga as instruções para o pagamento e confirme a compra Após o sorteio, entre no site, faça login e clique em “minha conta” Em seguida, em “apostas” e, depois, em “conferir apostas” Se você tiver ganhado, irá aparecer o prêmio que receberá e os procedimentos para retirada Pelo aplicativo Baixe o aplicativo Loterias Caixa, disponível gratuitamente para Android e iOS Após a introdução, faça login ou cadastre-se Na tela inicial, localize a Mega-Sena e clique em “aposte” Selecione as dezenas desejadas e informe se quer usar mais números e se quer ativar a teimosinha e a surpresinha Quando acabar, selecione “adicionar ao carrinho de apostas”, na parte de baixo da tela Se quiser fazer outro jogo, repita o procedimento acima. Ao terminar, clique em “carrinho de apostas” Confira as apostas e, se estiver tudo certo, vá em “avançar para a forma de pagamento” O pagamento pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou Recargapay Siga as instruções para o pagamento e confirme a compra Depois do sorteio, acesse o aplicativo. Abra o menu, clicando no botão no canto superior esquerdo e escolha “minha área” e, em seguida, “minhas apostas”. Nessa área irá aparecer se você ganhou ou não Cabelo Internet Banking Acesse a plataforma do Internet Banking com seu login e senha Clique em loterias Escolha Mega-Sena e depois aposte (o limite para essa forma de aposta é de R$ 500 por dia, das 7h às 20h, horário limite para fechamento das apostas) Selecione a quantidade de números do seu jogo (de 6 a 9 por cartela) Escolha suas dezenas e clique em “incluir aposta” Se quiser, repita essa operação para completar três jogos e então clique em “finalizar” Então, é só digitar os seis números de sua senha eletrônica para confirmar o pagamento Depois é só voltar à tela inicial das loterias e clicar em “minhas apostas” para confirmar os jogos realizados. Leia Também: Detran-SP acaba com faltas eliminatórias em prova prática para tirar CNH

Futuro motorista poderá fazer exame prático de CNH em outra cidade
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Detran-SP acaba com faltas eliminatórias em prova prática para tirar CNH

SÃO PAULO, SP (UOL/) – O Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo) informou hoje ter adequado o procedimento de avaliação dos exames práticos de direção para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) no estado. Com a alteração, não haverá mais faltas eliminatórias automáticas para os futuros condutores. Detran-SP afirma que já ajustou o procedimento de avaliação do exame prático para seguir os critérios da Resolução Contran nº 1.020/2025. As mudanças valem para a prova de direção veicular aplicada no estado de São Paulo e já estão em vigor. Novo modelo de avaliação retira faltas eliminatórias automáticas. Em vez disso, o candidato passa a somar pontos conforme condutas observadas durante o exame que correspondam a infrações de trânsito. Para ser aprovado, o candidato não pode ultrapassar 10 pontos. A pontuação é atribuída por peso, de acordo com a gravidade da infração: leve (1), média (2), grave (4) e gravíssima (6). Detran-SP diz que o registro das condutas como infrações aproxima a avaliação da realidade das ruas. O órgão também afirma que a mudança busca dar mais previsibilidade e transparência aos resultados, além de uniformizar critérios. O procedimento segue o Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular. O documento foi elaborado pela Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), órgão máximo executivo de trânsito da União. Banco de questões do exame teórico de habilitação também foi atualizado, segundo o Detran-SP. A prova passa a usar o Banco Nacional de Questões, elaborado pela Senatran. Detran-SP afirma que a mudança segue a mesma Resolução nº 1.020. A norma estabelece o uso desse banco de questões nos processos de avaliação teórica em todo o país. Órgão diz que a padronização busca garantir isonomia entre candidatos de diferentes estados. O Banco Nacional de Questões tem 1.500 perguntas, e a seleção das 30 questões da prova é aleatória; para passar, é preciso acertar ao menos 20. Leia Também: MEC sanciona 53 cursos de Medicina com rendimento insatisfatório no Enamed

MEC sanciona 53 cursos de Medicina com rendimento insatisfatório no Enamed
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MEC sanciona 53 cursos de Medicina com rendimento insatisfatório no Enamed

Ó Ministério da Educação (MEC) sancionou 53 cursos de medicina que tiveram notas 1 e 2 no Exame Nacional da Formação Médica (Enamed). Esse rendimento, pelos critérios da avaliação, permitem a imposição de penalidades às instituições de ensino. De acordo com portarias publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 17, pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), os cursos com nota 1, na qual menos de 30% dos concluintes obtiveram conceito de proficiência, ficam impedidos de fazerem novas matrículas a partir de hoje. Aqueles que tiveram entre 40% e 50% dos estudantes proficientes terão redução de 50% na quantidade de cadeiras. Para as graduações em Medicina com conceito 2, nas quais a quantidade de estudantes proficientes ficou entre 40% e 50%, a redução é de 25% na quantidade de vagas. Outra punição estabelecida é que todos os cursos privados que tiveram notas 1 e 2 ficaram impedidos de aumentar o nível de vagas e fechar novos contratos em programas Federais, como o Fies e ProUni, que tratam do financiamento e concessão de bolsas de estudo com abatimento fiscal. Diante das penalidades, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) emitiu nota se dizendo preocupada com o conteúdo das portarias. “As punições impostas às instituições que não obtiveram conceitos satisfatórios na avaliação demandam atenção, especialmente quanto aos seus impactos no ambiente regulatório”, destaca trecho do documento. Dados mostram alta expressiva de internações e atendimentos por transtornos mentais entre crianças e adolescentes em São Paulo; especialistas apontam impacto da pandemia, mudanças sociais e falta de estrutura na rede pública como fatores centrais | 13h00 – 17/03/2026

Governo anuncia R$ 60 milhões para reconstrução de escolas em MG
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Governo anuncia R$ 60 milhões para reconstrução de escolas em MG

Ó governo federal anunciou nesta segunda-feira (16) a destinação de quase R$ 60 milhões para reconstrução de escolas na Zona da Mata Mineira, região afetada por fortes chuvas nas últimas semanas. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Camilo Santana, durante reunião com a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão. Os recursos serão usados principalmente para a construção de novas unidades escolares, em substituição a escolas da rede municipal que sofreram danos estruturais. Ao todo, cinco escolas serão reconstruídas em Juiz de Fora, além de uma unidade no município de Ubá. “O objetivo é assegurar que as escolas tenham condições de funcionamento o mais rápido possível, ao mesmo tempo em que avançamos na reconstrução das unidades mais afetadas”disse o ministro Camilo Santana. Recursos emergenciais Além das novas construções, o Ministério da Educação vai liberar R$ 5,08 milhões em apoio emergencial para reparos em escolas da rede municipal de Juiz de Fora. O valor será repassado diretamente às unidades por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Os recursos deverão financiar intervenções como pintura, manutenção e recuperação de estruturas danificadas pelas chuvas. Escolas que serão reconstruídas Em Juiz de Fora, as escolas municipais que receberão novas instalações são: Antônio Faustino da Silva, Santa Catarina Labouré, Clotilde Peixoto Hargreaves, Georg Rodembach e Adenilde Petrina. Também está prevista a reconstrução da Escola Municipal Deputado Filipe Balbi, em Ubá. Levantamento da Secretaria Municipal de Educação de Juiz de Fora enviado ao ministério identificou 122 unidades educacionais afetadas, entre escolas e creches. Entre os principais problemas registrados estão: 13 unidades com danos estruturais ou risco à infraestrutura, 33 unidades com alagamentos ou infiltrações, 76 unidades com necessidade de manutenção e pequenos reparos. Durante a agenda, o ministro também informou que o governo está em diálogo com o Conselho Nacional de Educação (CNE) para avaliar possíveis ajustes no calendário escolar, a fim de evitar prejuízos aos estudantes das redes municipais afetadas pelas chuvas. Nesta semana, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná devem registrar temperaturas máximas acima de 30 °C, de acordo com a previsão do tempo do Inmet; frio mais consistente deve começar apenas em maio | 20:36 – 16/03/2026

Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 105 milhões
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Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 105 milhões

UMs seis dezenas do concurso 2.985 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 105 milhões. Por se tratar de um concurso com final cinco, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores, conforme regra da modalidade. O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no portal das Loterias Caixa. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora do JP Morgan, que é acionista de pouco menos da metade do C6 | 08:25 – 17/03/2026

Enem passará a avaliar aprendizado na educação básica, define governo Lula
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Espelho da redação do Enem 2025 é disponibilizado aos candidatos

O espelho permite ao estudante ver a correção detalhada do texto e a pontuação atribuída em cada competência, com análise pedagógica que mostra como os corretores avaliaram seu desempenho em cada critério. O documento tem caráter apenas informativo e não abre possibilidade de contestação ou revisão da nota atribuída à redação. Nesta edição, o tema da redação foi “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”. A proposta apareceu para os candidatos no primeiro dia de provas do exame. A tarefa exigiu dos participantes a produção de um texto dissertativo-argumentativo, formato tradicional do exame. Os candidatos tiveram de defender um ponto de vista sobre o tema proposto, com base em argumentos consistentes, e apresentar uma proposta de intervenção que respeitasse os direitos humanos. A correção da redação considera cinco competências, que avaliam desde o domínio da norma padrão até a capacidade de propor soluções viáveis. São elas: – Competência 1: domínio da norma culta escrita.– Competência 2: compreensão e desenvolvimento do tema.– Competência 3: organização e defesa de argumentos.– Competência 4: coesão e coerência na argumentação.– Competência 5: proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.Cada competência vale até 200 pontos, somando um total máximo de mil pontos. As notas da redação foram divulgadas no dia 16 de janeiro. Após a divulgação, estudantes passaram a relatar nas redes sociais uma queda nas notas, especialmente na comparação com simulados e com edições anteriores do exame. À época, o Inep afirmou à Folha de S.Paulo que não houve mudança nos critérios de correção da redação do Enem em 2025. Para o instituto, uma das hipóteses para explicar a percepção de notas mais baixas foi o uso crescente de “repertórios de bolso” -citações genéricas, frases feitas e introduções prontas decoradas durante a preparação. Tanto que, neste ano, o órgão reforçou na Cartilha do Participante a importância da autenticidade textual, orientando candidatos a abandonar esse tipo de recurso. Dados do Ministério da Saúde apontam 22,8 mil ocorrências entre 2022 e 2025. A maioria das vítimas é formada por crianças e adolescentes, e especialistaes alertam que a subnotificação pode tornar o cenário ainda mais grave | 07:45 – 17/03/2026

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