Conhecido por canções como “Swingin'”, “Straight Tequila Night” e “Black Sheep”, o artista morreu três dias depois de participar da cerimônia de consagração de novos membros do Country Music Hall of Fame, em Nashville, no Tennessee. Anderson foi oficialmente incluído no grupo em 2024.
“Para o mundo, ele era um talentoso cantor de música country, cuja voz e canções tocaram inúmeras vidas. Para nós, era muito mais”, escreveu sua família em uma publicação nas redes sociais, na qual o descreveu como “o coração da casa, alguém que fazia todos rirem e transformava momentos cotidianos em lembranças especiais”.
Nascido em 1954, em Apopka, na Flórida, o músico se mudou para Nashville ainda jovem e assinou um contrato com a Warner Bros. Records em 1976.
Mais tarde, chamou a atenção do público com “Swingin'”, canção de 1983 que vendeu mais de um milhão de cópias e se tornou um de seus maiores sucessos.
No mesmo ano, Anderson venceu o troféu Horizon, dedicado a novos artistas, e o prêmio de single do ano da Country Music Association. A partir daí, a combinação de sua voz marcante com referências tradicionais ajudou a consolidá-lo como um dos expoentes do movimento neotradicionalista do country.
Já nos anos 1990, o cantor voltou ao topo das paradas com canções como “Seminole Wind”, “Straight Tequila Night” e “Money in the Bank”, acumulando 20 músicas entre as dez mais bem colocadas nas paradas country ao longo da carreira, segundo o Country Music Hall of Fame.
Em 2014, Anderson também foi reconhecido por suas composições e entrou para o Hall da Fama dos Compositores de Nashville.
O artista deixa a mulher, Jamie, e as filhas Alexa e Brionna.