Pantanal News

Saúde

HPV leva a 7,5 mil mortes anuais por câncer no Brasil

Os cânceres causados por HPV provocaram cerca de 7,5 mil mortes e 29 mil hospitalizações anuais no Brasil, e 85% dos afetados são mulheres. A maioria desses casos é considerada prevenível, com a identificação das chamadas lesões precursoras, que podem ser tratadas antes que se tornem câncer e, principalmente, com vacinação. Os dados fazem parte de um estudo publicado na revista científica Human Vaccines & Immunotherapeutics, que analisou dados oficiais do Ministério da Saúde. O objetivo foi identificar as tendências de hospitalização e mortalidade, por isso a análise englobou o período de 2011 a 2019, anterior à pandemia de covid-19, que impactou diversos indicadores de saúde. De acordo com a líder do estudo, a diretora executiva de Pesquisa de Dados de Mundo Real da farmacêutica MSD, Cintia Parellada, um dos destaques é o alerta a respeito dos diversos tipos de câncer que o HPV pode causar. Para chegar aos resultados, os pesquisadores coletaram todas as ocorrências e estimaram quantas foram causadas pelo vírus, considerando as proporções consolidadas pela literatura médica. O câncer de colo do útero permanece como a maior preocupação, correspondendo a 74,3% das hospitalizações e 77,3% das mortes ocorridas no período analisado. Mas isso significa que um a cada quatro pacientes desenvolveu a doença em outro local, somando mais de 50 mil hospitalizações. “O foco no colo do útero pode passar uma falsa percepção de que só a mulher tem que se vacinar. Mas, na verdade, o HPV é responsável por oito tipos de cânceres, que atingem mulheres e homens: colo do útero, vagina,  vulva, ânus e pênis, e orofaringe, laringe e cavidade oral, que são os cânceres de cabeça e pescoço”, complementa a diretora executiva. Cintia também chama a atenção para o fato dos cânceres de cabeça e pescoço acometerem quatro vezes mais homens do que mulheres. “Nos países que já conseguiram atacar o problema do câncer do colo do útero, o problema do HPV está maior nos homens por causa disso. E nesse tipo de câncer não existe lesão precursora que possas ser tratada. A prevenção é apenas a vacinação”, alerta a médica. O estudo também mostra uma tendência preocupante com relação ao câncer do colo do útero. De 2011 a 2016, as hospitalizações caíram 4,7%, mas, de 2016 a 2019, o movimento foi o inverso, com crescimento de 3,9%. A mortalidade apresentou o mesmo padrão, com queda de 0,7% no primeiro período e alta de 1,5% no segundo. Outro dado preocupante vem da análise etária. Enquanto todos os outros tipos começam a ter maior incidência a partir dos 40 ou 50 anos, no caso do câncer de colo do útero, as hospitalizações já são expressivas a partir dos 30. A a média de idade das pacientes é de 47 anos, pelo menos dez a menos do que nos outros tipos de câncer. A idade média das pessoas que morreram pela doença também é menor: 56 anos. “Hoje o câncer do colo do útero é o câncer que mais mata mulheres em idade reprodutiva e é o que tem maior nível de incidência (nessa faixa etária). A gente sabe que apenas 40% das mulheres fazem o papanicolau de maneira periódica como é recomendado. Então, elas são diagnosticadas quando já têm um tumor invasivo”, reforça Cintia. O papanicolau ou exame preventivo é o procedimento ginecológico que deve ser feito periodicamente para detectar a presença do HPV ou de lesões precursoras no colo uterino, possibilitando que a paciente seja acompanhada com mais cautela ou receba o tratamento, em caso de lesões, evitando que elas evoluam para câncer. No ano passado, o Ministério da Saúde atualizou as diretrizes para esse exame de rastreamento. Agora, todas as mulheres e outras pessoas com útero, entre 25 e 64 anos, devem fazer o teste DNA-HPV oncogênico, que detecta não somente a presença do vírus, como também identifica de que tipo ele é, já que apenas alguns tem potencial cancerígeno.  Em caso negativo, o exame só precisa ser repetido depois de cinco anos. Em caso positivo, a paciente deve ser encaminhada para outros exames, para confirmar ou descartar lesões ou o câncer já instalado, e realizar o tratamento. As autoridades de saúde acreditam que, com rastreamento organizado, tratamento oportuno e vacinações com alta cobertura, o câncer de colo do útero pode ser eliminado em 20 anos.  Cintia Parellada reforça que apesar dos desfechos agressivos, este é um tipo de câncer que oferece grande oportunidade de prevenção. “Depois que uma pessoa se infecta, ela demora dois anos para ter a lesão precursora. E da lesão precursora até o câncer, esse caminho pode ser de dez anos.” Por outro lado, isso também demonstra a importância da vacinação precoce. “Uma pessoa que começou a atividade sexual com 15 anos, quando ela chega nos 30, já pode ter o câncer do colo do útero”, alerta. A vacina contra o HPV foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 2014, e estudos já mostram que ela ajudou a reduzir a incidência de câncer e das lesões precursoras. No entanto, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) projeta que mais de 19 mil novos casos serão diagnosticados por ano no país, durante o período 2026-2028, um aumento de 14% em comparação ao triênio anterior. A vacina é recomendada a todas as crianças e adolescentes, de 9 a 14 anos, porque sua eficácia é maior se for tomada antes do início da vida sexual. O Ministério da Saúde está com uma campanha vigente de resgate vacinal para todos os jovens de até 19 anos que não foram vacinados na idade correta. Além disso, também devem receber a vacina: pessoas imunodeprimidas, vítimas de abuso sexual, pessoas com papilomatose respiratória recorrente, usuários de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e pacientes que já tiveram lesões pré-cancerosas de alto grau. Para outros públicos, a vacina está disponível em serviços privados de saúde. FONTE: AGENCIA BRASIL

Quem são as 22 celebridades mais ricas do mundo em 2026, segundo a Forbes
Famosos

Quem são as 22 celebridades mais ricas do mundo em 2026, segundo a Forbes

SÃO PAULO, SP (UOL/) – A Forbes atualizou em 2026 a lista de celebridades bilionárias e passou a reunir 22 nomes, quatro a mais do que em 2025. Steven Spielberg segue no topo do ranking, com fortuna estimada em US$ 7,1 bilhões. O diretor tem 79 anos, de acordo com a lista divulgada pela Forbes. George Lucas aparece em segundo lugar, com US$ 5,2 bilhões. Ele é o diretor de ‘Star Wars’. Michael Jordan ocupa a terceira posição, com US$ 4,3 bilhões. Vince McMahon subiu uma posição e soma US$ 3,6 bilhões, segundo a Forbes. Ele é o fundador da World Wrestling Entertainment. Oprah Winfrey aparece com fortuna estimada em US$ 3,2 bilhões. A apresentadora tem 72 anos. QUEM COMPLETA A LISTA E AS NOVIDADES DE 2026 Jay-Z e Taylor Swift aparecem na sequência, com US$ 2,8 bilhões e US$ 2 bilhões. Kim Kardashian e Peter Jackson vêm logo depois, ambos com US$ 1,9 bilhão, de acordo com o ranking. O top 10 é completado por Magic Johnson, com US$ 1,6 bilhão. Tyler Perry, Tiger Woods e Rihanna aparecem com US$ 1,4 bilhão cada, segundo a Forbes. As novidades entre as celebridades bilionárias em 2026 são Beyoncé, Roger Federer, Dr. Dre e James Cameron. A revista afirma que “definir celebridade não é fácil, mas a Forbes optou por destacar pessoas que ficaram famosas primeiro e depois ficaram imensamente ricas”. Leia também: Taís Araujo comemora enredo sobre Xica da Silva e ganha convite para desfilar no Salgueiro

Veja quem são as 22 celebridades mais ricas do mundo em 2026
Famosos

Veja quem são as 22 celebridades mais ricas do mundo em 2026

Para revista Forbes divulgou a nova lista das celebridades mais ricas do planeta em 2026. O levantamento reúne 22 nomes do entretenimento e do esporte que acumulam juntos uma fortuna estimada em US$ 48,1 bilhões — cerca de R$ 241,5 bilhões. A edição deste ano mostra o crescimento do chamado “clube dos bilionários famosos”. Em 2025, o ranking contava com 18 integrantes e patrimônio total de US$ 39 bilhões. Agora, novas celebridades passaram a integrar a lista, refletindo a força econômica da música, do cinema, das transmissões esportivas e das marcas pessoais criadas por artistas e atletas. Entre os estreantes estão Beyoncé, Roger Federer, Dr. Dre e James Cameron. Eles se juntam a nomes já consolidados no ranking, como Steven Spielberg, Jorge Lucas, Oprah Winfrey, Kim Kardashian, Taylor Swift e Rihanna. Segundo a Forbes, apenas celebridades que alcançaram fama mundial antes de acumularem grandes patrimônios entram na lista. Por isso, empresários conhecidos principalmente pelo mercado financeiro ou por heranças ficaram de fora. Leia mais: Metas mensais ou anuais? Especialistas explicam qual estratégia aumenta as chances de sucesso Trabalhar de manhã ou à tarde? Especialistas revelam quando a concentração costuma ser maior Quem lidera o ranking? No topo da lista aparece Steven Spielbergcom fortuna estimada em US$ 7,1 bilhões. O cineasta segue lucrando com royalties de filmes, parques temáticos e produções históricas de Hollywood. Na sequência vem Jorge Lucascriador da franquia Star Wars, com patrimônio de US$ 5,2 bilhões. Já o terceiro lugar ficou com Michael Jordanque acumula cerca de US$ 4,3 bilhões graças a contratos milionários, investimentos e licenciamento de marcas. Top 10 celebridades mais ricas de 2026 Steven Spielberg — US$ 7,1 bilhões Jorge Lucas — US$ 5,2 bilhões Michael Jordan — US$ 4,3 bilhões Vince McMahon — US$ 3,6 bilhões Oprah Winfrey — US$ 3,2 bilhões Jay-Z — US$ 2,8 bilhões Taylor Swift — US$ 2 bilhões Kim Kardashian — US$ 1,9 bilhão Pedro Jackson — US$ 1,9 bilhão Magia Johnson — US$ 1,6 bilhão.

Política

Comissão aprova relatório de PEC que acaba com escala 6X1

A comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), por 34 votos favoráveis e quatro contrários, o relatório do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) sobre a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala de trabalho 6X1. O texto prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redução salarial. A matéria segue agora para o plenário da Casa para votação em dois turnos, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 parlamentares. A expectativa é que a proposta seja votada ainda nesta quarta-feira. O relatório foi apresentado na segunda-feira (25), mas um pedido de vista da oposição adiou a votação da proposta para hoje. A Câmara dos Deputados realizou uma sessão protocolar de oito minutos, pela manhã, para que fosse liberada a votação do texto na comissão especial. Proposta aprovada O texto aprovado é a versão do relator para duas propostas de emenda à Constituição que previam a redução de jornada: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estabelecia 36 horas semanais após um período de dez anos, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que introduzia a escala 4X3 (quatro dias de trabalho e três de descanso), com limite de 36 horas semanais, depois de um ano. O parecer apresentado por Prates modifica o artigo 7º da Constituição Federal, determinando que a duração do trabalho normal não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, “facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.” A proposta também determina dois dias de repouso semanal remunerado, um deles preferencialmente aos domingos. Pela proposta, o fim da escala 6X1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto “sem qualquer redução salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra espécie.” O relatório aprovado prevê uma transição em dois períodos para a implementação da nova jornada de trabalho. A medida foi incluída após um acordo do governo com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). O primeiro período de transição será 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, com a duração do trabalho normal passando de 44 para 42 horas semanais. Doze meses após a entrada em vigor da mudança para 42 horas, a duração do trabalho será reduzida em duas horas, ficando nas 40 horas semanais, com o máximo de 8 horas diárias de trabalho. Após o prazo de 60 dias e dentro do período de redução da jornada, o texto prevê, entretanto, a possibilidade de ampliar a duração diária do trabalho normal para “viabilizar a distribuição da duração semanal do trabalho”. Essa ampliação deverá ser feita por negociação em convenção ou acordo coletivo de trabalho. Confira mais informações sobre a tramitação da PEC no Repórter Brasil, da TV Brasil  Debates Após deputados do PL assinarem uma emenda prevendo um período de 10 anos para o fim da escala 6X1, o líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), anunciou que protocolaria um destaque para que, em vez da redução de jornada 6X1, construída em acordo com o governo e a presidência da Câmara dos Deputados, fosse votada a escala de trabalho 4X3. A atitude foi criticada como uma tentativa de prejudicar a votação do texto. “Sem nenhum tipo de estudo, sem nenhum aprofundamento no debate, sem sequer ter participado desta comissão, o PL, em uma tentativa de manipular a opinião pública, propõe a escala 4X3 e ameaça que, se não for aprovada no plenário hoje, vai propor imediata aplicação da lei sem tempo de transição”, criticou o deputado Otoni de Paula (PSD-RJ). “Depois que o presidente Lula passou a apoiar o fim da jornada de trabalho 6X1 até a oposição vai votar favorável, até o PL já está defendendo o fim da jornada de trabalho 6X1. Eles correram do debate e, envergonhados, vão terminar votando favoráveis”, ironizou o líder do governo na Câmara, Rubens Pereira Junior (PT-MA). “Eu desafio qualquer pessoa a pegar um vídeo deste líder dizendo que eu era contrário. Não existe. Porque nós nunca emitimos juízo de valor sobre isso”, rebateu Sóstenes. O líder do PL protocolou um destaque para derrubar o período de transição de 60 dias para a redução da jornada de trabalho e afirmou que apresentaria, no plenário, o destaque para votação da escala 4X3. O texto foi rejeitado. O pedido de supressão da regra de transição ocorre após o relator Leo Prates não acolher as emendas apresentadas por mais de 170 parlamentares do centrão e da oposição que pretendiam estabelecer uma regra de transição de dez anos a partir da promulgação da Emenda Constitucional. As emendas determinavam ainda a redução do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores, manutenção das 44 horas para serviços essenciais e compensação econômica a empresas para aprovar o fim da escala 6X1. “Quero parabenizar o deputado Leo Prates que não admitiu o texto de dez anos de transição e nem a Bolsa Patrão. Foram vários do PL que assinaram a Bolsa Patrão e assinaram os dez anos de transição”, lembrou o deputado Rogério Correia (PT-MG). A lista de deputados que inicialmente apoiaram a emenda inclui, principalmente, parlamentares do PL (61), PP (32), União (23), Republicanos (17) e MDB (13). Muitos deputados retiraram o apoio depois de sofrer críticas em suas bases eleitorais. Matéria atualizada às 17h04 para acréscimo de informações FONTE: AGENCIA BRASIL

Política

Lula celebra alta do IDH e projeta avanço com transição energética

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a melhora do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, constatada por pesquisa recentemente divulgada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Em entrevista nesta quarta-feira (27) ao Jornal do Amazonas, em Manaus, Lula se disse orgulhoso com o feito e projetou um cenário ainda melhor, com os empregos que serão gerados por investimentos externos de empresas interessadas no potencial do país para a geração de energia limpa. “A luta para melhorar a vida do povo não é fácil, uma vez que pobres nesse país sempre foram tratados como invisíveis. No meu governo, eles são visíveis. É por isso que eu estou feliz”, disse o presidente. Calculado pelo PNUD, o IDH leva em consideração indicadores de renda, educação e expectativa de vida. Mais avanços De acordo com o presidente, esses avanços poderão ser ampliados nos próximos anos, uma vez que o país reúne vantagens competitivas que o colocam em posição de destaque na chamada transição energética — processo de substituição de fontes fósseis por energias limpas. “O Brasil tem um potencial muito grande com eólica, com solar. O Brasil tem um potencial muito grande com o hidrogênio verde. Nós estamos começando agora essa nova matriz energética”, afirmou. Segundo ele, a mudança da matriz energética representa uma “revolução” para o país, com potencial de impulsionar o crescimento econômico e gerar novas oportunidades de desenvolvimento. “Nenhum país é capaz de competir com o Brasil nessa transição energética que vai acontecer no mundo”, disse. Interesse estrangeiro Por esse motivo, acrescentou, há muitos países querendo instalar seus data centers (centro de dados onde funcionam as infraestruturas físicas da internet) no Brasil. Como armazenam e processam grande quantidade de dados, os data centers consomem muita energia. “Se eles quiserem vir para cá, podem vir. Mas têm de saber que não vão utilizar a energia que a gente tem para o povo brasileiro apenas para fazer data center. Não podemos permitir que venham aqui ganhar dinheiro, deixando o Brasil sem ganhar nada”, argumentou, ao defender que esses investimentos resultem em benefícios para a população do país. Ainda segundo o presidente, esse “potencial invejável” do Brasil desperta interesse dos chineses, que, inclusive, estão se instalando no Ceará. “Tem também empresas norte-americanas que estão vindo para cá; e uma indiana querendo vir. Vamos fazer com que o Brasil se transforme numa opção invejável para investimentos estrangeiros. Eu estou muito otimista”, concluiu. FONTE: AGENCIA BRASIL

Polícia Militar no Posto Lampião Aceso: Quatro passageiros são detidos por tráfico de drogas em ônibus
Polícia

Polícia Militar no Posto Lampião Aceso: Quatro passageiros são detidos por tráfico de drogas em ônibus

A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, por meio de militares do 6º Batalhão de Polícia Militar , prendeu três homens — de 18, 19 e 30 anos — e apreendeu uma adolescente de 15 anos por tráfico de entorpecentes. A ação ocorreu por volta das 23h20 , durante a Operação Protetor no Posto Lampião Aceso, em Corumbá. Os policiais abordaram um ônibus intermunicipal da empresa Andorinha, que fazia a linha entre Corumbá e Campo Grande. Durante a fiscalização no interior do coletivo e nas bagagens, as equipes constataram irregularidades com quatro passageiros. Na mala pertencente à adolescente de 15 anos, foram encontrados 18 pacotes contendo substância análoga à maconha, totalizando aproximadamente 8,27 kg. Ao ser questionada, ela informou que recebeu a bagagem em um hotel em Corumbá e que seria paga para transportar o entorpecente até a capital. Em outra bagagem, de propriedade do passageiro de 30 anos, os militares apreenderam mais 20 pacotes de maconha, que pesaram cerca de 9,43 kg. O homem relatou ter recebido a mala em Puerto Quijarro, na Bolívia, mas alegou desconhecer que havia droga em seu interior. Dando continuidade às buscas, a guarnição realizou uma vistoria minuciosa nas poltronas localizadas ao fundo do ônibus. Escondidos no forro dos assentos ocupados pelos jovens de 18 e 19 anos, foram localizados três tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, com peso aproximado de 2,8 kg. A dupla confessou ter pego a droga na Bolívia para entregá-la em Campo Grande mediante pagamento. Diante do flagrante, os três homens adultos receberam voz de prisão e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal, junto com o material apreendido. A adolescente foi levada à Delegacia de Polícia Civil, acompanhada por uma conselheira tutelar, para as providências legais.

Jacquin critica influencer no Masterchef
Famosos

Jacquin crítico influenciador no Masterchef

SÃO PAULO, SP (UOL/) – Erick Jacquin, 61, detonou a profissão de uma participante do MasterChef. Ele questionou qual o trabalho da competidora Júlia, 31, que respondeu ser gamer. “Eu faço live”, disse ela. “Eu fico no computador jogando e o pessoal assiste”, completou após o jurado fazer expressão de confusão. Você não faz porra nenhuma. Só se diverte. Você não faz nada. Isso não é trabalho. Jacquin A gamer brincou que os pais dela tinham a mesma visão que Jacquin. “Meus pais falaram a mesma coisa. Meu trabalho é muito gostoso”, contou. Júlia Pitzer acumula mais de 252 mil seguidores em suas redes. A influenciadora faz transmissões ao vivo jogando na Twitch, rede em que tem 32 mil inscritos. Alguém tem que explicar para o Jacquin que o gamer também trabalha, ele não só joga. Júlia Pitzer Leia também: Taís Araujo comemora enredo sobre Xica da Silva e ganha convite para desfilar no Salgueiro

Mato Grosso do Sul lidera o Centro-Oeste no Programa Centelha e alcança resultado histórico em inovação
Mato Grosso Do Sul

Mato Grosso do Sul lidera o Centro-Oeste no Programa Centelha e alcança resultado histórico em inovação

Mato Grosso do Sul consolidou-se como o estado da região Centro-Oeste com o maior número de ideias submetidas à terceira edição do Programa Centelha, cujas inscrições foram encerradas na segunda-feira (25). Ao todo, foram registradas 1.135 ideias inovadoras, resultado que representa um crescimento de 363% em relação à edição anterior e coloca o Estado à frente de Goiás (1.063), Mato Grosso (813) e Distrito Federal (692). O desempenho também projeta Mato Grosso do Sul no cenário nacional da inovação. Atualmente, o Estado ocupa a segunda posição em número de inscrições, empatado com o Ceará, atrás apenas do Espírito Santo. O resultado ainda é parcial, já que Paraná e Rio de Janeiro seguem com inscrições abertas. Entre as principais áreas temáticas das propostas submetidas estão Inteligência Artificial e Machine Learning (27,8%), Impacto Socioambiental (19,4%), Tecnologia Social (15%), TI e Telecom (8,6%) e Biotecnologia e Genética (6%). Os dados demonstram o alinhamento das ideias inscritas às tendências tecnológicas e às demandas por soluções inovadoras com impacto econômico e social. O Centelha é uma iniciativa voltada ao estímulo do empreendedorismo inovador e à criação de novos negócios de base tecnológica O Programa Centelha é uma iniciativa voltada ao estímulo do empreendedorismo inovador e à criação de novos negócios de base tecnológica. O objetivo é apoiar a transformação de ideias inovadoras em empreendimentos sustentáveis e competitivos. A execução estadual do programa é realizada pela Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul), vinculada à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), com promoção nacional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Finep, CNPq, Confap e Fundação CERTI. Em Mato Grosso do Sul, o edital prevê investimento total de R$ 6,5 milhões, com seleção final de até 47 propostas. Os projetos aprovados receberão R$ 89,6 mil por meio de subvenção econômica, além de R$ 50 mil em bolsas de fomento tecnológico, capacitações, suporte técnico especializado, conexões com o ecossistema de inovação e oportunidades de visibilidade. Para o diretor-presidente da Fundect, Cristiano Carvalho, o resultado evidencia o amadurecimento do ecossistema de inovação sul-mato-grossense. Mato Grosso do Sul consolidou-se como o estado da região Centro-Oeste com o maior número de ideias no 3ª Centelha “Esse resultado histórico mostra que Mato Grosso do Sul vive um novo momento na inovação. Liderar o Centro-Oeste em número de ideias submetidas ao Programa Centelha demonstra a força do nosso ecossistema, o talento dos nossos empreendedores e o compromisso do Governo do Estado com a ciência, tecnologia e inovação. Mais do que números, estamos falando de oportunidades, geração de conhecimento, desenvolvimento econômico e transformação social em todas as regiões do Estado”, destaca. A próxima etapa do programa será a seleção das 200 melhores ideias submetidas. Na Fase 2, chamada Projeto de Fomento, os empreendedores irão estruturar e detalhar suas propostas, transformando as ideias em planos de negócio mais robustos e preparados para o desenvolvimento tecnológico e mercadológico. O resultado preliminar das propostas classificadas para a próxima fase está previsto para o dia 29 de junho, enquanto o resultado final deve ser divulgado em 29 de julho. Inovação presente em todas as regiões do Estado Outro destaque do Centelha 3 em Mato Grosso do Sul foi a interiorização da inovação. Pela primeira vez, o programa alcançou 44 municípios sul-mato-grossenses, atingindo 56% das cidades do Estado com propostas submetidas. Os municípios com maior número de ideias inscritas foram Campo Grande (589), Ponta Porã (117), Dourados (86), Três Lagoas (43), Naviraí (42), Corumbá (32), Chapadão do Sul (30), Coxim (23), Bonito (19) e Nova Andradina (19). O alcance estadual do programa é resultado da mobilização conjunta de diferentes instituições parceiras. Em 55 dias a equipe da Gerência de Inovação da Fundect realizou 40 oficinas, em 13 cidades, orientando e tirando as dúvidas sobre como submeter o projeto ao Programa Centelha, sempre com apoio do Sebrae, Senai, Senac, Universidades, prefeituras municipais e coordenadores regionais e locais dos ecossistemas de inovação, que acreditaram no potencial do nosso Estado e mobilizaram empreendedores em todas as regiões. Maristela Cantadori, Comunicação Fundect Fotos: Comunicação Fundect Fonte: Secom Mato Grosso do Sul

Saúde

Mulheres de 45 a 64 anos lideram mercado de cannabis medicinal no país

As mulheres mais velhas e empregadas são as principais consumidoras de cannabis medicinal importada no Brasil. Um levantamento inédito divulgado pela Blis Data em homenagem ao Mês das Mães comprova essa realidade entre as brasileiras que têm filhos. A Blis Data possui o maior banco de dados de pacientes em tratamento canábico da América Latina. Perfil etário e socioeconômico As mulheres de 55 a 64 anos lideram o segmento no país e representam 28,2% do total de pacientes. O grupo de 45 a 54 anos aparece em seguida, com 27,2%. Juntos, esses dois grupos representam mais da metade das mulheres consumidoras de cannabis medicinal no Brasil. As pacientes de 35 a 44 anos ocupam a terceira posição, com 18,7%. O grupo de mulheres com mais de 65 anos representa 16,3% do mercado, enquanto as mais jovens, de 18 a 34 anos, ocupam o último lugar, com apenas 9,6%. A pesquisa trabalhou com uma amostragem de 7.092 pessoas – número obtido a partir da seleção de pessoas do gênero feminino e que têm filhos dentro de uma base original de 70 mil registros de indivíduos que usam medicamentos canábicos sob prescrição médica. Principais sintomas e tratamentos Os distúrbios do sono e a dor crônica são as queixas mais frequentes nas consultas médicas e motivam 28,9% e 16,3% dos tratamentos, respectivamente. A saúde mental também se destaca como um motivo relevante para o uso da cannabis medicinal. O transtorno de ansiedade responde por 14,9% dos casos, e a depressão representa 9,2%. As pacientes também procuram alívio de sintomas de fibromialgia, estresse pós-traumático e Transtorno de Déficit de Atenção Com Hiperatividade (TDAH), entre outras doenças ou condições. Sete em cada dez mães combinam os remédios provenientes da planta com medicamentos convencionais. Além disso, 50% das participantes da pesquisa declararam que nunca haviam utilizado cannabis antes de iniciar o tratamento médico prescrito. Os dados completos da pesquisa estão disponíveis para consulta no site especial da Blis Data. FONTE: AGENCIA BRASIL

Política

Centrão tenta derrubar transição de 60 dias para fim da escala 6×1

Os partidos do chamado centrão, que reúne coligações da direita tradicional, tentam derrubar a transição de 60 dias para iniciar a implementação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 no Brasil e reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Um outro destaque para limitar a extensão do fim da escala 6×1 foi retirado após acordo. A sessão da Comissão Especial que trata do assunto na Câmara dos Deputados começou na manhã desta quarta-feira (27). Os parlamentares debatem ainda quatro destaques que tentam mudar o texto do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). O bloco partidário que reúne União, PP, PSD, Republicanos, MDB, PSDB-Cidadania e Podemos apresentou quatro destaques, mas aceitou retirar um deles após acordo para que todos possam falar durante a sessão. Há mais de 30 deputados inscritos. Dois destaques apresentados pelo centrão preveem a exclusão da regra de transição proposta pelo relator, que estabelece a entrada em vigor do fim da escala 6×1, assim como a redução da jornada de 44 para 42 horas, em 60 dias após a promulgação da proposta. A redução para as 40 horas está prevista para ocorrer 14 meses após a publicação do texto no Diário Oficial.  O pedido de supressão da regra de transição ocorre após o relator Leo Prates não acolher as emendas apresentadas por mais de 170 parlamentares do centrão e da oposição que pretendiam estabelecer uma regra de transição de 10 anos a partir da promulgação da Emenda Constitucional. Destaque retirado Um dos destaques apresentados pelo centrão foi retirado, no início da sessão, após acordo com o presidente da Comissão, deputado Alencar Santana (PT-SP). O destaque pedia a exclusão dos dois dias de repouso obrigatório por semana para os casos em que, por Lei, sejam estabelecidos regimes de trabalho diferenciados. Se esse destaque fosse aprovado, o fim da escala 6×1 poderia ser limitado por lei posterior que tratasse de categorias específicas. Transição  Um outro destaque, apresentado pelo Psol e pela Rede, pede a exclusão do artigo que impõe uma regra de transição maior – de um ano em vez de 60 dias – para o fim da escala 6×1 dos terceirizados vinculados à administração pública. Na mesa da Comissão, havia ainda dois pedidos de retirada da PEC da pauta e dois pedidos para adiar a votação, todos apresentados pelo deputado Gilson Marques (Novo-SC), que acabou retirando os pedidos de adiamento de votação, após acordo para que todos tenham direito de falar na sessão. Com amplo apoio popular, a PEC é apoiada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva e criticada pela oposição. Na última sessão, a votação foi adiada por pedido de vista apresentado pelo deputado Maurício Macron (PL-RS). Entenda  O texto da PEC prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Pela proposta, o fim da escala 6×1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrará em vigor 60 dias após a promulgação do texto. Após os primeiros 60 dias, a jornada será reduzida para 42 horas semanais, chegando a 40 horas 14 meses após promulgação da Emenda Constitucional. O relator ainda modifica o Artigo 7º da Constituição Federal, determinando que a duração do trabalho não deverá ser superior a oito horas diárias e 40 horas semanais, “facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.” A PEC também permite que o trabalhador faça a escala 6×1, desde que o segundo dia de folga obrigatória por semana seja compensado dentro do mesmo mês. A legislação traz ainda restrições para trabalhadores que recebem salário igual ou superior a duas vezes e meia o teto do INSS (R$ 21.188,87 em valores atuais). Os empregados que recebem esse valor ou mais ficariam dispensados de cumprir a jornada prevista na proposta. A PEC prevê uma regra de transição maior para os terceirizados da Administração Pública. Nesse caso, as empresas teriam 12 meses para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de trabalho.   FONTE: AGENCIA BRASIL

Brasil

Região Norte Ms

Internacional

Sign Up for Our Newsletter

Subscribe to our newsletter to get our newest articles instantly!

Email :

Contact: 

Pantanal Rio Verde News @2026. All Rights Reserved.