Pantanal News

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Famosos

Equipe de Faustão atualiza estado de saúde após internação em São Paulo

A equipe do apresentador Fausto Silvaconhecido nacionalmente como Faustão, divulgou nesta semana uma atualização sobre o estado de saúde do comunicador após nova internação no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Segundo a assessoria, Faustão permanece internado desde a última segunda-feira (25) para acompanhamento médico após passar por um procedimento de retirada de sonda gástrica. Inicialmente, a expectativa era de que o apresentador recebesse alta médica na terça-feira (26). Entretanto, a liberação hospitalar foi adiada para realização de exames complementares. Foto: Divulgação Equipe afirma que procedimento ocorreu com sucesso De acordo com comunicado divulgado pela assessoria do apresentador, a retirada da sonda já fazia parte do planejamento médico estabelecido anteriormente. A equipe informou que o procedimento foi concluído sem intercorrências. Leia também: Caso em que empresário processou Marília Mendonça tem reviravolta na Justiça Em nota enviada ao portal Gshow, os representantes de Faustão afirmaram que ele segue internado apenas para check-up complementar e exames considerados de rotina. Segundo o comunicado, o quadro clínico permanece estável e controlado. Foto: Divulgação Apresentador enfrenta tratamentos desde 2023 Aos 76 anos, Faustão está afastado das atividades na televisão desde 2023, período em que passou a enfrentar uma sequência de complicações relacionadas à saúde. Desde então, o apresentador foi submetido a transplante de coração e transplante de rim. Posteriormente, em 2025, também realizou transplante de fígado seguido de um novo transplante renal. Nos últimos anos, o comunicador passou a manter rotina mais reservada e tem aparecido publicamente em ocasiões específicas divulgadas pela família. Foto: Divulgação Faustão apareceu recentemente em comemoração familiar Dias antes da internação, Faustão surgiu em registros publicados nas redes sociais durante uma celebração familiar. Na ocasião, o apresentador participou da comemoração de aniversário de 18 anos de Rodrigo, seu filho caçula. As imagens repercutiram entre seguidores e admiradores do comunicador, que acompanham as atualizações sobre o estado de saúde dele desde os procedimentos médicos realizados nos últimos anos. Por fim, a equipe informou que Faustão segue sob observação médica no hospital da capital paulista enquanto realiza os exames previstos pela equipe responsável.

Política

Lula sanciona lei que cria Universidade Federal Indígena

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (28), a lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), a primeira desse tipo no país. O projeto de lei é de autoria do próprio governo federal e teve aprovação concluída pelo Congresso Nacional no início de maio. As atividades devem começar em 2027, com dez cursos nas áreas de formação de professores, saúde coletiva e indígena, além de gestão territorial e ambiental. A instituição deve atender até 2,8 mil estudantes em quatro anos. De acordo com o presidente Lula, tal inciativa mostra que é possível, de forma civilizada, garantir a todos “os que habitam o planeta” seus direitos e sua participação.  “O diploma é a garantia de que esse país está preparando a sua sociedade para ser tratada como cidadã de primeira linha. Todo mundo tem direito ao conhecimento, e esse conhecimento vai permitir que as pessoas façam coisas que antes não sabiam.” A criação da universidade era um sonho das lideranças indígenas brasileiras, enfatizou o ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, durante cerimônia no Palácio do Planalto. “Será o local propício para a produção de conhecimento, que irá resultar na defesa dos direitos indígenas, no constante aperfeiçoamento da política pública para os povos indígenas e na consolidação da autoridade epistemológica indígena.” Segundo a deputada federal Sônia Guajajara (PSOL-SP), ex-ministra dos Povos Indígenas, a Unind terá sede em Brasília e, no futuro, contará com campi espalhados por diferentes regiões do Brasil.  “Ela oferecerá ensino superior, pesquisa e extensão sob uma perspectiva cultural, valorizando saberes tradicionais, línguas ancestrais e práticas que colocam a relação entre o ser humano e a natureza no centro do saber”, acrescentou a parlamentar. De acordo com Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena, o processo de diálogo para a construção do projeto da Unind é resultado de mais de 20 seminários regionais, ocorridos em todas as regiões do país, com professores, estudantes, indígenas e especialistas. “Nós, povos indígenas, possuímos ciências, filosofias, sistemas linguísticos, tecnologias, sistemas agrícolas, conhecimento ambientais, formas próprias de ensinar e de compreender o mundo”, destacou Rita Potiguara, representante do fórum. Ela destaca que a Universidade Federal Indígena será um espaço onde os conhecimentos tradicionais vão dialogar com as diferentes áreas das ciências contemporâneas. “(Será) um espaço onde as línguas indígenas terão força, presença e reconhecimento institucional.”  FONTE: AGENCIA BRASIL

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Famosos

Virginia comenta pela primeira vez reaproximação com Zé Felipe após festa da filha

A influenciadora Virgínia Fonseca comentou pela primeira vez a repercussão envolvendo sua reaproximação com o cantor Zé Felipe. A declaração aconteceu nesta quinta-feira (28), após os dois aparecerem juntos novamente durante a festa de aniversário da filha mais velha do ex-casal, Maria Alice. Nos últimos dias, registros publicados nas redes sociais mostraram momentos de proximidade entre Virginia e Zé Felipe durante a comemoração realizada em Goiânia. Em entrevista concedida ao portal LeoDias, a influenciadora afirmou que aproveitou o momento em família e destacou o clima da celebração. Segundo ela, a festa seguiu o mesmo ambiente das comemorações realizadas antes do fim do casamento. Foto: Divulgação Ex-casal voltou a aparecer junto em evento familiar A festa de aniversário de Maria Alice aconteceu em um salão de eventos na capital goiana e reuniu familiares e amigos próximos. Durante a chegada ao evento, Virginia e Zé Felipe apareceram juntos no mesmo carro ao lado dos filhos. Eles então também compartilharam uma postagem conjunta nas redes sociais com fotos da família reunida. Leia também: Caso em que empresário processou Marília Mendonça tem reviravolta na Justiça O registro marcou a primeira postagem feita pelos dois juntos desde o término do relacionamento, anunciado há cerca de um ano. Foto: Divulgação A repercussão nas redes sociais aumentou após vídeos e imagens mostrarem momentos de interação entre o ex-casal durante a celebração. Virginia comentou fase atual da vida pessoal Ao falar sobre o momento atual da vida pessoal, Virginia afirmou que ainda não teve tempo para aproveitar a fase solteira. Segundo a influenciadora, a rotina continua concentrada em compromissos profissionais. A declaração ocorreu dias após o fim do relacionamento dela com Vinícius Júniorconhecido como Vini Jr. Foto: Divulgação Desde então, seguidores passaram a especular uma possível retomada da relação entre Virginia e Zé Felipe após os registros divulgados da festa. Música e interação aumentaram repercussão nas redes Outro momento que chamou atenção ocorreu quando Zé Felipe subiu ao palco durante a comemoração para cantar. Na apresentação, o cantor escolheu a música “Só Tem Eu”, composição associada ao relacionamento com a influenciadora. Foto: Divulgação Posteriormente, Virginia se aproximou do palco e participou do momento ao lado do ex-marido. As imagens circularam nas redes sociais e ampliaram os comentários entre seguidores do casal. Por fim, apesar da repercussão, os dois não confirmaram qualquer retomada do relacionamento até o momento.

EUA
Internacional

EUA classificam PCC e Comando Vermelho como terroristas; entenda o que muda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) que pretende classificar o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho como organizações terroristas. A medida foi divulgada um dia após uma reunião entre o senador Flávio Bolsonaro e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Segundo Flávio Bolsonaro, Rubio demonstrou apoio à classificação das duas facções brasileiras como grupos terroristas. Governo brasileiro é contra a medida A possibilidade preocupa o governo federal. A ministra das Relações Institucionais, A tristeza de Hoffmannafirmou que o Brasil é “terminantemente contra” a equiparação de facções criminosas ao terrorismo. Leia mais: Aliados de Flávio articulam nos EUA classificação do PCC e CV como organizações terroristas Segundo a ministra, a legislação internacional relacionada ao terrorismo pode abrir espaço para interferências externas em assuntos considerados de responsabilidade interna do país. O que muda na prática? Especialistas apontam que a classificação pode gerar consequências relevantes, entre elas: Congelamento de ativos ligados às facções no sistema financeiro internacional; Ampliação de sanções econômicas; Maior cooperação policial e judicial entre Brasil e Estados Unidos; Bloqueio de transações financeiras relacionadas aos grupos; Restrições migratórias para integrantes das organizações. Além disso, passa a ser crime nos Estados Unidos fornecer qualquer tipo de apoio material às organizações classificadas como terroristas. Diferença entre facção criminosa e grupo terrorista No Brasil, a legislação diferencia organizações criminosas de grupos terroristas. Enquanto o terrorismo possui motivação política, ideológica, religiosa ou discriminatória, facções como PCC e Comando Vermelho têm como principal objetivo o lucro obtido por atividades ilegais, como tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro. Especialistas ouvidos pelo g1 destacam ainda que grupos terroristas costumam buscar a desestabilização do Estado, característica que não é atribuída às principais facções criminosas brasileiras. Como funciona a classificação nos EUA Pela legislação norte-americana, uma organização pode ser enquadrada como terrorista quando: É estrangeira; Está envolvida em atividades terroristas ou possui capacidade e intenção de realizá-las; Representa ameaça à segurança nacional ou aos cidadãos dos Estados Unidos. A decisão final cabe ao Departamento de Estado, após consultas ao Departamento de Justiça e ao Tesouro norte-americano. Depois, o Congresso dos EUA recebe a comunicação formal antes da publicação definitiva da medida.

Internacional

EUA passam a designar CV e PCC como organizações terroristas

O governo dos Estados Unidos (EUA) anunciou nesta quinta-feira (28), em comunicado do Departamento de Estado, que vai designar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês). Segundo o comunicado, a decisão terá validade a partir do dia 5 de junho e as medidas são adotadas com base na seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade (Immigration and Nationality Act) e em uma ordem executiva do presidente Donald Trump. As designações como FTO entram em vigor após publicação no Federal Register. Notícias relacionadas: Classificação de facções como terroristas pelos EUA ameaça soberania . Em meio a protestos, Bolívia revoga lei que limitava estado de exceção. EUA voltam a atacar Irã, que retalia contra base militar no Kuwait. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ressaltou no comunicado que o CV e o PCC são duas das organizações criminosas mais violentas do Brasil. “Juntas, elas comandam milhares de membros e têm orquestrado ataques brutais contra policiais brasileiros, autoridades públicas e civis. Sua influência e suas redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, alcançando toda a nossa região e também o nosso país”, disse Rubio. O governo brasileiro vinha tentando, nos últimos meses, evitar essa designação por avaliar que isso poderia abrir caminho para uma ação militar dos EUA no Brasil ou aplicação de sanções severas em setores econômicos e financeiros. >>Classificação de facções como terroristas pelos EUA ameaça soberania Risco Na avaliação de especialistas, esta designação representa um potencial risco à soberania brasileira e pode prejudicar até mesmo esforços de cooperação investigativa entre os países, já que alteraria o nível de sigilo das informações compartilhadas entre os órgãos de segurança dos dois países, centralizando-as na CIA (Central de Inteligência dos EUA) ou em órgãos militares Esta mudança poderia, segundo esses especialistas, atrapalhar investigações conjuntas em curso e inviabilizar futuras cooperações. “Narcoterrorismo” Neste novo mandato, o governo de Donald Trump vem reorientando a política externa de Washington em relação à América Latina, direcionando sua máquina de guerra para a região sob a justificativa de combater o que chama de “narcoterrorismo”. Ao longo dos últimos meses, forças mlitares dos EUA bombardearam diretamente diversas embarcações no Caribe, fora da jurisdição norte-americana, sob alegação de combate ao terrorismo. A própria invasão do território veneuelano, no início do ano, que resultou na deposição e captura do então presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, também foi justificada com base no combate ao narcoterrorismo. O alcance de ações semelhantes em território brasileiro, com base nesta nova designação, apesar de incerto, torna-se um risco real. No início deste mês, em visita aos EUA , o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu com Donald Trump, na Casa Branca, a adoção de frentes de trabalho entre os dois governos para asfixiar financeiramente as organizações criminosas transnacionais que atuam no Brasil e nos EUA. Na ocasião, segundo Lula, eles não trataram especificamente sobre facções criminosas que atuam no Brasil, como CV e PCC. O anúncio de Rubio também coincide com um encontro entre ele e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, ocorrido nesta terça-feira (26), em Washington. Um dia antes, o senador havia se reunido com Trump na Casa Branca, em companhia do irmão, o autoexilado ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, ambos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Fonte:Agência Brasil

Economia

Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA

O dólar fechou em queda, e a bolsa brasileira encerrou o pregão no campo negativo nesta quinta-feira (28), em um dia marcado pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos também ajudou moedas de países emergentes. O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,032, com recuo de R$ 0,029 (-0,57%). A cotação iniciou o dia a R$ 5,07, mas recuou após a abertura dos mercados estadunidenses. Na mínima do dia, por volta das 15h15, chegou a R$ 5,02. Apesar da queda desta quinta, a moeda norte-americana ainda acumula alta de 1,60% em maio. Em 2026, no entanto, a divisa cai 8,33%. O alívio no câmbio não se repetiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quinta aos 175.063 pontos, com recuo de 0,39%. O indicador foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras e pela cautela em relação à evolução dos juros no Brasil. Câmbio perde força A possibilidade de redução das tensões na região diminuiu a procura global por ativos considerados mais seguros, como o dólar. O real acabou sendo beneficiado pelo movimento e teve desempenho superior ao de outras moedas emergentes. Outro fator que influenciou o câmbio foi a divulgação do índice PCE nos Estados Unidos, principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed). O dado veio ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, reforçando a percepção de inflação mais controlada na economia americana. Ibovespa recua Mesmo com as bolsas em Nova York batendo recorde, o Ibovespa terminou o dia em baixa. O índice brasileiro foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras, que acompanharam a volatilidade dos preços do petróleo e fecharam em queda. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) da estatal recuaram 0,72%, enquanto as ações ordinárias (com voto em assembleia de acionistas) caíram 1,16%. O desempenho negativo ocorreu apesar do anúncio de reajuste da gasolina nas refinarias feito pela companhia. O mercado também monitorou indicadores de inflação e as perspectivas para a taxa Selic. Mesmo com sinais de desaceleração da atividade econômica, como a queda na criação de empregos formais em abril, a percepção de inflação ainda elevada mantém dúvidas sobre o ritmo de cortes de juros pelo Banco Central. Petróleo oscila Os preços do petróleo tiveram um dia de forte volatilidade em meio às notícias envolvendo o Oriente Médio. O petróleo Brent, referência internacional usada pela Petrobras, avançou 0,49% e fechou cotado a US$ 92,70 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 0,25%, para US$ 88,90. A expectativa de um acordo que permita a reabertura plena do Estreito de Ormuz chegou a pressionar para baixo as cotações do produto. No entanto, as incertezas sobre o conflito e novos relatos de ataques na região mantiveram os investidores cautelosos, ajudando os contratos futuros a encerrar o dia em alta moderada. *Com informações da Reuters FONTE: AGENCIA BRASIL

Críticas de Anitta a bets causam mal-estar com patrocinador de festival no qual ela vai cantar
Famosos

Críticas de Anitta a bets causam mal-estar com patrocinador de festival no qual ela vai cantar

O F5 apurou que, às vésperas do evento, executivos da empresa não gostaram do discurso da intérprete de “Envolver” e “Downtown”, entre outras. Procurada desde quarta-feira (27) por email, telefone e Whatsapp, a equipe de Anitta não respondeu aos contatos da reportagem. A assessoria de imprensa da Superbet disse que não iria se manifestar. Nas redes sociais, Anitta disse que se recusa a atrelar seu nome a qualquer casa de apostas. Ela também afirmou que vê com preocupação o crescimento das bets no Brasil e os impactos financeiros causados em parte da população. Defendeu ainda uma discussão mais ampla sobre os limites da publicidade ligada ao setor. O discurso foi recebido com incômodo porque a Superbet comprou os “naming rights” da festa para se aproximar do público carioca durante a Copa do Mundo. O evento inclusive mudou de nome: de Village Rio para Village Superbet. A avaliação interna é que a situação criou uma saia justa para a marca, que vem ampliando investimentos em entretenimento e música para fortalecer sua imagem no país. Ainda assim, pessoas próximas às negociações afirmam que a relação contratual, por enquanto, segue inalterada. Ou seja, Anitta segue confirmada no evento. Ela se apresenta no dia 11 de julho, com ingressos a partir de R$ 442 (meia/feminino). Entre outros nomes, também estão escalados para o Village nomes como Ludmilla, Thiaguinho, Luísa Sonza, João Gomes, Marina Sena, Pabllo Vittar e Marisa Monte. Leia Também: Anitta critica apostas online e diz já ter recusado campanhas de bets

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Internacional

Confrontos deixam 52 mortos na Colômbia às vésperas das eleições

Os confrontos entre facções dissidentes das Forças Armadas ‌Revolucionárias da Colômbia (Farc) deixaram ao menos 52 mortos no sudeste do país, segundo a CNN Brasil, com informações de um comunicado divulgado nesta quinta-feira (28) por um dos grupos envolvidos nos combates. A disputa ocorre em uma região estratégica para a produção e o tráfico de cocaína, dias antes das eleições presidenciais marcadas para domingo (31). Os embates aconteceram em áreas de selva do departamento de Guaviare, nas proximidades da vila de Barranco Colorado, e são considerados os mais violentos registrados nos últimos meses no país. Os confrontos envolveram integrantes da dissidência liderada por Néstor Gregório Vera, conhecido como Iván Mordisco, e o grupo comandado por Alexandre Díaz Mendoza, chamado de Calarcá Córdoba. As duas facções disputam o controle territorial e os lucros obtidos com o narcotráfico e a mineração ilegal em áreas isoladas da Colômbia.   Leia mais: Colombianos vão às urnas essa semana em meio a onda de violência   Colômbia mobiliza operação em meio a escalada O ministro da Defesa colombiano, Pedro Sánchez, confirmou nas redes sociais que houve combates na região. O Exército também reconheceu as operações armadas, mas não divulgou balanço oficial de mortos ou feridos. Sánchez afirmou que tropas foram deslocadas para proteger moradores da área afetada pelos confrontos. A escalada da violência ocorre em meio à mobilização nacional para garantir a segurança das eleições presidenciais. Segundo o ministro, cerca de 408 mil integrantes das forças de segurança foram posicionados em diferentes regiões do país. O esquema inclui aeronaves, embarcações, drones, sistemas antidrones e veículos blindados. Em entrevista à emissora Noticias Caracol, Pedro Sánchez afirmou que o processo eleitoral colombiano exige atenção especial diante da atuação de grupos armados ilegais. “Fazer eleições na Colômbia não é o mesmo que fazê-las na Suíça (…) existem riscos à democracia, isso não deve ser ignorado”, declarou.

gaza
Internacional

Netanyahu ordena a ocupação de 70% da Faixa de Gaza

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quinta-feira (28) que ordenou ao exército israelense a ampliação do controle militar sobre a Faixa de Gaza para 70% do território. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa na Cisjordânia ocupada e representa um novo impasse para o cessar-fogo firmado com o Hamas, em vigor desde outubro do ano passado. Segundo Netanyahu, as forças israelenses já controlam cerca de 60% da Faixa de Gaza, percentual superior aos 50% registrados antes da entrada em vigor da trégua. “Estamos com o Hamas nas cordas”, afirmou o premiê ao anunciar a nova meta para as tropas israelenses. O acordo de cessar-fogo foi estabelecido após dois anos de guerra desencadeada pelo ataque do Hamas a Israel, em outubro de 2023. Desde então, os dois lados se acusam mutuamente de violar os termos da trégua, enquanto operações militares e bombardeios continuam sendo realizados no território.   Leia mais: Israel deporta ativista Thiago Ávila é preso em flotilha rumo a Gaza   Acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza A primeira etapa do acordo, negociado sob pressão dos Estados Unidos, permitiu a libertação de reféns israelenses mantidos em Gaza em troca da soltura de prisioneiros palestinos. Já a segunda fase previa o desarmamento do Hamas e a retirada gradual do exército israelense da região, medida improvável nas últimas semanas. Pelos termos do acordo, as tropas israelenses deveriam recuar para além da chamada “linha amarela”, que separava as áreas controladas pelo Hamas das regiões ocupadas militarmente por Israel. Em 15 de maio, Netanyahu já havia informado que o exército havia ampliado seu controle territorial para 60% da Faixa de Gaza. Em meio à ofensiva, organizações não governamentais denunciaram a deterioração das condições humanitárias na região. Segundo as entidades, mais de 2 milhões de palestinos vivem em situação de superlotação e enfrentam um cenário considerado “catastrófico”. Ainda, também nesta quinta, Israel anunciou a morte de Ihab Khrizim, apontado pelo exército israelense como chefe da central financeira do Hamas. Segundo comunicado, ele foi morto em um ataque aéreo em Khan Yunis, no sul de Gaza.

eua
Internacional

Acordo entre EUA e Irã espera aprovação final de Trump

As negociações entre Estados Unidos (EUA) e Irã avançaram para uma proposta de extensão do cessar-fogo por mais 60 dias, acompanhada da abertura de discussões sobre o programa nuclear iraniano. O entendimento foi relatado nesta quinta-feira (28) pelo site Axios, que citou autoridades norte-americanas envolvidas nas tratativas. Apesar do avanço, a proposta ainda depende da aprovação do presidente Donald Trump. De acordo com a publicação, representantes dos dois países chegaram a um texto preliminar considerado o movimento diplomático mais importante desde o início do conflito. O memorando, porém, não encerra as divergências entre Washington e Teerã, a principal discussão continua relacionada às exigências do governo norte-americano sobre o enriquecimento de urânio pelo Irã. As conversas teriam alcançado um ponto próximo da conclusão ainda na terça-feira (26). Segundo fontes ouvidas pelo Axios, integrantes da delegação iraniana indicaram disposição para assinar o documento, enquanto Trump informou aos mediadores que pretendia analisar melhor a proposta antes de dar uma resposta definitiva. A tentativa de aproximação ocorreu em meio ao aumento da tensão militar na região. Os dois países voltaram a trocar ataques, expondo a instabilidade do cessar-fogo em vigor desde abril. O confronto mais recente começou após militares dos EUA derrubarem drones iranianos próximos ao Estreito de Ormuz. Enquanto a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã informou ter atacado uma base militar norte-americana ligada às operações realizadas contra o território iraniano. O grupo afirmou ainda que qualquer nova ofensiva poderá provocar uma reação “mais decisiva”. O Kuwait também relatou ter sido alvo de mísseis e drones iranianos nesta quinta-feira. O país abriga uma grande base militar dos Estados Unidos e integra a área estratégica do Golfo Pérsico.   Leia mais: EUA negam informações sobre rascunho de acordo divulgado pelo Irã Leia mais: Teerã acusa EUA de violarem trégua e ameaça retaliação Leia mais: Trump diz que acordo com Irã precisa ser “ótimo e significativo”   Tensão entre EUA e Irã sobre o Estreito de Ormuz A situação aumentou as preocupações sobre o Estreito de Ormuz, rota marítima considerada essencial para o transporte mundial de petróleo. Em meio às tensões, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou ter recebido garantias de Omã de que o país não pretende cobrar pedágio pela navegação na região. Mais cedo, Bessent havia ameaçado adotar medidas econômicas caso o governo omanita apoiasse qualquer iniciativa relacionada à cobrança no estreito. Na quarta-feira (27), Trump também comentou o tema e afirmou que Omã “vai se comportar como todos os outros, ou teremos que destruí-los”. Estreito de Ormuz (Foto: Reprodução/ Google Maps) Ao ser questionado sobre a declaração do presidente, o secretário afirmou que a intenção da Casa Branca era reforçar a defesa da liberdade de navegação na rota marítima. Enquanto veículos norte-americanos apontavam avanço nas negociações, a agência iraniana Tasnim negou que exista um texto finalizado sobre um acordo entre os dois países. Segundo uma fonte próxima à equipe de negociação iraniana, nenhuma confirmação oficial foi enviada aos mediadores do Paquistão. A tensão regional também se refletiu no Líbano. Um ataque israelense à cidade de Tiro deixou 11 mortos nesta quinta-feira, segundo o Ministério da Saúde libanês. Bombardeios também atingiram áreas próximas a Beirute, no primeiro ataque aos arredores da capital em várias semanas. De acordo com o governo israelense, as ações militares têm como alvo o Hezbollah. Autoridades libanesas afirmam que mais de 3.200 pessoas morreram desde o início da ofensiva israelense. A Organização Mundial da Saúde informou que ao menos 608 mortes foram registradas no país desde o início da trégua.

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