Amy começou a escrever canções na adolescência e assinou seu primeiro contrato fonográfico aos 16 anos. O álbum de estreia, “Frank” (2003), recebeu elogios da crítica britânica, mas foi o segundo e último “Back to Black” (2006) que a transformou em um fenômeno internacional. O disco trouxe sucessos como Rehab e a faixa-título e lhe rendeu cinco prêmios Grammy em 2008.
O relacionamento com Blake Fielder-Civil influenciou as músicas do segundo álbum, com quem viveu um casamento marcado por idas e vindas, abuso de álcool e drogas e intensa exposição pública. Enquanto acumulava reconhecimento artístico, Amy Winehouse passou a ocupar as manchetes por seus problemas pessoais, perseguidos de perto por tabloides britânicos.
Nos anos seguintes, a cantora alternou períodos de tratamento com recaídas. Em 2011, após o cancelamento de turnês e um conturbado show na Sérvia no início de julho -onde, visivelmente embriagada, não conseguiu cantar-, a artista retornou a Londres em busca de descanso e recuperação.
Na tarde de 23 de julho de 2011, O segurança de Amy encontrou a cantora sem vida em seu quarto. A perícia confirmou que a causa foi uma parada cardíaca decorrente da ingestão massiva de álcool após um período de abstinência.
Quinze anos depois, a obra da cantora permanece como referência para artistas de diferentes gêneros, enquanto a Amy Winehouse Foundation, criada por sua família após sua morte, atua no apoio a jovens em situação de vulnerabilidade e na prevenção ao abuso de álcool e outras drogas.
Leia Também: Diddy é colocado em confinamento solitário após briga com detento em prisão nos EUA