A chamada Biblioteca Manifesto fica de forma permanente dentro da livraria Lello e é uma versão do projeto Service95 Book Club. Nele, a cantora escolhe uma obra por mês para ler e discutir com a comunidade.
A biblioteca “nasce da convicção de que se perde muito mais que uma história quando um livro é censurado. Esta proibição, muitas vezes silenciosa, limita o direito de questionar, imaginar e compreender o mundo”, escreveu Dua Lipa nas redes sociais.
Alguns dos livros foram banidos nas escolas por conta de temas como raça ou sexualidade, ou tiveram a divulgação restrita porque foram escritos para leitores da comunidade LGBTQIA+, justifica a diva pop. Entre os exemplos, estão “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, e de autores como Salman Rushdie e Olga Tokarczuk.
“Quando fundei o Service95 Book Club, minha ambição era que ele se tornasse um lar para escritores e leitores, onde quer que estivessem e quaisquer que fossem suas circunstâncias. Ler o mundo nos aproxima, mas, infelizmente, nem todos são a favor disso”, diz a cantora em comunicado enviado à imprensa internacional.
Ela completa: “Esta biblioteca é um santuário para livros que desapareceram, para autores cuja coragem desmascara estruturas de poder e controle, e para leitores que se recusam a aceitar que lhes digam qual livro podem ler”.
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